Camara e-net cria Comitê de Compras Coletivas
19 de julho de 2011 | Publicado em Mercado
Para fazer frente às demandas do projeto de lei 1232/2011, que regulamenta as compras coletivas no Brasil, foi criado o Comitê de Compras Coletivas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara e-net).
“O objetivo é criar o código de ética e o termo de autorregulação do segmento para que o mercado seja educado. Esperamos que as empresas do segmento, especialmente os signatários, garantam que não farão spams, além de afirmarem o compromisso maior com o consumidor, a preocupação com o que está sendo ofertado e o cumprimento das regras como um todo”, disse o coordenador do Comitê de Compras Coletivas, Marcelo Macedo.
Para Rodolpho Gurgel, o comitê é o espaço para unir as empresas, trocar ideias, experiências e, assim, promover a evolução e o crescimento do mercado de compras coletivas.
Proporcionar experiências positivas, fidelizar o cliente e divulgar a marca da loja são as principais metas do setor, que inovou o mercado do comércio eletrônico. Renato Bliacheriene, do Clube do Desconto, lembrou que os consumidores têm duas formas de reclamar sobre o produto ou o serviço: os legais ou através das redes sociais.
Segundo Marcelo Macedo, para cada mil experiências dos e-consumidores com sites de compras coletivas, apenas uma reclamação é registrada, o que significa que o setor já se preocupa com a qualidade dos serviços. Aos 10 anos de vida, a Câmara-e.net tem, agora, 11 comitês especiais. Os outros são: varejo online, seguros, registros públicos, notarial, movimento internet segura, micro pequena e média empresa, meios de pagamento na internet, jurídico, internet banking e identidades digitáis confiáveis.
Os Comitês Especiais da Camara-e.net têm como objetivo gerar conteúdo de vanguarda e dar suporte técnico-institucional à entidade em sua tarefa de fomentar a cultura e a prática do comércio eletrônico.
Segundo a Câmara e-net, os Comitês Especiais, reúnem especialistas para discutir as questões relevantes e estratégicas. O objetivo é ter atividade crítica, pró-ativa, propositiva e não apenas passiva ou reativa, para o fortalecimento da Economia Digital, em geral, e para o oferecimento de interlocução qualificada sobre questões regulatórias frente ao Poder Público, em particular.
Via Bolsa de Ofertas
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