Vendedores

Escolha a ferramenta de monitoramento para redes sociais

26 de janeiro de 2012  | 

social media bandwagon, Matt Hamm, CC-BY-NC

De nada adianta fazer o planejamento, saber os objetivos se você não tiver uma boa ferramenta para monitorar as suas campanhas nas redes sociais.

Em primeiro lugar, é preciso hierarquizar o acesso à ferramenta. Enquanto os gerentes precisam de acesso completo, quem opera não. Para facilitar o seu trabalho, vamos separar as funções necessárias para os gerentes e para os operadores.

Função Gerentes Nível operacional
Painel de controle personalizado x
Interface amigável x x
Boa coleta de posts x
Facilidade para explorar e aprofundar dados x
Rapidez e filtro de spam x x
Estruturação de tags e classificação de posts x
Exportação de dados brutos x
Suporte técnico x
Interação com os perfis x

 

Estes fatores devem ser levados em conta tanto para avaliar custo benefício como para atender aos seus objetivos. Veja as avaliações de três ferramentas segundo esses critérios.

Scup

- Volume e velocidade na coleta dos dados: Alto volume captado, boa velocidade, com volume considerável de spam em blogs. Permite configurar para coletar posts por idioma e geolocalização, dependendo da rede social utilizada.

- Painel de controle: Simplificado, não possibilita filtros por geolocalização ou idioma.

- Estrutura de tags e avaliação de sentimento: A possibilidade de criar monitoramentos distintos na mesma conta permite a utilização de sentimentos múltiplos para um post, dependendo do ponto de vista da análise. Além disso, tem uma estrutura de tags bem maleável, incrementada com o recurso de regras e a possibilidade de realizar amostragem dos posts.

- Suporte técnico: no Brasil

- Interação com perfis oficiais: Completo.

Sysomos

- Volume e velocidade na coleta dos dados: Alto volume, baixas velocidade e quantidade de spam.

- Painel de controle: Completo, flexível e intuitivo. É possível cruzar tags e realizar filtros segmentados por geolocalização, idioma e rede social.

- Estrutura de tags e avaliação de sentimento: Não permite polaridades múltiplas. Apenas se forem criadas duas contas distintas. Além disso, através do flexível dashboard, pode-se contornar isso através da criação e cruzamento de tags.

- Suporte Técnico: no Canadá

- Interação com perfis oficiais: Completo.

Brandwatch

- Volume e velocidade na coleta dos dados: Alto volume, baixo volume de spam, e baixa velocidade.

- Painel de controle: Completo e altamente personalizável. É intuitivo e de fácil configuração, além de possibilitar um cruzamento de dados e tags.

- Estrutura de tags e avaliação de sentimento: Permite a criação de várias queries por monitoramento e possibilita polarização múltipla. Também permite apenas coletar posts por idioma e geolocalização.

- Suporte Técnico: no Reino Unido, mas possui suporte em português

- Interação com perfis oficiais: Completo.

Outras ferramentas disponíveis e não avaliadas:

Samepoint

SocialMention

How Sociable

Radian6

 

Via: DP6, imagem:  Matt Hamm, CC-BY-NC

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70% dos consumidores evitam empresas que não gostam

23 de janeiro de 2012  | 

O estudo da Weber Shandwick, A empresa por trás da marca: confiamos na reputação, revela: a reputação da empresa é fundamental para a decisão de compra dos consumidores. Segundo a pesquisa feita no mundo inteiro, 70% dos consumidores não compram quando não gostam da empresa que controla a marca. E os executivos concordam: 87% dizem que ter uma marca forte é tão importante quanto ter produtos de marca forte.

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Usando o G+ para o site de comércio eletrônico

18 de janeiro de 2012  | 

Com o crescimento imenso (e lucro proporcional) que o Facebook tem apresentado nos últimos anos, alcançando 800 milhões de pessoas e um valor de mercado de mais de 80 milhões de dólares, o Google decidiu tentar reconquistar a sua fatia das redes sociais com o Google+.

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Curso de redes sociais

16 de janeiro de 2012  | 

O Fernando Souza, empresário e blogueiro, acaba de publicar um slideshow comprido de seu curso de férias sobre redes sociais. Um documento bacana que orienta a todos sobre como usar direitinho estas ferramentas para turbinar os negócios. Vale a pena estudar com cuidado e atenção. Aproveite para testar e contar para a gente os resultados ok?

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Conversão é o segredo do sucesso para o e-commerce

10 de janeiro de 2012  | 

sucessfull business woman, search engine people blog, CC-BY

Com os valores do CPC (Custo Por Clique) aumentando a cada dia, a taxa de conversão é uma preocupação para os gestores de comércio eletrônico. Aumentam os custos para atrair os visitantes e isso se reflete nos lucros, óbvio. Num mundo perfeito, todo visitante fecharia negócio e ainda indicaria sua loja. Se tudo fosse ideal, claro, sua taxa seria de 300%.

Só que a realidade é que no Brasil os sites têm taxas de 0,5% a 1,5%. Pouquíssimo se compararmos com a média norte-americana, que chega a 17% em algumas categorias. Mas vamos começar do começo: você conhece a fórmula da taxa de conversão?

TC = VU ÷ PA

Onde:

TC= Taxa de Conversão

VU = Visitantes Únicos

PA = Pedidos Aprovados

 

Tudo isso depende de muitos fatores. Os principais estão abaixo.

1. Landing Page: é a página de entrada. Há alguns anos atrás, a homepage (página inicial) era a principal página de entrada. Com a chegada dos buscadores e comparadores de preços, a homepage perdeu o posto de porta de entrada para as páginas dos produtos. Isso porque todo bom comércio eletrônico otimizou suas páginas com práticas de SEO (Search Engine Optimization) para que elas apareçam entre os primeiros resultados nas buscas. Com isso, estas páginas ficaram ainda mais importantes – e o visitante tem que encontrar o que busca ali.

Em miúdos: a página tem que ter uma boa descrição do produto; preço e condições de parcelamento, disponibilidade e botão de compra (ele é o rei, lembre). Se for uma página de categoria, os produtos mais vendidos devem estar em destaque, as fotos devem ser muito boas.

Nunca é demais lembrar: atenção para o texto! Além de bom português, ele deve ser fácil de ler – nada de letra cinza em fundo branco. Se puder, elimine ou reduza barras laterais. E evite banners. Eles distraem os visitantes.

2. Taxas de bounces: você encontra esta informação em qualquer boa ferramenta de métrica. Bounce significa que não funcionou. Em e-mail marketing, são os e-mails que não chegaram aos destinatários. Em termos de visitas, significa que usuário entrou e saiu. Estudar a página e os termos que mais trouxeram visitantes é o melhor jeito de resolver a questão. O detalhe sórdido: quanto maior a taxa de bounce, menor será a conversão.

3. Plano de marketing digital: as taxas de conversão estão diretamente relacionadas à qualidade das campanhas de marketing digital que você anda fazendo. Não basta sair comprando palavras-chave, bases de e-mails e publicando produtos em comparadores de preços. Estude muito o perfil do seu público e os canais que ele usa. Dá um trabalho danado, mas no fim do dia dá gosto ver as taxas de conversão aumentando. Pense nisso.

4. Usabilidade: esse é o maior aliado na taxa de conversão. Quem pensa em usabilidade, pensa no usuário. Poucas empresas investem nisso – embora gastem muito com campanhas. Sabia: testes de usabilidade podem aumentar em mais de 100% as taxas de conversão. Isso significa dizer que uma loja virtual que hoje tem 0,5% de conversão, pode pular para 1,0% depois de fazer um estudo desse tipo em seu processo de compras.

Concluindo, de nada adianta aumentar seus investimentos em links patrocinados e compras de mailings, se você não olhar primeiro para dentro do seu site, tornando-o mais vendedor. Os sites de comércio eletrônico não precisam ser lindos, inovadores e ganhadores de prêmios. Sites de ecommerce precisam ser vendedores. Batedores de metas. Convertedores. Aí tudo funciona – para você e para o usuário. Vamos conquistar os 300% de conversão? Clique nos links e veja outros artigos que podem ajudar nisso.

Via: Oficina da Net, foto: search engine people blog, CC-BY

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Como usar as mídias sociais para ter sucesso em 2012

09 de janeiro de 2012  | 

Social Media ROI, Intersection Consulting, CC-BY- NC

A CMO Council, em parceria com a Lithium, entrevistou mais de 1.300 consumidores e 132 profissionais de marketing para entender o alcance, a velocidade e o valor das mídias sociais. Enquanto 52 % dos comunicadores relataram que acreditam que suas marcas têm desfrutado de maior influência graças à presença em redes sociais como o Facebook, apenas 17 por cento disseram que a mídia social está totalmente entrelaçada, alinhada e integrada globalmente ao mix de marketing.

Do ponto de vista empresarial, eles estão lutando para integrar plenamente as mídias sociais à estratégia global de marketing, com 34 % dos entrevistados respondendo que enquanto desenvolveram estratégias, as redes sociais ainda não estavam totalmente alinhadas.

Já os consumidores, dizem que se envolvem com as marcas através de canais como Facebook e outras redes sociais em grande parte para conhecer novos produtos (55 %); participar de promoções ou concursos exclusivos; e para se entreter com games (65 %) oferecidos especificamente através destes canais. A maioria dos consumidores usa mídias sociais especificamente para se conectar com outros fãs (25 %) ou para compartilhar experiências positivas (32 %).

A pesquisa também revelou lacunas significativas entre marcas e consumidores em relação à abordagem. A constatação geral foi de que os consumidores querem mais das marcas on-line, incluindo experiências mais ricas, maior engajamento, razões para participar e recompensas quando o fazem.

A grande história: os consumidores têm a mente aberta, se engajam, exigem, são leais e costumam defender as suas marcas preferidas. Para conquistar a preferência deles em 2012, quatro dicas:

  1. Aprofundar o engajamento da comunidade através de ferramentas da marca;
  2. Propostas que permitam a participação;
  3. Melhores prêmios, como privilégios, rankeamento ou reputação dos consumidores mais engajados;
  4. Melhorar as experiências nos jogos, promoções e apps.

Para completar, um texto produzido aqui no Brasil, em que uma profissional de mídia social fala da diferença entre gerações e os conflitos entre a produção de ações nas mídias sociais e os resultados, na prática do dia a dia: Desabafo de uma filha da Geração Y

 

Via: Escave as Mídias Sociais, foto: Intersection Consulting, CC-BY- NC

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Divulgação de preços em comércio eletrônico poderá ser obrigatória

26 de dezembro de 2011  | 

e-commerce Visa, Fosforix, CC-BY-ND

A Câmara analisa proposta que obriga os sites de comércio eletrônico a divulgar os preços dos produtos ou serviços oferecidos junto às suas imagens, de forma ostensiva e com caracteres facilmente legíveis, com fonte de tamanho igual ou maior que doze. A medida está prevista no Projeto de Lei 2096/11, do deputado Luis Tibé (PTdoB-MG).

A proposta acrescenta esta regra à Lei 10.962/04, que trata das formas de afixação de preços em produtos e serviços aos consumidores. A lei hoje não estabelece nenhuma regra para o comércio eletrônico. “A presente iniciativa pretende atualizar o texto da referida legislação, de modo a incluir sob seu abrigo o consumidor que compra pela internet”, explicou Tibé.

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Natal Solidário Offernauta

06 de dezembro de 2011  | 

O Natal está chegando e esta época trás um sentimento maior de compaixão, repensamos nossas vidas e ajudamos mais uns aos outros.  O site de compras coletivas e parceiro do PagSeguro OFFERNAUTAS está com uma ação bem legal neste Natal.

É a campanha Natal Solidário Offernauta, que você compra 10 cartões de Natal e ajuda duas instituições de caridade a fazer um Natal mais alegre a muitas pessoas!

Acesse http://www.offernauta.com/, compre agora utilizando o PagSeguro e faça o Natal de alguém feliz!

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Código de ética para as compras coletivas

06 de dezembro de 2011  | 

Two business men shaking hands, MyTudut, CC-BY-NC-SA

O setor de compras coletivas anunciou o lançamento de um código de autorregulamentação para disciplinar as práticas no segmento, o que mais cresce no e-commerce brasileiro.

A iniciativa é do Comitê de Compras Coletivas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), que reúne as principais empresas do setor, responsáveis por 85% do volume total – sendo que 80% está nas mãos de três: ClickOn, Groupon e Peixe Urbano. Ao todo, há cerca de 1200 sites do tipo em atividade no país. Leia mais…;

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Novidades no Checkout PagSeguro

28 de novembro de 2011  | 

O PagSeguro tem uma novidade a você que facilitará sua compra!

Toda a transação efetuada no PagSeguro segue uma analise criteriosa para proporcionar maior segurança para quem compra e para quem vende, e agora quem compra poderá saber se a transação que foi “paga” com cartão de crédito foi aprovada ou não em alguns segundos após o ato da compra.
Caso a transação seja reprovada, aparecerá uma mensagem (como na imagem abaixo) indicando que você poderá escolher outro meio de pagamento para concluir a compra, sem precisar refazer todo o percurso novamente.

Com este novo recurso, fica muito mais fácil comprar e vender.

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Blog do PagSeguro