Category Archives: Segurança

Tutorial PagSeguro: Parcelamento sem juros

 

Para atrair mais compradores, o PagSeguro oferece aos vendedores a opção de venda parcelada sem juros. Essa ferramenta tornará suas ofertas mais atraentes e você continuará recebendo em uma única parcela 14 dias após aprovação da transação e também é possível oferecer descontos à vista.

Logado em sua conta PagSeguro, acesse no menu à esquerda as opções: Preferências > Parcelamento. Nesta tela poderão ser configurados:

  • Quantidade de parcelas oferecidas – Neste item as opções irão de 2 a 18 vezes
  • Se ocorrerá ou não descontos para transações à vista – Nesta opção você optará por oferecer descontos à vista ou não
  • Data de início e término da promoção – Período da promoção. A promoção deve ser agendada com 24 horas de antecedência.
  • Valores mínimos e máximos da transação. – Aqui você estipulará para quais valores serão ofertados o desconto.

 

Mais abaixo você tem disponível um simulador, que é possível verificar os valores de taxa de parcelamento e da taxa de intermediação do PagSeguro.

Estando tudo ok, basta clicar em Agendar promoção e ela estará agendada com sucesso. Lembramos que não é possível agendar duas promoções no mesmo período. Para verificar as promoções já criadas, basta acessar a Listagem de promoções .

 

O PagSeguro oferece ferramentas para ajudar o vendedor a alavancar suas vendas. Caso tenha alguma dúvida ou sugestão basta entrar em contato conosco utilizando nossa central de atendimento.

Sinal Verde é o certificado de segurança no PagSeguro

Como saber se um site onde estou entrando é seguro? Geralmente há um cadeado pequeno no canto da página ou o código https:// antes da URL da página. Há uma forma mais fácil de saber.

O Sinal Verde é um certificado de segurança que mostra ao internauta que ele está em um ambiente totalmente seguro na web. É uma faixa verde na caixa de endereço do seu navegador, ficando atrás da URL do site que você navega. Significa que você está num ambiente a prova de hackers e outros piratas virtuais, pois tem o Certificado para Servidor Web EV SSL, o mais alto que um site pode receber que mostra o ambiente protegido e a alta segurança oferecidos ao internauta. A classificação também possui outras cores, assim como um semáforo. Verde, ambiente seguro; amarelo, possui certificação de web tradicional, requer maior atenção do usuário; e vermelho, muito cuidado neste local, é melhor nem prosseguir e sair da página rapidamente.

O PagSeguro tem este certificado, e fazendo jus ao nome que possui, dá a certeza ao seus clientes de que todas as transações entre o vendedor e o consumidor são feitas em um ambiente totalmente protegido e seguro, dando a tranquilidade necessária para quem quer realizar suas compras na internet.

Prêmio para as melhores reportagens sobre segurança na internet

Lock, por Flavio Freitas, CCfoto: Flavio Freitas, CC

O Movimento Internet Segura (MIS) trabalha desde 2005 na divulgação de informações sobre a integridade e segurança na internet para os usuários pessoa física da rede. Os focos do MIS são a segurança tradicional e a integridade das informações em combate ao uso nefasto da rede como a proliferação de pornografia infantil, por exemplo. Entre as atividades previstas para este ano, o Movimento destaca o Premio MIS de Jornalismo, e o novo site do projeto a ser lançado no 1º semestre no ano.

Em 2011, o 4º Prêmio MIS de Jornalismo recebe inscrições até dia 31 de março. A principal mudança do prêmio de 2011 é a criação de novas categorias. Elas foram divididas em mídia impressa, rádio, TV, internet e veículos especializados.

As melhores matérias de cada categoria receberão um prêmio de R$ 8.400 em vales compra, oferecidos por 20 lojas do comércio eletrônico associadas da camara-e.net. Desta forma, serão 20 vales de R$ 420,00.

Os três finalistas de cada categoria serão divulgados no site, no dia 18 de abril. Até o final de abril serão divulgados detalhes sobre a data e o local da premiação dos vencedores do 4º Prêmio Mis de Jornalismo.

Você fez matéria sobre segurança no seu blog? Inscreva-se!

Reter dados de internautas não ajuda na luta contra crimes online

O outro lado é o medo da liberdade, Jonatas Cunha, CCfoto: Jonatas Cunha, CC

Aqui no Brasil os internautas, especialistas e estudiosos da internet lutam para manter a rede neutra e evitar medidas desnecessárias e inócuas no combate aos crimes online – que vão dos roubos de senhas e dados a pedofilia. Na Europa, o grupo AK Vorrat, da Alemanha divulgou, no fim de janeiro, um estudo detalhado dizendo que a Diretiva de Proteção de Dados da União Europeia não surtiu efeito contra crimes graves.

A Diretiva exige que as empresas de telecomunicação armazenem informações de seus clientes, para “facilitar a investigação e prevenção de crimes graves” – o mesmo argumento do PL Azeredo, atualmente arquivado pelo Congresso Nacional. Implementada em 2008 na Alemanha, em 2010 a medida foi revogada pois as autoridades alemãs consideraram a retenção de dados inconstitucional.

Para entender a confusão: quando as empresas de telefonia e internet são obrigadas a armazenar os dados, detêm informações sobre a localização e planos de cada cliente. Na Alemanha, durante o período em que esteve em vigor, os crimes graves aumentaram para 64 mil e o número de soluções baixou (coisa de 1%).

Segundo a organização autora do estudo a causa é simples: os usuários adotam técnicas para evitar a captura de dados e é possível permanecer anônimo usando acessos públicos à internet. Além de ruim para investigações, o armazenamento impede que se usem várias informações para apurar o crime.

Ações judiciais que questionam a retenção de dados estão atualmente em curso em diversos países membros da União Europeia, enquanto outros como Áustria, Bélgica, Grécia, Irlanda, Luxemburgo e Suécia não chegaram a aplicá-la. O Tribunal Europeu de Justiça deve decidir a questão em 2012.

Via IDG Now!

E-commerce móvel requer desenvolvimento antifraudes

Fica a dica para os desenvolvedores: a nova fronteira está na prevenção de fraudes no e-commerce que acontece nos dispositivos móveis. Em 2014, cerca de 12% de todas as transações do comércio eletrônico serão feitas destas plataformas. No entanto, as ferramentas de detecção de fraudes ainda estão atrasadas, declarou a consultoria Gartner.

“O comércio móvel e as negociações via telefone estão aumentando rapidamente, principalmente, devido às melhorias na navegação”, disse William Clark, analista da instituição, em um comunicado. Segundo a Gartner, CIOs precisam pesquisar aplicações de segurança em desenvolvimento que considerem relevantes a proteção ao sistema de pagamento móvel. Assim, as empresas conseguirão se manter competitivas no comércio eletrônico.

“É fundamental que as corporações encontrem aplicações capazes de detectar fraudes em ambientes móveis. No entanto, as ferramentas atuais não funcionam bem nos aparelhos disponíveis no mercado”, ressatou Clark. Tais recursos ainda estão em estágios iniciais de desenvolvimento e, segundo o analista, só se mostrarão confiáveis em 2012.

Um dos métodos disponíveis atualmente usa um servidor em que o usuário precise se logar por meio de um programa em Java. O script captura informações sobre o navegador e o telefone do usuário. Ele também pode recolher o número serial do dispositivo e número da placa de rede para transmitir às empresas de e-commerce.

Outro jeito de prevenir fraudes usaria as informações de localização do smartphone, sendo que a compra seria efetivada apenas se esses dados fossem fornecidos pelo usuário. Para uma empresa, usar as informações de geolocalização pode ajudar na autenticação do cliente, através da sinergia com outros sistemas.

Uma terceira alternativa apontada pelo Gartner faz menção a um modelo que já começa a ser usado por alguns fornecedores de detecção de fraudes. Eles estão analisando os padrões de comportamento do usuário dentro de um aplicativo móvel no smartphone e criando um sistema de riscos, baseado em uma pontuação.

Via IDGNow

Carta de Princípios do Comércio Eletrônico Brasileiro

Concluída em 2 de junho de 2010, a Carta de Princípios do Comércio Eletrônico é documento sério, e aprovada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) no dia 11 de junho. Publicada no início de setembro pelo MPF, a Carta de Princípios do Comércio Eletrônico deve, segundo os dois órgãos, ser observado por todos – setores privado e público, organizações da sociedade civil e cidadãos.

Publicamos, aqui, a íntegra da Carta, sem as considerações preliminares. O documento está disponível para download na íntegra. Continue reading

Transmita segurança em seu e-commerce

Adress bar, de Paul Klintworth, em Creative Commons
foto: Paul Klintworth, em CC

Com 67% da população brasileira online, o maior obstáculo para conseguir novos clientes é conquistar a sua confiança. A principal questão continua a ser a segurança financeira (leia-se clonagem do cartão de crédito). A segunda, não receber o produto – ou recebê-lo danificado. Em terceiro lugar vem a falta de contato com o produto.

A questão da segurança é crucial. Pesquisa divulgada pela Verisign este mês, dá conta de que 73% dos brasileiros não conseguem identificar o phishing scam (a tentativa de capturar dados e informações de terceiros). “O phishing continua a ser um grande desafio para as empresas on-line,” diz Gastão Mattos, do MIS (Movimento Internet Segura). “Apenas um ataque de phishing é o suficiente para reduzir drasticamente a confiança que internauta deposita em uma organização. Uma vez que a confiança é perdida, é muito difícil recuperá-la; e, com a concorrência a apenas um clique de distância, isso é algo que as empresas não podem permitir que aconteça”. Adivinhem quem são os principais alvos? Sites de e-commerce.
certificados de segurança

Então vamos às dicas para transmitir segurança a seu usuário:

  1. Use o melhor português. Sempre
  2. Use um sistema de pagamento reconhecido e seguro.
  3. Mostre o seu produto – fotos, vídeos, descrições. Faça bons textos sobre os produtos, invista em boas fotos. Eles são a sua vitrine. Um exemplo claro, que todas as lojas esquecem? A avaliação de consumo de energia dos eletroeletrônicos, que é muito visível nas lojas físicas.
  4. Mostre que você dá importância à segurança do seu usuário: contrate as empresas certificadoras. Há muitos grandes sites por aí com “certificados de autenticidade” que não abrem quando o usuário os consulta.
  5. Crie uma boa logística. Além da entrega, lembre-se que o seu cliente pode querer fazer a troca do produto – é seu direito. É preciso pensar na logística reversa. E atender com rapidez, sempre.