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O que todo e-commerce precisa ter?

O que todo comércio eletrônico precisa ter? Apesar da pergunta aparentemente simples e fácil de ser respondida, muitos vendedores esquecem de itens básicos, entre eles oferecer produtos de qualidade, preços interessantes, parcelamento, um sistema de pagamento seguro, como o PagSeguro, por exemplo, uma estrutura sólida para logística dentre tantos outros fatores fundamentais para o dia-a-dia de um e-commerce.

Porém itens como fluxo de caixa, balanço e até empreendedorismo são deixados de lado. Nenhum negócio vive sem uma administração saudável e sem um espírito empreendedor, que saiba se reciclar de tempos em tempos, analisando o mercado e se adaptando conforme a música.

Até mesmo o tão aclamado check-list é, muitas vezes, abandonado em virtude da ansiedade de muitos vendedores em obterem lucros exorbitantes de maneira tão rápida. Um bom exemplo seriam os portais e sites que possum um tráfego diário muito grande e, só por isso, acabam oferecendo produtos por acharem que por atingirem um grande público conseguirão vende facilmente. E sabemos que isso não é verdade se por trás não há todo um planejamento.

E para você, o que todo e-commerce deve ter? Vamos montar uma lista básica juntos? O primeiro passo é cadastrar-se no PagSeguro e oferecer a forma mais segura de pagamento online para com seus clientes. Cadastre-se agora mesmo e já comece com o pé direito:

Crédito da imagem: Crystal via Compfight.

E-commerce: invista em conteúdo e ganhe clientes.

Seu e-commerce também pode se valer do marketing de conteúdo para atrair e fidelizar clientes. As redes sociais, por exemplo, podem ser ótimos canais de divulgação da sua empresa, mas podem funcionar como atrativos para que os usuários acabem conhecendo e “caindo” na sua loja virtual. Quer atrair novos clientes? Ofereça conteúdo aliado a bons preços e ótimas opções de pagamento.

Outro ponto que pode ser trabalhado é a utilização de blogs. Produza de maneira frenética um conteúdo de qualidade e gere tráfego tanto para seu site como par ao blog. Um blog com dicas de utilização dos produtos, por exemplo, pode atrair curiosos e gerar, consequentemente, novos clientes. Os consumidores estão cada vez mais exigentes e disponibilizar um atrativo a maios, como um conteúdo bem elaborado, pode ser um ótimo diferencial.

Quer outra dica super válida? Ofereça aos seus clientes uma forma segura e confiável para pagamentos online, como o PagSeguro. Além de oferecer segurança para os seus clientes, a sua empresa ganha credibilidade ao conta com produtos reconhecidos nacionalmente. Cadastre-se agora mesmo:

Crédito da imagem: Jorge Quinteros via Compfight.

Prepare-se para a temporada de Natal

A tempo de pegar a temporada de compras para o Natal, um novo relatório da Pitney Bowes Inc. (NYSE: PBI), com 4 mil consumidores entrevistados na França, Alemanha, Reino Unido e os EUA, indicam os produtos que serão os mais comprados no Natal de 2012. Livros, roupas, revistas, sapatos e eletrônicos asseguram os top 5 globalmente. Suplementos de saúde, produtos pet, produtos de jardinagem, produtos “faça você mesmo” e artesanato foram classificados como os últimos dos itens preferidos para compra online.

Certas tendências de compras online se destacam no Relatório da Pitney Bowes “Consumer Trends in Online Shopping and Shipping”. As compras online, de todo tipo de produto, estão em ascensão nos últimos 12 meses. Livros e roupas estão liderando com 25% dos entrevistados relatando que tiveram mais desses itens entregues em suas casas no ano passado.

Segundo a comScore, “nos primeiros 56 dias da temporada de novembro-dezembro de 2011, mais de 35 milhões de dólares foram gastos online, um aumento de 15% com relação ao período correspondente em 201”. A migração para o e-commerce no mundo também é alimentada por tendências móveis. Dispositivos pessoais com aplicativos da marca estão mudando o comportamento de compra do consumidor de forma dramática. Continue lendo

Preços do e-commerce caíram em setembro

Os preços de produtos do comércio eletrônico registraram queda de 0,40% em setembro ante agosto, de acordo com o índice da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e do site Buscapé (Fipe/Buscapé). O levantamento, segundo a entidade, reforça a tendência deflacionária dos preços no e-commerce nos últimos 20 meses, já que houve variação positiva apenas em agosto de 2011 (0,59%) e em janeiro deste ano (0,90%).

Das 151 categorias de produtos dos dez grupos pesquisados em setembro, 60 tiveram queda de preço de, em média, 1,05%, enquanto 91 tiveram aumento de preço de, em média, 1%. No período acumulado de 12 meses encerrados em setembro, o índice FIPE/Buscapé registrou queda de 9,64%, com recuo em nove dos dez grupos.

Entre os grupos avaliados no mês passado, cinco apresentaram queda de preço: eletrônicos (-1,98%), telefonia (-1,14%), fotografia (-0,37%), cosméticos e perfumaria (-0,17%) e informática (-0,05%). Outros cinco grupos registraram alta nos preços, com destaque para o brinquedos e games, com aumento de 3,02%, graças à proximidade do dia das crianças.

Via: Divulgação. Crédito da imagem: Andres Rueda via Compfight.

Defina sua estratégia mobile agora!!!

São quase 60 milhões de pessoas acessando a internet no celular, para onde você olha os smartphones estão nas mãos de todos, o Facebook e o Twitter têm mais de 50% de seus usuários acessando por meio dos celulares, você mesmo usa bastante e os dados de seu analytics indicam que uma parcela considerável de seus clientes já acessa e compra pelo celular – número que está em crescimento. Então está na hora do m-commerce.

Decisão tomada, você descobre que ainda há algumas perguntas a responder: smartphones ou tablets? Apps ou sites? Android ou iOS?

Sites ou Apps?

Esta é a primeira decisão e não deveria ser necessária. O mobile site e o app são complementares, não substituem um ao outro. O ideal é o desenvolvimento de ambos, site e app, pois cada formato oferece oportunidades em um contexto diferente.

O site móvel é mais adequado para busca. Cada vez mais as pessoas recorrem ao Google quando estão em movimento – 20% das buscas (estimativa) já é feita em celulares e 40% destas são locais (números de buscas locais fornecidos pelo Google).

Sendo a busca no celular eminentemente local, ao não possuir um mobile site sua empresa estará perdendo uma oportunidade concreta de vendas – já que a busca no celular tende a ser direcionada a um objetivo claro de ação.

Já o aplicativo móvel é uma oportunidade de relacionamento e de conquistar espaço no hardware do consumidor – por conseguinte, mindshare e, espera-se, pocket share. Objetivos que são comuns a qualquer empresa.

Porque uma oportunidade de relacionamento? Há espaço limitado nos aparelhos dos consumidores. Há 700,000 apps à disposição (no caso da App Store). O consumidor configura esta “coleção” de aplicativos que terá em seu celular de acordo com seu interesse. Se houve o download do aplicativo de sua empresa, houve uma manifestação clara de interesse no que este tem a oferecer, além de uma intenção de compra latente. É preciso aproveitar esta, por meio de uma apresentação de produtos favorável ao meio mobile, além de ações de relacionamento – o app não pode ficar “mudo” no device do consumidor.

Em resumo: sites móveis são os melhores para busca, e há grande potencial na captura dos consumidores fazendo buscas. Aplicativos móveis são oportunidades de relacionamento com consumidores que já manifestaram o interesse em realizar compras com esta empresa. O site móvel pode, sim, favorecer o download do aplicativo – que, também por suas características, tende a gerar maior valor por usuário (maior tempo de navegação, mais recursos).

Tablets ou smartphones?

Outra escolha que não é real – ou realista. A grande diferença entre o tablet e o smartphone é a experiência de uso, que leva a comportamentos diferentes entre os meios.

Tablets são mais adequados para a compra – e isto se reflete nos números de empresas que possuem apps de m-commerce tanto para tablets quanto smartphones, onde o tablet responde por um share maior de vendas. Isto porque o maior espaço de tela leva a uma experiência melhor, tornando a conversão mais fácil. Se como dito acima, apps (principalmente de smartphones) são oportunidades de relacionamento, apps em tablets são portanto oportunidades de engajamento. Mais tempo no app, mais chances de conversão.

iOS ou Android? E os outros sistemas operacionais?

Quando você desenvolveu seu site, você cogitava não permitir o acesso ao site de uma parcela de sua clientela em potencial? Ou, na loja física, você permitiria a entrada de apenas determinadas pessoas – por exemplo, apenas aquelas pessoas com um iPhone podem entrar.

O raciocínio é o mesmo. O share de uso de apps e web no celular é hoje dominado pelos usuários destes dois sistemas (share de uso sendo diferente do market share), havendo grosso modo uma divisão 50/50. Esta divisão, originalmente favorável ao iPhone, já começa a se fazer notar nos números de downloads que obtemos. Optar por apenas um sistema operacional é não apenas bloquear o acesso a mais de 50% de seus clientes, mas também aproveitar mal os esforços que serão dedicados ao desenvolvimento e à estratégia mobile naquele momento. Quanto aos outros sistemas operacionais, a abordagem precisa ser a mesma. No momento em que houver um share significativo, você deve considerar novo desenvolvimento.

Você deve estar fazendo as contas – 3 aplicativos e um site mobile, como a melhor estratégia de m-commerce. Mas e se houver restrições de recursos? É realmente necessária uma escolha?

O melhor a fazer é consultar os dados de acesso ao seu site atual. Qual é o modelo ou sistema operacional com a maior porcentagem de acessos? Este deve ser seu ponto de entrada. Pois cada meio – app ou site, tablet ou smartphone – cumpre um papel específico, e a extensão de sua estratégia para os demais será necessária, se está em busca dos melhores resultados.

Crédito da imagem: my heart explodes, kevin doley, CC-BY.

Ecommerce tem que ter layout perfeito

 

No e-commerce a beleza conta sim – e muito. Um layout personalizado tem o poder de influenciar a escolha de um consumidor por uma determinada loja ou não: ele inconscientemente escolherá a loja virtual mais bonita.

Por isso, na hora de escolher a sua ferramenta é muito importante ter um layout personalizado. E na hora de criar a sua identidade visual, é preciso prestar muita atenção a pontos importantes do site:

Cabeçalho e rodapé: São o lugar de informações fundamentais: login, categorias, navegação. No rodapé, além dos dados de sua empresa, publique todos os seus certificados.

Página principal (Home): é a sua vitrine e deve ser atraente. Clareza, simplicidade e objetividade ajudam a transformar seu negócio em sucesso.

Página de produto: Se o produto tem imagens detalhadas (zoom), descrição coerente e atrativa, vídeos fica mais fácil o consumidor tomar sua decisão. Ofereça muita informação e botões claros.

Carrinho: o lugar mais delicado e importante, certo? Botões têm que estar no lugar certo. As informações devem ser claras (e atender às leis que regem o comércio eletrônico). Crie um processo em que os formulários são curtos e rápidos de preencher. Detalhe fundamental: tudo tem que ser feito num servidor seguro, em que as informações do seu cliente estejam protegidas.

E, claro, instale o PagSeguro para garantir a segurança de todos.

Via Blog do E-Commerce. Crédito da imagem: mimitalks, married w/children via Compfight.

Para e-commerce, a indicação é o melhor marketing

Não importa se o negócio é digital ou físico: a opinião de quem a gente conhece – e confia – é decisiva na hora de fechar negócio. A melhor propaganda que você pode querer para o seu e-commerce é o boca a boca, que transmite a experiência real que o seu site entrega aos clientes.

Neste planeta, vale uma regra de ouro: uma reclamação anula dez (10) elogios! O consumidor sempre vai se solidarizar com o outro consumidor que foi prejudicado. Mais que isso: ao encontrar uma reclamação online, o internauta sabe que o cliente tentou muitos contatos e não foi atendido.

Para completar esta política é econômica para a sua empresa. Manter um cliente custa dez vezes menos que conquistar um novo. Se o seu cliente estiver satisfeito, ele vai trazer muitos novos clientes.

Então cuide bem do planejamento de sua verba: é importante, sim, conquistar novos clientes. Entretanto, manter os que você já tem garante a saúde de seu negócio e também o seu crescimento.

Via: Blog do Ecommerce. Crédito da imagem: madamepsychosis, CC-BY-NC-ND.

Senado aprova isenção para e-books e e-readers

 

O Projeto de Lei Senado (PLS) 114/2010, que prevê que os livros eletrônicos sejam equiparados aos tradicionais, foi aprovado por unanimidade na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). Caso entre em vigor, o PL permitirá isenção de impostos ao formato digital, algo garantido aos livros tradicionais.

Agora, o PLS segue para a Câmara dos Deputados. Se for aprovado e sancionado, aparelhos como o Amazon Kindle não serão tributados, como é o caso dos livros tradicionais

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou na semana passada o Projeto de Lei Senado (PLS) 114/2010, que prevê isenção de impostos para livros no formato eletrônico – os e-books, tal como acontece com os tradicionais. Em maio, o PLS havia sido aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos.

A proposta do senador Acir Gurgacz (PDT-RO) equipara ao livro de papel dispositivos que tenham como “função exclusiva ou primordial a leitura de textos em formato digital ou a audição de textos em formato magnético ou ótico”.

Via Blog do Ecommerce. Crédito da imagem: Evolution of Readers, jblyberg, CC-BY.