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	<title>Blog do PagSeguro &#187; consumo</title>
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	<description>Só mais um site WordPress</description>
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		<title>Boleto Bancário em sua loja virtual</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 18:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<description><![CDATA[O boleto bancário é um dos maiores problemas do e-commerce, ainda que seja um dos meios de pagamento mais usados. Sua alta taxa de desistência por parte dos compradores causa grande frustração aos lojistas. Muita parte da população e-consumidora ainda tem medo de comprar por cartão de crédito, expondo dados financeiros em páginas de compras. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://blogpagseguro.com.br/wp-content/uploads/2012/01/boleto1.gif" rel="lightbox[9974]" title="boleto"><img class="aligncenter size-full wp-image-9976" title="boleto" src="http://blogpagseguro.com.br/wp-content/uploads/2012/01/boleto1.gif" alt="" width="440" height="302" /></a></p>
<p style="text-align: left;">O boleto bancário é um dos maiores problemas do e-commerce, ainda que seja um dos meios de pagamento mais usados. Sua alta taxa de desistência por parte dos compradores causa grande frustração aos lojistas. Muita parte da população e-consumidora ainda tem medo de comprar por cartão de crédito, expondo dados financeiros em páginas de compras. Por isso o boleto ainda é uma opção muito utilizada e não deve ser dispensada.  Veja algumas dicas para aumentar a taxa de conversão dos pagamentos por boleto.</p>
<p style="text-align: left;">Destaque para o botão Imprimir Boleto – Grande parte dos boletos que não são pagos, tem como causa a dificuldade do comprador em saber como imprimir. Deixe essa ação bem nítida para o usuário.<br />
Ambiente exclusivo para pagamento por boleto – Uma tela de finalização especialmente desenhada para o pagamento por boleto bancário. Uma tela simples e que tenha todos os elementos para facilitar o pagamento do cliente.<br />
Pagamento não tão óbvio assim – Para você pode parecer óbvio que ao fazer uma compra com pagamento por boleto bancário na Internet é preciso imprimir e pagar o boleto, mas para muitas pessoas não é tão óbvio assim. Algumas pessoas acham que irão receber o boleto por e-mail ou até mesmo pelo correio. Deixe claro em sua loja o procedimento correto.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.blogdoecommerce.com.br/boleto-bancario-no-ecommerce/"> http://www.blogdoecommerce.com.br/boleto-bancario-no-ecommerce/</a></p>
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		<title>70% dos consumidores evitam empresas que não gostam</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 12:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vendedores]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa da Weber Shandwick mostra que a reputação da empresa é fundamental para a decisão de compra. Os executivos sabem disso e trabalham para reduzir os pontos negativos. Veja os detalhes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogpagseguro.com.br/wp-content/uploads/2012/01/CompanyBehindBrand02.jpg" rel="lightbox[9896]" title="Weber Shandwick"><img class="aligncenter size-full wp-image-9898" title="CompanyBehindBrand02" src="http://blogpagseguro.com.br/wp-content/uploads/2012/01/CompanyBehindBrand02.jpg" alt="" width="500" height="806" /></a></p>
<p>O estudo da <a href="http://www.webershandwick.com/">Weber Shandwick</a>, A empresa por trás da marca: confiamos na reputação, revela: a reputação da empresa é fundamental para a decisão de compra dos consumidores. Segundo a pesquisa feita no mundo inteiro, 70% dos consumidores não compram quando não gostam da empresa que controla a marca. E os executivos concordam: 87% dizem que ter uma marca forte é tão importante quanto ter produtos de marca forte.</p>
<p><span id="more-9896"></span></p>
<p>A pesquisa revela seis novas realidades sobre a interdependência entre a reputação da empresa e da marca:</p>
<p>1. <strong>A marca corporativa é tão importante quanto a marca dos produtos</strong>. A ampla maioria dos executivos (87%) acredita que uma marca corporativa forte é tão importante quanto marcas de produtos fortes. 65% deles defendem que as marcas de produtos se beneficiam da reputação geral da empresa, e 55% dizem que as pessoas se importam com as empresas por trás das marcas que elas compram. Executivos da China e do Brasil são os que mais concordam que a marca corporativa é tão importante quanto as marcas dos produtos (96% e 93%, respectivamente).</p>
<p>2. <strong>A reputação corporativa funciona como controle de qualidade dos produtos</strong>. Os produtos se beneficiam muito da reputação corporativa intacta. Mais de dois terços dos consumidores dizem evitar produtos fabricados por empresas das quais eles não gostam, e garantem que olham os rótulos para saber qual é a empresa por trás da marca.</p>
<ul>
<li>70% evita comprar um produto fabricado por uma empresa da qual não gosta</li>
<li>67% tem o costume de olhar os rótulos dos produtos para saber qual empresa está por trás da marca</li>
<li>61% se aborrece quando não consegue descobrir qual empresa fabricou o produto</li>
<li>56% pesquisa a reputação da empresa que fabrica os produtos que consome</li>
</ul>
<p>Na pesquisa, 56% disseram pensar duas vezes antes de comprar um produto, quando não é possível identificar o fabricante.</p>
<p>3. <strong>Qualquer disparidade entre a reputação corporativa e do produto gera uma reação intensa dos consumidores</strong>. Mais da metade dos consumidores (54%) dizem que se surpreendem quando descobrem que um serviço ou produto que gostam é feito por uma empresa da qual eles não gostam. Quando perguntados sobre como reagiriam a uma surpresa assim, 40% dos consumidores disseram que provavelmente deixariam de comprar o produto, e outros 30% afirmaram que usariam a Internet para pesquisar mais sobre a empresa e os demais produtos que ela fabrica. Surpresas desagradáveis sobre o produto não costumam ajudar a empresa: dois terços dos consumidores possivelmente vão deixar de comprá-lo.</p>
<p>4. <strong>Os produtos geram discussões, que envolvem a reputação</strong>. O negativo repercute mais do que o positivo. A pesquisa perguntou aos consumidores o que eles costumam discutir sobre as empresas. Os produtos encabeçam as respostas. Quase 7 em cada 10 consumidores (69%) afirmaram discutir frequentemente ou regularmente a qualidade dos produtos que compraram. A lista dos cinco assuntos mais frequentes também inclui o atendimento aos consumidores, como os funcionários são tratados, escândalos ou erros da empresa fabricante e a visão geral sobre a empresa (a reputação). Os consumidores dizem que normalmente falam mais sobre os escândalos e erros da empresa (43%) do que sobre as qualidades corporativas (37%), preocupação ambiental (31%) e serviços à comunidade (29%).</p>
<p>5. <strong>Os consumidores formam uma opinião instantaneamente</strong>. O que influencia a opinião dos consumidores sobre as empresas? Sem nenhuma surpresa, os consumidores contam que o boca a boca (88%) é a principal influência sobre a reputação das empresas. Eles também consideram críticas on-line (83%) e resultados de pesquisas na Internet (81%). Para os consumidores brasileiros, fontes de informações mais tradicionais sobre as empresas – imprensa, prêmios e publicidade – são significativamente mais importante do que para os consumidores dos outros três mercados.</p>
<p>6. <strong>A reputação corporativa ajuda o valor de mercado da empresa</strong>. O status de &#8220;mais admirada&#8221; é mais valorizado do que os ganhos financeiros. Os executivos estimam que o valor de mercado de uma empresa é definido em média 60% pela reputação que ela possui. Este número explica por que as empresas passaram a dar mais importância para suas atividades de reforço da reputação. A ampla maioria dos executivos (86%) diz que suas empresas aumentaram os esforços de consolidação de reputação durante os últimos anos.</p>
<p>Consumidores e executivos concordam que a reputação de uma empresa é mais importante do que os ganhos financeiros. Mais da metade dos consumidores diz confiar mais nos produtos de uma empresa que é mais admirada do que nos de uma empresa com melhores resultados financeiros. Cerca de 6 em cada 10 executivos dizem que preferem ver suas empresas na imprensa com o status de mais admirada do que devido a um bom desempenho financeiro. Estas descobertas mostram que tanto os consumidores como os executivos passaram a reconhecer a reputação como mais permanente e duradoura. O desempenho financeiro pode ser cíclico e de curto prazo.</p>
<p>Pense nisso ao criar o seu mix de produtos e boas vendas.</p>
<p>Imagem: S2 Publicom, divulgação</p>
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		<title>Consumidores procuram preços baixos no e-commerce</title>
		<link>http://blogpagseguro.com.br/2011/12/consumidores-procuram-precos-baixos-no-e-commerce/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 11:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Vendedores]]></category>

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		<description><![CDATA[Os consumidores querem preços baixos no e-commerce, diz pesquisa do Ibope Media]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Merry Christmas, everyone, Noukka Signe, CC-BY-NC-ND" src="http://farm6.staticflickr.com/5203/5288317080_0c3f0b22e2_d.jpg" alt="Merry Christmas, everyone, Noukka Signe, CC-BY-NC-ND" width="500" height="333" /></p>
<p>De acordo com uma pesquisa realizada pelo Ibope Media, 76% dos consumidores veem o comércio eletrônico brasileiro como sinônimo de preço baixo. Estes usuários têm por objetivo encontrar ofertas, descontos, leilões e portais de compras virtuais, o que torna esse mercado muito mais atraente no período de fim de ano, principalmente no Natal.<span id="more-9590"></span></p>
<p>Além disso, o estudo mostra que 70% das pessoas que acessam a rede visitam lojas virtuais. Alexandre Crivellaro, diretor de inovação do Ibope Media, revela que o primeiro lugar é das lojas online de varejo, em segundo ficam os leilões virtuais e em terceiro os sites de compras coletivas.</p>
<p>O mercado de compras coletivas cresceu 300% no último ano e oferece diversas opções de presentes. Crivellaro afirma que os produtos mais desejados para compra são smartphones e notebooks. Segundo ele, o comércio eletrônico deve faturar R$ 20 bilhões este ano. &#8220;O faturamento das lojas virtuais cresce mais do que a própria internet&#8221;, diz.</p>
<p>Além disso, o especialista afirma que até 2016, 7% das compras virtuais serão realizadas pelo celular. É pouco, se a gente considerar o tamanho do público brasileiro que tem celular. Isso só quer dizer que o Ibope Media não espera que as empresas acompanhem o passo dos usuários e caiam na rede móvel. Assunto mais que fundamental para explorar nos próximos anos.</p>
<p>Via: <a href="http://www.comercioeletronico.blog.br">E-commerce Blog</a>, foto: <a title="Noukka Signe, CC-BY-NC-ND" href="http://www.flickr.com/photos/velvettears/5288317080/in/photostream/" target="_blank">Noukka Signe, CC-BY-NC-ND</a></p>
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		<title>9 dicas para melhorar o seu check-out</title>
		<link>http://blogpagseguro.com.br/2011/10/9-dicas-para-melhorar-o-seu-check-out/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 13:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vendedores]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[O check-out é o momento crítico do comércio eletrônico. Seu bom funcionamento faz toda a diferença na conquista de conversões. Veja algumas dicas para tornar o seu processo perfeito. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Basket only checkout, Leo Reynolds, CC-BY-NC-SA" src="http://farm1.static.flickr.com/3/5666399_407d3546b3_d.jpg" alt="Basket only checkout, Leo Reynolds, CC-BY-NC-SA" width="500" height="500" /></p>
<p>O momento crítico é este: o check-out. O cliente já escolheu o que quer comprar e escolheu a sua loja! E quem não sofre com carrinhos abandonados que jogue a primeira pedra – toda loja tem muitos em seu banco de dados. Veja quais são os pontos críticos e avalie o seu processo. A ideia é melhorar a sua conversão.</p>
<p>1. Mostre o passo-a-passo do processo do carrinho de compras – Quem tem muitas etapas no fechamento, deve colocar um mapa das etapas. Lembre: tudo deve acontecer em no máximo 4 páginas.</p>
<p>2. Informações aos poucos, com clareza no lugar ideal – Ninguém lê um manual de instruções de uma vez só. Ofereça as informações ao seu cliente a cada etapa com objetividade.</p>
<p>3. Mostre as formas de pagamento disponíveis – Informe o cliente logo no início quais são as formas de pagamento para evitar frustração no fim da compra. Quem usa PagSeguro não se preocupa com isso – e deve usar as imagens disponíveis para o seu site.</p>
<p>4. Permita sempre modificação no carrinho – Antes da conclusão da compra, sempre dê oportunidade de modificar produtos (exclusão/inclusão) e condições de pagamento.</p>
<p>5. Mantenha as informações durante o processo – No check-out sempre deixe os produtos, quantidade e frete visíveis. Eliminar esta informação deixa o cliente inseguro.</p>
<p>6. Peça apenas as informações necessárias &#8211; Concentre a coleta de informações nos itens essenciais para a conclusão e segurança do negócio. Pesquisas e outras informações devem ser feitas após o processo, em um questionário de pós-venda.</p>
<p>7. Mostre claramente erros de preenchimento &#8211; Mostre sempre os erros de preenchimento em vermelho, tanto no topo da página quanto no item onde o erro realmente ocorreu. Apresente, sempre que possível, a solução ou causa do erro.</p>
<p>8. Mostre onde encontrar as informações do cartão de crédito &#8211; É importante que você facilite a localização de informações para a conclusão de pagamentos, como, por exemplo, a localização de códigos de segurança nos cartões de crédito.</p>
<p>9. Links para resolver dúvidas à vista – Destaque os links para sistemas de atendimento online para que os clientes consigam respostas a seus problemas no fechamento da compra.</p>
<p>Via: <a href="http://ecommercenews.com.br">E-Commerce News</a>. Imagem: <a title="Leo Reynolds, CC-BY-NC-SA" href="http://www.flickr.com/photos/lwr/5666399/in/photostream/" target="_blank">Leo Reynolds, CC-BY-NC-SA</a></p>
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		</item>
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		<title>Na construção de negócios na internet, o consumidor é o centro</title>
		<link>http://blogpagseguro.com.br/2011/10/na-construcao-de-negocios-na-internet-o-consumidor-e-o-centro/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 12:30:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[midia social]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[como criar presença para a sua empresa nas múltiplas plataformas que a internet oferece. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8899" class="wp-caption aligncenter" style="width: 467px"><a href="http://blogpagseguro.com.br/wp-content/uploads/2011/10/maslow.jpg" rel="lightbox[8897]" title="Amazon"><img class="size-full wp-image-8899" title="maslow" src="http://blogpagseguro.com.br/wp-content/uploads/2011/10/maslow.jpg" alt="pirâmide de Maslow" width="457" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">Para conquistar os clientes, é preciso escalar a pirâmide de Maslow</p></div>
<p>Em tempos de redes sociais poderosas – e às vésperas do Natal – uma pequena pausa para pensar como organizar a construção da sua marca. O marketing, como foi concebido no século XX, continua com os mesmos princípios e outro cenário: muito mais concorrência e um consumidor que tem voz ativa na relação. O cenário não é simples: agora não basta ter uma marca e uma mensagem, é preciso oferecer uma (boa, de preferência) experiência do seu produto.</p>
<p>A mudança favorece a maioria: se antes, disputar espaço com as grandes corporações era quase impossível, hoje vemos pequenas empresas conseguirem sucesso rápido e retorno seguro para seus negócios. Sem citar a gigante <a href="http://www.amazon.com/">Amazon</a> como exemplo – afinal, eles definiram o que é e-commerce e seguem como referência em todo o mundo -, podemos falar do sucesso da <a href="http://www.zappos.com/">Zappos</a>. Aqui no Brasil, há muitos pequenos também bem encaminhados – e lucrando – nadando com grandes players. Em todos os segmentos.</p>
<p>Na complexificação dos negócios, a comunicação é o centro. E se antes bastava simplesmente analisar os números, hoje é preciso conhecer o seu cliente. E para isso, até agora, as redes sociais são uma verdadeira mão na roda. Com elas vem uma nova postura: é preciso investir em marketing através de todos os canais; ter presença estabelecida em diversas plataformas e criar uma comunicação eficiente – dentro de novos e outros parâmetros.</p>
<p>Vocês já devem saber, por exemplo, que a grande tendência é <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/05/05/twitter-e-tv-tudo-a-ver/">usar o Twitter enquanto se assiste TV</a>? Já há diversos players brasileiros, inclusive, associando publicidade na TV com o engajamento nas redes sociais. O uso inteligente do ambiente online cria um sentido para o usuário, que passa a ver um propósito para interagir com a marca e estabelecer um relacionamento. A chave é ser autêntico, verdadeiro – senão você não conquistará os corações.</p>
<p>Nesta nova etapa, o mais importante é entender o contexto. Não importa muito a tecnologia – e sim, o conteúdo. É ele que atrai, conquista, engaja, pede resposta. Com mais interação e transparência, sempre surgem novas oportunidades de negócio.</p>
<p>Via: <a href="http://www.midiassociais.net/">Mídias Sociais</a>, ilustração também do Mídias Sociais</p>
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		<title>Estudo mostra os hábitos dos paulistanos na internet</title>
		<link>http://blogpagseguro.com.br/2011/10/estudo-mostra-os-habitos-dos-paulistanos-na-internet/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 12:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<category><![CDATA[e-commerce brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Os paulistanos compram sim, pela internet, embora muitos já tenham sido vítimas de fraude. Conheça o estudo da Fecomércio e os hábitos deste público. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Sampa, Zona Sul, Grace Ota, CC-BY-NC-ND" src="http://farm4.static.flickr.com/3257/3149027344_72b2df2649_o_d.jpg" alt="Sampa, Zona Sul, Grace Ota, CC-BY-NC-ND" width="540" height="359" /></p>
<p>Segundo a III Pesquisa sobre hábitos dos paulistanos na internet, realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (<a href="http://www.fecomercio.com.br/">FecomercioSP</a>), 51,5% dos paulistanos têm o hábito de realizar compras pela internet.</p>
<p>De acordo com o estudo, que foi divulgado durante o “III Congresso de Crimes Eletrônicos e Formas de Proteção”, nos dias 10 e 11 de outubro, na sede da entidade, a praticidade é o motivo que atrai a maior parte dos paulistanos, 54,46%, para o e-commerce (aumento de 8,84% em relação ao ano passado).</p>
<p>Preço e confiança na empresa são o segundo e terceiro motivos que mais atraem consumidores para o comércio eletrônico. Sendo que o preço, frequentemente menor do que em lojas físicas, é apontado por 27,52% como a motivação para este tipo de compras dos paulistanos e a confiança por 16,47%.</p>
<p>E o grande entrave continua a ser, como sempre dizemos, a segurança. 52,69% dos mil entrevistados têm medo de fraude. A necessidade de ver o produto foi indicada por 23,15% e o frete é impedimento para 17,66%. E tem mais: 43,51% dos paulistanos não se sentem satisfeitos com as dados fornecidos sobre as mercadorias. E a insatisfação cresceu 8,35% no último ano.</p>
<p><strong>Fraudes assustam muita gente</strong></p>
<p>Mais de 300 mil famílias paulistanas têm ao menos um membro que já foi vítima de algum crime eletrônico. Segundo a pesquisa, os homens são mais suscetíveis a essas práticas do que as mulheres. O mais comum é desvio de dinheiro da conta bancária (24,71% ). Em seguida, empatados com 15,29%, estão a clonagem de páginas pessoais em sites de relacionamento e a não entrega de produtos comprados. Outras ocorrências são uso indevido de dados pessoais, a clonagem de cartão de crédito e compras em lojas que não existem.</p>
<p>Após ter sido vítima de um crime eletrônico, 29,41% das vítimas não voltam a realizar compras pela internet. O número, que diminuiu em relação a 2010, parece indicar que os usuários buscam proteção em vez de abandonar a comodidade da internet.</p>
<p><strong>Redes Sociais</strong></p>
<p>Quase todos os paulistanos estão nas redes sociais. São 82,73% ou pouco mais de 9,35 milhões que fazem parte de ao menos uma das redes. Entre as pessoas com mais de 18 anos e menos de 35, o total é ainda maior, 89,54%. Já entre o público que tem entre 35 e 70 anos, o total saltou de 61,05% em 2010 para 73,27%, uma diferença de 12,22 pontos porcentuais.</p>
<p>A rede social mais utilizada continua sendo o Orkut, com 74,91% de penetração. O número, contudo, tem diminuído ano após ano e, comparado com 2010, é 7,17 pontos porcentuais menor. O Facebook registrou um aumento de 30,06 pontos porcentuais na capital paulista, e agora atinge 54,04% de sua população. O Twitter é usado por 19,06% dos paulistanos e o MSN, por 66,10%.</p>
<p>A pesquisa foi realizada em maio de 2011, com mil entrevistados do município de São Paulo.</p>
<p>Imagem: <a title="Grace Oda, CC-BY-NC-ND" href="http://www.flickr.com/photos/grace_land/3149027344/in/photostream/" target="_blank">Grace Oda, CC-BY-NC-ND</a></p>
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		<title>Como não perder o seu cliente</title>
		<link>http://blogpagseguro.com.br/2011/10/como-perder-o-seu-cliente-not/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 12:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Vendedores]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa mostra as principais razões de desistência: atendimento e qualidade são o foco principal do consumidor. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogpagseguro.com.br/wp-content/uploads/2011/10/lostconsumers.png" rel="lightbox[8907]" title="Get Satisfaction"><img class="aligncenter size-full wp-image-8909" title="lostconsumers" src="http://blogpagseguro.com.br/wp-content/uploads/2011/10/lostconsumers.png" alt="os consumidores perdidos" width="566" height="535" /></a></p>
<p>A pesquisa acima, da <a href="http://getsatisfaction.com/index.html">Get Satisfaction</a>, mostra com clareza porque os clientes desistem da compra. A primeira razão (68%) é falta de atenção ao cliente. A segunda (14%) é, aí sim, insatisfação com o produto e o serviço. Os números impressionam, já que o cliente é, teoricamente, o centro dos negócios. Mas fato é que ainda conseguimos entrar e sair de lojas físicas sem falar com ninguém e que, na hora do aperto, conseguir ajuda no serviço de atendimento ou mesmo na assistência técnica não é 100% garantido.</p>
<p>Cerca de 71% dos entrevistados no estudo afirmam que deixaram de comprar determinado produto por causa do <a href="http://marketing.about.com/od/relationshipmarketing/a/crmtopten.htm" target="_blank">tratamento que recebiam nos pontos de venda</a>. E, quando isso acontece, 61% dos consumidores passam a comprar de outras marcas. E o que mais incomoda os clientes?</p>
<ul>
<li>Estratégias repetidas</li>
<li>Armadilhas dos serviços telefônicos</li>
<li>Demora no atendimento</li>
<li>Representantes desinformados</li>
<li>Dificuldade de mudar de setor de atendimento.</li>
</ul>
<p>Quando um consumidor decide abandonar uma marca, ele faz isso em todos os níveis, inclusive na web. Além de não visitar mais o site ou acompanhar as novidades da empresa, os clientes insatisfeitos deixam de ser fãs da marca no Facebook<strong> </strong>e param de segui-la no Twitter, diminuindo ainda mais o alcance das estratégias de marketing dentro e fora das redes sociais. Ou seja: perdeu globalmente, não é apenas uma venda. E cada consumidor perdido custa 243 dólares, segundo a pesquisa.</p>
<p>Se o serviço eletrônico não ajudar, <a href="../2010/07/tutorial-como-conquistar-o-seu-cliente-nas-redes-sociais/">os consumidores não terão medo de publicar sua insatisfação na web</a>. Aliás, a maioria costuma fazer isso antes mesmo de entrar em contato com a central de atendimento da empresa. Por isso, todo empreendedor precisa aprender a lidar com esse canal (quase) sem limites.</p>
<p>Um caso interessante, aqui no Brasil, é do Bradesco. O seu canal no Twitter, o <a href="http://twitter.com/#%21/AloBradesco">@AloBradesco</a>, monitora e responde rapidamente as questões dos consumidores. Um exemplo de escuta nas redes sociais.</p>
<p>Via: <a href="http://resultson.com.br/">Results ON</a>, imagem: <a title="Get Satisfaction" href="http://getsatisfaction.com/index.html" target="_blank">Get Satisfaction</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>[São Paulo] Comércio eletrônico tem que mandar contrato por escrito</title>
		<link>http://blogpagseguro.com.br/2011/09/sao-paulo-comercio-eletronico-tem-que-mandar-contrato-por-escrito/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 12:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce brasileiro]]></category>

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		<description><![CDATA[A regra já vale em São Paulo e deve se espalhar pelo Brasil em breve: agora é preciso enviar, sempre, o contrato por escrito para os clientes. Veja os detalhes aqui no Blog do PagSeguro. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="São Paulo, por Sabor Digital em CC-BY-NC-SA" src="http://farm3.static.flickr.com/2634/4114631888_4db0a53cd8_d.jpg" alt="São Paulo, por Sabor Digital em CC-BY-NC-SA" width="500" height="327" /><br />
Atenção lojistas de São Paulo. Desde o fim de agosto, há uma nova regra, promulgada na lei n.º 14.516/2011: os consumidores que realizam compras através de e-commerce e call center, entre outras formas de aquisição de produtos ou contratação de serviços de forma não presencial, terão que receber o contrato por escrito.</p>
<p>O objetivo é claro: permitir que o consumidor conheça melhor o contrato e suas condições. Consultamos a assessoria do PROCON-SP para saber como os empresários devem proceder. Segundo o órgão, os contratos podem, sim, ser enviados por e-mail. Claro que é possível encaminhar uma versão impressa via Correios, mas isso não é obrigatório.</p>
<p>Via <a href="http://bagarai.com.br/">Bagarai</a>, foto: <a title="Sabor Digital, em CC-BY-NC-SA" href="http://www.flickr.com/photos/sabordigital/4114631888/in/photostream/" target="_blank">Sabor Digital em CC-BY-NC-SA</a></p>
<p><a href="http://www.emtu.sp.gov.br/linha/resultado_imp.htm?numlinha=16890">http://www.emtu.sp.gov.br/linha/resultado_imp.htm?numlinha=16890</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O conteúdo interfere na decisão de compra, diz pesquisa</title>
		<link>http://blogpagseguro.com.br/2011/09/o-conteudo-interefere-na-decisao-de-compra-diz-pesquisa/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 14:17:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Os números revelam que os internautas mudam sim de ideia graças a informações obtidas na internet. E cada vez mais são influenciados pelas redes sociais, blogs e notícias. Fique atento e saiba como agir. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Sleep is the enemy, striatic, CC-BY" src="http://farm1.static.flickr.com/30/101594790_e14c49c539_d.jpg" alt="Sleep is the enemy, striatic, CC-BY" width="500" height="375" /><br />
A Cone realizou sua segunda pesquisa sobre a <a href="http://www.coneinc.com/news/request.php?id=4007">influência online sobre a decisão de compra dos consumidores</a> (link para obter a íntegra da pesquisa em inglês). Os números revelam que os internautas mudam sim de ideia graças a informações obtidas na internet. Em 2011, foram 80% &#8211; 67% a mais que em 2010. Este ano, 89% dos entrevistados mudaram de ideia por conta de informações negativas – e 87% tomaram decisões de compra com base nas informações positivas.<br />
&#8220;O aumento no impacto do conteúdo online nas decisões de compra não pode ser ignorado&#8221;, diz Bill Fleishman, presidente da Cone. &#8220;Trabalhamos com diversos tipos de clientes, de top 500 da Fortune a pequenos empresários, e a mensagem permanece a mesma. Os vendedores de hoje, não importa qual seja seu produto ou serviço, precisam conquistar evangelizadores para suas marcas.&#8221;</p>
<p>Segundo os dados, o aumento de verificação das informações de anúncios pode ser atribuído ao acesso universal à internet e à difusão dos smartphones. Quase 59% dos consumidores afirmaram que são mais propensos a pesquisar produtos que tenham lhes sido recomendados, pois podem facilmente acessar suas páginas via dispositivos móveis, enquanto 81% afirmou ter alta probabilidade de pesquisar tais produtos devido ao acesso generalizado a internet.<br />
O aumento na verificação online antes da compra também pode ser atribuído ao maior cuidado na aquisição de bens caros. Americanos são quase 25% mais propensos hoje a verificar recomendações para compras de alto valor, como carros, do que eram em 2010 (89% contra 72%). O mesmo não acontece com compras de valor baixo e médio.</p>
<h3>A influência do conteúdo na decisão de compra</h3>
<p>&#8220;Hoje os consumidores querem mais garantias antes de gastar, e recomendações pessoais por si só não são suficientes para garantir a compra&#8221; explicou Mike Hollywood, diretor de novas mídias da Cone. &#8220;A explosão de canais boca a boca e da verificação online mudou o ambiente. O primeiro passo para o comerciante atingir os clientes é ter como aliado um grande influenciador.&#8221;</p>
<p>Fontes oficiais de informação (69%), análise de outros consumidores (64%) e blogs (42%) são as formas preferidas de conseguir saber mais sobre os produtos na internet. A influência dos blogs dobrou em um ano – cresceu de 28% em 2010 para 42% na pesquisa de 2011. Para os consumidores americanos, a fonte mais confiável é aquela que usou o produto ou serviço (69%), seguida de perto pela opinião de um especialista (60%).</p>
<p>Vale ficar atento e começar a agir, seja criando conteúdo próprio e relevante, como conquistando evangelizadores que tenham seus blogs e redes sociais bem estabelecidos.</p>
<p>Via: <a href="http://ecommercenews.com.br/">E-Commerce News</a>, foto: <a title="Striatic, CC-BY" href="http://www.flickr.com/photos/striatic/101594790/in/photostream/" target="_blank">Striatic, CC-BY</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pesquisa sobre consumidor móvel brasileiro 2011</title>
		<link>http://blogpagseguro.com.br/2011/08/pesquisa-sobre-consumidor-movel-brasileiro-2011/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 12:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[mobile]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>

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		<description><![CDATA[O consumidor móvel brasileiro foi a investigação da WMcCann e do grupo.mobi em 2011. Os dados da pesquisa ajudam a entender este universo e a inovar em nossos negócios online. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="__ss_8728265" style="width: 425px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="Consumidor Móvel 2011" href="http://www.slideshare.net/WMcCannBR/consumidor-mvel-2011" target="_blank">Consumidor Móvel 2011</a></strong> <iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/8728265" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" width="425" height="355"></iframe></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/" target="_blank">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/WMcCannBR" target="_blank">WMcCannBR</a></div>
</div>
<p>A <a href="http://www.wmccann.com.br/">WMcCann</a> e o <a href="http://grupo.mobi/">grupo.mobi</a> acabam de <a href="http://www.slideshare.net/WMcCannBR/consumidor-mvel-2011"> publicar uma pesquisa</a> sobre o hábito de consumo dos brasileiros a partir de seus celulares. As descobertas só fazem reforçar nossos posts e recomendações sobre as tendências que cercam o uso dos smartphones e, talvez, dos tablets – bem como sobre os hábitos de compra dos brasileiros. Mais que isso, a pesquisa fornece dados concretos sobre o nosso mercado, seus hábitos e, assim, ajuda a desenvolver a nossa economia mais viçosa, a digital.<br />
Os destaques:</p>
<p>1. <strong>44.4% dos proprietários de celulares convencionais que pretende trocar de celular nos próximos seis meses – e a maioria deve migrar para um smartphone</strong>. &#8220;A pesquisa indicou que a maioria das pessoas troca de aparelho em até 1 ano. Só não podemos dizer que o aparelho celular virou descartável porque sabemos que uma pessoa passa seu telefone para frente (para família ou amigos) quando compra um aparelho novo&#8221;, diz Ricardo Cavallini, vice-presidente de convergência da WMcCann e autor do livro <a href="http://mobilizebook.com.br/">Mobilize</a>, sobre as possibilidades da propaganda e do marketing móveis.<br />
Cavallini também destaca o seguinte:</p>
<blockquote><p>Por não atingir a maior parte da população, a posse do smartphone está hoje nas mãos dos mais conectados. Por outro lado, o fato da tecnologia estar cada vez mais disponível e mais fácil pode acelerar esta curva de adoção. A banda larga móvel ainda não está disponível para todas as cidades, mas estará em poucos anos. As vendas de smartphone estão acelerando e agora sendo impulsionadas pelos subsídios das operadoras.<br />
Quanto mais acessível, mais fácil e mais possibilidades tivermos, mais usaremos. O iPhone é um ótimo exemplo disso. Por sua facilidade, seu uso e interação é muito mais forte que em outros aparelhos. Por isso digo que o crescimento de vendas de smartphone poderá causar uma explosão no uso como acesso à internet, download de aplicativos e acelerar a queda de uso de SMS. Quando falamos de acesso à internet e outras coisas, o smartphone é causa, mas também é consequência.</p></blockquote>
<p>2. <strong>40.8% dos consultados já acessa a internet através do celular. Mais gente, proporcionalmente, do que a internet &#8220;fixa&#8221; em 2007. 83% do acesso vem de smartphones</strong>. Para Cavallini, &#8220;Assim como a internet, o celular não é apenas mais um meio (como muitos comunicadores acreditam). É muito mais do que isso. É uma mudança de comportamento e cultural, isso é bem maior do que apenas propaganda e marketing. As empresas deveriam estar se preparando e rápido, para esta mudança – coisa que não fizeram com a internet&#8221;.</p>
<p>3. <strong>Cerca de 15% dos usuários já comprou alguma coisa a partir do seu celular</strong>, a maior parte deles, da Classe A (um número absoluto baixo). Se considerarmos o universo de 23 milhões de compradores online, com 81 milhões de internautas (segundo o Datafolha), significa que cerca de 28% deles são compradores. O fato que merece nossa atenção aqui é: os hábitos adquiridos no acesso pelo computador serão herdados no acesso pelo celular. Para Cavallini, &#8220;Os brasileiros têm o hábito de acessar redes sociais e levaram este comportamento para o celular. Os brasileiros que compram pela internet o farão no ambiente móvel também.&#8221;</p>
<p>Estão preparados? Comecem a descobrir o maravilhoso mundo dos apps e sites móveis.</p>
<p>Via: <a href="http://smeira.blog.terra.com.br/">Silvio Meira</a> e <a href="http://www.coxacreme.com.br/">Ricardo Cavallini</a></p>
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