Vendedores

Novidades no Checkout PagSeguro

28 de novembro de 2011  | 

O PagSeguro tem uma novidade a você que facilitará sua compra!

Toda a transação efetuada no PagSeguro segue uma analise criteriosa para proporcionar maior segurança para quem compra e para quem vende, e agora quem compra poderá saber se a transação que foi “paga” com cartão de crédito foi aprovada ou não em alguns segundos após o ato da compra.
Caso a transação seja reprovada, aparecerá uma mensagem (como na imagem abaixo) indicando que você poderá escolher outro meio de pagamento para concluir a compra, sem precisar refazer todo o percurso novamente.

Com este novo recurso, fica muito mais fácil comprar e vender.

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Use o marketing digital a seu favor

22 de novembro de 2011  | 

world wide wet, por  marfis75, CC-BY-SA

No Brasil, os empresários são pegos pela internet “no susto”. Ela chegou com o e-mail, depois o site institucional. As buscas trouxeram os sites dinâmicos, mais conteúdo e a necessidade de visibilidade. Enquanto isso, surgiram as redes sociais – e em geral, nossas empresas não estavam nem no terceiro passo.

Agora, enquanto se acostumam a fazer marketing social, as empresas precisam entender o mundo mobile.

Junto com esta explosão de canais – estamos sintetizando tudo ao máximo, são centenas de redes sociais no mundo – há a multiplicação de ferramentas. Muitas delas gratuitas. E porque vocês não param de falar nisso aqui no blog do PagSeguro?

Porque na internet, com os muitos canais, surgem novas oportunidades de uso. Um exemplo recente, que ganhou muita atenção, foi a campanha da Natura para a nova linha de xampus. Os homens que compraram ingressos online fizeram declarações para suas companheiras, ao vivo, antes do filme que foram assistir juntos.

Ok, isso pode ser muito para a sua verba. Mas criar um blog diferente e que conquiste o mercado, uma campanha que conquiste corações no Facebook, aplicativos, um canal bacana de serviço no Twitter não custa tanto.

E o único conselho: use muito este meio. Conecte-se. Viva internet. Os profissionais tendem a se perder porque não sabem ao certo como e para quê usar. E como farão um planejamento? Ou terão uma ideia genial?

Leia muito, use os blogs, informe-se. Saia do feijão com arroz da grande mídia e descubra o universo. Ele está ao alcance do seu mouse. Principalmente para fazer bons negócios.

Foto: Marfis 75, CC-BY-SA

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Vendas de celulares vão aumentar 15% em 2011

17 de novembro de 2011  | 

Arrow, SlightlyNorth, CC-BY-NC-SA

Se a internet só foi percebida 15 anos depois de se consolidar, cabe a você empresário, ficar atento para o cenário mobile. Além das previsões de aumento dos acessos móveis, a venda de aparelhos também não para. Segundo Juarez Quadros ex-ministro das Comunicações, em 2011 as vendas devem ultrapassar os 15%.

Já Eduardo levy, do SindiTelebrasil, avisa: o Brasil é a quinta maior base do mundo em telefonia celular e teve o segundo maior crescimento no ano passado, pouco atrás da Índia. Em agosto de 2011, tínhamos 114,8 celulares para cada 100 habitantes. E a base só aumenta. Segundo Levy, a previsão para este ano é de 16,6%.

Capriche nas suas ofertas.

Via Monitor Mercantil,foto: Slightlynorth, CC-BY-NC-SA

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O comércio eletrônico no Brasil e no mundo

16 de novembro de 2011  | 

e-mail symbol, Micky, CC-BY

Uma nova pesquisa encomendada pela Pitney Bowes, revela que o tamanho não é tudo o que importa quando se fala das preferências mundiais dos consumidores online. Enquanto as empresas de e-commerce internacionais compartilham algumas características, a pesquisa revela diferenças importantes entre os consumidores em muitos países. Os varejistas que pretendem expandir seus mercados de negócios online devem considerar os diferentes comportamentos de compras do consumidor e as preferências de cada país.

O estudo foi realizado pela ORC International, que pesquisou as preferências e hábitos de compras de 10 mil adultos, em 10 países diferentes. Os consumidores foram entrevistados na Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Japão, Coréia do Sul, Reino Unido e EUA.

E-commerce é hábito para 91% dos consumidores brasileiros

Em geral, 93% (91% no Brasil) dos consumidores entrevistados compraram produtos online, sendo que 49% (45% no Brasil) realizaram compras nos últimos 30 dias. As taxas dos consumidores na Alemanha, Coréia do Sul e Reino Unido foram as mais altas de compras de produtos online (98%), seguidas de perto pelo Japão (96%). No Canadá, esta taxa cai para 82%.

Baixo preço é o principal atrativo para a compra online

A pesquisa também descobriu que os consumidores online querem quatro coisas básicas ao comprar produtos: preços competitivos (71%); uma ampla seleção de produtos (42%); check-out fácil e intuitivo (35%); baixos custos de transporte e de impostos (35%). Especificamente para os brasileiros, o baixo preço (59%), a praticidade e agilidade no processo de pagamento (56%) são os principais atrativos para comprarem pelo e-commerce.

Outras preferências variam de país a país. Por exemplo:

- Facilidade e rapidez do processo de check-out on-line é mais importante para os consumidores na Alemanha e Coréia do Sul (ambos 59%), e menos importante no Japão (11%).

- Os consumidores franceses são sete vezes mais interessados na capacidade de rastrear uma ordem de compra do que os consumidores japoneses (37% contra 5%).

- Estimativa precisa sobre a data de entrega é mais importantes para os consumidores na China e na Coréia do Sul (ambos 20%), mas menos importante no Canadá (10%).

- Uma política de devolução clara e fácil de entender foi quase três vezes mais importante para os consumidores na China (36%) do que para os consumidores no Brasil e Estados Unidos (ambos 13%).

“O e-commerce internacional está se tornando cada vez mais atraente e acessível,” diz Oscar Vazquez da PB. “No entanto, para serem bem sucedidos, os varejistas precisam garantir uma experiência de compra online simples e perfeita e ter um entendimento claro dos consumidores, preferências de transporte e dos canais de comunicação em cada mercado”.

 

Porque os consumidores abandonam o carrinho de compras

O estudo também mostrou diferenças significativas nas razões pelas quais os consumidores entrevistados abandonam carrinhos de compras. Altos custos de frete, 67% (53% Brasil), taxas e impostos adicionais no momento da entrega, 47% (48% Brasil) e o tempo de entrega, 39% (45% Brasil) foram fortes fatores para desistência da conclusão das compras on-line. Os consumidores nos EUA (83%), U.K. (79%) e Japão (78%) são três vezes mais sensíveis aos preços de envio que os consumidores na Coréia do Sul (25%).

 

Os eletrônicos são os campeões de vendas no Brasil

A pesquisa revelou uma visão sobre os tipos de produtos que os consumidores são mais propensos a comprar pela internet, comparando com lojas físicas. As categorias de produtos com maior percentual de preferência de compra na rede incluem livros, vídeos e música, 58% (63% no Brasil), hardware de computador e software, 41% (59% no Brasil) e produtos eletrônicos, 38% (66% no Brasil). A categoria de vestuário foi a menos popular dentre as opções, com apenas 11% dos brasileiros afirmando preferir comprar produtos do gênero em sites de e-commerce.

Os consumidores na China indicaram que eles são mais propensos a comprar vestuário (58%) e calçados (53%) pela internet do que em uma loja física. Na verdade, para quase todas as categorias incluídas na pesquisa, os entrevistados na China são mais propensos a comprar produtos online, com exceção de hardware de computador e software (39%) e joias, relógios e acessórios (16%).

 

O e-mail é o canal de comunicação preferido dos brasileiros

Quando perguntados sobre o canal de comunicação preferido para receber informações sobre novos produtos, promoções ou outras ofertas, 59% dos consumidores globais (e 72% dos brasileiros) indicam que preferem comunicações por e-mail; 25% dos entrevistados (16% no Brasil) preferem receber essas informações em catálogos ou malas-diretas, indicando que o correio é outro forte canal para varejistas online; 4% dos entrevistados (1% no Brasil) prefere receber informações via mensagens de texto (SMS), enquanto 5% dos brasileiros têm predileção pelas mídias sociais (Facebook e Twitter).

Via: MetaAnalise, foto: Micky, CC-BY

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Bem-vindos à mídia social: uma explicação muito clara

14 de novembro de 2011  | 

Ok, a ordem dos fatores está invertida: aqui no Blog do PagSeguro nós sempre falamos em como usar as redes sociais para o seu negócio. E nada melhor que voltar ao início e mostrar, em português claro, como é que tudo funciona. Não importa se você está planejando para Facebook, Twitter, Flickr ou YouTube… o raciocínio funciona muito bem – se você usar direitinho. Com vocês, mais uma produção do Common Craft, sobre redes sociais e seu uso.

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As 10 marcas brasileiras mais influentes no FB Brasil

09 de novembro de 2011  | 

Dito Internet fez um infográfico com o ranking das 10 marcas com mais fãs no Facebook, com dados do Graph Monitor, ferramenta de monitoramento e mensuração de resultados na rede social em outubro.

A marca campeã foi a Guaraná Antarctica, mas o que mais surpreendeu foi o aparecimento das empresas de compras coletivas. O Peixe Urbano ficou em quarto lugar, a Privália Brasil em sétimo, o Brandsclub em oitavo e o ClickOn em décimo. A fan page com maior crescimento foi a da Smirnoff Brasil, com taxa de 22.66%.

Quem tem mais fãs no Facebook Brasil é a página do jogador Kaká, com mais de 11 milhões. Fora Brasil, a fan page com mais fãs no mês, é a do jogo Texas Hold’em Poker da Zynga, com mais de 54 milhões de fãs.

Via: ReadWriteWeb Brasil

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Pesquisa mostra os desafios para o marketing

08 de novembro de 2011  | 

 

A IBM publicou um estudo, o Global CMO Study, sobre o que os líderes de marketing e comunicação das empresas em todo o mundo pensam. Para quem não sabe, CMO quer dizer Chief Marketing Officer.

Foram 1.734 entrevistas presenciais no mundo inteiro, em 19 segmentos econômicos diferentes e 64 países. No Brasil foram feitas 56 entrevistas.

A grande dificuldade dos líderes do marketing é tratar a explosão de dados que estão acessíveis e disponíveis. Se há uma década, era preciso caçar dados de mercado e dos clientes, hoje estas informações são acessíveis e capturáveis, em geral dentro dos sistemas das próprias empresas.

O problema: os dados estão espalhados em diversas plataformas, existem problemas de consistência, a manipulação e o acesso são difíceis. A pesquisa apontou que 71% dos CMOs no mundo se sentem despreparados para lidar com a explosão. No Brasil o índice foi ainda maior: 78%. As questões são: tratar esses dados, integra-los e transforma-los em informações que permitam conhecer melhor os clientes e que ajudem os gestores nas tomadas de decisão, especialmente de investimento.

A pesquisa mostra que os diretores sabem que precisam usar mais tecnologia, automatizar de forma inteligente o tratamento das informações que têm, e principalmente, as novidades que entram nas empresas diariamente. A pesquisa mostrou que 90% dos dados no mundo foram criados nos últimos dois anos. Existe uma notória necessidade de maior capacidade analítica dentro do grupo de marketing e comunicação das empresas.

As mídias sociais são outro desafio que incomoda. Os CMOs reconhecem que elas são a maior revolução dos últimos anos em marketing e comunicação – e 68% têm dificuldades na implementação e gestão de uma estratégia. No Brasil, há sensação de despreparo maior por parte destes profissionais para lidar com a colaboração e influência do cliente. Essa sensação reforça a relevância das mídias sociais em nosso país, cujo povo é reconhecidamente apaixonado pelas novas tecnologias sociais.

O terceiro desafio é a diversidade de canais de comunicação e relacionamento com os clientes. Neste campo, destacam-se os dispositivos móveis. Para 65% dos CMOs, a área preocupa, pois é preciso estar em todos os canais, com sinergia e qualidade – e há necessidade de investimentos em tecnologia e desenvolvimento.

A mudança na demografia do consumidor é o quarto desafio. A tecnologia, o excesso de informação, novas plataformas… tudo isso junto muda os perfis de consumo que as empresas conhecem. Aqui no Brasil ainda tem uma cereja em cima desse bolo: a nova classe C emergente. Estudos apontam que essa nova classe C chega ao mercado com mais de 40 milhões de novos consumidores sedentos para comprar e participar da economia ativa. Como capturar essa oportunidade?

E a previsão é que a complexidade aumente: 79% dos entrevistados afirmaram que o nível de complexidade será maior nos próximos 5 anos, e apenas 48% se sentem preparados para enfrentar o cenário.

Via: A Quinta Onda

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Métricas do seu site em tempo real

31 de outubro de 2011  | 

Google Analytics Real Time

O painel de controle da nova ferramenta

O Google lançou uma ferramenta de análise que identifica o número de visitantes em tempo real. O Google Analytics Real-Time, lançado no fim de setembro, ainda não está disponível para todos os usuários do sistema e promete tornar fácil para os profissionais de e-commerce analisarem como os consumidores interagem com sua plataforma. Até então, as ferramentas do Google entregavam estes resultados com atraso, o que impedia uma rápida capacidade de resposta.

Para Joe Stanhope, analista sênior da Forrester Research, com a nova atualização, o Google passa a competir com software de análises de outros players representativos do setor, como a Adobe, IBM, e Webtrends. Sistemas de análises tradicionais permitem que profissionais de comércio eletrônico monitorem os consumidores em tarefas simples, como: onde vão e quando saem, mas a nova ferramenta do Google permite apresentar resultados instantâneos. “A ferramenta permite que empresas vejam quais partes do site apresentam melhor desempenho”, disse ele.

O Google também comunicou o lançamento de uma versão paga do Google Analytics, disponível apenas para clientes dos Estados Unidos, Canadá e Grã-Bretanha. O Analytics Premium vai custar US$ 150 mil por ano e foi desenvolvido para atender demandas de grandes empresas.

Para solicitar acessso à nova plataforma, preencha o formulário da empresa.

Via: E-Commerce News. Imagem: divulgação

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9 dicas para melhorar o seu check-out

18 de outubro de 2011  | 

Basket only checkout, Leo Reynolds, CC-BY-NC-SA

O momento crítico é este: o check-out. O cliente já escolheu o que quer comprar e escolheu a sua loja! E quem não sofre com carrinhos abandonados que jogue a primeira pedra – toda loja tem muitos em seu banco de dados. Veja quais são os pontos críticos e avalie o seu processo. A ideia é melhorar a sua conversão.

1. Mostre o passo-a-passo do processo do carrinho de compras – Quem tem muitas etapas no fechamento, deve colocar um mapa das etapas. Lembre: tudo deve acontecer em no máximo 4 páginas.

2. Informações aos poucos, com clareza no lugar ideal – Ninguém lê um manual de instruções de uma vez só. Ofereça as informações ao seu cliente a cada etapa com objetividade.

3. Mostre as formas de pagamento disponíveis – Informe o cliente logo no início quais são as formas de pagamento para evitar frustração no fim da compra. Quem usa PagSeguro não se preocupa com isso – e deve usar as imagens disponíveis para o seu site.

4. Permita sempre modificação no carrinho – Antes da conclusão da compra, sempre dê oportunidade de modificar produtos (exclusão/inclusão) e condições de pagamento.

5. Mantenha as informações durante o processo – No check-out sempre deixe os produtos, quantidade e frete visíveis. Eliminar esta informação deixa o cliente inseguro.

6. Peça apenas as informações necessárias – Concentre a coleta de informações nos itens essenciais para a conclusão e segurança do negócio. Pesquisas e outras informações devem ser feitas após o processo, em um questionário de pós-venda.

7. Mostre claramente erros de preenchimento – Mostre sempre os erros de preenchimento em vermelho, tanto no topo da página quanto no item onde o erro realmente ocorreu. Apresente, sempre que possível, a solução ou causa do erro.

8. Mostre onde encontrar as informações do cartão de crédito – É importante que você facilite a localização de informações para a conclusão de pagamentos, como, por exemplo, a localização de códigos de segurança nos cartões de crédito.

9. Links para resolver dúvidas à vista – Destaque os links para sistemas de atendimento online para que os clientes consigam respostas a seus problemas no fechamento da compra.

Via: E-Commerce News. Imagem: Leo Reynolds, CC-BY-NC-SA

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Como não perder o seu cliente

13 de outubro de 2011  | 

os consumidores perdidos

A pesquisa acima, da Get Satisfaction, mostra com clareza porque os clientes desistem da compra. A primeira razão (68%) é falta de atenção ao cliente. A segunda (14%) é, aí sim, insatisfação com o produto e o serviço. Os números impressionam, já que o cliente é, teoricamente, o centro dos negócios. Mas fato é que ainda conseguimos entrar e sair de lojas físicas sem falar com ninguém e que, na hora do aperto, conseguir ajuda no serviço de atendimento ou mesmo na assistência técnica não é 100% garantido.

Cerca de 71% dos entrevistados no estudo afirmam que deixaram de comprar determinado produto por causa do tratamento que recebiam nos pontos de venda. E, quando isso acontece, 61% dos consumidores passam a comprar de outras marcas. E o que mais incomoda os clientes?

  • Estratégias repetidas
  • Armadilhas dos serviços telefônicos
  • Demora no atendimento
  • Representantes desinformados
  • Dificuldade de mudar de setor de atendimento.

Quando um consumidor decide abandonar uma marca, ele faz isso em todos os níveis, inclusive na web. Além de não visitar mais o site ou acompanhar as novidades da empresa, os clientes insatisfeitos deixam de ser fãs da marca no Facebook e param de segui-la no Twitter, diminuindo ainda mais o alcance das estratégias de marketing dentro e fora das redes sociais. Ou seja: perdeu globalmente, não é apenas uma venda. E cada consumidor perdido custa 243 dólares, segundo a pesquisa.

Se o serviço eletrônico não ajudar, os consumidores não terão medo de publicar sua insatisfação na web. Aliás, a maioria costuma fazer isso antes mesmo de entrar em contato com a central de atendimento da empresa. Por isso, todo empreendedor precisa aprender a lidar com esse canal (quase) sem limites.

Um caso interessante, aqui no Brasil, é do Bradesco. O seu canal no Twitter, o @AloBradesco, monitora e responde rapidamente as questões dos consumidores. Um exemplo de escuta nas redes sociais.

Via: Results ON, imagem: Get Satisfaction

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