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Governo acelera inclusão de categorias na NF-e

Atenção empresários brasileiros. Quem negocia mercadorias – e usa as Notas Fiscais 1 e 1A – precisa ficar atento às convocações do Governo Federal para a migração obrigatória para a Nota Fiscal Eletrônica. Convidamos o diretor de negócios de NF-e e SPED da Boldcron, Guilherme Holland para explicar um pouco o que está acontecendo.

Imagem: Paper no SXC
Imagem: Paper no SXC

A implantação da Nota Fiscal Eletrônica – tanto de produtos quanto de serviços – agiliza e facilita a vida dos empresários, mas requer conhecimentos e gerenciamento que muitas empresas ainda não desenvolveram. Esta novidade diminui custos gráficos, operacionais, logísticos e garante transparência entre as empresas e o fisco.

O Governo tem efetuado as convocações dos setores da economia gradativamente, em média com nove meses de antecedência da data marcada para início da emissão obrigatória de NF-e’s. Em 2008 foram convocadas dez segmentos produtivos: cigarros, combustíveis líquidos, montadoras, cimento, medicamentos alopáticos, frigoríficos, fabricantes de bebidas alcoólicas e refrigerantes, aço, ferro gusa, agentes de comercialização de energia elétrica.

Na próxima convocação, em Abril, serão incluídos no sistema mais 25 segmentos produtivos. E para setembro já está programada a convocação de 54 novos segmentos produtivos. “Isso indica uma aceleração do processo dentro do Governo”, explica Guilherme. E quando o segmento é convocado, todas as empresas legalmente ativas (com CNPJ) no setor devem adequar-se, preparando-se para substituir 100% das notas em fiscais em papel (modelo 1 e 1A) pelo modelo eletrônico (modelo 55). Um projeto de implantação da NF-e pode levar de 1 a 6 meses, dependendo do porte da empresa e complexidade de seus processos e sistemas.

Para se ter uma idéia do impacto, em setembro, todos os fabricantes e importadores de equipamentos de informática e periféricos estão convocados. Guilherme explicou que o sistema da Boldcron, o NotaNet é ofertado por meio de dois modelos distintos de contrato: aquisição de licença ou modalidade de serviços. Nesta segunda opção o cliente opera integralmente pela internet, pagando mensalmente pelo volume total de NF-e’s emitidas no período, podendo optar também pelo armazenamento seguro dos XML’s das notas, já que a guarda do arquivo eletrônico é obrigatória pelo mesmo prazo decadencial da nota em papel. Este modelo é ideal para empresas que emitem até 2.000 NF’s/mês.

Mesmo assim, a novidade dá um trabalho extra. É preciso ter certificação digital (que garante a origem e integridade do documento), fornecido por empresas como a Certisign ou Serasa. A certificação digital tem que ser renovada de tempos em tempos e há que se adquirir o hábito de fazer backup das notas para o caso de fiscalização.

Dúvidas? Estamos aqui para ajudar.

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Transações on-line: Internautas buscam confiança, segundo a Verisign

Antes da Internet, as empresas ganhavam a confiança dos consumidores por meio de referências pessoais e indicadores off-line, como um aperto de mão, serviços excepcionais ou uma boa vitrine. No mundo digital, a confiança ainda é valiosa, mas para conquistá-la é preciso manter a segurança, com a criptografia e a validação do site.

Semana passada a Verisign divulgou a pesquisa que patrocinou, feita pela Sunovate, onde se descobre que a maioria dos consumidores chegam a dispensar descontos e promoções e gastar mais quando têm certeza que suas identidades – e dados – estão protegidos.

Feita com 919 americanos com mais de 18 anos de idade, que despendem no mínimo três horas por semana conectados fora do seu expediente a pesquisa mostra a conscientização dos consumidores em relação à segurança on-line e mede o interesse e a familiaridade dos consumidores sobre os serviços de autenticação no mercado atual, entre outros serviços. Embora a realidade brasileira não seja idêntica, a pesquisa revela uma tendência – já que a educação e uso da internet só faz crescer por aqui.

Está lá no release: “Os resultados da pesquisa revelam que 85% dos consumidores afirmaram que a confiança no site é o item mais importante ao interagirem com um site e compartilharem informações confidenciais. Apenas 9% dos consumidores afirmaram que os preços eram mais importantes e 5% afirmaram que a facilidade de uso era mais importante. Além disso, 93% dos entrevistados afirmaram que não fariam mais transações em um site que não se mostrasse seguro.”

A pesquisa revelou informações importantes sobre como os consumidores protegem suas identidades atualmente ao realizarem transações on-line:

– 86% utilizam um nome de usuário e uma senha simples para acessarem as contas.

– 62% procuram o ícone do cadeado na barra de endereços.

– 55% procuram uma logomarca ou um selo da empresa que forneça segurança na Internet.

– 52% procuram https:// na barra de endereços.

– 26% procuram uma barra de endereços no browser na cor verde.

Vale a pena cuidar dos dados dos clientes, manter sistemas atualizados e investir em segurança, sempre. E, claro, nossos parceiros e clientes contam com toda a infra-estrutura do PagSeguro.

E-Commerce cresce 30% em 2008 e fatura R$ 8,2 bi

O relatório do e-bit sobre o comércio eletrônico no Brasil, divulgado ontem, dá conta que o mercado eletrônico cresceu 30% em relação a 2007, faturando R$ 8,2 bilhões. Estes ainda não são os números finais de 2008, que devem ser divulgados em breve no relatório WebShopper, da mesma empresa.

Segundo Pedro Guasti, diretor da e-bit e vice-presidente de Estratégia da câmara-e.net, a responsabilidade é do consumidor. “O e-consumidor está cada vez mais atento às possibilidades no canal web. É um meio que oferece múltiplos tipos de informação para os usuários, que acabam se sentindo mais seguros. Esse é um comportamento que evolui ano a ano, pois muitos já tiveram uma experiência de compra pela internet.”

Outro importante ponto a ser ressaltado é a entrada de grandes redes varejistas que trouxeram novos públicos para o comércio eletrônico. “A fidelidade de alguns consumidores faz com que eles associem a marca da loja física a da loja virtual e, chegando ao portal esse consumidor irá se deparar com melhores preços e condições de pagamento, possibilitando a volta daquele consumidor naquela loja”, explica Guasti, que classifica esse fator como mais um dos motivos para o crescimento do canal em 2008.

O tíquete médio do setor fechou em R$ 328. Dentre todos os períodos do ano, o mais lucrativo foi, novamente, o Natal, que registrou vendas de R$ 1,25 bilhões com o tíquete médio em torno de R$ 346.

Para 2009, as previsões são animadoras: enquanto no Brasil o crescimento foi de 30%, o comércio eletrônico norte-amerciano, segundo o eMarketer, cresceu apenas 7% (faturamento de U$ 136 bilhões). Mesmo com uma previsão menor se comparada aos anos anteriores, o comércio pela internet deve alcançar a marca inédita de dois dígitos de bilhão de faturamento, crescendo nominalmente entre 20% e 25% em relação a 2008, alcançando, pelo menos, R$ 10 bilhões.

O Mercado brasileiro pode ganhar muito mais. Depende muito dos empresários – e de alguma inovação. Lojas mais simples, usar meios de pagamentos seguros e confiáveis (PagSeguro, claro) e aumentar a oferta são algumas das muitas possibilidades. Com o crescimento do uso da internet entre as classes C e D também vão se abrir outros e novos mercados. Contem com o blog do PagSeguro para ter informações sobre os números e tendências do mercado.

Alerta: sofisticação nos crimes virtuais

Saiu ontem o Relatório Cisco de crimes virtuais. Divulgado em San Jose, California, o balanço de 2008 da empresa identifica as principais ameaças de segurança do ano e oferece recomendações para proteger redes contra ataques que se espalham mais rapidamente e tornam-se cada vez mais difíceis de detectar, explorando vulnerabilidades tecnológicas e humanas.

“Este ano, as tendências revelam quão importante é observar todos os elementos básicos de políticas e tecnologias de segurança”, diz Ghassan Dreibi Jr, gerente de desenvolvimento de negócios da Cisco do Brasil. Dreibi Jr recomenda ajuste fino de controles de acesso e a correção de vulnerabilidades conhecidas para eliminar a capacidade de criminosos em explorar falhas nas infra-estruturas.
A solução é simples e sensível: atualizar o sistema operacional e os aplicativos (principalmente antivirus e firewall) tanto nos terminais como na rede. E cada vez mais investir em conscientização e informação para os funcionários.

As principais tendências do relatorio:

  • O número geral de vulnerabilidades anunciadas cresceu em 11,5% em relação a 2007.
  • Vulnerabilidades em tecnologia de virtualização quase triplicaram de 35 para 103.
  • Os ataques estão se tornando cada vez mais mistos e direcionados, incluindo múltiplos vetores.
  • Os pesquisadores da Cisco observaram um crescimento de 90% de ameaças com origem em domínios legítimos, quase o dobro do visto em 2007.
  • O volume de malware disseminado com sucesso via anexos de e-mail está em queda. Ao longo dos últimos dois anos (2007-2008) o número de ataques baseados em anexos caiu em 50% em relação aos dois anos anteriores (2005-2006).

Ameaças na internet

  • Spam: De acordo com a Cisco, Spam é responsável por quase 200 bilhões de mensagens por dia, aproximadamente 90% dos e-mails no mundo. Os Estados Unidos são a principal fonte com 17,2%. Outros países que contribuem para o Spam são Turquia (9,2%), Rússia (8%), Canadá (4,7%), Brasil (4,1%), Índia (3,5%), Polônia (3,4%), Coréia do Sul (3,3%), Alemanha e Reino Unido (2,9% cada).
  • Phishing: pouco conhecido pelos usuários e muito usado pelos malfeitores, phishing é a tentativa de pescar dados e informações de terceiros. Segundo a Cisco, enquanto ‘spear-phishing’ direcionado representa aproximadamente 1% de todos os ataques de phishing, acredita-se que se tornará mais comum conforme criminosos personalizem Spam para tornar as mensagens mais críveis.
  • Botnets: Botnets se tornaram um nicho de atividade criminosa na Internet. Este ano diversos websites legítimos foram infectados com Iframes, código nocivo injetado por botnets que redirecionam visitantes para sites que fazem download de malware.
  • Engenharia social: O uso de engenharia social para induzir vítimas a abrir um arquivo ou clicar em links continua a crescer. A Cisco acredita que em 2009, técnicas de engenharia social aumentarão em número, vetores e sofisticação.
  • Seqüestro de reputação: Mais criminosos on-line estão usando contas verdadeiras de e-mail em grandes provedores legítimos para enviar Spam. Esse ‘seqüestro de reputação’ amplia a capacidade de distribuição e torna mais difícil de detectar e bloquear o spam. A Cisco estima que, em 2008, o Spam resultante desta prática representou menos de 1% de todo o spam global, mas 7,6% do tráfego de e-mail dos fornecedores.

As previsões para 2009:
Em 2009, pesquisadores dessas equipes de segurança observarão de perto as seguintes tendências:

  • Ameaças internas: Funcionários descontentes ou negligentes podem ameaçar a segurança corporativa. A crise econômica global pode levar a mais incidentes de segurança envolvendo funcionários, tornando crucial que TI, RH e outras áreas corporativas colaborem para reduzir as ameaças.
  • Perda de dados: Quer seja por falta de cuidado, violação de hackers ou internamente, a perda de dados é um problema crescente que pode levar a graves conseqüências financeiras. Tecnologia, educação e políticas claras e bem aplicadas de segurança de dados podem tornar o cumprimento mais fácil e reduzir incidentes.
  • Mobilidade, trabalho remoto e novas ferramentas como fatores de risco: A tendência relativa a trabalho remoto e ao uso relacionado de ferramentas baseadas em Web, dispositivos móveis, virtualização, computação “cloud” e tecnologias similares para aprimorar a produtividade continuará em 2009. Será um desafio para profissionais da segurança. Os limites da rede estão se ampliando rapidamente, e o número crescente de dispositivos e aplicativos em uso podem tornar a rede em expansão mais suscetível a novas ameaças.

Para evitar fraudes e o phishing, o PagSeguro não envia links e não usa o HTML nos e-mails de contato com seus usuários. Além disso, protegemos todas as transações com servidores criptografados e seguros. Fiquem atentos em suas empresas às atualizações dos sistemas e softwares e ao treinamento, para evitar invasões, vírus e perda de dados.

Previsão de vendas gordas para o Natal 2008

Apesar da crise econômica mundial, o Natal deve empurrar as vendas na internet brasileira. Segundo a consultoria e-bit, a previsão de faturamento para o varejo eletrônico é de 1,35 bilhão de reais entre 15 de novembro a 24 de dezembro. Alta de 25% em relação ao faturamento de 1,08 bilhão de reais relativos a 2007.

Em 2008, as projeções estimam crescimento de 35% das vendas on-line em relação ao ano anterior, com volume total de 8,5 bilhões de reais. Os responsáveis pelo aumento nas vendas são as opções mais amplas de parcelamento sem juros e preços geralmente inferiores – que pesam a favor das compras on-line, de acordo com a pesquisa divulgada na segunda semana de novembro. E

stas previsões são reforçadas pelos dados do Programa de Administração de Varejo – Provar, que mostrou uma deflação de 1,99% em produtos vendidos online na 1ª quinzena de outubro. A última pesquisa sobre Intenção de Compra do Consumidor, realizada pelo Provar em parceria com a e-bit, revela que 39% dos consumidores pretendem comprar eletroeletrônicos, com tickets de até 850 reais em uma só compra, e que os produtos de Informática deverão representar 36% do total.

Os produtos com componentes eletrônicos se mantém como carros-chefe nos carrinhos virtuais de Natal, enquanto a categoria de CDs, Livros e DVDs deve ser a preferência entre as mulheres, que podem chegar a gastar até 300 reais por compra, confirmando a média do valor gasto pelos e-consumidores durante todo o ano de 2008 – um tíquete médio de 320 reais. Aproveitem as vantagens de usar o PagSeguro e boas vendas! com informações do IDGNOW!