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Todas as parcerias das empresas com o PagSeguro

Vakinha mostra o uso inteligente do PagSeguro


Em dezembro, nasceu um novo serviço na internet brasileira: Vakinha. Criado pela empresa gaúcha Squid, o serviço já nasce integrado ao PagSeguro. Para quê serve o Vakinha? Para gerenciar e arrecadar dinheiro para todos os fins. Quem já tem cadastro no PagSeguro já pode sair usando o serviço sem medo – e quem não tem ganha uma conta de vendedor automaticamente.

É possível criar vaquinhas abertas ou fechadas. As abertas podem ser usadas para doações ou colaborações com fins específicos – como o churrasco da turma, o chá de bebê da amiga, o presente de casamento para o colega de escritório. As fechadas são indicadas para grupos específicos de pessoas e podem ser controladas através do painel de controle.

É um serviço simples e útil já que resolve a questão de gerenciamento que sempre fica na mão de alguém. Agora fica mais fácil controlar e não se corre o risco de perder a conta de quem contribuiu ou não.

O pulo do gato, entretanto, é o uso do PagSeguro, que permite pagamentos por Transferência Eletrônica de Fundos, boleto e cartão de crédito. O serviço tem consigo toda a segurança dos protocolos PagSeguro e garante eficiência e rapidez nas transações.
Update:
Se o usuário esquecer a senha, pode pedir para que seja reenviada ao seu e-mail cadastrado no PagSeguro.

Nasce o Startupi

Com apoio PagSeguro e UOL Host, nasceu ontem uma iniciativa única no Brasil: o Startupi, um blog que vai falar de startups e mostrar aos investidores, nacionais e estrangeiros, as iniciativas brasileiras. Venture Capital, a criação de startups, Angel Investors e inovação serão os temas naturais do site.

A iniciativa do grupo Social Smart – que também mantém a Amanaiê e lançará um novo serviço para o mercado mobile em 2009 – será mantida pelo blogueiro Alexandre Fugita, que criou o Techbits, um dos melhores blogs de tecnologia do Brasil.

Foto: Larissa Herbst

Wimbelemdon: projeto social com apoio PagSeguro

No bairro de Belém Novo, em Porto Alegre, o fotógrafo Marcelo Ruschel fez nascer, com seu esforço, o projeto Wimbelemdon. Numa quadra de tênis daquele bairro, 40 jovens entre 8 e 15 anos em situação de risco, aprendem tênis e têm todo apoio para seguir os estudos – além de aulas de inglês, inclusão digital e meio ambiente.

Os simpatizantes do tênis e do Projeto WimBelemDon de Porto Alegre e arredores estão convocados a comparecerem à mostra Tênis/Arte: Marcelo Ruschel – Exposição 25 anos de Fotografia . Entre 17 e 23 de dezembro, no Átrio do Bourbon Shopping Country (av. Túlio de Rose, 100), o fotógrafo expõe seus cliques, resultado de 25 anos de fotografia artística pelas quadras de tênis do mundo inteiro. A abertura será dia 17 às 20h, com a presença já confirmada de Fernando Meligeni.

Na mostra, as pessoas terão a oportunidade de ajudar na continuidade do Projeto. Marcelo Ruschel doou várias fotos ao Projeto Wimbelemdom – que se transformaram em produtos e estarão à venda na Mostra. Alguns deles estão à venda on-line, na loja virtual do projeto.

A história

Tudo começou em 2001, quando o fotógrafo Marcelo Ruschel alugou uma quadra de tênis abandonada no Bairro de Belém Novo, em Porto Alegre. Entre 2001 e 2004, contou com a ajuda da tenista Suzana Bertoni dos Santos – que vive nos Estados Unidos e mantém projeto semelhante em Los Angeles, California. Em 2003, o projeto conseguiu o apoio dos tenistas Thomaz Koch e Fernando Meligeni, que se tornaram Embaixadores do Wimbelemdon, divulgando e apoiando o projeto.Em 2005, o projeto foi incorporado a  uma OSCIP, a Sociedade Tênis Educação e Participação Social – STEPS – que é a instituição responsável por manter e desenvolver o projeto,com conselho formado por tenistas, empresários, médico, advogado e alguns voluntários, todos entusiastas do esporte.