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Entrevista: Maurício Salvador, do Curso E-Commerce

06 de abril de 2010  |  Publicado em Cases, Mercado

Mauricio Salvador

Maurício Salvador. Foto: arquivo pessoal/divulgação

O Curso de E-commerce E-Commerce School surgiu da necessidade de identificar bons profissionais para a área. Organizado por Maurício Salvador, o negócio só faz crescer. As aulas presenciais acontecem em São Paulo, em parceria com a CAP Cursos e a Associação Paulista de Agências Digitais (APADI), no bairro da Liberdade (veja o serviço no fim da entrevista). Conversamos com Maurício sobre os cursos que organiza e o mercado hoje. Confira.

Como surgiu a idéia do Curso e-commerce?

Recebo muitos pedidos de indicação de currículos, de amigos e conhecidos que trabalham em empresas de e-commerce. Percebi que é uma área que está crescendo muito rápido e não tem formado mão-de-obra especializada com a mesma velocidade. Além disso, os cursos que são oferecidos atualmente nessa área estão mais preocupados em vender consultoria pros alunos do que formar profissionais. Estamos também montando uma base de currículos de profissionais de e-commerce e marketing digital, que usamos para fazer matching com as solicitações que recebemos das empresas. São muitas novas vagas abertas semanalmente.

Há quanto tempo o curso e-commerce está no ar?

Os cursos estão no ar desde junho de 2008. O curso “Como Abrir uma Loja Virtual de Sucesso“, que é o mais antigo, já está na 11ª turma e o curso de “Formação Profissional em E-commerce e Marketing Online“, na 5ª turma.

Quem são os seus alunos?

No curso “Como Abrir uma Loja Virtual de Sucesso” o perfil é de empreendedores que querem abrir uma loja na internet. Também temos muitos alunos das áreas de marketing e vendas, de empresas que ainda não atuam no comércio eletrônico, mas estão planejando iniciar as vendas online a curto prazo. No curso de “Formação Profissional em E-commerce e Marketing Online”, o perfil dos alunos é de gerentes de marketing e comércio eletrônico, que necessitam aprofundar seus conhecimentos na área. São alunos de médias e grandes empresas que já atuam no e-commerce. Além de fornecer conhecimentos técnicos, os cursos tem sido um excelente canal de networking para os alunos.

Quais os cursos mais procurados?

“Como Abrir uma Loja Virtual de Sucesso” e “Formação Profissional em E-commerce e Marketing Online” são os mais procurados, pois contam com professores de MBA e visita técnica a empresas de e-commerce.

Por que vocês optaram por usar o PagSeguro como forma de pagamento?

Somos especialistas em comércio eletrônico e sabemos que o PagSeguro é a ferramenta de pagamentos online mais difundida entre os e-consumidores. Além disso, nos possibilita oferecer condições de parcelamento para nossos alunos de uma forma muito fácil e simples de se administrar.

Há cursos o tempo todo?

Sim, temos turmas começando todos os meses. Com o aumento da procura, já temos planejamento de aumentar a frequência das turmas no segundo trimestre de 2010.

Por que não fazer cursos online?

Acabamos de lançar o único curso de comércio eletrônico 100% on-line no Brasil. Não é webinar. É curso a distância com embasamento acadêmico. Chama-se “Como Abrir uma Loja Virtual sem Gastar Nada” e ensina todas as ferramentas gratuitas disponíveis na internet que uma pessoa pode usar para vender pela internet. Nesse curso, dedicamos um módulo inteiro para o aluno aprender a usar o PagSeguro.

Serviço:

Curso E-Commerce – visite o site e conheça os diversos tópicos desenvolvidos
Local: Av. Liberdade, 113 – 5º andar (próximo ao metrô Liberdade), São Paulo

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Venda seu livro com PagSeguro

12 de março de 2010  |  Publicado em Cases, Mercado, Vendedores

O PagSeguro é ferramenta para toda necessidade. Inclusive para a venda independente de livros. Há centenas de casos espalhados pela rede e nós conversamos com alguns vendedores para saber qual a sua experiência.

Cristiano Santos, o recordista da Vakinha, é o desenvolvedor da loja da Identidade produções. Usando a hospedagem do UOL, ele conta que a ideia surgiu para vender os livros da Dra. Ana Almeida, psicóloga e jornalista, autora de diversos livros de auto-ajuda e motivação. “Estamos há seis meses no ar e a experiência tem sido muito boa. Logo no primeiro dia, vendemos dois livros para fora do Rio”, conta Cristiano. Tudo através, claro, do PagSeguro.

Para a tradutora Claudia Mello e seu marido Roney Bellhassoff, a ferramenta tem outro uso. Grandes leitores, eles se viram com muitos livros em casa. Para abrir espaço, criaram informalmente um sebo próprio. Fotografaram as capas dos 300 livros que desejavam dispor (ainda sobraram 400 por lá), criaram um álbum onde os leitores podem escolher o exemplar desejado e o botão do PagSeguro. Desde o começo de fevereiro, já venderam mais de 50 exemplares, principalmente para os amigos, quase sem divulgação. “Com o PagSeguro é muito tranquilo vender e receber”, conta Claudia. Interessou? Clique nos links dos nomes da dupla e veja os produtos.

Já o ex-policial e advogado Roger Franchini, autor do blog CultCoolFreak, está fazendo um sucesso inesperado com seu romance Ponto Quarenta, vendido exclusivamente pelo seu blog e divulgado apenas no boca a boca. O livro acaba de ganhar a segunda impressão – e desde o início, em fevereiro do ano passado, a venda só é feita com PagSeguro. Abaixo um relato da sua experiência:

Viu que sucesso o PT40 está fazendo? É quase um best seller, considerando que a divulgação é só boca a boca.

As vendas começaram muito bem. Logo na primeira semana foram mais de 80 exemplares. Para entregar foi uma correria, não esperávamos isso tudo logo de cara. Eu imprimia pequenos lotes, de 10 a 20 exemplares, e ia vendendo conforme existia a procura. Ou seja, meu estoque era baixíssimo. Nesse esquema saíram cerca de 500 livros na primeira edição. A média foi de mais de um livro ao dia. Sem falsa modéstia, são poucos os autores nacionais que atingem essa marca!

Agora mudei o fornecedor. O livro tem uma qualidade de impressão superior, mas por outro lado tive que fazer mais exemplares do que o de costume. O preço dos números avulsos melhorou um pouco, por isso consegui fazer uma promoção para a pré-venda da segunda edição. As vendas foram retomadas e continuam boas. A experiência me valeu uma experiência única. É raro encontrar uma boa gráfica que imprima pequenos volumes a preços justos. O que encontrei por aí é gráfica fantasiada de editora, que não passa de caça-niquel. Vendem a idéia de que vão publicar seu livro, mas te cobram pelos exemplares, editoração e distribuição. Acho isso um abuso, porque o autor acaba bancando todo o trabalho. Brincam com o sonho da pessoa.

Decidi começar a distribuir livros de outros autores independentes, como eu, nesse mesmo esquema que vendas que estou fazendo com o PT40. Vou colocá-los no site a disposição dos interessados. É a chance de muitos autores desconhecidos do grande público (que não interessam às grandes editoras) ficarem disponíveis. E se vender, ótimo.

Outros exemplos de clientes que usam PagSeguro para vender seus livros:

IdeaFixa
Amigo Rico
Seu bolso no divã
Livro Papo de Homem
Dominando Flex e Zend

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Avon se reinventa com Facebook

29 de janeiro de 2010  |  Publicado em Cases, Mercado

A Avon lançou recentemente uma plataforma de ecommerce que permite que os representantes da sua marca jovem, a Mark, possam usar a internet para vender. As revendedoras, em sua maioria meninas que estão no colegial ou Faculdade, vendem seus produtos sem sair de casa – criam seus sites e usam as comunidades no Facebook para divulgar sua seleção especial de produtos. Os usuários podem navegar e comprar produtos, além de fazer amizade com representantes em sua área. O sistema permite também que as pessoas possam se cadastrar para se tornarem revendedoras.

Foi criado também um aplicativo de iPhone que funciona como catálogo, de modo a fazer com que as pessoas não precisem carregar consigo o catálogo físico. E a empresa pretende ainda desenvolver listas de desejos online e widgets que permitem a venda e que possam ser incorporados nos blogs das representantes.

Via BlueBus

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SeaShepherd e PagSeguro

14 de janeiro de 2010  |  Publicado em Cases, Institucional

Quem assiste Animal Planet já ouviu falar da Sea Sheperd. Esta ONG, criada em 1977 nos Estados Unidos pelos mesmos fundadores do Greenpeace é uma referência na defesa das baleias e ações eficientes para preservar a biodiversidade marinha. O que poucos brasileiros sabem é que eles têm um escritório aqui, o Instituto Sea Shepherd Brasil – Guardiões do Mar e usam PagSeguro com alegria.,” Seja como ferramenta para doações, como na loja de produtos – a camiseta de pirata é um dos mais vendidos – a SeaShepherd está muito feliz com o PagSeguro”, conta Adriano Guaraná Echeverria, diretor de comunicação da entidade.

No Brasil, as atividades do Instituto Sea Shepherd Brasil – ISSB iniciaram em junho de 1999, através da implantação da sede nacional, em Porto Alegre, o único escritório no mundo com total autonomia da matriz nos EUA. Esta sede serve como referência das ações no Brasil e trabalha pela preservação da biodiversidade marinha brasileira, além de apoiar as ações internacionais da SSCS.

O ISSB não tem nenhum funcionário fixo ou assalariado – toda a renda (90% de filiados e o restante de doações) é dirigida às ações, feitas em parceria com outras ONGs, empresas e órgãos governamentais. Os destaques são atividades de educação ambiental, sobrevôos para monitoramento e fiscalização do litoral contra a pesca predatória, coordenação de equipes durante atividades de recuperação afetadas pelo derramamento de petróleo, ações civis públicas em defesa dos ecossistemas marinhos entre outras.

O mais importante é que a Sea Shepherd preserva um bem comum a todos nós: o mar e a sua biodiversidade. Com uma costa de 8.500 quilômetros, o Brasil tem muito a fazer na área. O mais bacana e que todo mundo pode participar – a organização é democrática e acolhe ações eficientes e pessoais com alegria. Segundo Adriano, o importante é participar da luta. E com as muitas opções que eles dão aos visitantes do site, fica fácil: você pode doar milhas, dinheiro ou colaborar comprando os produtos da SeaShop, que são ecologicamente corretos.

imagem: header do blog SeaShepherd Brasil

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PagSeguro viabilizou a operação de eventos da Globalcode

27 de novembro de 2009  |  Publicado em Cases, Vendedores

The Developer's Conference - Globalcode

Você imagina o que é administrar inscrições para doze eventos por ano, alguns deles acontecendo simultaneamente, sem um sistema eficiente? Esta foi a experiência da Globalcode, segundo Yara Senger, até que descobriu o PagSeguro. Especializada em treinamentos Java e eventos relacionados a esta linguagem de programação, a Globalcode promove, todo ano, mais de doze eventos.

“A administração das inscrições gerava trabalho administrativo gigantesco trágico”, nas palavras de Yara. A descoberta do PagSeguro só veio dois meses depois o primeiro evento. Criou a sua conta e integrou o pagamento (sem retorno automático) a um sistema terceirizado. Como não tiveram o resultado esperado, desenvolveram um sistema próprio e, num segundo momento implantaram o retorno automático.

“Nossa administração mudou. Agora a inscrição fica em aberto, quando o cliente paga, o status muda automaticamente. Além disso, quando tenho parceiros em outros Estados, basta trocar a conta e não preciso prestar contas, fazer pagamentos”, diz Yara que completa: “Sou fã incondicional do PagSeguro. O sistema facilita inclusive administrar dois eventos simultâneos”.

No caso dos treinamentos da GlobalCode, que acontecem em nove unidades – algumas fora do Estado de S. Paulo -, as inscrições continuam acontecendo ao vivo, com inscrição física. “Como o custo é alto, o aluno quer conhecer a unidade, os profissionais, o material. E prefere pagar ali mesmo, no cartão de crédito”, explica.

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Fundação Abrinq fecha parceria com o PagSeguro

12 de novembro de 2009  |  Publicado em Cases, Institucional

logo_abrinqCriada em 1990, ano da promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a Fundação Abrinq é a mais nova parceira do PagSeguro. Com a iniciativa, além da possibilidade de aumentar a quantidade de recursos que vão ajudar milhares de crianças e adolescentes em todo o país, toda a administração dos pagamentos será realizada pelo PagSeguro que garante 100% de segurança nas transações bancárias e, ainda, permite o controle dos débitos e créditos efetuados.

Com o PagSeguro, além de ser possível doar através dos meios já empregados pela Fundação Abrinq, os cidadãos poderão contribuir com transferências eletrônicas. A expectativa é que a parceria amplie as doações únicas e as compras efetuadas na loja virtual, o que, conseqüentemente, aumentará o número de crianças e adolescentes beneficiados por um dos programas e projetos realizados pela Fundação Abrinq.

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Cases de e-commerce na Bahia

04 de novembro de 2009  |  Publicado em Cases, Vendedores

Entre os dias 15 e 17 aconteceu a Feira do Empreendedor Bahia, em Salvador. Sim, há vários casos de sucesso na internet que foram apresentados no painel do PagSeguro. Nós aproveitamos para entrevistar duas empresas vencedoras na internet da Bahia e mostrar para vocês como é que se fazem ótimos negócios na internet.

Luiz Aboim, administrador de empresas, é sócio do Curso Atitude e da Bandeô Publicidade. Leia mais…;

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Lições de comércio eletrônico inovador

02 de outubro de 2009  |  Publicado em Cases, Mercado

Tony Hsieh, Jdlasica, CC

foto: Jdlasica, CC

Para quem não pode ir ao Digital Age 2.0, faremos um resumo de uma de suas grandes atrações o CEO da Zappos, Tony Hsieh. Na descrição da palestra “1 bilhão de dólares em sapatos… online” você entende a razão:

Uma loja online, milhões de seguidores e uma regra imutável: fazer de tudo para encantar o consumidor. A habilidade de Tony Hsieh para conectar-se aos seus clientes tornou-o o mais badalado CEO da década e fez com que a empresa fosse desejada pela Amazon, que acaba de comprá-la por quase 1 bilhão de dólares. Tony faz da Zappos a eterna busca da felicidade – de clientes e funcionários.

Quem tem uma loja online precisa conhecer o “case” Zappos. Lançada em 1999, a rede varejista especializada em calçados, roupas e acessórios só fez crescer e tornou-se febre nos Estados Unidos. Sua cultura? Tecnologia deve servir ao capital humano. Pragmático e simples, Tony tem mais de 700 mil seguidores no Twitter e usa as redes sociais a seu favor. Suas três principais lições segundo o blog A Quinta Onda:

1 Tony disse que tirou todo o dinheiro da publicidade e investiu tudo em atendimento ao consumidor. Ele quer contato total com os clientes. Disse que em todas as páginas do site da Zappos existe o 0800 disponível para atendimento aos clientes. Surpreendentemente, ele acredita que o telefone ainda é um canal de comunicação forte e importante, apesar de todos os canais virtuais que o Zappos usa e coloca a serviço do negócio. Ou seja: a melhor publicidade é o “boca a boca“.

2 Ele disse que aplicar best practices é ser mediano, é não ser inovador, é seguir a onda dos outros. Correr atrás de best practices é roubar tempo que a empresa poderia falar mais com os clientes, saber o que eles querem.

3 Tony disse que preocupar-se com o que a concorrência faz é tempo perdido. Melhor concentrar a energia em buscar entender o que os seus clientes querem. Olhar para a concorrência faz com que a empresa se preocupe em enfrentá-la e tira o foco do principal: seus clientes.

Vale a pena pensar um pouco nisso, não?

Se entender inglês, a palestra de Tony no Brasil está disponível online.

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Internet influencia 15% das vendas do varejo

20 de julho de 2009  |  Publicado em Cases, Mercado

interacting forces, por exper, no flickr em CC

A quinta edição do levantamento sobre internet no Brasil, realizado pela F/Nazca com apoio operacional do Datafolha, atestou que a rede mundial de computadores influencia em 15% das compras de rua e shopping. Ou seja, a internet tem impacto sobre cerca de R$ 51 bilhões do comércio varejista nacional, de acordo com simulação em dados do IBGE.

Entre os brasileiros com mais de 16 anos, que costumam consultar a rede antes de comprar, 63% possuem acesso em casa, 60% navegam no site da loja e 58% assumem levar em consideração a opinião de outros internautas.

O estudo revelou ainda que 12,6% da população, 16,5 milhões de pessoas, já adquiriu produto ou serviço online e que, delas, 72% o fizeram de suas residências. Os dados ganham ainda mais destaque quando se leva em consideração o fato de que a assiduidade é um traço marcante do perfil de navegação no Brasil: 83% dos 66 milhões de internautas identificados pela pesquisa entram na rede pelo menos uma vez por semana e 32% a utilizam todos os dias.

A F/Nazca realiza a pesquisa sobre Internet no Brasil semestralmente desde o início de 2007. No levantamento de março deste ano foram feitas 2.117 entrevistas em todo o País. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%. O desenho amostral foi elaborado com base em informações do Censo 2000 e estimativas para 2008 do IBGE.

Via Webinsider.

Imagem: interacting forces, por exper, no flickr em CC

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Brechó Social: sua compra se transforma em boa ação

25 de junho de 2009  |  Publicado em Cases

gisele bundchen

O Brechó Social é um “e-commerce social” com a função de efetivar a venda de objetos doados exclusivamente por personalidades, com renda revertida para as ONGs. Uma inovadora e importante ferramenta de captação de recursos com objetivo de se tornar eficiente e duradoura para o Terceiro Setor. O preço é fixo. Comprou, levou! Lá você encontra a Fender Stratocaster de mr. Andreas Kisser, por básicos 12 mil reais que serão transferidos para a ONG Quintal Mágico. Ou o vestido de Gisele Bündchen, que ilustra este post, dedicado à ONG Projeto Água Limpa.

O sistema é simples e seguro (sim, eles usam PagSeguro). As personalidades cadastram, livremente, itens importantes e bacanas – como a camisa do Mané Galinha, doada por Fernando Meirelles ou o look californiano de Ben Harper –, assinam contrato, entregam peça. As pessoas compram, através do sistema PagSeguro, as ONGs recebem. Simples assim. Duro mesmo é economizar para comprar o chemisier da dona Gisele Bündchen. Melhor focar no longo da Carolina Ferraz – um pouco mais acessível. Falando assim até parece que o Brechó Social só atende às mulheres, mas não, há peças para todos os gostos, sexos e idades – e itens de ídolos de todos os gostos. Palmeiras e Corinthians já estão lá.

Resultado: o Brechó Social é uma iniciativa muito bem bolada para ajudar quem luta por um Brasil melhor.

Foto: divulgação

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Blog do PagSeguro