29% das empresas de São Paulo fazem negócios online
31 de março de 2010 | Publicado em Mercado | 2 Comentários
Há duas linhas de análise possíveis sobre o novo estudo da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), terminado em janeiro de 2010. A primeira é a do título: 29% das empresas do Estado de São Paulo estão operando internet, com destaque para indústrias, atacado e serviços.
Em 74 anos o telefone alcançou cerca de 50 milhões de usuários. A internet precisou apenas de quatro. Isso se reflete na pesquisa da ACSP, que indica que 29% das empresas em São Paulo que compram ou vendem pela rede. Concluído em janeiro de 2010, o estudo identificou a indústria como o setor que mais vende online – 13% delas afirmaram vender pela internet, ante 12% do comércio atacadista e apenas 3% de serviços.
Já os segmentos de serviços e comércio atacadista destacam-se como maiores compradores pela internet, com a adesão de 16% e 15% das empresas de cada setor, respectivamente. Seguindo esse ritmo o e-commerce poderá crescer 30% anualmente pelo período de cinco anos, estima o diretor executivo da Camara-e.net, Gerson Rolim.
Por outro lado, 71% das empresas do estado não realizam nenhuma operação de compra ou venda pela internet. O levantamento também mostra que deste total, 47% afirmam “não sentir necessidade” de operar com e-commerce e 19% dizem “não ter infraestrutura ou informação suficiente” para atuar com essa modalidade de comércio.
Na opinião da superintendente de marketing da ACSP, Sandra Turchi, a “falta de necessidade” de operar com e-commerce apontada pela grande maioria das empresas vem da falta de informação sobre as possibilidades que a internet pode trazer aos negócios. Ela diz que, à medida que os empresários começam a ter acesso a meios de atuar no comércio eletrônico, eles começam a perceber o que essa modalidade de negócio demanda e apontam problemas de fato estruturais da empresa, como falta de estrutura ou equipe.
De acordo com a executiva, o grupo das MPEs ainda não está pronto para entrar na internet, mas o interesse em aprender mais é muito grande. “Se os empresários pesquisassem mais e tivessem mais acesso a informações, veriam que a web já representa, em média, 30% do faturamento das empresas que têm estratégias de comércio eletrônico”, acrescenta Sandra.
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03 de abril de 2010 às 10:27 (próximo)
Vejo em um futuro bem próximo que a internet vai ser o foco principal de negócios. Já estou apostando a quase dois anos e o que posso dizer é que não há comparação em ter uma loja física e Online. As vantagens são enormes e não a limite para voar. Cada dia é uma nova conquista. Obrigado PagSeguro, vocês são culpados por grande parte disto.
08 de abril de 2010 às 17:17 (próximo)
Vivemos um momento de pujança único na história recente de nosso país. E a Economia Digital não está desalinhada com este cenário positivo, pois devemos manter um ritmo de crescimento da ordem de 30% ao ano, no faturamento do B2C, mesmo já tendo atingido o patamar de geração de receitas anuais na casa da dezena de bilhão de reais.
Outro ponto super positivo é que a massa de e-Consumidores de nosso país, ou seja, os mais de 17 milhões de eBrasileiros está satisfeita com nossos e-Varejistas.
Mais info no Blog da Economia Digital – http://gersonrolim.blogspot.com/
Gerson Rolim
camara-e.net