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Certisign e ACSP oferecem Certificação Digital em SP

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e a Certisign celebraram parceria para abertura de novos postos de atendimento nas unidades distritais da ACSP. Através deste acordo, os associados terão acesso a um produto necessário com preço inferior ao da concorrência. A Certisign será responsável pela tecnologia e administração dos certificados emitidos; enquanto a ACSP se responsabilizará pela validação dos certificados. Através destes Certificados Digitais, as pequenas e médias empresas terão acesso ao e-CPF e ao e-CNPJ, o que permitirá que utilizem todos os serviços da Receita Federal.

Via Portal Executivos Financeiros

E-bit: pequenas e médias empresas crescem no e-commerce

imagem:SXC
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Pequenas e médias empresas começam a ganhar espaço no e-commerce brasileiro. Em 2008, a participação de mercado dos dez maiores varejistas online, em volume de vendas, caiu de 76,1%, no quatro trimestre de 2007, para 72,8% nos últimos três meses de 2008 – queda de 3,3 pontos percentuais em um ano – revela uma análise da consultoria e-bit divulgada nesta segunda-feira (23/03).

A queda de participação, em volume, foi maior para a líder. Em 2007, a B2W – grupo de reúne Americanas.com, Submarino, Shoptime e Blockbuster – registrava 44,8% dos pedidos no e-commerce. No ano passado, a participação foi de 39,5% – queda de 11,8%, ou 5,3 pontos porcentuais em um ano.

De acordo com o balanço divulgado pela e-bit, o comércio eletrônico brasileiro faturou 8,2 bilhões de reais em 2008, – excluindo vendas de veículos e serviços (ingressos, turismo, passagens aéreas e leilão virtual) – o que representa um aumento de 30% se comparado com o ano anterior. O número de consumidores online somou 13,2 milhões, no ano passado, alta de 39% em um ano.

Na avaliação da e-bit, a descentralização do e-commerce brasileiro resulta de fatores como popularização de ferramentas para a criação de lojas virtuais, da redução nos custos de divulgação e infra-estrutura, além da maior maturidade do e-consumidor atento não apenas às ofertas dos grandes players.

Os dados da e-bit mostram que os pequenos e médios varejistas registraram um crescimento de 6% em participação nas vendas online (0,5 ponto porcentual) comparando os resultados do quarto trimestre de 2007 (8,4% de participação do ‘long tail’) com os de 2008 (8,9% de participação).

Web brasileira vai faturar R$ 1 bilhão em 2009

Na penúltima segunda-feira (16 de março), o Internet Advertising Bureau Brasil (IAB) avisou à imprensa que o setor de mídia online brasileiro deve faturar R$ 1 bilhão em 2009. Segundo as previsões, o investimento irá representar participação de 4,2% no total gasto com publicidade.

As informações se baseiam em dados do projeto Inter-meios e dos associados da instituição. Em 2008, a participação da mídia online chegou a 3,5%, o equivalente a R$ 760 milhões em investimentos. A soma inclui dados do comércio eletrônica e links patrocinados.

O presidente do IAB Brasil, Guilherme Ribemboin, também anunciou as estimativas da instituição para o crescimento da internet e do número de usuários ativos. De acordo com as previsões, o país deve chegar aos 28 milhões de internautas residenciais até o final deste ano. Esse valor representa um crecimento de 20% em relação à 2008.

Ao todo, serão 68,5 milhões de usuários (residenciais e corporativos).

Já em relação a banda larga, O IAB estima que 87% dos usuários estarão conectados em alta velocidade até o final deste ano.

Sim, o Brasil compra na web!

A escalada de uso da internet no Brasil vai bem, obrigado. Em 2008, de acordo com o IBOPE/Net Ratings, o número de pessoas com acesso à web no país ultrapassou os 40 milhões. Na esteira, o mercado de vendas online também se beneficia. Dados da consultoria e-Bit mostraram um crescimento de 30% no volume de vendas online no ano passado – um movimento de R$ 8,2 bilhões, sem incluir a compra e venda de automóveis, passagens aéreas e leilões eletrônicos judiciais.

Qual o motivo desse crescimento? Além da maior possibilidade de acesso à net, o comércio online também se aprimorou ao longo dos últimos anos, oferecendo mais comodidade e segurança ao consumidor. Problemas como a demora na entrega do pedido ou falhas no sistema de pagamento acabaram. Ao mesmo tempo, a possibilidade de obter informações precisas sobre cada produto, entregue em qualquer lugar do Brasil ou do mundo, supera as vantagens da compra presencial. “Comprando pela internet não preciso enfrentar engarrafamentos, filas e o risco de não encontrar o que procuro”, diz Paula Rodrigues, jornalista. Ela é cliente de sites de compras online há mais de cinco anos. “Além de muitos produtos serem mais baratos do que nas lojas, é possível comparar os preços em várias lojas diferentes pelos sites de busca”.

André Santos, publicitário, também vê vantagens no sistema. Ele já vendeu ítens de coleção pela web e comprou desde móveis até computadores. “Além da facilidade, há produtos que só se pode encontrar na internet, como artigos raros ou fora de produção”, assinala. “Comprar presentes é ainda mais fácil. Hoje, não existe mais dificuldade em presentear alguém que mora em outra cidade: é só escolher no site e pedir para entregar”.

Risco zero no cartão de crédito

O medo de colocar o número do seu cartão de crédito na web, a cada compra realizada, não existe mais. Com sistemas de pagamento, como o PagSeguro, você faz pagamentos online e não informa seus dados a terceiros. Para garantir a sua segurança, nosso sistema dá até 14 dias para bloqueio da transação (caso não receba o produto).

13,2 milhões de brasileiros compram na internet

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Segundo a 19ª edição do relatório WebShoppers realizado pela consultoria e-bit, divulgado nesta terça-feira (17/03), o número de consumidores brasileiros que comparam pela internet chegou a 13,2 milhões em 2008, aumento de 39% em relação a 2007.

O volume de e-consumidores foi alimentado pela crescente participação da classe C nas compras online. Segundo a e-bit, famílias com renda média mensal de até 3 mil reais representaram 60% dos novos e-consumidores em 2008. A participação da classe C no comércio eletrônico brasileiro cresceu de 37% em 2007 para 42% em 2008.

O perfil do consumidor online também passou por modificações. Em 2008, a presença das mulheres ultrapassou a dos homens em volume de compras online e agora representa 51% dos e-consumidores. Os internautas também

O e-bit já havia divulgado em janeiro que o e-commerce brasileiro movimentou 8,2 bilhões de reais durante o ano passado, crescimento de 30% em relação a 2007. “O valor ainda seria mais alto (*,6 bilhões de reais) se não fosse a crise econômica. Mesmo assim houve um crescimento [anual] significativo”, observa Pedro Guasti, diretor geral da e-bit. A expectativa para 2009 é que o e-commerce brasileiro movimente 10 bilhões de reais.

Agora, a consultoria estima que o setor deverá movimentar 4,2 bilhões de reais até julho, acréscimo de 800 milhões de reais em relação aos seis primeiros meses do ano anterior. A soma do primeiro semestre de 2009 supera o faturamento do e-commerce em todo o ano de 2006, compara Guasti.

Para o final do semestre, a consultoria espera que o Brasil ultrapasse a marca de 15 milhões de consumidores online. Para o final do ano, a expectativa é que o número chegue a 17,2 milhões de compradores online.

Entre as categorias mais populares entre os brasileiros em 2008, a de Livros mantém a ponta folgada, com 17% de participação, seguida por Saúde e Beleza (12%), informática (11%), Eletrônicos (9%) e Eletrodomésticos (6%).

Web 2.0 x Ecommerce: onde está o botão de pagamento?

Hoje fui comprar um software tocador de música para meu celular com Windows Mobile. O tocador de mp3 que vem no Windows Mobile não tem a facilidade de uso do iPod, que me agrada.

Google não considera popular o que é novo

Fui no Google, busquei ipod wm, pois eu queria algo como o iPod, no meu celular. O primeiro site teoricamente é o mais popular, segundo os critérios de indexação do Google. Então, sem tempo a perder, entrei e vi que o critério de popularidade do Google sacrifica páginas recentes. Claro que uma página de 2007 é mais popular que uma de 2009. A página era o lançamento da versão 2007 do software que eu pesquisava. Notando que era velha, eu fui no site da empresa, e achei  a versão mais nova. Até aí, o único problema está no critério do Google em indexar as páginas “populares”. A empresa fornecedora do software perdeu a chance de comprar a palavra chave que eu digitei, e tornar minha busca mais objetiva.

Página do produto não tem link comprar ou download grátis

Agora sim vamos falar doverdadeiro tema desse breve artigo, que é o fato do site da empresa ter me levado à página do produto, com uma série de diferenciais do produto, imagens do player, diversos prêmios que a empresa ganhou, me deixando bem motivado e tranquilo para comprar o software. Mas o objetivo da página, que é vender o produto, foi atingido? Não. Os únicos links que encontrei na tal página eram para comentários no digg, que é uma ferramenta de web “dois ponto zero”, e para os sites que deram os aclamados prêmios. Não havia o botão mágico “download grátis” ou “compre agora”. Por pouco não deixo a página sem encontrar, no menu, o item “Downloads”. Ufa. Consegui baixar e testar o software, que diga-se de passagem, deixou o celular lento…

As pessoas já se acostumaram a clicar em botões retangulares, estilo Buy now!, e procuram no canto inferior direito esse atalho para o próximo passo, seja “saiba mais”, ou “adicionar ao carrinho de compras”,  “download agora”, “comprar”, enfim, algo simples e direto, que siga adiante com o processo desejado tanto por quem quer comprar, como quem quer vender.

Qual a vantagem de ter delicious, twitter, digg, tecnorati, ou outra novidade da web “dois ponto zero”, se você esqueceu de pavimentar o caminho feliz de sua página de oferta? Tenha sempre o botão destacado, com cor diferente do resto do site, para não ter usuários desistindo da compra por se sentir perdido por 2 ou 3 segundos, tempo suficiente para tocar o telefone e o usuário abandonar a página.

Listinha de serviços web “dois ponto zero” http://web2magazine.blogspot.com/2007/01/thanks-for-web-2.html

Procurando botões de pagamento? Site que vende os arquivos fonte de botões de pagamento. http://www.web2buttons.com/ 

Pagina analisada nesse texto: http://www.conduits.com/products/player/

Em homenagem às mulheres

As mulheres são todas iguais? Se você respondeu “sim”, está cometendo um erro secular. Até mesmo os gregos e romanos sabiam que existem muitos tipos de mulheres – e expressaram isso em sua mitologia, que tem deusas diferentes para cada tipo de personalidade feminina. Cara mulher traz em si um pouco da deusa do amor e da sedução, Afrodite; o instinto maternal da deusa da terra, Deméter; o instinto caçador de Diana, ou a intelectualidade de Atena.

Seja qual for o estilo da sua deusa, no dia 8, Dia da Mulher, aproveite para celebrar a data com todas as possibilidades que ela traz. E, se você é homem e convive com uma mulher especial, aproveite para homenageá-la com alguma das sugestões abaixo. Você certamente vai ganhar pontos com a sua divindade do Olimpo.

Para as aventureiras…

Câmera Digital samsung 8.1 Megapixel S860 Rosa

Para as tecnológicas…

Televisão AOC L19W831 19in LCD 1366x768pixels HDTV Ready

Para as mãezonas…

Sling Sampa Soft

Para as organizadas (e charmosas)…

Relógio de Pulso Casio Baby-G BG-184-4v

Para as sensuais…

Babydol Lycra

Para as românticas…

Cesta Sublime Sentimento

Para as esportivas…

Óculos DART – Oakley

Para as vaidosas…

Perfume Deseo Jennifer Lopez