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Para entender a Internet

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Na semana passada houve um lançamento único no Brasil. Dia 17 de março (dia de S. Patrício), às 18h, o Juliano Spyer lançou, pelo Twitter, o livro Para Entender a Internet, 100% digital (formato PDF, livre para download), escrito por 38 autores que conhecem cada detalhe de seus respectivos capítulos.

Este é um livro diferente, um livro aberto, que convida você a participar dele :

Você pode interferir neste projeto de três maneiras:
– comentando: o objetivo de ele estar na internet é dar a possibilidade para pessoas interessadas nos assuntos dos artigos trocarem idéias entre si e também com os autores. O resultado dessa conversa poderá ser aproveitado para enriquecer o artigo.
– divulgando: o conteúdo integral deste livro está registrado com uma licença Creative Commons que autoriza quem quiser a copiar e distribuir este material, contanto que ele não seja usado com fins comerciais.
– remixando: você pode usar os artigos deste livro para criar produtos derivados como, por exemplo, uma apresentação ou um vídeo caseiro, sem se esquecer de dar crédito aos autores e de disponibilizar a obra com a mesma licença, para que outras pessoas possam continuar tirando proveito do conhecimento.
E mais: junto com o nome dos autores você também vai encontrar o nome de usuário de cada um no Twitter. Se você gostar de um texto, pode passar a acompanhar o autor online e interagir com ele.

Quer conhecer o cliente? Pergunte ao seu site

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Informação é poder. Cada vez mais, as empresas se conscientizam de que saber o que seu cliente pensa é determinante para o sucesso e crescimento dos negócios online. Mais do número de acessos e volume de vendas, o perfil qualitativo do usuário fornece pistas preciosas para a expansão do negócio. Estes dados podem ser obtidos por meio das ferramentas de webanalytics. “Esta percepção está mudando a cara do mercado”, afirma Ruy Carneiro, sócio da WA Consulting, consultoria especializada na área. “O movimento se intensificou com a chegada do Google Analytics, que levou gratuitamente uma série de facilidades para as pequenas e médias empresas. Com isso, tivemos o crescimento do uso destas ferramentas, inclusive impulsionando os serviços pagos para fornecer informações que o Google Analytics não permite”.

Ruy Carneiro afirma que o grande nível de detalhe das análises disponíveis permite ir muito além das informações meramente quantitativas, como a quantidade de PageViews em um determinado período. “Limitar-se a dados quantitativos é como tentar descobrir o que está acontecendo com uma pessoa somente olhando a temperatura”, diz. “Os dados de webanalytics auxiliam a tomar decisões mais precisas quanto à orientação da área digital. Pode-se descobrir, inclusive, onde economizar; onde lucrar mais; como redesenhar os processos do site para que os clientes tenham uma experiência melhor em suas visitas”.

Com informações em mãos, cada área da empresa pode utilizar os dados da forma mais proveitosa a seus objetivos. “A equipe de produtos pode identificar o que está sendo mais comercializado em cada época do ano. Pode checar também o que a pessoa viu antes da compra, para criar vendas cruzadas no futuro”, exemplifica. “Os profissionais que cuidam de mídia podem identificar a qualidade de cada canal utilizado para a divulgação. A equipe de web pode identificar os ‘gargalos’ do site e definir mudanças para melhoria da navegação, através da reorganização dos processos e usabilidade. E assim por diante”. Para completar a análise, entram em cena outras ferramentas, como pesquisas qualitativas e de usabilidade. “Com estas informações, os gerentes de marketing e de mídia podem trabalhar com veículos que possuam um perfil mais coerente com o público que se quer atingir”.

Primeiros passos

Conheça as principais ferramentas existentes para obter informações sobre quem acessa seu site:

Veja aqui o estudo de mercado realizado pela WA Consuting sobre webanalytics no Brasil.

Imagem: handhakeI de oooh.oooh, no Flickr em CC

Brasileiro passa 3 vezes mais tempo na web que vendo TV

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Pesquisa da Deloitte divulgada na última sexta-feira (27 de março) afirma que os brasileiros passam três vezes mais tempo por semana conectados à internet do que assistindo à TV. O estudo O Futuro da Mídia está na terceira edição, mas esta foi a primeira em que o Brasil participou da investigação, ao lado de Estados Unidos, Japão, Alemanha e Grã-Bretanha. Dos 9 mil entrevistados, 1.022 eram brasileiros.

Segundo a pesquisa, os consumidores brasileiros gastam, atualmente, 82 horas por semana utilizando diversos tipos de mídia e de entretenimento tecnológico, como o celular. Para a maioria dos consumidores, o computador superou a televisão em termos de entretenimento.

A maior parcela dos participantes (81%) apontou o computador como o meio de entretenimento mais importante em relação à TV. 58% disseram que videogames, jogos no computador e online são importantes fonte de diversão.

Metade dos entrevistados está atenta aos lançamentos tecnológicos e tenta adquirir rapidamente esses equipamentos. Além disso, 47% dos pesquisados usam o celular como dispositivo de entretenimento.

Idade

O levantamento ouviu pessoas com entre 14 e 75 anos de idade. A faixa etária de 26 a 42 anos é a mais envolvida com atividades interativas na internet, como assistir a programas de TV ou usar o computador para chamadas telefônicas.

Em todas as faixas, a atividade mais realizada na internet é a criação de conteúdos pessoais para serem acessados por outras pessoas, como sites, fotos, vídeos, músicas e blogs.

Disposto a pagar mais

Outra informação importante na pesquisa da Deloitte é que os brasileiros estão insatisfeitos com a velocidade de sua conexão. Por isso, 85% dos ouvidos afirmaram estar dispostos a pagar mais para ter conexões mais velozes. As pessoas da faixa etária acima de 43 anos são as mais dispostas a pagar mais caro por mais velocidade.

Entre todos os entrevistados, 92% possuem celular. Entre os aplicativos deste tipo de aparelho, as mensagens de texto são as mais utilizadas (92%), seguidas da câmera digital (78%), jogos (67%) e a câmera de vídeo (62%).

Imagem: Arquivo pessoal

Internet Banking ganha terreno nos EUA

Segundo estudo da Forrester Consulting, os consumidores norte-americanos estão mais atentos às suas finanças e usando mais frequentemente a internet para acessar suas contas bancárias.

O uso do banco online cresceu mais do que o de qualquer outro canal de relacionamento bancário. Cerca de 71% dos entrevistados disseram estar mantendo agora um maior controle sobre suas finanças; 75% utilizam internet banking para acompanhar seus gastos. O internet banking ainda oferece às instituições grandes oportunidades de estreitar laços e aumentar negócios com seus clientes.

Via Partner Report

Conquistando o cliente pelo bolso

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Promoções, compras em conjunto, descontos em datas especiais, fretes grátis. Além da comodidade de comprar em casa e da variedade de produtos, é impossível ignorar a importância do preço baixo na hora de conquistar o cliente. A facilidade de encontrar boas condições de preço na internet torna ainda mais importante a agilidade dos sites para enfrentar a concorrência. Conheça algumas das técnicas mais eficazes de conquistar clientes fiéis:

  • Escolha produtos de grande apelo para promoções, motivando o consumidor a fazer a escolha assim que receber a propaganda.
  • Estimule a compra conjunta, oferecendo produtos relacionados entre si.
  • Crie uma data para o final da promoção, de preferência bem próxima ao seu início. Isso estimula o consumidor a decidir o mais rápido possível pela compra.
  • Cumpra os prazos de final das promoções, para manter a credibilidade delas junto aos consumidores.
  • Ofereça fretes grátis sempre que puder. Assim, o cliente não precisa calcular custos extras e se sente animado a comprar.
  • Ofereça suporte necessário ao consumidor. Destaque os produtos em promoção no site e abasteça a página com todas as informações possíveis para ajudá-lo a escolher. Evite que ele precise tirar dúvidas, especialmente no caso de promoções de curta duração, quando dias e até horas fazem diferença na possibilidade de compra. Um site ágil complementa a boa impressão gerada pelo preço baixo – e garante a volta do cliente.

Imagem:  Money, no Flickr de Kiki99, CC-BY-NC-SA

Sua solução está preparada para a próxima fase da NF-E?

Por Guilherme Soares Rodrigues
Diretor Comercial para SPED/NF-e
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Hoje a emissão de Nota Fiscal Eletrônica já é uma realidade para milhares de empresas. Desde pequenos estabelecimentos até grandes corporações já estão gerando documentos eletrônicos, emitindo DANFE’s e tocando seus negócios como antes. O sistema do governo, ainda que com algumas restrições, mostrou-se ágil e confiável na maioria dos Estados, ou seja: aqueles que apostaram na catástrofe perderam feio.

O primeiro objetivo dos gestores fiscais e de TI – manter o faturamento da empresa funcionando – foi plenamente atingido na maioria das organizações. Entretanto, bastou alcançar este marco para que muitos executivos percebessem que existem outros desafios a ser superados; veja, por exemplo, algumas questões sobre NF-e que, mesmo sendo críticas, não são atendidas por 100% das soluções disponíveis no mercado:

  • Como gerir o documento eletrônico recebido dos fornecedores (NF-e de entrada)?
  • Como o documento eletrônico poderá ser consultado no caso de alguma necessidade?
  • Vou permitir a entrada de uma mercadoria, sem antes ter recebido o arquivo da NF-e? Se sim, como cobrarei meu fornecedor se este não me enviar o arquivo XML?
  • O arquivo eletrônico da NF-e está íntegro? Está autorizado na SEFAZ? É idêntico ao que o seu fornecedor apresentou na SEFAZ? Como a empresa irá guardá-lo pelo prazo decadencial?
  • Cabe ao contribuinte verificar se a DANFE que está recebendo é válida, buscando manualmente esta informação na SEFAZ. Como este processo está sendo tratado?

Causa estranheza constatarmos que inúmeras soluções que estão no mercado são extremamente simplistas e não trazem nenhum recurso adicional ao seu usuário, nem sequer a gestão da NF-e de Entrada.

Os gestores que, no momento de escolher soluções de Nota Fiscal Eletrônica, contrataram aquelas que simplesmente atendessem à demanda de emissão de NF-e, agora começam a enfrentar problemas sérios, particularmente se não há tratamento para as NF-e’s de recebimento. Neste caso, se a solução faz parte de um sistema maior, como um ERP ou sistema fiscal, ela passa a ser quase um apêndice e faz o mínimo determinado pela especificação do governo, não oferecendo nenhum recurso adicional ao usuário.

Faça a escolha certa!
Se você estiver analisando a compra de uma solução para emissão e gestão de NF-e, dê atenção à emissão, mas não se esqueça da gestão: esta pode ser a diferença entre a escolha correta ou uma decisão equivocada.

Procure ter uma visão holística do processo. Converse com seu fornecedor e explore estes pontos. Pergunte-lhe como ele enxerga a evolução do projeto SPED do governo e especialmente da Nota Fiscal Eletrônica. Busque no mercado soluções abrangentes e robustas. Elas existem, é só procurar.

Se fôssemos falar de Integração da cadeia de valor, a conversa se estenderia bastante, dado que a situação sob este prisma é ainda mais delicada – embora resida aí uma oportunidade de ouro para ser explorada na integração e troca de informações entre empresas, tendo a NF-e como pilar principal. Mas isto é assunto para outro dia…

Certisign e ACSP oferecem Certificação Digital em SP

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e a Certisign celebraram parceria para abertura de novos postos de atendimento nas unidades distritais da ACSP. Através deste acordo, os associados terão acesso a um produto necessário com preço inferior ao da concorrência. A Certisign será responsável pela tecnologia e administração dos certificados emitidos; enquanto a ACSP se responsabilizará pela validação dos certificados. Através destes Certificados Digitais, as pequenas e médias empresas terão acesso ao e-CPF e ao e-CNPJ, o que permitirá que utilizem todos os serviços da Receita Federal.

Via Portal Executivos Financeiros

E-bit: pequenas e médias empresas crescem no e-commerce

imagem:SXC
imagem:SXC

Pequenas e médias empresas começam a ganhar espaço no e-commerce brasileiro. Em 2008, a participação de mercado dos dez maiores varejistas online, em volume de vendas, caiu de 76,1%, no quatro trimestre de 2007, para 72,8% nos últimos três meses de 2008 – queda de 3,3 pontos percentuais em um ano – revela uma análise da consultoria e-bit divulgada nesta segunda-feira (23/03).

A queda de participação, em volume, foi maior para a líder. Em 2007, a B2W – grupo de reúne Americanas.com, Submarino, Shoptime e Blockbuster – registrava 44,8% dos pedidos no e-commerce. No ano passado, a participação foi de 39,5% – queda de 11,8%, ou 5,3 pontos porcentuais em um ano.

De acordo com o balanço divulgado pela e-bit, o comércio eletrônico brasileiro faturou 8,2 bilhões de reais em 2008, – excluindo vendas de veículos e serviços (ingressos, turismo, passagens aéreas e leilão virtual) – o que representa um aumento de 30% se comparado com o ano anterior. O número de consumidores online somou 13,2 milhões, no ano passado, alta de 39% em um ano.

Na avaliação da e-bit, a descentralização do e-commerce brasileiro resulta de fatores como popularização de ferramentas para a criação de lojas virtuais, da redução nos custos de divulgação e infra-estrutura, além da maior maturidade do e-consumidor atento não apenas às ofertas dos grandes players.

Os dados da e-bit mostram que os pequenos e médios varejistas registraram um crescimento de 6% em participação nas vendas online (0,5 ponto porcentual) comparando os resultados do quarto trimestre de 2007 (8,4% de participação do ‘long tail’) com os de 2008 (8,9% de participação).