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Comércio Eletrônico fatura R$ 760 milhões no Dia das Mães

o/, Jennifer, CC

O comércio eletrônico teve um Dia das Mães aquecido em 2011. Segundo a e-bit, a segunda data mais importante para o comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 760 milhões entre 24 de abril e 8 de maio. O crescimento foi de 22% em relação ao mesmo período em 2010, sendo superior também ao registrado no varejo físico. De acordo com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), nas lojas físicas o crescimento foi de 6,53%

As categorias de Saúde, beleza, cosméticos e medicamentos foram as preferidas pelos filhos na hora de presentear suas mães, com 14% do total de pedidos. Em seguida vieram Eletrodomésticos com 13%, e Informática com 11%. Completando os Top 5, figuraram Telefonia e Celulares, com 7% e Moda e Acessórios com 6%. O Ticket médio para a data ficou em R$ 350.

Ranking dos produtos mais vendidos no Dia das Mães em 2010

(Em volume de pedidos / transacional, entre 24/04/11 e 08/05/11)

Saúde, beleza, cosméticos e medicamentos 14%
Eletrodomésticos 13%
Informática 11%
Telefonia/Celulares 7%
Moda e Acessórios 6%

Foto: Jennifer, CC

Venda mais em sua região com seu e-commerce

Critical Massive, Michael Holden, CC

Lembre sempre: é possível desenvolver um mercado local através da utilização do canal de internet ou do meio eletrônico. Afinal, a grande maioria dos novos lojistas no comércio eletrônico não são grandes varejistas, ou seja, têm uma ou poucas lojas físicas e logística também limitada. E o seu foco de atuação é regional. Como frete grátis, agilidade e serviço diferenciado são ouro na internet, os lojistas podem ganhar mercado em torno de sua localização.

Avise os internautas de sua cidade ou redondezas que eles têm descontos e/ou isenção no frete, e que para eles os produtos chegam antes! Os grandes varejistas eletrônicos já fazem isso nas regiões de seus Centros de Distribuição. Por que você, que é pequeno, não pode? É uma pequena mudança que vai te dar uma enorme vantagem competitiva. Afinal, a gente sabe que o internauta é ansioso e quer o produto em suas mãos o mais rápido possível.

Pensar macro por conta dos negócios na internet não quer dizer esquecer onde você está. Vale a pena desenvolver o seu mercado local – ganha você e todo mundo em torno.

Via E-Commerce Blog, imagem: Michael Holden, CC

Dicas para abrir seu e-commerce

Em tempo de investimento com rendimento de menos de 2% e crescimento de vendas no comércio eletrônico em torno dos 30% (taxa de crescimento no Brasil, em 2010), não são poucas as ideias de novas lojas online. Antes de começar, anote as dicas do PagSeguro, que tem mais de 3 anos de experiência no mercado nacional.

1. Crie um plano de negócios

Sim, é importante ter um plano para saber o que vai vender e para quem, o investimento necessário, o tempo de retorno do investimento. Se você não sabe nem por onde começar, o SEBRAE tem ótimas ferramentas para ajudar. Ao planejar o seu negócio na internet, sempre é importante saber que a grande diferença está em conteúdo – o que envolve não apenas o texto, mas as imagens, a programação e ferramentas de publicação do seu site.

2. Descrição é tudo – crie a sua

Na selva de indexação, visitas e conversão de vendas, ter conteúdo específico e bem escrito faz, sim, diferença. Quem já buscou informação para comprar qualquer item – de HDs externos a geladeiras, incluindo aí tudo o que há no universo – sabe o quanto pode ser difícil encontrar informações exatas e únicas. Capriche.

3. Sem imagem, nem pensar!

Vitrine é o que prende o olho e faz a venda. Quem faz isso por sua loja na internet são as fotos e os vídeos (se houver). Boas fotos, de todos os ângulos, com as cores do produto são o seu melhor vendedor. Além disso, permita ampliações e também, se possível, que seus usuários mandem suas próprias fotos.

4. Caia na rede social

O social commerce ainda está engatinhando. Embora as presenças no Twitter e no Facebook sejam fato para muitas empresas brasileiras, muitas vezes falta estratégia. Lá você pode entender seus clientes, descobrir necessidades e expectativas e receber retorno sobre seu atendimento, usabilidade e outras questões importantes.

Para entender melhor o assunto, o livro “Entregando Felicidade”, sobre a Zappos.com, é leitura obrigatória.

5. Conteúdo, sempre

Quanto mais conteúdo – blog, Twitter e Facebook por exemplo – melhor sua indexação e mais canais de entrada. E, se você fizer a lição de casa no site, mais conversões. E lembre: quantidade sempre com qualidade!

6. Meça, meça e meça de novo

Na internet você sabe tudo: como o usuário chegou ao seu site, qual o caminho até fechar a compra, quantas vezes consultou antes de fechar o negócio. As ferramentas de web analytics estão aí para isso e a mais usada é o Google Analytics, gratuito e poderoso. Aprender a usar e/ou contratar um profissional são medidas básicas para ter sucesso.

7. Logística: o nó górdio

Sempre que possível, o ideal é enviar “grátis”. As aspas significam o seguinte: se possível, coloque o custo no preço da mercadoria. É comum o internauta desistir da compra exatamente na hora que vê o custo do frete que é, sim, fator decisivo. Lembre também de criar sua logística reversa, para trocas, devoluções e desistências, garantidas pelo Código de Defesa do Consumidor.

8. Garanta a atenção

Na internet as distrações são muitas. Assim como as compras por impulso. E a concorrência sempre está a uma aba e um clique de distância. Garanta a atenção, a rapidez e o conforto do seu cliente para conquistar a sua venda. E não distraia o cliente com banners de anúncios no meio da página do produto – embora destaques com promoções na home sejam válidos, sempre.

9. Seja único

O ponto comum entre todos os sucessos no mundo online é um só: cada um é único. No que sua loja é única? Como você se destaca? Pense nisso quando estiver fazendo o seu plano de negócios.

10. Evolua sempre

O mundo online está em constante evolução. Padrões mudam o tempo todo, há o vocabulário próprio (ticket médio, CTR, CPM, taxa de conversão, canais, certificação de segurança…) e diferentes áreas de conhecimento em convergência. É preciso saber um pouco de comunicação, marketing, programação, segurança e métricas, sem falar da busca. Ler muito é a saída e contratar especialistas, sempre que possível, uma solução.

E o PagSeguro sempre está às ordens para garantir a segurança e conforto nas suas vendas.

4 dicas para conquistar os clientes 2.0

Segundo pesquisa publicada na Bazaarvoice, 73% dos adultos online que fizeram buscas de produtos, 62% também procuraram por resenhas sobre estes produtos. Estes números dão uma noção do quanto é importante ter boas avaliações dos produtos e de seu negócio na internet. O ideal, segundo os especialistas, são 90% de avaliações positivas. Se você deixar de lado aqueles que são insatisfeitos por natureza (ou mal intencionados), conquistar o consumidor exige quatro estratégias: monitoramento, escuta, resposta e amplificação.

Monitoramento

Sem saber o que falam de sua marca, você não tem de onde sair. Um (mal) exemplo: os consumidores costumam falar muito mal das teles nas redes sociais, sem nenhuma resposta. Um bom exemplo: o Bradesco atende as reclamações quase instantaneamente no Twitter, através do seu perfil @AloBradesco.
“Lembrete: O PagSeguro também conta com um canal de atendimento no twitter @pagseguro_info atendendo os clientes com duvidas em relação ao serviço.

Para saber o que falam de você, escolha as palavras chave e deixe a sua busca automatizada. Sobram ferramentas gratuitas e pagas para fazer isso – e você terá um belo panorama de sua marca e dos temas a ela relacionados com rapidez e precisão.

Escute

Ao encontrar as conversas sobre a sua marca, há dois tipos de conversas: as que falam do seu negócio e as que alertam para problemas futuros. É a última a mais rica e necessária. Os gerentes de mídia social sabem separar bem o que precisa de atenção imediata e o que só pede uma escuta ativa. E, a partir destas definições, é possível criar estratégias para eliminar as questões que podem se transformar em discurso negativo sobre a sua marca.

A resposta é a chave

Nas redes sociais, uma resposta eficiente é ouro – e evita crises. Quando o internauta reclama “ao vivo” nas redes, quer solução. É preciso uma dose extra de simpatia e se colocar no lugar do cliente para conseguir responder. Entretanto, há que ter medida para não se tornar refém dos consumidores reclamões. E ao mesmo tempo, mostrar que leva em consideração a sua opinião. É ou não uma arte, esta de responder online?

Amplifique: deu certo!

É muito importante contar o que você faz para satisfazer seus clientes. Em geral os SACs não dão grande valor às opiniões positivas – que são ouro na hora da avaliação – e de conquistar seus clientes 2.0. Se é verdade que você faz tudo para deixar seu cliente feliz, conte! Para isso, é preciso ter estratégias eficientes para se comunicar com o mundo – e os canais apropriados.

E a novela do ICMS para o comércio eletrônico continua

Mais um capítulo sobre a discussão no congresso sobre a tributação sobre o comércio eletrônico. Agora, O deputado estadual Paulo Duarte (PT) apresentou à Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, na última quarta, dia 27 de abril, um projeto de lei que altera a cobrança de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre produtos comercializados na internet.

A proposta do deputado é para alterar a lei de forma a tributar a transação não a partir da origem, mas do destino do produto. Segundo o deputado, a lei é defasada, pois é originada na Constituição de 1988, quando ainda não havia e-commerce.  Ainda segundo Paulo Duarte, a mudança na cobrança das compras virtuais (e-commerce) é de interesse de, no mínimo, 20 estados brasileiros.

O blog do PagSeguro continuará acompanhando os fatos para informar nossos leitores sobre essa novela.

Atendimento personalizado fideliza os clientes

O internauta tem conforto, agilidade e rapidez no comércio eletrônico, tanto é que esta modalidade já responde por 33% das compras no varejo nacional. Mesmo assim, muitas vezes também precisa de ajuda. Este contato mais próximo ajuda a fidelizar e pode ser o grande diferencial de sua loja.

Pesquisa realizada pelo Laboratório de Novas Mídias Digitais, em parceria com a Universidade Sagrado Coração, revela que 59% das empresas não resolve eficientemente as solicitações de atendimento via internet.

A sondagem, feita em cidades do centro-oeste paulista, indicou que a grande maioria das empresas disponibiliza formulários burocráticos para contato , o que muitas vezes atrasa o processo. 75% das empresas exploradas oferece atendimento personalizado e, embora o tempo médio de resolução de questões seja de apenas 36h, 49% das solicitações feitas às empresas pesquisadas não teve uma solução completa.

Lembre: um bom atendimento faz a sua loja ganhar a preferência na hora da concorrência. Investir nisso é fundamental. Veja quais são as ferramentas e estratégias disponíveis:

Atendimento online – um comunicador direto, é feito para esclarecer as dúvidas de forma clara e rápida. Importante estar online e treinar bem os atendentes.

Contato – deixe claros telefones e e-mails (além do horário de funcionamento). É ideal que cada mensagem seja respondida em no máximo 24 horas e de forma pessoal. Personalize ao máximo as mensagens padrão.

E-mail marketing – use esta ferramenta também para criar relacionamentos. Exemplo rápido: promoções especiais para perfis e cartões de aniversário.

Datas comemorativas – lembre de se preparar para cada data importante para os consumidores. Isso mostra que você está atento.

Pós-venda – um e-mail perguntando ao cliente se recebeu o produto adequadamente, se gostou dos serviços, ou mesmo uma pequena pesquisa online, entre outros, são coisas que poucas lojas fazem.

Via: blog do e-commerce

STF decide que Piauí não pode cobrar imposto sobre comércio eletrônico

O Supremo Tribunal Federal decidiu suspender a liminar que aplicava a ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) sobre produtos eletrônicos no Piauí. A alteração da lei determinava a incidência do ICMS sobre as entradas de mercadorias ou bens de outros estados, devido ao aumento de mercadorias oriundas de compras pela internet.

A ideia da lei surgiu com o Secretário de Fazenda do Estado do Piauí, alegava perdas no montante de R$ 50 milhões em ICMS por ano, imputadas ao crescimento das transações via internet, de acordo com Ophir Cavalcante, presidente do Conselho Federal da OAB.

O ministro Joaquim Barbosa votou a favor da suspenção com o argumento de que há pessoas que estão tendo uma leitura equivocada do fenômeno de compras na internet. “O rápido avanço tecnológico tem agravado as distorções dos princípios da neutralidade e do pacto federativo”, disse o ministro. Qualquer que seja a alteração do uso de uma lei, deve ser feita a partir de uma reforma tributária federal, não individualmente, com cada governante interpretando-a à sua maneira.

Via STF

São Paulo não entra no acordo do ICMS

O Estado de São Paulo reagiu às mudança no ICMS do comércio eletrônico e ficou fora do protocolo assinado por 18 estados e o Distrito Federal. A divergência de interesses tem tudo para parar na Justiça. De acordo com dados do Conselho Nacional de Política Fazendária – Confaz, o volume de negócios online envolvendo mercadorias e serviços são da ordem de R$ 15 bilhões.

O acordo firmado na última sexta-feira, 01/04, em reunião realizada no Rio de Janeiro, mobilizou os estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, além do Espírito Santo e o Distrito Federal. O conflito pode ganhar um contorno mais delicado, porque o governo federal prometeu apoiar às mudanças sugeridas pela maioria.

O acerto dos 18 estados e o Distrito Federal estabelece que 7% do ICMS é retido na origem. Ou seja, no Estado onde a compra é feita. O restante seria encaminhado para o Estado de destino. Os valores variam conforme o valor do produto.

Ao assumir posição contrária, São Paulo não está obrigado a repassar o imposto para o Estado de destino. Até agora, o tributo incidente nas vendas pela internet era recolhido exclusivamente na origem dos produtos e serviços. Isso significa que São Paulo e Rio de Janeiro ficavam com o grosso do imposto, pois são sede da maioria dos centros de distribuição das lojas virtuais.

“O Estado de São Paulo reconheceu a necessidade de uma mudança na legislação que regulamenta as vendas via internet. Infelizmente, eles dizem que esta mudança deve acontecer via Constituição Federal, o que retarda e muito o processo”, lamentou o secretário de Fazenda de Mato Grosso, Edmilson José dos Santos.

O acordo assinado dispõe aos Estados de destino o dever de inserir em sua legislação dispositivos que possibilitem a cobrança do ICMS nas operações procedentes de lojas situadas nos Estados que não aderiram ao protocolo. Aderiram ao protocolo os Estados do Acre, Amapá, Ceará, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Pará, Espírito Santo, Alagoas, Goiás, Mato Grosso, Pernambuco, Roraima, Rondônia, Sergipe, Paraíba, Bahia, além do Distrito Federal.

Via Convergência Digital