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Classe C é metade dos e-consumidores

O aumento do poder aquisitivo dos brasileiros da classe C, formada por pessoas cuja renda familiar é de até R$ 3 mil, fez com que ela passasse a ter relevância para o comércio eletrônico. Hoje, esse público representa 52% dos consumidores que compram pela internet, de acordo com estudo da e-bit. Já as classes mais altas, com renda familiar acima R$ 3 mil, representam 24%.

O relatório revela que o tíquete médio das pessoas da classe C no e-commerce é de R$ 319. O Brasil encerrou o ano passado com 23 milhões de e-consumidores e o comércio eletrônico no país movimentou R$ 15 milhões, expansão de 40% na comparação com 2009. Os dados não consideram a comercialização de serviços.

Outro dado relevante mostrado pela pesquisa é a excessiva concentração do mercado de e-commerce no Brasil. Somente o estado de São Paulo responde por 40% do faturamento do setor.

Via TI Inside

Procon SP lança atendimento para problemas com compras pela internet

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Na última quinta-feira, dia 21 de outubro, foi lançado o canal online do Procon-SP para consumidores que tiveram problemas com compras feitas pela internet.  A partir de agora, o consumidor do estado de São Paulo que tiver problemas com compras feitas via internet poderá efetuar reclamação pelo site da Fundação Procon-SP. A página, por enquanto é exclusiva para questões online e só funciona de segunda a sexta, das 10h às 16h e já passa por instabilidade.

Como funciona
Após análise da reclamação, o técnico do Procon-SP encaminhará mensagem esclarecendo quais os direitos do consumidor e informando eventual necessidade de envio de documentos e outros dados. As empresas serão informadas das demandas registradas por seus consumidores através de Carta de Informação Preliminar (CIP) enviada eletronicamente.

Caso não haja solução da demanda nessa fase preliminar, será instaurado processo administrativo e a reclamação seguirá nos moldes tradicionais.

Para você, vendedor, fica o lembrete de cumprir o prometido e, caso seja alvo de alguma reclamação, responder rapidamente e buscar o melhor atendimento ao seu consumidor. Afinal, e-commerce é servir bem, como já dissemos.

PROCON-SP faz curso sobre direito do consumidor para comércio eletrônico

Logo_ProconA Fundação Procon-SP oferece aos fornecedores de produtos e serviços o 1º Curso sobre os Direitos dos Consumidores elaborado especialmente para fornecedores do comércio eletrônico. No dia 19 de outubro, terça-feira, os especialistas do órgão vão apresentar as regras do CDC e os exemplos de problemass mais frequentes atendidos pela Fundação, mostrando os direitos e deveres de todas as partes envolvidas. As inscrições, online, podem ser feitas através do site.

Serviço
Data: 19 de outubro, das 9h às 17h.
Local: Auditório da Fundação Procon-SP (Rua Barra Funda, 930, 4º andar, auditório).
Preço: R$ 150,00 (cento e cinquenta reais).
Requisitos para inscrição: preenchimento da ficha de reserva, emissão e pagamento do boleto bancário.
Informações: fone: 3824-7065 ou pelo e-mail cursos-procon@procon.sp.gov.br
Após adotar os procedimentos acima, o participante receberá mensagem automática, via e-mail, informando-o de que sua inscrição foi realizada com sucesso.

Consumidor não considera seguro pagar suas contas por meio do celular

mobile phone top up in india, por Wayan Vota, em CC
Na Índia, já é possível recarregar o celular diretamente. Foto: Wayan Vota, em CC

Apesar de ser tendência para o e-commerce em todo o mundo, o brasileiro ainda não confia nos pagamentos por celular, diz pesquisa feita pela Fundação Procon-SP. A enquete foi realizada com dois grupos: entrevistas pessoais com usuários do Centro de Integração da Cidadania – CIC Leste e enquete no site da instituição. Entre os entrevistados pessoalmente 75,56% responderam que não acharia seguro e, entre os internautas, 66,22%.

O objetivo da pesquisa foi identificar a expectativa de segurança quanto ao sistema de pagamento de contas via celular, bem como o perfil do consumidor de telefonia móvel, suas opiniões e preferências. O Brasil possui um universo promissor para novas tecnologias na área de telefonia móvel, no entanto todo esse avanço não resolve ou, pior, pode agravar velhos conflitos entre usuários e operadoras. Não é de hoje que problemas relacionados à cobrança e ao atendimento encabeçam as estatísticas de reclamações nos órgãos de defesa do consumidor e na própria agência reguladora.

É nesse contexto que avança no mercado o chamado pagamento móvel (ou mobile, como usamos aqui no PagSeguro), que permite a utilização do celular no lugar do cartão de crédito ou de débito. O M-payment já está disponível no Brasil, em algumas das principais capitais, onde é possível usar o telefone celular como uma espécie de “carteira eletrônica” em serviço de taxi, delivery, recarga de celulares pré-pagos, compra de passagens, farmácias, redes de fast food e compras on-line. Continue lendo