Mercado
e-Sedex cresceu mais que o e-commerce em 2011

O e-commerce brasileiro, principalmente o pequeno, depende da entrega dos Correios. O resultado do e-Sedex, serviço de entrega expressa especialmente desenvolvido para o comércio eletrônico, prova isso. Em 2011, transportou 17,7 milhões de encomendas, aumento de 36% em relação a 2010. Enquanto isso o faturamento aumentou 51% – R$ 225 milhões.
Disponível em 250 cidades brasileiras, o e-Sedex atende mais de quatro mil lojas, transportando cerca de 35% de todo o comércio eletrônico brasileiro, no que se refere a encomendas de até 30 kg. Além do e-Sedex, as empresas também utilizam o Sedex e o PAC.
Em 2011, o comércio eletrônico faturou R$ 18,7 bilhões, de acordo com o relatório WebShoppers, divulgado na terça-feira (13). O resultado foi 26% superior ao registrado no ano anterior. Para este ano, a expectativa é arrecadar R$ 23,4 bilhões.
O e-Sedex possui coleta nos pontos determinados pela empresa-cliente, entrega vertical (porta a porta), duas tentativas de entrega por dia, aviso de não-entrega, seguro automático, logística reversa (devolução ao remetente em caso de desistência ou troca), informações online, preços competitivos e rastreamento da encomenda pela internet.
Via: Portal Brasil, com informações oficiais dos Correios. Foto: JackLabel, CC-BY-NC-SA
Em 2011 e-commerce cresceu 26%
O comércio eletrônico brasileiro continua apresentando excelentes resultados. De acordo com a e-bit, empresa especializada em informações do e-commerce, o setor cumpriu o previsto e faturou R$ 18,7 bilhões, valor nominal 26% maior que o alcançado em 2010. O tíquete médio ficou em R$ 350, com 9 milhões de novos e-consumidores, sendo que, desse total, 61% são da classe C. Já são 32 milhões de consumidores que compraram, ao menos uma vez, via web.
Todos estes dados fazem parte da 25° edição do relatório WebShoppers, elaborado pela e-bit, com apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio).
Um detalhe que chama a atenção no relatório é a ascensão nas vendas de moda e acessórios. “A categoria era pouco procurada por causa da falta de padronagem e da necessidade dos consumidores em experimentar as peças antes da compra. Essas questões passaram a ser trabalhadas pelos varejistas e os resultados começaram a aparecer”, destaca o Diretor Geral da e-bit, Pedro Guasti.
Como aproveitar o cenário favorável
Se você não tem ainda um e-commerce, mas tem vontade, este pode ser um bom momento. Depois de definir o produto que será vendido crie sua conta no Pagseguro para receber os pagamentos de forma segura. Daí escolha um sistema de loja on-line. Uma dica é usar o UOL HOST que tem diversas opções e todas integradas ao Pagseguro.
Feito isso é só cadastrar os produtos, esperar as vendas começarem e despachar tudo para os compradores. E claro ficar ligado aqui no blog do PagSeguro para dicas e informações para deixar seu e-commerce ainda melhor. Só não esqueça de vir contar para gente o sucesso da sua loja virtual nova.
foto: eugenijusr CC-BY
Consumidores gastam mais quando há opiniões nas redes sociais

As redes sociais possuem forte efeito sobre os consumidores. Segundo a pesquisa “A Guide to Market Leadership in 2012“, foi feita pela agência de Marketing ClearSaleing, consumidores online que chegam aos sites por meio das redes sociais gastam mais do que aqueles que chegam ao sites por ferramentas de busca, como o Google, por exemplo.
Os dados mostram que aqueles consumidores que chegam aos sites de e-commerce influenciados pelas redes sociais gastam, em média, US$ 280 por compra.
Já aqueles que encontram o site de comércio eletrônico por meio das ferramentas de busca disponíveis na web gastam bem menos, cerca de US$ 100. A média entre todos os canais, juntos, apresenta um valor médio de US$ 135,37, conforme mostra a pesquisa.
As redes sociais acabam tendo tal poder de influenciar as compras, sobretudo por levar em conta a opinião de amigos e conhecidos dos consumidores. “A influência que um conhecido tem na hora da decisão de compra é superior à da televisão ou dos anúncios de publicidade. Desta maneira, se uma pessoa entra em um e-commerce a partir do comentário de um amigo, a possibilidade da venda ser convertida é maior”, avalia o gerente de produtos da LikeStore, Ricardo Grandinetti.
Via: InfoMoney, foto: Benjamin Page, CC-BY-NC-ND
E-commerce tem deflação de 0,5% em fevereiro
Em fevereiro de 2012, o índice e-Flation contabilizou deflação de 0,5% nos preços do e-commerce brasileiro, alta de 0,7 pontos porcentuais em relação ao registrado no mês de janeiro em que atingiu -1,2%. O indicador, desenvolvido pelo PROVAR (Programa de Administração do Varejo), da FIA (Fundação Instituto de Administração), em parceria com a Felisoni Consultores Associados, tem como proposta monitorar as variações dos preços de produtos online, acompanhando as tendências de consumo na internet.
Houve deflação em sete categorias: CDs e DVDs (3,4%); medicamentos (2,9%); telefonia e celulares (2,8%); brinquedos (2,6%); eletroeletrônicos (1,5%); e informática (1,4%).
Já as categorias que registraram inflação no mês foram: “Livros” (0,04%), “Cine e foto” (0,2%), “Perfumes e cosméticos” (1,1%) e “Eletrodomésticos” (2,5%).
Via Ultimo Instante
Mercado de compra coletiva é 9% do e-commerce BR

O setor de compra coletivas movimentou R$ 1,6 bilhão no Brasil em 2011, um crescimento de 644,1% em relação a 2010, segundo um novo relatório publicado pelo InfoSaveMe e e-bit. O resultado corresponde a 9% de toda a receita registrada por sites de comércio eletrônico em 2011, cerca de R$ 18 bilhões, segundo outro levantamento do e-bit.
O estudo também mostra que o número de sites ativos – aqueles que operam com ao menos uma oferta por semana – cresceu 333,5% para 867, enquanto em 2010 somavam apenas 200.
O uso das compras coletivas como mídia e vendas por grandes varejistas alavancaram o setor. As empresas usam as plataformas como ferramenta de marketing. Elas ajudam na divulgação e nas vendas, com custo muito mais baixo.
Além disso, houve uma mudança no perfil das ofertas: não existe um número mínimo de pedidos. É um mercado de cupons, não mais de compras coletivas.
Comércio eletrônico deve crescer 25% em 2012
O comércio online não para de crescer. No ano passado, as vendas pela internet movimentaram R$ 18,7 bilhões, com crescimento de 26% em relação a 2010, segundo a e-bit. Para 2012, a projeção é de crescer mais 25.
No ano passado, 32 milhões de consumidores fecharam negócios nos sites de comércio eletrônico cadastrados no e-bit. Em 2010, tinham sido 23 milhões.
O valor médio das transações também diminuiu no último ano. Em 2011, foram gastos, em média R$ 350 por transação, ante R$ 370 no ano anterior. A tendência, segundo os estudos, é que os tíquetes médios caiam mais, devido à entrada da classe C no mercado. Estes consumidores buscam o menor preço – e isso fica mais importante. No primeiro semestre de 2011, a classe C representava 61% dos novos consumidores online.
Outros fatores que contribuíram para reduzir os preços na internet foi o crescimento das compras coletivas e a realização de promoções em bloco, como o Black Friday e Boxing Day. Para completar (e isso todos que atuam no mercado sabem por experiência própria) há uma grande concorrência, o que força os preços para baixo.
Além de achatar preços, a entrada da classe C mudou o ranking dos produtos mais vendidos pela internet. Em 2007, por exemplo, o produto mais vendido era livro, seguido por itens de informática, eletrônicos e produtos de saúde e beleza. Em 2011, os eletrodomésticos lideraram o ranking, seguidos pelo grupo informática.
Com informações do e-bit,
Foto: alles-schlumpf
Seu e-commerce está no piloto automático?
Depois de investir seus recursos no lançamento do seu site de vendas e passa a euforia inicial é um erro muito comum achar que o seu site não precisa de mais nenhuma intervenção.
Depois de um tempo, que pode variar em cada negócio, vai haver uma tendência natural de nivelamento dos níveis de venda e talvez queda.
Para evitar isso o ideal é que o empresário tenha exato controle do número de visitantes do site, quanto tempo cada um fica no ambiente de compra virtual, onde estão acontecendo os cliques e qual a relação de pessoas que entram no site versus quantas efetivamente compraram.
Mude elementos da tela, às vezes uma simples mudança na posição do botão de checkout pode representar aumento no faturamento. Invista na descrição dos produtos, vídeos e imagens, sempre pensando nas eventuais dúvidas dos clientes.
Faça promoções diárias, colocando produtos em oferta, oferecendo frete grátis ou ainda montando kits promocionais. Aproveite os espaços de banners no seu site e acompanhe a proporção entre impressões de anúncios, cliques em cada anúncio e vendas geradas a partir de cada clique.
Nas redes sociais alinhe sua promoção diária com o conteúdo que será divulgado e também analise o impacto final das vendas por clique.
Não adianta nada receber seu relatório de acessos do site e não tomar nenhum ação em relação a eles. Seja um eterno questionador dos resultados do seu e-commerce e todo dia se pergunte se naquele dia as vendas não poderiam ter sido melhores.
Assim ao assumir o comando do seu negócio virtual com as duas mãos você desliga o piloto automático e garante um caixa sempre em crescimento.
Imagem:eddie.welkerBY-SA
Use os vídeos para aumentar as suas conversões

Quem tem um e-commerce sempre busca a conversão. Para isso, haja ferramenta: SEO, descrição de produtos, das fotos e conteúdo diferente são as estratégias mais populares. E os vídeos que mostram o funcionamento de um eletrodoméstico ou como a camiseta fica no corpo entram na jogada. Para o cliente, é um jeito de entender melhor o produto. Para você, a vitrine – muitas vezes ideal.
Os grandes já usam vídeos há tempos. Entre os pequenos, ainda é raro. O investimento parece ser a barreira. Todavia, entretanto, contudo: produzir vídeos não é assim tão caro. E as ferramentas disponíveis no maior portal – o YouTube – permitem que você venda tanto na sua plataforma como por lá.
São quatro bilhões de vídeos assistidos diariamente. A cada minuto, chegam 60 horas de vídeo aos servidores da empresa. Você realmente pode usar esta estratégia e aumentar suas vendas.
Qualquer pessoa – ou empresa – pode criar seu canal de vídeo. Além de ajudar na conversão, é possível medir tudo, graças às ferramentas de análise de tráfego que o site oferece (que você deve associar à sua própria medição, claro).
O seu canal lá se transforma numa extensão do seu site de e-commerce. Não basta usar a plataforma, é preciso fazer o internauta sentir-se seguro. Já existem casos no mercado de conversão 150% maior – não é difícil com os índices pífios que o e-commerce brasileiro apresenta.
Via: Webinsider, foto: Matthias Weinberger, CC-BY-NC-SA
Como criar abas personalizadas nas páginas do Facebook
Você já deve ter visto páginas que têm abas personalizadas de boas vindas, com ações ou datas comemorativas. Pode parecer difícil (ou caro), só que não é.
O primeiro passo é criar o conteúdo em HTML. Isso se faz no Bloco de notas ou em programas específicos, como o Dreamweaver. O cuidado principal: largura máxima de 485 px (que é o “miolo” das páginas no Facebook).
Depois de fazer a arte, você tem que instalar o aplicativo Static HTML for Pages. Você deve estar logado com o usuário que é dono da FanPage. Se você tiver mais de uma, deve escolher na primeira tela, em qual o aplicativo será instalado.
Então você faz cadastro no aplicativo com telefone e nome da empresa e depois é possível acessar em Editar Páginas > Aplicativos. Você poderá criar nomes customizados para as abas e, para colocar o HTML no ar, basta colar o código na opção Custom HTML. Lá, é possível exibir conteúdos externos, inclusive.
E você pode criar várias abas para a mesma página…
Recurso bacana, não?
Use para aumentar as suas vendas e fazer ações bacanas. E conte para a gente o resultado!
Via: Midia Social










