Inclua os novos e-consumidores na sua estratégia de marketing

23 de agosto de 2011  | 

e-mail symbol, Micky, CC
A inclusão de novos usuários na internet brasileira não para. Se no início o e-commerce brasileiro vendia basicamente livros e CDs, hoje até vestido de noiva está na lista dos consumidores online. Os sinais da mudança aparecem em pequenas informações. Em 2011, o segmento de moda figurou pela primeira vez entre as cinco categorias mais vendidas no Dia dos Namorados. Acessórios para a prática de esportes, utilidades domésticas e até peças automotivas ganham espaço nas vendas.

Segundo as pesquisas do e-bit, que monitora o setor permanentemente, para o segundo semestre de 2011 os tablets serão as estrelas, com vários modelo inclusive fabricados no Brasil.
Os consumidores online têm comportamento muito semelhante – e não importa muito classe social, país. Os principais interesses são comunicação, lazer e compartilhamento – como já mostramos na pesquisa sobre o perfil dos internautas.

Segundo a última pesquisa do e-bit, 49% dos consumidores se sentem “mais seguros” enquanto 21% se sentem “muito mais seguros” para fazer compras online. E 81% dos entrevistados acessam a internet para fazer compras.

Claro que o sucesso do seu negócio online está com a maioria. Ela atende pelo nome de “classe C”, os “emergentes”. E lembre, na sua estratégia: eles têm todo cuidado ao comprar online. Daí a necessidade de oferecer todos os selos e certificações de segurança. Aproveite para caprichar na usabilidade e acessibilidade de seu site, facilitando a vida dos seus clientes.

Também é importante estabelecer uma comunicação direta com estes clientes. Seja claro, converse, escute, resolva problemas e demandas. Segundo pesquisa do Ibope, a classe C confia em propaganda bem feita – e também nas celebridades. Se a sua verba não dá conta do global do momento, as mídias sociais ajudam, principalmente se forem integradas com outros meios. Multicanal não é só para a venda, é também para o marketing.

A fidelização destes clientes será consequência de suas ações. É preciso criar presença online; oferecer facilidade no fechamento da compra (e todas as formas de pagamento possíveis); preço competitivo; um leque grande de produtos; um atendimento de pós-venda eficiente e uma boa experiência de compra.

Todos nós trabalhamos para que o comércio eletrônico brasileiro seja potente e brilhe ainda mais. O próximo passo, parece, é começar a pensar em como resolver o nó da logística – já que as entregas continuam sendo o ponto sensível do negócio.

Com informações do E-Commerce Blog, imagem: Micky, CC

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8 dicas sobre o comportamento da classe C na internet

05 de agosto de 2011  | 

Pesquisa da WMcCann traçou o perfil dos internautas da classe C e estabeleceu oito pontos sobre estes 80 milhões de pessoas na América Latina. A conclusão global? Os consumidores emergentes não têm hábitos de navegação diferentes da classe média tradicional. Hoje, o nível de maturidade entre os dois segmentos de mercado é bastante parecido – e as atividades mais frequentes são a comunicação, o lazer, a interação e o compartilhamento. A pesquisa define como “verdades” estes pontos e os classifica com afirmações. O levantamento é resultado de 3.050 entrevistas, realizadas em 26 cidades de cinco países (Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica e México), entre janeiro e fevereiro de 2011.

1. “A internet está tornando o sonho de Che Guevara real”. Segundo o levantamento, o aumento do uso do meio digital promove igualdade social de forma mais rápida do que o aumento da renda e da qualidade da educação.
2. “Ajuda oficial – nem sempre necessária na vida, tampouco na web”: Esta é a segunda verdade classificada pela pesquisa e indica que o consumidor emergente vem desenvolvendo um alto nível de autonomia e independência no mundo digital.
3. “Não espere o óbvio. Esta é a terra do ‘jogo bonito’”, que aponta para uma mudança no uso original das plataformas online. Quando perguntados se as redes sociais são apenas para relacionamentos, por exemplo, os entrevistados informaram que também as utilizam para negócios, carreira e família.
4. “Vive-se melhor, mas ainda há muito pelo que se rezar”, refere-se ao espaço que pode ser preenchido pelas marcas que desejam construir vínculos mais fortes com este consumidor.
5. “Melhores pais, melhores filhos”, mostra que para os emergentes, a 6. “Internet e sedentarismo não combinam. Jura? Juro!”, os internautas da classe C também veem o digital como um aliado para a adoção de hábitos mais saudáveis
7. “Marcas são musas. Pessoas são juízes” e chama a atenção para o fato de que as marcas inspiram e as pessoas comuns e seu endosso são as melhores fonte para validação.
8. “Comprar bem é a bela, gerenciar é a fera”, e sugere que o “brilho” de uma compra bem feita pode deixar os consumidores emergentes “cegos” diante das outras possibilidades da internet para ajudar em suas finanças. Gerenciar o dinheiro, por exemplo, assustaria e afastaria as pessoas.

via: E-Commerce Blog – imagem: Daquella manera

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Conta PagSeguro: as vantagens para quem compra

10 de junho de 2011  | 

PagSeguro

Não precisa ser cadastrado no PagSeguro para comprar pelo nosso sistema. Entretanto, quem tem sua conta no PagSeguro tem, sim, mais vantagens na hora de comprar:

  • Sua compra entregue ou seu dinheiro de volta;
  • Contas PagSeguro verificadas têm mais limite;
  • Você pode cadastrar seus cartões previamente e fazer sua compra de forma mais rápida;
  • Pode também receber dinheiro pelo PagSeguro – e usar seu saldo em pagamentos de compras ou serviços.
  • Pode comprar com segurança em milhares de lojas online

Para criar seu cadastro, clique aqui e preencha todas as informações.

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Classe C movimenta R$ 273 bilhões na internet

30 de maio de 2011  | 

Dollar Signs on Cathedral Street, spike55151, CC

Em encontro no ultimo dia 25 de maio, na Fecomercio, em São Paulo, Renato Meirelles, da Data Popular, revelou que a “nova classe média”, que inclui a classe C, movimenta R$ 273 bilhões por ano só com seus salários. Segundo Meirelles, “a internet radicalizou o poder de escolha e de comparação de preços e produtos que o controle da inflação concedeu há 15 anos”. Segundo ele, houve uma democratização da informação e, com ela, do poder de compra. “Há quatro anos, as pessoas se perguntavam se a classe ‘C’ estava na internet. Hoje, é impossível fazer qualquer plano de comércio sem considerar esta classe”.

Segundo estudos do instituto , a classe C é responsável por 78% do que é comprado em supermercados, 60% das mulheres que vão a salões de beleza, 70% dos cartões de crédito no Brasil e 80% das pessoas que acessam a internet. “Esta nova classe média movimenta R$ 273 bilhões na internet por ano somente com seu salário”, diz Meirelles. E isso não acontece só na internet ou no comércio eletrônico. Segundo dados da e-Bit, 50% das vendas realizadas no varejo tradicional são influenciadas por pesquisas de preço, opinião e informações sobre os produtos – tudo feito graças à internet.

Outra informação importante que surgiu durante o encontro foi de que o comércio eletrônico brasileiro já fatura mais que a soma dos shoppings de São Paulo, segundo a Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (e-PCCV). A inclusão digital deste batalhão de brasileiros, além de mais oportunidades para o empreendedor, faz surgir novos negócios: o crowdfunding (financiamento por muitos, em geral com valores pequenos) e o comércio justo foram dois exemplos mostrados durante o painel.

Para os vendedores, resta acompanhar a boa maré, otimizar seu site, atualizá-lo sempre. E fazer bons negócios com o PagSeguro.

Foto: spike55151, CC

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E-consumidores não têm paciência diz estudo

12 de abril de 2011  | 

By the grace of God, Dirk Dallas, CCFoto: Dirk Dallas, CC

Um estudo recente da empresa de aplicativos Gomez indica que os consumidores brasileiros online estão cada vez mais impacientes com sites e aplicativos móveis de e-commerce que se mostrem lentos ou pouco confiáveis. Veja as conclusões e trabalhe para melhorar a sua velocidade (e conversão)

  • 32% dos consumidores abandonam o site em até 5 segundos se ele demorar para carregar.
  • 67% dos entrevistados disseram que encontram sites lentos pelo menos uma vez por semana, e isso frustra a experiência de compras.
  • A lentidão faz com que 37% considere não voltar a visitar o site.
  • 27% dizem que um site lento aumenta a possibilidade de visitar um site concorrente.
  • Mais de 80% dos usuários disseram que já enfrentaram algum problema com um site comercial – como completar uma compra ou realizar uma transação.
  • 47% disseram que abandonam o site quando não conseguem completar a tarefa que desejavam.

Entre os usuários móveis:

  • 67% dos consultados disseram que usam um aparelho móvel para navegar na web e fazer compras.
  • 17% disseram que não esperam mais do que 5 segundos para um site carregar no celular, depois abandonam o site.
  • Metade dos usuários móveis espera que os sites no celular carreguem tão ou mais rapidamente do que no PC.
  • Os usuários móveis dizem que os dois maiores problemas dos sites de e-commerce em celulares são a velocidade de carregamento e a formatação inadequada, que deixa o site difícil de ler ou de navegar no aparelho móvel.
  • Para 20% desses usuários, os piores problemas são sites que travam ou que ficam fora do ar.

Conclusão óbvia: melhore o desempenho de seu site e aumente suas vendas.

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Classe C é metade dos e-consumidores

24 de março de 2011  | 

O aumento do poder aquisitivo dos brasileiros da classe C, formada por pessoas cuja renda familiar é de até R$ 3 mil, fez com que ela passasse a ter relevância para o comércio eletrônico. Hoje, esse público representa 52% dos consumidores que compram pela internet, de acordo com estudo da e-bit. Já as classes mais altas, com renda familiar acima R$ 3 mil, representam 24%.

O relatório revela que o tíquete médio das pessoas da classe C no e-commerce é de R$ 319. O Brasil encerrou o ano passado com 23 milhões de e-consumidores e o comércio eletrônico no país movimentou R$ 15 milhões, expansão de 40% na comparação com 2009. Os dados não consideram a comercialização de serviços.

Outro dado relevante mostrado pela pesquisa é a excessiva concentração do mercado de e-commerce no Brasil. Somente o estado de São Paulo responde por 40% do faturamento do setor.

Via TI Inside

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Procon SP lança atendimento para problemas com compras pela internet

26 de outubro de 2010  | 

Logo_Procon

Na última quinta-feira, dia 21 de outubro, foi lançado o canal online do Procon-SP para consumidores que tiveram problemas com compras feitas pela internet.  A partir de agora, o consumidor do estado de São Paulo que tiver problemas com compras feitas via internet poderá efetuar reclamação pelo site da Fundação Procon-SP. A página, por enquanto é exclusiva para questões online e só funciona de segunda a sexta, das 10h às 16h e já passa por instabilidade.

Como funciona
Após análise da reclamação, o técnico do Procon-SP encaminhará mensagem esclarecendo quais os direitos do consumidor e informando eventual necessidade de envio de documentos e outros dados. As empresas serão informadas das demandas registradas por seus consumidores através de Carta de Informação Preliminar (CIP) enviada eletronicamente.

Caso não haja solução da demanda nessa fase preliminar, será instaurado processo administrativo e a reclamação seguirá nos moldes tradicionais.

Para você, vendedor, fica o lembrete de cumprir o prometido e, caso seja alvo de alguma reclamação, responder rapidamente e buscar o melhor atendimento ao seu consumidor. Afinal, e-commerce é servir bem, como já dissemos.

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PROCON-SP faz curso sobre direito do consumidor para comércio eletrônico

08 de outubro de 2010  | 

Logo_ProconA Fundação Procon-SP oferece aos fornecedores de produtos e serviços o 1º Curso sobre os Direitos dos Consumidores elaborado especialmente para fornecedores do comércio eletrônico. No dia 19 de outubro, terça-feira, os especialistas do órgão vão apresentar as regras do CDC e os exemplos de problemass mais frequentes atendidos pela Fundação, mostrando os direitos e deveres de todas as partes envolvidas. As inscrições, online, podem ser feitas através do site.

Serviço
Data: 19 de outubro, das 9h às 17h.
Local: Auditório da Fundação Procon-SP (Rua Barra Funda, 930, 4º andar, auditório).
Preço: R$ 150,00 (cento e cinquenta reais).
Requisitos para inscrição: preenchimento da ficha de reserva, emissão e pagamento do boleto bancário.
Informações: fone: 3824-7065 ou pelo e-mail cursos-procon@procon.sp.gov.br
Após adotar os procedimentos acima, o participante receberá mensagem automática, via e-mail, informando-o de que sua inscrição foi realizada com sucesso.

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Consumidor não considera seguro pagar suas contas por meio do celular

13 de julho de 2010  | 

mobile phone top up in india, por Wayan Vota, em CC

Na Índia, já é possível recarregar o celular diretamente. Foto: Wayan Vota, em CC

Apesar de ser tendência para o e-commerce em todo o mundo, o brasileiro ainda não confia nos pagamentos por celular, diz pesquisa feita pela Fundação Procon-SP. A enquete foi realizada com dois grupos: entrevistas pessoais com usuários do Centro de Integração da Cidadania – CIC Leste e enquete no site da instituição. Entre os entrevistados pessoalmente 75,56% responderam que não acharia seguro e, entre os internautas, 66,22%.

O objetivo da pesquisa foi identificar a expectativa de segurança quanto ao sistema de pagamento de contas via celular, bem como o perfil do consumidor de telefonia móvel, suas opiniões e preferências. O Brasil possui um universo promissor para novas tecnologias na área de telefonia móvel, no entanto todo esse avanço não resolve ou, pior, pode agravar velhos conflitos entre usuários e operadoras. Não é de hoje que problemas relacionados à cobrança e ao atendimento encabeçam as estatísticas de reclamações nos órgãos de defesa do consumidor e na própria agência reguladora.

É nesse contexto que avança no mercado o chamado pagamento móvel (ou mobile, como usamos aqui no PagSeguro), que permite a utilização do celular no lugar do cartão de crédito ou de débito. O M-payment já está disponível no Brasil, em algumas das principais capitais, onde é possível usar o telefone celular como uma espécie de “carteira eletrônica” em serviço de taxi, delivery, recarga de celulares pré-pagos, compra de passagens, farmácias, redes de fast food e compras on-line. Leia mais…;

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Blog do PagSeguro