Garanta sua segurança com PagSeguro e Verifica

13 de abril de 2010  |  Publicado em Mercado

foto: Maistora, em CC

O Brasil é um dos países mais avançados na adoção do chip para cartões de crédito e débito no mundo. Apesar disso, teve um prejuízo de pelo menos cerca de R$ 40 milhões durante o ano de 2009 com a clonagem e outros golpes, segundo da Horus, empresa especializada em controle e prevenção a fraudes em meios eletrônicos de pagamento. Uma das explicações para isto é a manutenção das duas tecnologias no mesmo plástico. Os cartões ganharam o chip, mas não perderam a tarja magnética que permite o acesso aos dados.

O sócio-diretor da Horus, Eduardo Daghum, explica que o chip possibilita a criptografia dos dados que se tornam invioláveis e são decifrados somente com o uso de senhas. “No Brasil ainda não existe notícia de nenhum acesso indevido aos dados do cartão por meio da invasão dos chips. Mas, como os mesmos dados ficam disponíveis também para o uso da tarja magnética, é por lá que os fraudadores continuam conseguindo sucesso em suas ações”, diz. Segundo ele o ideal seria deixar somente os chips nos cartões eliminando totalmente a existência da tarja.

Segundo a Horus, de janeiro a dezembro do ano passado foram registrados no Brasil um total de 13.718 cartões clonados e 158 máquinas apreendidas por estarem adulteradas pelo equipamento de captura ilegal de dados (chupa cabras). O prejuízo causado ao sistema por todos estes casos juntos chegou a pelo menos R$ 39.153.899,00.

Golpes migram para internet

Desde o início da implementação do chip nos cartões de crédito e débito, o número de fraudes no comércio eletrônico aumentou bastante. De posse dos dados do cartão, as quadrilhas não conseguem usar os cartões clonados por causa do chip. Afinal, quando ele está presente, a tarja magnética não pode ser usada. Mas, com os dados do cartão em mãos, é possível fazer compras pela internet.

“Você protege um lado e a fraude migra para outro canal”, explica Eduardo Daghum, sócio-diretor da Horus, empresa especializada em prevenção de fraudes em meios eletrônicos de pagamento. Se as grandes redes de lojas se preparam para lidar com fraudes com estruturas internas ou terceirizadas de análise de risco eletrônico, quem se prejudica é o pequeno e médio empreendedor.

Mas só se estiver muito mal informado ou assessorado. Afinal, usar o PagSeguro como meio de pagamento evita pagamentos fraudulentos na internet. E, caso o lojista prefira os contratos diretos com as operadoras, nada como usar o Verifica para garantir a legitimidade da compra. Num mercado como o do e-commerce brasileiro, que cresce 30% ao ano e faturou R$ 10,8 bilhões em 2009, vale a pena apostar na internet. Use as ferramentas disponíveis e bons negócios.

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