Mercado

Entenda o que é marketplace e faça o seu.

03 de setembro de 2010  |  Publicado em Mercado

O Marketplace é uma nova tendência no mercado online, assim como os Clubes de Compra. Hoje todos podem vender pela Internet, porém os Marketplaces possuem um modelo de negócios, para auxiliar os interessados, que não possuem um site ou não sabem por onde começar. Eles podem ser divididos por nichos específicos ou envolver uma grande plataforma. Podem realizar leilões pela Internet, ou vender de tudo, incluindo itens usados. A especialização e o público-alvo dependem da criatividade do dono do Marketplace.

Basta traduzir a palavra para entender do que se trata: lugar de vendas. Na verdade, um marketplace é um e-commerce bem estruturado em torno de um segmento e com finalidades bem definidas. Aqui no UOL a gente tem o TodaOferta. Para os artesãos, o Elo7. Quer criar o seu marketplace? O PagSeguro tem tudo para ajudar o seu negócio: contratos com todos os meios de pagamentos, segurança, garantia de que não haverá chargeback.

Pelo Brasil afora existem muitos empreendedores que sabem muito de negócio, embora não entendam (ainda) todas as possibilidades da internet. Se este é o seu caso, não hesite. Mande um e-mail para desenvolvedores@pagseguro.com.br que estamos a postos para ajudá-lo no desenvolvimento do seu produto.

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Segurança é questão para usuários do e-commerce

02 de setembro de 2010  |  Publicado em Mercado

Data Security, por John McGovern, em CC

foto: John McGovern em CC

Um estudo do Site Blindado avisa: 30% dos internautas citam a falta de confiança como motivo para não comprar na web. No Perfil da Internet Brasileira, a empresa buscou desvendar as razões porquê as pessoas confiam no internet banking e fazem transações financeiras pela internet e relacionar isso ao número de e-consumidores. Hoje há 40 milhões de brasileiros usando o internet banking enquanto apenas 17,6 milhões de internautas fazem suas compras online.

Na entrevista com 4 mil internautas entre 18 e 40 anos, fica claro que um dos principais motivos que inibem o consumidor a comprar pela internet, em 30% das situações, é o fator segurança; seguido pelo medo de não receber o produto (18%); possíveis problemas com troca (16%); e consumidores que não querem pagar frete (15%); entre outros. Entre os motivos para comprar, comodidade e acesso 24 horas, com mais de 50% das respostas.

Os fatores que mais ajudam na decisão da primeira compra online são o hábito de acessar extrato bancários e comparar preços em sites, aponta a pesquisa. Experiências de compras de amigos e parentes também são referências para trazer novos usuários para o e-commerce.

Segundo Mauricio Kigiela, diretor da empresa, os sites e-commerce ainda não fazem uma campanha forte junto aos internautas sobre como identificar um portal que permite realizar transações com mais segurança.

Via IDGNow!

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E-commerce cresce 170% entre 2007 e 2009

01 de setembro de 2010  |  Publicado em Mercado

E-Commerce Visa, por Fosforix em CC

foto: Fosforix, em CC

Segundo pesquisa realizada pela Visa, o comércio eletrônico ganha terreno rapidamente no Brasil. Entre 2007 e 2009, o setor registrou alta de 170%, alcançando faturamento de US$ 13,23 bilhões. Na América Latina e Caribe, o crescimento no período foi menor, de 39,2%, atingindo US$ 21,8 bilhõesEm 2009, a operadora de cartões de crédito registrou crescimento de 42% no volume de pagamentos online na região, faturando US$ 10 bilhões.

O fortalecimento do e-commerce na América Latina se deve a uma série de fatores, entre eles, o aumento do número de computadores, maior penetração da banda larga e melhorias da segurança online, além do aumento da aceitação da modalidade de pagamento pelos grandes varejistas.

O estudo prevê a continuação do ritmo acelerado de crescimento do e-commerce latino americano, estimando que até o final de 2011 a região terá um aumento de 58% nas vendas online, alcançando faturamento de US$ 34,5 bilhões.

Além do crescimento acima da média, o Brasil destaca-se por ter uma participação de 61% no consumo total online da América Latina, seguido pelo México, com 12%, e pelo Chile, com 5%. O e-commerce brasileiro tem se beneficiado principalmente pela entrada de novos grandes varejistas nas vendas online. A presença mais forte da indústria de turismo também tem contribuído para a alta. Nos últimos anos, várias empresas passaram a oferecer promoções exclusivas e altamente competitivas apenas nos seus sites, o que aumentou as vendas.

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Transporte pode emperrar comércio eletrônico

31 de agosto de 2010  |  Publicado em Mercado, Vendedores

3d boxes

ilustração em CC por cristaljingsr

O forte crescimento do comércio eletrônico no Brasil requer mais que comemoração. Planejar a logística é fundamental para que o sucesso continue. Com o aumento da demanda e o despreparo das transportadoras, é dever de todo e-commerce preparar esta área para atender a alta demanda prevista para o Natal.

Em congresso, o gerente-geral de operações e e-commerce do Magazine Luiza, Ronaldo Magalhães, avisou: “O Brasil não está preparado para atender a demanda. Nossa logística não está preparada”. Segundo Magalhães, a maioria das transportadoras é pequena e ainda pouco profissionalizada. Na mesma ocasião, o professor Ruy Quintaes, completou que o problema ocorre porque o setor de transporte de cargas é pouco atrativo no Brasil. “Não é incompetência nem falta de vontade de investir. Mas as transportadoras enfrentam problemas de violência e de infraestrutura.” O problema, afirma, ocorre tanto em estradas como aeroportos. “O governo tem aplicado poucos recursos nessa área, desestimulando o investimento das empresas”, diz.

A falta de segurança e a infraestrutura deficiente aumentam, também, o preço dos seguros. Sem contar que as transportadoras não acompanham o crescimento do e-commerce brasileiro. E resta ao lojista enfrentar a questão em parceria com elas. Uma boa forma é agir rápido: recebeu a reclamação (por qualquer canal), entre em contato na mesma hora com o seu fornecedor, identifique a questão e resolva.

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Livro: Como abrir uma loja virtual de sucesso

26 de agosto de 2010  |  Publicado em Mercado, Vendedores

livro-ecommerce-mauricio-salvador

Vocês lembram do Maurício Salvador, da ECommerce School? Este profundo conhecedor do negócio e de suas mazelas, ele vai lançar “Como Abrir uma Loja Virtual de Sucesso”, Editora Gramma, R$ 39,00, no dia 15 de setembro, durante a 1ª Semana de E-commerce da Universidade Anhembi Morumbi.

Baseado na experiência adquirida ao auxiliar mais de 500 pequenas e médias empresas a venderem seus produtos pela internet, Maurício traz informações valiosas sobre o que empresários, profissionais liberais e empreendedores devem fazer para começar a vender pela web.

As principais ferramentas para criação de uma loja virtual, dicas de plataformas de e-commerce, como tirar boas fotos de produtos, redação de textos, como obter comentários dos compradores, ferramentas de marketing, redes sociais, análise de métricas, gestão de logística, controle de estoques e atendimento aos clientes. Alguns temas que Maurício vai levantar para seus leitores:

  • Você é empreendedor, varejista ou fabricante?
  • Onde estão as oportunidades?
  • A escolha do nome
  • O que buscar numa plataforma?
  • A usabilidade de sites
  • Cadastro de produtos
  • O carrinho de compras
  • SEO e SEM
  • Fotos de produtos
  • Informações sobre os produtos
  • Conteúdo cross sell
  • Análise de fraudes
  • Contratação de cartões de crédito
  • Boletos e transferência eletrônica
  • Selos de Certificação Digital
  • Pesquisa de mercado
  • E-mail marketing
  • Marketing em Sites de busca
  • Comparação de preços
  • Mídia online
  • Redes sociais
  • Logística reversa
  • Rastreamento de pedidos
  • Previsão de vendas
  • Custos de estoques
  • Fontes de tráfego
  • Atendimento por e-mail

O lançamento ocorrerá durante a 1ª Semana de E-commerce da Universidade Anhembi Morumbi, na Av. Paulista, 2.000. As inscrições para o evento são gratuitas e os participantes que fizerem doações para as instituições de apoio social parceiras do evento, concorrerão a um iPad.

No site da ECommerce School você pode ler uma amostra do livro e comprar o seu exemplar direto no site da editora.

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Elementos básicos para um negócio moderno

25 de agosto de 2010  |  Publicado em Mercado

Seth Godin, por Joi Ito, em CC-BY

Seth Godin, foto: Joi Ito, em CC

A inspiração deste artigo veio do blog do Seth Godin, um dos grandes pensadores da internet e dos negócios, com diversos livros publicados. Segue uma adaptação para o português. Se você sabe ler inglês, talvez queira ir direto à fonte.

Quando você começa a sonhar com um novo negócio, você pode imaginar um mundo sem limites. Ou pode escolher construir uma idéia que realmente funcione e se pague. Estes são os elementos básicos para que novos negócios sejam bem sucedidos. O objetivo aqui é usar estes elementos na criação do seu modelo, não apenas enxertá-los. Um exemplo? A fita Scotch, da 3M não pode usar o número 5 por conta da estrutura de distribuição para o varejo e a forma massiva de produção, que não permite que saibam quem compra o quê.

Você pode escolher não usar alguns destes tópicos, mas é bom abrir bem os olhos se não usá-los.

  1. Construa viralmente. Exemplo: Groupon. (no Brasil, Peixe Urbano, Compra3)
  2. Não venda um produto que é vendido mais barato na Amazon (no Brasil, no Submarino, Americanas ou qualquer grande loja do seu setor)
  3. Inscrições pagas valem mais que vendas únicas
  4. Crie ambientes onde seus clientes ficam mais felizes por saber que há mais gente negociando com você ( veja o conceito número 1).
  5. Clientes diferentes recebem tratamentos diferentes.
  6. Crie satisfação, jamais ceda à acomodação.
  7. Confie em indivíduos únicos, não em um sistema que pode ser facilmente replicado.
  8. Planeje experiências inesquecíveis – esqueça anúncios inesquecíveis.
  9. Não construa uma fortaleza de segredos, aposte na transparência.
  10. A menos que exista uma razão de negócio, use os softwares disponíveis e hospedagem em nuvem.
  11. O grande benefício no futuro não será o widget, mas participar da tribo.
  12. Encaixe as despesas no fluxo de caixa – não fique sem dinheiro, 1999 já está longe.
  13. Crie necessidade, mas seja generoso. Amostras grátis criam demanda para o valor que você tem (e não é ilimitado).
  14. Conte uma história, construa um mito, faça o seu caminho.
  15. Planeje a obsolescência (do seu produto, jamais dos seus consumidores).

Observações importantes

3. O custo de uma inscrição para o seu produto ou serviço não é muito mais alto do que vender uma unidade. Você ganha por ter vendas a baixo custo. Seus clientes ganham porque você depende mais deles enquanto eles economizam tempo.

5. Cada pessoa tem necessidades, recursos e expectativas únicos. A internet permite que você conheça cada pessoa e lhes dê o que precisam.

9. Se você está construindo um negócio em cima de segredos comerciais e com falhas de informação com seus usuários, você está tentando encher um balde furado. É mais simples e fácil que isso: quando mais gente você conhece, melhor você desempenha.

10. Porque existem software e hospedagem acessíveis e o que deve consumir seus recursos é a customização, que será cada vez mais cara.

12. As melhores pessoas para custear seu crescimento são seus clientes.

13. Quando o custo de interação chega perto de zero, você ganha por criar muitas necessidades.

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Fonte de informações sobre e-commerce no Brasil

24 de agosto de 2010  |  Publicado em Mercado

Semana passada no monitoramento da internet que sempre fazemos para trazer as melhores notícias sobre e-commerce para vocês, encontramos o site Pagpedia. Sim, uma enciclopédia que reúne vendedores, desenvolvedores e especialistas em pagamentos online, criada para agrupar todas as informações necessárias para fazer e-commerce no Brasil.

Completíssimo, o site tem glossário, reúne todos os meios de pagamento, dicas para cálculo de frete e integração com os Webservices dos Correios. Vale a pena assinar o feed e acompanhar de perto os artigos. Veja um dos videocasts que estão por lá.

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Governo lança diretrizes para defesa do e-consumidor

23 de agosto de 2010  |  Publicado em Mercado

Preparem suas lojas online. Um documento com diretrizes para a proteção do consumidor nas compras online foi divulgado na última sexta, dia 20 de agosto, pelo Ministério da Justiça. O texto foi lançado durante a 65ª reunião do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor.

Segundo o Ministério, o documento condensa interpretações sobre a aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC) em negociações efetuadas no e-commerce, feitas por entidades como PROCONs, Ministério Público, Defensorias Públicas, entidades civis e Departamentos de Proteção e Defesa do Consumidor.

Com cinco páginas, o documento é organizado em diretrizes gerais, informação, processo de confirmação, pagamento, resolução de conflitos e responsabilidade. Um dos pontos destacados pelo documento é o direito de arrependimento, previsto no CDC. Ele estabelece que os consumidores podem desistir dos contratos fechados no comércio eletrônico. Na oferta, as lojas devem fornecer “detalhes e procedimentos quanto à revogação, resolução, reenvio, troca, anulação e/ou reembolso”.

As diretrizes deixam claro, também, que a utilização de câmaras de arbitragem para resolver disputas não pode servir de pretexto para negar direitos e garantias previstos no CDC.

Reclamações
No Brasil, o setor de comércio eletrônico tem crescido de forma vigorosa. Segundo o relatório “WebShoppers”, o setor faturou 6,7 bilhões no primeiro semestre de 2010, 40% mais que o mesmo período de 2009.

O crescimento reflete-se também nos índices de reclamações. Entre janeiro e julho de 2010, o PROCON de São Paulo afirma ter prestado 11.512 atendimentos em relação a comércio eletrônico. As principais reclamações dizem respeito à demora na entrega ou não entrega (27,9% dos atendimentos); produto entregue com dano ou defeito (12,1%) e desistência da compra (7,6%).

Segundo dados do Ministério da Justiça, de outubro de 2004 a janeiro de 2010, o e-commerce brasileiro teve 22 mil reclamações. É pouco, em vista do volume e crescimento do mercado. Vamos trabalhar para que elas diminuam cada vez mais? Consulte a íntegra das diretrizes no site do Ministério da Justiça.

Via IDGNow!

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Vakinha ajuda nova celebridade do Twitter

19 de agosto de 2010  |  Publicado em Mercado

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A casa de Lucas Celebridade, foco da campanha dos internautas. Via Marco Gomes

Na primeira sexta-feira de agosto, o Twitter foi sacudido com uma campanha inusitada: uma casa nova para o blogueiro Lucas Celebridade, conhecido no microblog como @lucasfamapop. Marcada por controvérsias, a campanha arrecadou mais de R$ 5 mil em um único dia para a reforma da casa do radialista, professor de língua portuguesa, ator e apresentador. E chegou aos TrendTopics, graças ao grande volume de mensagens. Luzilândia, Piauí, ficou conhecida. E o blog-coluna social do moço também.

Não é a primeira vez que o site Vakinha ajuda alguém. Há pouco mais de um ano atrás, em julho de 2009, Cristiano Santos também conseguiu uma soma considerável em pouquíssimo tempo graças à soma Vakinha e Twitter. Aproveitamos a oportunidade e conversamos com o Fabrício Milesi, diretor comercial do Vakinha.com.br para contar um pouco mais do serviço.

Vocês já estão com quase dois anos de serviço. O que mudou de lá pra cá?

Fabrício: O sistema permanece o mesmo, o que mudou foi a estratégia de expansão do Vakinha. Nossa ferramenta atende perfeitamente o objetivo da arrecadação entre amigos, o que mudamos nesse período foi concentrar nosso esforço em parcerias estratégicas e principalmente nosso modelo corporativo. Cada vez mais será comum ver nosso aplicativo “Fazer Vakinha” integrado a grandes lojas de e-commerce do Brasil, seja no site da própria loja ou através do Shopping Vakinha, site onde disponibilizamos todos os produtos de lojas afiliadas ao Vakinha já com a ferramenta integrada.

A proposta é disponibilizar para as lojas o melhor da ferramenta Vakinha que é o marketing gerado pelo cliente para seus amigos, e consequentemente levar a ferramenta Vakinha mais próximo de nosso usuário, ou seja, próximo ao seu sonho de consumo. Se não tiver com dinheiro, mas tiver amigos, Faça uma vaquinha!

Já é a segunda vez (Cristiano Santos e Lucas) que um movimento de ajuda no Twitter dá resultados rápidos. É sempre assim?

Fabrício: Com repercussão em mídia é a segunda vez sim. Já tivemos várias campanhas de vakeiros via twitter, mas nem todas tem essa repercussão. Não sabemos afirmar o segredo para as que deram certo, nos arriscamos a afirmar que, em ambos os casos, eram pessoas com uma rede social muito forte na internet e com credibilidade. Então, a partir da ação de pessoas próximas – com tweets e contribuições – a campanha é de certa forma validada, e outras se motivam a participar.

Soubemos que algumas pessoas tentaram doar e não conseguiram. Por que?

Fabrício: Em primeiro lugar, a vakinha do Lucas foi recorde de acessos num espaço curto de tempo. Não estávamos preparado para essa invasão em massa dos twitteiros brasileiros.

Tivemos 30 mil acessos em pouco mais de 1hora. E acabamos saindo do ar por 10 minutos. Nesse período as pessoas encontraram o site um pouco lento e acabaram não conseguindo concluir os pagamentos. Mas ao longo do dia atendemos facilmente essa demanda e, depois do pico, tudo funcionou normalmente e as pessoas conseguiram fazer as contribuições.

Outro motivo é que muitas pessoas ainda não estão acostumadas a fazer compras pela internet, e tem as mais diversas dificuldades possíveis, porém acreditamos que esse seja um problema comum a todos sites de e-commerce do Brasil.

Quantos usuários vocês tem hoje?

Fabrício: 50 mil vakeiros.

Quantas vakinhas ativas?

Fabrício: Acreditamos ser a maior fazenda digital da internet brasileira com mais de 25 mil vaquinhas. Com 25% delas ativas.

O serviço conquistou os brasileiros?

Fabrício: Estamos conquistando nosso espaço. Dentro do nosso mercado já temos uma posição significativa. Outro fator importante é estarmos nos consolidando entre os formadores de opinião como blogueiros e twiteiros que são sempre os primeiros a utilizarem a tecnologia e que espalham para os demais. Com muito esforço e dedicação somos cada vez mais lembrados pelos nossos usuários, que acabam divulgando nossos serviços.

Ainda acrescentaria que nossa marca está se valorizando cada vez mais com estas grandes repercussões o que nos aproxima a alcançar nossa meta de ser a referência para este tipo de serviço no Brasil.

Por quê?

Fabrício: Nossa ferramenta está totalmente integrada com as principais redes sociais, com estes recursos damos total condições da máxima divulgação possível pelo Vakeiro. Nosso fluxo de gerenciamento das vaquinhas e transparência nas informações relativas as transações também colaboram e muito em nosso crescimento. E, acima de tudo isso, nossa parceria com o Pagseguro permite que pessoas comuns possam receber contribuições parceladas via cartão de crédito de seus amigos. Com tanta opção de pagamento, fica até chato não colaborar.

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PagSeguro no Fórum E-commerce 2010

17 de agosto de 2010  |  Publicado em Eventos, Mercado

Estar perto dos clients e fazer o e-commerce brasileiro crescer cada vez mais fazem parte da missão do PagSeguro na Internet. É por isso que o PagSeguro patrocina os principais eventos relacionados ao negócio. O empresário que precisa de apoio pode contar com a gente, sempre. Veja, no vídeo abaixo, a cobertura do que aconteceu no Fórum E-Commerce 2010, que aconteceu no primeiro final de semana de agosto na Fecomércio, em São Paulo.

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Blog do PagSeguro