Inclua os novos e-consumidores na sua estratégia de marketing

A inclusão de novos usuários na internet brasileira não para. Se no início o e-commerce brasileiro vendia basicamente livros e CDs, hoje até vestido de noiva está na lista dos consumidores online. Os sinais da mudança aparecem em pequenas informações. Em 2011, o segmento de moda figurou pela primeira vez entre as cinco categorias mais vendidas no Dia dos Namorados. Acessórios para a prática de esportes, utilidades domésticas e até peças automotivas ganham espaço nas vendas.
Segundo as pesquisas do e-bit, que monitora o setor permanentemente, para o segundo semestre de 2011 os tablets serão as estrelas, com vários modelo inclusive fabricados no Brasil.
Os consumidores online têm comportamento muito semelhante – e não importa muito classe social, país. Os principais interesses são comunicação, lazer e compartilhamento – como já mostramos na pesquisa sobre o perfil dos internautas.
Segundo a última pesquisa do e-bit, 49% dos consumidores se sentem “mais seguros” enquanto 21% se sentem “muito mais seguros” para fazer compras online. E 81% dos entrevistados acessam a internet para fazer compras.
Claro que o sucesso do seu negócio online está com a maioria. Ela atende pelo nome de “classe C”, os “emergentes”. E lembre, na sua estratégia: eles têm todo cuidado ao comprar online. Daí a necessidade de oferecer todos os selos e certificações de segurança. Aproveite para caprichar na usabilidade e acessibilidade de seu site, facilitando a vida dos seus clientes.
Também é importante estabelecer uma comunicação direta com estes clientes. Seja claro, converse, escute, resolva problemas e demandas. Segundo pesquisa do Ibope, a classe C confia em propaganda bem feita – e também nas celebridades. Se a sua verba não dá conta do global do momento, as mídias sociais ajudam, principalmente se forem integradas com outros meios. Multicanal não é só para a venda, é também para o marketing.
A fidelização destes clientes será consequência de suas ações. É preciso criar presença online; oferecer facilidade no fechamento da compra (e todas as formas de pagamento possíveis); preço competitivo; um leque grande de produtos; um atendimento de pós-venda eficiente e uma boa experiência de compra.
Todos nós trabalhamos para que o comércio eletrônico brasileiro seja potente e brilhe ainda mais. O próximo passo, parece, é começar a pensar em como resolver o nó da logística – já que as entregas continuam sendo o ponto sensível do negócio.
Com informações do E-Commerce Blog, imagem: Micky, CC







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