Vendedores

Consumidores gastarão US$ 6,2 bilhões em lojas de aplicativos para celular em 2010

10 de março de 2010  |  Publicado em Mercado, Vendedores

Foto: Kalandrakas, em CC

Até 2013, a receita deste mercado subirá para US$ 29,5 bilhões. Levantamento feito pela consultoria Gartner aponta ainda que, de cada dez arquivos baixados pelos usuários neste ano, oito devem ser gratuitos

Com o crescimento das vendas de smartphones, mais consumidores vão adquirir aplicativos para esse tipo de aparelho via internet. Segundo estudo da consultoria Gartner divulgado no fim de janeiro, em 2010, o gasto mundial de consumidores em lojas de aplicações móveis será de US$ 6,2 bilhões e os downloads de aplicativos devem ultrapassar a marca de 4,5 bilhões neste ano.

Até 2013, a receita desse mercado subirá para US$ 29,5 bilhões. O levantamento aponta ainda que, de cada dez arquivos baixados pelos usuários neste ano, oito devem ser gratuitos. Em 2009, a receita com downloads das lojas de aplicações ultrapassou U$ 4,2 bilhões. Games lideram a lista dos mais baixados, seguidos por aplicativos de e-commerce, redes sociais, utilitários e ferramentas de produtividade.

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Indisponibilidade site PagSeguro (10/03/2010)

09 de março de 2010  |  Publicado em Desenvolvedores, Institucional, Vendedores

Iremos efetuar alguns ajustes em nosso sistema e o site do PagSeguro estará indisponível no dia 10/03/2010 das 04:00h às 05:00h.

Agradecemos a compreensão.

Equipe PagSeguro

Dicas para usar as redes sociais nos negócios

09 de março de 2010  |  Publicado em Mercado, Vendedores

Nós já falamos do s-commerce aqui no blog. E nunca custa falar um pouco mais e aprofundar o assunto. Não basta apenas criar perfil empresarial no Facebook, Orkut, Twitter e companhia. É preciso saber usar. E o site Inc elaborou uma lista com dicas muito boas para os empresários usarem corretamente as redes sociais. Fizemos uma seleção das melhores e trocamos os exemplos internacionais por boas práticas feitas no Brasil.

  • Seja sincero. Não adianta tentar esconder seu erro ou a falha. Atenda, responda. A Nokia tirou do ar o Blog Nokia BR e não disse nada. Enquanto isso, a SouthWest Airlines, nos Estados Unidos, respondeu diretamente a cada crítica recebida por desembarcar Kevin Smith.
  • Interaja com os visitantes de verdade – Não basta colocar criar um blog ou uma página de Facebook se o sentido da conversa só vai para um lado. Matt Mullenweg, fundador da plataforma de blogs Wordpress, diz que não interagir com os visitantes pode “matar” a comunidade. E mata mesmo.
  • Ajude seu consumidor a espalhar a sua marca – Incentive os visitantes a partilhar os conteúdos de que gostam. Você pode fazer isso no blog e na loja, com ferramentas que permitem enviar o post para redes sociais.
  • Ofereça degustação do seu produto. Lance seus produtos e serviços na Internet. Um exemplo: a fotógrafa Gabi Butcher oferece seus serviços no blog, no Flickr e conquista clientes através das indicações que vêm da rede de contatos que vai construindo.
  • Deixe os consumidores contribuirem – Exemplos disso são grandes sites de comércio eletrônico como Amazon, Submarino e Livraria Cultura. A Cultura deu um passinho à frente e permite que seus usários postem, além de comentários escritos, fotos e vídeos sobre os produtos que vende. Isso enriquece o conteúdo e mantém o cliente engajado.
  • Compartilhe seu conhecimento. Compartilhe os conhecimentos que você adquiriu com seu negócio e promova a sua marca. Marco Gomes, Manoel Lemos e Michel Lent são ótimos exemplos. Cada um de seu jeito e na sua área de conhecimento, construiu e ampliou seu negócio e atuação através das redes sociais.
  • Terceirização e automatização? Cuidado! Com todas as outras tarefas necessárias dentro da sua empresa, é tentador tentar automatizar o processo. Isso pode facilmente virar contra você. Um exemplo é o twitter da Campus Party Brasil, que replica automaticamente tudo o que é publicado com a tag #cpartybr – inclusive críticas. Tem gosto de spam, lota a timeline dos seguidores e, a longo prazo, o feitiço pode virar contra o feiticeiro.
  • Não finja ser outra pessoa – Usar seus funcionários para comentar em blogs criticando ou elogiando a sua empresa. Criar perfis falsos nas redes sociais. Tudo isso a curto ou médio prazo tende a ser descoberto. O resultado tende a ser negativo para a sua empresa. Lembre da regra 5 (que é a primeira): de verdade, sempre.
  • Conecte pessoas – Use todas as ferramentas disponíveis – muitas vezes gratuitas – para conectar pessoas e permitir compartilhamento Pequenas e médias empresas – e até governos – podem tirar proveito das ferramentas disponíveis para facilitar a colaboração. Um exemplo é a TeiaMG, que permite transmitir, postar e compartilhar conhecimentos através do Ning, uma plataforma muito interessante.
  • Rede social não é só autopromoção – Sim, os usuários das redes sociais estão abertos ao mercado – especialmente se isso envolver descontos ou vantagens –, mas eles não usam as redes para conhecer ofertas. Se o seu perfil ou blog parecer como um anúncio, irá afastar os visitantes. Um bom exemplo é o recém criado perfil da água Bonafont no Twitter – além de promoções, ele transmite informações sobre bem estar e saúde para os seus leitores
  • Encontre pessoas influentes no seu meio – ler blogs independentes, participar de redes como o LinkedIn são apenas o começo. É preciso construir comunidade, comentar, participar, compartilhar. Assim, além de negócios, você constrói presença.
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Regras para o e-mail marketing

05 de março de 2010  |  Publicado em Mercado, Vendedores

Este é o presunto que deu nome à prática. Foto: Selva, em CC

Este é o presunto que deu nome à prática. Foto: Selva, em CC

Desde o dia 13 de agosto de 2009, todo e-mail enviado por empresas no Brasil a seus clientes ou potenciais consumidores deve seguir as regras do novo Código de Autorregulamentação para Prática de E-mail Marketing. A iniciativa foi longamente discutida por diversas entidades para inibir o número de mensagens indesejadas, enviadas sem o consentimento do destinatário. Seja ético e respeite as normas abaixo. Os provedores barram as mensagens e colocam em sua lista negra os domínios que não as cumprem.

  • Enviado para bases de destinatários, cadastrados por Opt-in ou Soft-Opt-in, e que apresentem todos os seguintes elementos:
  • Identificação do Remetente, com seu endereço de e-mail válido;
  • O Remetente somente poderá enviar mensagens de E-mail Marketing por endereço eletrônico vinculado ao seu Nome de Domínio Próprio, por exemplo, remetente@exemplo.com.br. É vedada a utilização de Domínio de terceiro não pertencente ao mesmo grupo econômico do Remetente ou a Parceiros;
  • Assunto sempre relacionado ao conteúdo do e-mail, de fácil identificação pelo Destinatário;
  • Recurso de descadastramento (opt-out).
  • O Remetente que pretender enviar E-mail Marketing deverá divulgar em seu website a “Política de Privacidade e de uso de Dados” adotada com seus clientes e usuários, que deverá respeitar o Código.
  • Os proprietários de Base de Destinatários não poderão divulgar ou colocar à disposição de terceiros informações pessoais que constem de tais Bases sem o prévio e expresso consentimento das pessoas a que tais informações se referem.
  • O corpo da mensagem deverá conter, além da identificação do Remetente, recurso que possibilite o descadrastamento (Opt-out), sendo que este recurso deverá ser apresentado na forma de link para descadrastamento e pelo menos mais uma alternativa de contato para a mesma finalidade, a critério do Remetente, desvinculada de qualquer link passível de utilização pelo usuário.

Cuidados recomendados

  • Não é permitida a prática do primeiro envio para se obter a permissão do Destinatário para envios posteriores;
  • Para o envio de arquivos anexos deverá ser obtida autorização prévia e comprovável do destinatário específica para o tipo de arquivo em questão;
  • Não conter link que remeta a Código Malicioso;
  • Veiculação apenas de conteúdo no formato HTML ou TXT, sem qualquer recurso que possa ocultar, disfarçar ou obscurecer de qualquer maneira o código original da mensagem;
  • Demais componentes da mensagem, tais como imagens, áudio e vídeo devem ser hospedados em servidores pertencentes às empresas participantes do processo de envio do E-mail Marketing ou contratadas por estas;
  • O Remetente deverá disponibilizar ao Destinatário a sua política de Opt-out e informar o prazo de remoção do seu endereço eletrônico da base de destinatários, que não poderá ser superior a 2 (dois) dias úteis, quando solicitado diretamente pelo link de descadastramento do E-mail Marketing e 5 (cinco) dias úteis quando solicitado por outros meios, prazos estes contados a partir da data da solicitação comprovada;
  • Certificação e assinatura digital são permitidas, constituindo exceção a qualquer regra restritiva definida no presente Código.
  • Não é obrigatório o recurso de opt-out quando houver contrato entre o Remetente e o Destinatário, exclusivamente para e-mails com finalidade de assegurar a execução contratual e pós-contratual referentes àquele contrato (ex.:boleto bancário, avisos e extratos).
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Brasileiro é louco por celular: seu site está pronto para ele?

25 de fevereiro de 2010  |  Publicado em Mercado, Vendedores

foto: Steve Garfield, CC

foto: Steve Garfield, CC

Uma pesquisa da TNS Research International informa que 70% dos brasileiros pretendem trocar de celular nos próximos seis meses. Como ouviram só as classes A, B e C, serão cerca de 94 milhões de novos produtos no mercado. Segundo o estudo, os consumidores também vão gastar mais. A grande vedete promete ser o smartphone, que já começou o ano com 19% das vendas.

E você, dono de loja virtual, está pronto para receber este público? Faça o teste: faça uma visita à sua loja com o seu celular – seja ele smartphone ou não. Verifique a navegação e a visualização. Depois do teste, decida: você quer ou não este público como seu cliente? E lembre-se: o PagSeguro já tem soluções para o serviço móvel, o PagSeguro Mobile. Confira o nosso produto e fique à vontade para usá-lo.

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5 dicas de SEO para o varejo

12 de fevereiro de 2010  |  Publicado em Vendedores

foto: JasonEscapist, CC

Sites de varejo enfrentam um conjunto único de obstáculos quando se trata de melhorar as vendas na internet. As pesquisas avisam: a maioria dos internautas prefere os resultados da busca orgânica e não os links patrocinados. Neste cenário, visibilidade nos mecanismos de busca significa caprichar no conteúdo – e não basta ter qualquer conteúdo, é preciso um tanto de trabalho. Veja as dicas para transformar este desafio em oportunidade.

1. Adicionar regularmente novos conteúdos. Muitos sites de varejo online focam na venda de produtos ao invés de informar e acrescentar valor à experiência dos clientes. Algumas ações simples permitem conquistar o seu cliente:

  • Permita que os clientes comentem a sua experiência; descreva os casos de sucesso. Caso o consumidor não aprove um produto, use a crítica como feedback e retire-o de sua loja.
  • Crie um blog – não adianta falar só de si, neste caso. É preciso fornecer notícias relevantes da indústria
  • Ofereça formas diferentes do e-mail para o seu cliente receber dicas de produtos e ofertas.

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Clubes de compra online têm milhões de sócios

19 de janeiro de 2010  |  Publicado em Vendedores

Os clubes de compras, que oferecem produtos com descontos de até 80%, ganharam espaço no varejo virtual do País. A Brandsclub, uma das maiores desse mercado, espera atingir 1 milhão de associados no próximo mês. A concorrente Privalia, de origem espanhola, ampliou investimentos no Brasil, com planos de transformá-lo na sua maior operação mundial em dois anos. Os empresários baseiam sua confiança na expectativa de crescimento do número de consumidores no País.

A Privalia, que chegou ao Brasil em janeiro de 2009, recebeu em julho um aporte de oito milhões de três grupos de investidores. Segundo a companhia, parte “considerável” desse valor será aplicado na operação brasileira. A empresa também tem negócios na Itália. O clube, hoje com 600 mil sócios, vende roupas, calçados, acessórios, eletroeletrônicos e produtos de decoração, cama, mesa e banho. Oferece de 50% a 70% de desconto nas vendas, que têm data e hora para acabar. Outro motivo que justifica os investimentos no Brasil é a estrutura do varejo. Diferente dos Estados Unidos e Europa, os lojistas tradicionais têm poucos canais de desova de estoques. O outlet virtual seria uma opção para o problema.

O fundador da Brandsclub, Paulo Humberg, também aposta nesse “vácuo” para crescer. O clube de compras, que ganhou 700 mil membros em 2009, quer atingir um milhão de clientes no início de 2010. A expectativa é alcançar um faturamento de R$ 200 milhões em 2011. “É um mercado que cresce mais do que o próprio e-commerce no Brasil”, diz Pierre-Emannuel Joffre. O francês radicado no Brasil fundou o Coquelux em julho de 2008. Foi em 2009, porém, que ele sentiu a adesão dos internautas brasileiros – ou melhor, das brasileiras, que são maioria dos clientes. “A base cresceu significativamente, bem como os resultados de vendas”, diz.

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Como desenvolver uma loja virtual com PagSeguro

11 de janeiro de 2010  |  Publicado em Desenvolvedores, Vendedores

Em janeiro a Impacta está com vários treinamentos gratuitos interessantíssimos para quem trabalha com internet – e e-commerce, claro. O destaque fica para a palestra gratuita de Michael Granados, nosso colaborador em ferramentas PHP. Com o título “Da argila ao forte: como desenvolver uma loja virtual com PagSeguro”, DG Mike vai ensinar como desenvolver uma loja virtual com 300 linhas de código sem framework!

Serviço:
Da argila ao forte: como desenvolver uma loja virtual com PagSeguro
Michael Granados – desenvolvedor na Visie e trabalha com PHP há mais de seis anos. Atualmente, ele trabalha com o UOL para elaborar ferramentas em PHP para PagSeguro. Recentemente foi palestrante do CMSBrasil, BlogCamp e PHP-MG
Dia 30 de janeiro, sábado, das 10h às 13h
Faculdade Impacta Tecnologia Rua Arabé, 71 – Vila Clementino (próx. metrô Santa Cruz)
Contribua com 1kg de alimento não perecível para o CPH Lar Vicentino

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Redes Sociais para pequenos negócios

06 de janeiro de 2010  |  Publicado em Mercado, Vendedores

Interação. Essa é a marca da web 2.0, evolução da internet que estimula o usuário a levantar discussões, sugerir comentários, compartilhar com outras pessoas conteúdos próprios ou relacionados a seus interesses. É uma verdadeira mudança de paradigmas e, especialmente para pequenos empreendedores, um grande desafio. A pergunta fundamental questiona: ‘como encaixar a empresa nesse cenário, utilizando as ferramentas digitais em prol da divulgação de suas iniciativas?’

Analisando o cenário brasileiro, uma pesquisa recente realizada pelo Sebrae indica que 98% das 5,1 milhões de empresas do Brasil se encaixam na categoria de micro e pequenas empresas (MPEs), e sua movimentação representa 20% do PIB. Grande parte delas tem acesso às tecnologias, sendo celulares e computadores os dispositivos mais utilizados. Cerca de 70% das MPEs têm acesso à internet, entretanto, a navegação ainda está restrita para envio de e-mails, consulta de preços, serviços bancários e compra de mercadorias. Ou seja, ainda há pouca ou nenhuma interação.

Um dos índices que mais chama a atenção é que poucas empresas desse segmento utilizam a web como forma de promoção e divulgação. Apenas 18% possuem sites próprios e 14%, lojas virtuais. Pode parecer um contrassenso, já que estudos demonstram que ações online tendem a ser mais acessíveis aos bolsos dos pequenos empreendedores.

Entretanto, já existem empresas que entenderam o potencial das ferramentas digitais para impulsionar a divulgação “boca a boca” on-line de suas iniciativas, seus serviços e produtos. Ou ‘viralizar’ para usar um termo do meio. Para isso, abriram canais de comunicação com seus consumidores, blogs corporativos para público interno e externo, além de comunidades em redes sociais.

Estamos apenas no começo. Existe, ainda, um grande caminho a percorrer. Por isso, a chave pode estar em perder o medo de errar e embarcar nessa onda. Não adianta fugir desse novo mundo que se desenrola diante dos olhos de todos – tanto no universo dos negócios, quanto no pessoal. Precisa-se aproveitar o momento para fazer o negócio crescer.

Confira dez dicas para ajudar nesse processo:

1. Expanda sua consciência: estude iniciativas/projetos de sucesso.

2. Converse com jovens nascidos na era digital: trocar ideias com quem vive diariamente a web 2.0 traz ótimas lições.

3. Comece a usar as ferramentas da web 2.0: escreva um blog, poste vídeos no YouTube e fotos no Flickr, aprenda a usar o Twitter.

4. Fique de olho no comportamento de seu setor de negócios no mundo digital.

5. Reúna sua equipe e faça uma lista de possíveis formas de usar a web 2.0 em seu negócio. Premie as melhores ideias.

6. Reexamine seus objetivos.

7. Crie estratégia própria para web 2.0, pense em seu marketing.

8. Busque sua palavra-chave: seja autêntico, seja o melhor “você” possível.

9. Perca o medo de errar: aja! Mexa-se agora. Teste. Fracasse. Aprenda. Adapte-se. Repita.

10. Não se esqueça da paixão: ela é o melhor termômetro quando se está no caminho do sucesso.

Via Nós da Comunicação

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Use a mídia social a favor de seu negócio

05 de janeiro de 2010  |  Publicado em Mercado, Vendedores

A ComScore, empresa especializada em estatísticas de navegação e comércio na rede, divulgou uma nota afirmando que os comentários escritos por outros usuários influenciaram nas decisões de compra de 13% dos consumidores entrevistados, outros 11% disseram seguir a opinião de um especialista no Twitter ou no Facebook para realizar as compras do próximo natal.

Tempos atrás para se posicionar no mercado, bastava criar um bom produto e divulgá-lo largamente através dos meios de comunicação de massa. Hoje vivemos num cenário onde todos estão conectados e a informação circula em tempo real, a necessidade de falar com uma audiência específica tornou-se presente e estratégica. Para fortificar uma marca é preciso, hoje, encontrar, ou criar comunidades que se identifiquem com os valores da marca e tornar as pessoas defensoras e evangelizadoras da marca. É preciso levar o consumidor para dentro do negócio e engajá-lo de tal forma que se torne um conselheiro da marca.

Entender e valorizar que  a percepção que os consumidores têm de uma marca em muitos casos é diferente da imagem concebida pelo marketing e que as empresas não possuem o controle sobre a imagem de sua marca, e no universo digital, o abismo entre a concepção e a percepção de uma marca se mostra ainda mais claro. A diferenciação virá para aqueles que ouvirem seus consumidores.

A web brasileira é composta por um universo de 50 milhões de pessoas conectadas, segundo o Ibope Nielsen, das quais 80% estão ligados a algum tipo de comunidade virtual. O total de brasileiros online é maior, muito maior, graças às lan houses e pontos de acesso gratuito oferecidos pelo governo, que não são computados na pesquisa do Ibope. O grande desafio das marcas está sendo gerenciar sua presença estratégica nessas comunidades através da inteligência competitiva, e isso tem provocado repercussão nas grandes corporações, que buscam maior transparência na forma de se relacionar com o consumidor.

Existem mais de 20 milhões de blogs no mundo e mais de 30% dos blogueiros postam opiniões sobre marcas e produtos. Segundo a ComScore, as marcas americanas que mais se envolveram em mídia social tiveram aumento de 18% no faturamento nos últimos 12 meses. Em contrapartida, aquelas menos presentes sofreram queda de 6% na mesma base de comparação. Os números da ComScore mostram ainda que 54% das 100 marcas mais valiosas dos Estados Unidos usam Twitter e 39% mantêm blogs.

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