
Quais são os mercados mais importantes na internet? Esta é a pergunta que o T-Index se faz todos os anos (o link está em inglês). Ao combinar a população online com a renda per capita, o T-Index tenta ajudar as empresas a identificar novos mercados e suas línguas, o que ajuda a produzir sites mais eficientes para vendas dirigidas.
Segundo a nova projeção, o Brasil será o quarto maior mercado de e-commerce no mundo em 2015. Hoje o país está em sexto, diga-se. O detalhe: o português (ou pt-br, em internetês) responde por 4,5% dos idiomas online.
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Apesar de tão importante nos dias de hoje, a Internet continua a ser uma ferramenta muito pouco, ou quase não utilizada pelos microempresários brasileiros, segundo a pesquisa TIC Microempresas 2010, realizada pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br).
A pesquisa foi feita com 1500 empresas. 69% das empresas possuem computadores com acesso à Internet em 2010, mesmo número de 2007, mas poucas são presentes na internet: 73% das microempresas não possuem site e 83% delas não figuram em canais online de parceiros ou terceiros. E aquelas que têm página na Internet oferecem somente recursos básicos, como catálogos e listas de preços de produtos.
A maioria dos microempresários entrevistados (64%) afirma que seus negócios não precisam da internet. Aqueles que declararam usá-la utilizam apenas funções básicas, como envio de e-mail (97%) ou buscas online (88%).
Via IDGNow
Imagem AveLardo

Engajamento, palavra da moda entre quem pensa em internet e redes sociais, é o maior desafio para as empresas.
Criar um perfil institucional é fácil. Difícil é criar conteúdo que prenda a atenção das pessoas. O que muito se vê tanto no Twitter como no Facebook – nos perfis de empresas brasileiras – são atualizações constantes que não têm a menor repercussão.
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A décima edição da pesquisa F/Radar, realizada semestralmente pela F/Nazca em parceria com o Datafolha, constatou que 29,5 milhões de brasileiros com mais de 12 anos costumam se conectar à internet em movimento, a maior parte deles (74%) pelo telefone celular. Desde a última medição, de abril deste ano, houve aumento de 7 pontos percentuais.
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