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Brasil tem mais de 259 milhões de celulares

Dropbox, Johann Larsson, CC-BY

O número de linhas móveis habilitadas no Brasil chegou a 259,29 milhões no fim de outubro, de acordo com balanço divulgado há pouco pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Com isso, a chamada teledensidade no País encerrou o mês passado em 131,70 acessos para cada 100 habitantes.

Somente em outubro ocorreram mais de 436 mil habilitações de novos chips de celulares e internet móvel. Ao fim do mês, os terminais com banda larga 3G somavam 59,01 milhões.

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Mulheres lideram empreendedorismo no Brasil


Uma pesquisa do Sebrae mostrou o número de mulheres à frente de microempreendimentos tem crescido muito no Brasil, especialmente no que diz respeito ao comércio e à prestação de serviços. Entre as atividades mais frequentes entre as mulheres em todo o Brasil está o varejo de artigos de vestuário e acessórios, que registra 75% de participação de mulheres no comando. É a prova de que as brasileiras estão entre as mais empreendedoras do mundo.

A última grande pesquisa feita sobre o assunto, da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), mostrou ainda que as as mulheres são metade dos empreendedores brasileiros (49,3%), o que representa 10,4 milhões de mulheres comandando suas empresas. Um outro levantamento feito pelo Sebrae aponta que de cada 100 Empreendedores Individuais (MEI), 45 são mulheres. E cerca de 61 mil delas estão à frente de uma franquia, que fatura até 32% a mais do que as lojas gerenciadas por homens, segundo a consultoria Rizzo Franchise, especializada nesse tipo de negócio. Ao todo, as mulheres são responsáveis pelo sustento de 35% dos lares brasileiros.

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84% dos brasileiros têm receio de comprar pela internet com cartão de crédito

O e-commerce brasileiro deve movimentar até 2017 o equivalente a 25 bilhões de dólares, mais que o dobro da projeção para este ano, de 12,2 bilhões de dólares, feita pela Forrester Research. Este crescimento mostra que os brasileiros aderiram de vez às compras online e têm como grande aliado o cartão de crédito.

No entanto, uma pesquisa global realizada pela F-Secure (www.f-secure.com) com usuários de banda larga em 14 países revelou que 84% dos internautas brasileiros se preocupam com a segurança ao efetuar compras pela web utilizando o cartão, com receio de sofrer algum tipo de ataque hacker e ter os dados roubados. Apenas 5% das pessoas não têm essa preocupação e outros 2% afirmaram que nunca fizeram compras pela web com o cartão de crédito.

A Espanha é o segundo país no qual a preocupação com as compras pela internet também é grande, isso para 79% dos entrevistados, seguido da Índia (77%), EUA (63%) e Inglaterra (62%). Por outro lado, os usuários de cartão de crédito que mais confiam nas compras online são os finlandeses (38%), acompanhados pelos suecos (34%) e os franceses (32%).

“A insegurança aumenta na medida em que as pessoas estão cada vez mais realizando pagamentos por meio de dispositivos móveis mas, ao mesmo tempo, não possuem em seu tablet ou smartphone o mesmo nível de proteção que mantêm em seu PC”, explica Ascold Szymanskyj, vice-presidente de vendas e operações da F-Secure para a América Latina.

Via divulgação. Crédito da imagem: Mike Bitzenhofer via Compfight.

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72% dos usuários brasileiros seguem ao menos uma empresa nas redes sociais

The almighty mouseDivulgada nesta semana pela eC Metrics, a pesquisa Produção e difusão da mídia social entre brasileiros mostra o comportamento e interação dos usuários com marcas no País. Segundo o levantamento, atualmente 72% dos entrevistados afirmam seguir ao menos uma marca ou produto em suas redes sociais, enquanto o número no ano anterior era de 67%.

Entre os motivos que mais levam alguém a seguir uma determinada empresa, de acordo com a eC Metrics, está a apreciação da marca com outras pessoas, com 31%; mesmo percentual daqueles que consideram legal estar associado de alguma causa que acreditam. Empatados com 29% estão a vontade de aprender mais sobre a empresa, e obter mais informação sobre os produtos de uma marca. Com menor número estão aqueles que desejam fazer parte de uma comunidade com a mesma opinião, tendo 20%; e defender uma causa, com outros 18%.

Ainda sobre o levantamento, 42% dos entrevistados afirmam que gostariam de se relacionar com uma marca para encontrar mais informação e conhecimento sobre ela; enquanto 26% esperam ter uma experiência personalizada. Para 11% das pessoas que responderam a pesquisa, interagir de forma que contribuam mais para a criação da marca é um dos motivos de se ligar com uma empresa nas redes sociais.

De acordo com Gabriel Borges, CEO da Ampfy, agência de comunicação especialista na relação de marcas e consumidores nas mídias sociais, os números mostram amadurecimento do usuário de redes sociais no Brasil. “Tivemos um crescimento considerável em apenas um ano, que aponta para uma maior interesse do consumidor com as empresas nas redes. Se antes não fazia parte do hábito seguir uma determinada marca no Facebook, Twitter, Pinterest ou Google+, agora os usuários buscam acompanhar de perto suas ações e novidades nessas redes. Essa aproximação do consumidor deixa clara a importância das empresas saberem como atuar nas redes sociais, e como fazer isto de maneira profissional”, pontua o executivo.

Créditos de imagem: Creative Commons License Daniele Pieroni via Compfight.

Associação Brasileira de Comércio Eletrônico nasceu!

Nasceu uma nova entidade para o comércio eletrônico brasileiro: a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Com sede em São Paulo, a associação já conta com mais de 500 empresas relacionadas ao comércio eletrônico, entre lojas virtuais e fornecedores de serviços. O objetivo é representar as micro, pequenas e médias empresas do setor nas questões regulatórias.

Mauricio Salvador, seu presidente, diz o crescimento do comércio eletrônico brasileiro e o volume atual do faturamento das lojas virtuais, finalmente chamou a atenção dos Órgãos Públicos, que já começaram a discutir alterações na legislação brasileira, visando adaptá-la ao mundo digital.

“O problema é que não há nenhuma entidade representando as micro, pequenas e médias empresas do varejo digital. Do jeito que estão propondo mexer nas leis, os preços praticados pelas lojas virtuais ficarão mais caros do que nas lojas físicas. Em nenhum outro lugar do mundo é assim”, diz Salvador.

Essa preocupação diz respeito às propostas de mudanças na cobrança de ICMS nas vendas entre os Estados, o que afeta diretamente as vendas online. Além disso, está sendo discutido um novo capítulo no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8078/1990), voltado para o comércio eletrônico. O anteprojeto foi apresentado em março, depois de um ano de trabalho de uma comissão de juristas nomeada pelo Senado Federal.

Salvador afirma que há pontos no projeto que vão na contramão das estratégias de marketing na Internet. “O conceito de opt-in, ou seja, no qual o consumidor dá permissão para receber ofertas das lojas e de parceiros, por exemplo, foi ignorado. Já tivemos outras intervenções do Governo, como a obrigatoriedade de entrega com hora marcada, que não pode ser cumprida pelas lojas virtuais sem que os custos sejam repassados ao consumidor”, diz Salvador.

Para se associar, basta preencher o formulário no site http://www.abcomm.com.br. Não há custos de anuidade e os associados tem benefícios tais como acesso à estudos exclusivos, descontos em eventos, treinamentos e serviços de tecnologia de empresas associadas.

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Número de usuários de internet aumenta no Brasil

Amigos do Planeta - Inclusão Digital é isso aí!
Creative Commons License Photo Credit: Leonardo Augusto Matsuda via Compfight

 

O número de internautas brasileiros passou os 80 milhões neste primeiro trimestre de 2012, um aumento de 5% em relação ao mesmo período do ano passado. O número de internautas que acessam a internet em casa ou no trabalho em abril foi de 48,9 milhões, 14% a mais que em abril de 2011. O número dos que acessam de casa é de 40 milhões, 14,2% a mais que em abril do ano passado.

Os sites que mais obtiveram crescimento foram de eventos (14,2%), gastronomia (5,5%), sites de hotéis (3,2%) e de multicategorias, como notícias de finanças (4,3%) e estilo de vida (8,2%), em comparação com o mês anterior. Sites de humor são os que mais sofreram crescimento brusco, com 72% de aumento de acesso em um ano, principalmente sites com presença em redes sociais como facebook. Esses dados foram tirados do painel Ibope Nielsen.

Via: IDG NOW!

Pesquisa revela como o brasileiro acessa a internet

Creative Commons License Photo Credit: Dino Abatzidis via Compfighttyppity-typpity
Creative Commons License Photo Credit: Amancay Maahs via Compfight

Foi divulgado ontem os resultados de uma pesquisa que visa entender como é o comportamento e como é a percepção de 80 milhões de brasileiros que possuem acesso à internet. A pesquisa “como 80 milhões de brasileiros acessam a internet no Brasil” foi feita pelo Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil) em parceria com a comScore. Os números mostram a força do meio digital hoje em dia.

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Aumenta o número de códigos maliciosos distribuidos na internet em 2011

hanging on, Darwin Bell, CC-BY-NC

De acordo com números do Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), foram mais de 40 mil notificações de tentativas de fraude totalizaram, aumento de 30% em relação a 2010. O número de incidentes de segurança – quase 400 mil – cresceu quase três vezes ano passado em relação a 2010, mesmo com queda de 20% no último trimestre em relação ao anterior.

As notificações de páginas falsas de bancos e sites de comércio eletrônico (phishing clássico) em 2011 cresceram 62% em relação a 2010.

Os alertas sobre “cavalos de Tróia”, utilizados para furtar informações e credenciais aumentaram apenas 1,5%. No entanto, o número de notificações cresceu 6% em relação ao trimestre anterior e 17% em relação ao mesmo trimestre de 2010.

“Notamos que em 2011 o número de notificações de casos de páginas falsas que não envolvem bancos e lojas online foi três vezes maior do que o de 2010”, afirma Cristine Hoepers, analista de segurança do CERT.br. Continue lendo