Comércio eletrônico vai faturar R$ 2,6 bi no Natal 2011

23 de novembro de 2011  | 

O e-bit prevê crescimento de 20% nas vendas do Natal deste ano. O faturamento do setor deve chegar a R$ 2,6 bilhões, com ticket médio de R$ 350.

A data representa cerca de 15% dos pedidos do e-commerce no ano inteiro. Só para comparar, em 2010, o setor cresceu 40%. A desaceleração deve-se ao menor crescimento econômico, menor poder de compra do consumidor e os efeitos da crise econômica mundial. Claro que a greve dos Correios também teve impacto negativo nas vendas.

Para esse ano, a expectativa é eletrodomésticos, eletrônicos, produtos de informática e de saúde, beleza e medicamentos sejam os principais produtos.

E para os consumidores, o conselho é claro: antecipe as compras para garantir a entrega.

Imagem: Steve Rhodes

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América Latina e Caribe juntos deverão alcançar faturamento de US$ 69,7 bilhões em 2011.

25 de outubro de 2011  | 

Memorial da América Latina, Roberto Alegre, CC-BY-NC-ND

O mercado de e-commerce na América Latina está em expansão. Segundo dados da E-consulting, a América Latina e Caribe juntos deverão alcançar faturamento de US$ 69,7 bilhões em 2011. O Brasil é líder em vendas pela internet na região, com 45% do total de vendas. A soma do faturamento de México, Venezuela, Argentina, Chile e Colômbia representa 35%. No mundo, o Brasil está em 13° no ranking dos países que mais movimentam o comércio online.

A participação significativa do Brasil no mercado latino torna o País modelo de negócio para a região. Muitas empresas brasileiras aproveitam a oportunidade para comercializar serviços para o varejo online dos países vizinhos. O volume de negócios de tecnologia brasileira em e-commerce representa 62% do total comercializado na América Latina.

Via: E-Commerce Blog e Mercado em Revista. Imagem: Roberto Alegre, CC-BY-NC-ND

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E-Commerce fatura R$ 713 milhões no Dia das Crianças em 2011

19 de outubro de 2011  | 

O e-bit divulgou nesta terça, 18 de outubro, o resultado das vendas do comércio eletrônico para o Dia das Crianças: R$ 713 milhões, um aumento de 16% em relação a 2010. A previsão era de aumento de 20% e, segundo Chris Rother, diretora da entidade, o setor foi prejudicado pela greve dos Correios – que terminou na sexta-feira, dia 14 de outubro.

Durante o período considerado para o Dia das Crianças, foram realizados aproximadamente 2 milhões de pedidos, com um tíquete médio de R$ 350,00. As cinco categorias mais vendidas foram Eletrodomésticos; Saúde, beleza e medicamentos; Informática; Livros, assinaturas de revistas e jornais; e Eletrônicos. As vendas de Brinquedos e Games também aumentaram no período, já que são produtos característicos para a ocasião.

Fonte: assessoria de imprensa do e-bit

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9 dicas para melhorar o seu check-out

18 de outubro de 2011  | 

Basket only checkout, Leo Reynolds, CC-BY-NC-SA

O momento crítico é este: o check-out. O cliente já escolheu o que quer comprar e escolheu a sua loja! E quem não sofre com carrinhos abandonados que jogue a primeira pedra – toda loja tem muitos em seu banco de dados. Veja quais são os pontos críticos e avalie o seu processo. A ideia é melhorar a sua conversão.

1. Mostre o passo-a-passo do processo do carrinho de compras – Quem tem muitas etapas no fechamento, deve colocar um mapa das etapas. Lembre: tudo deve acontecer em no máximo 4 páginas.

2. Informações aos poucos, com clareza no lugar ideal – Ninguém lê um manual de instruções de uma vez só. Ofereça as informações ao seu cliente a cada etapa com objetividade.

3. Mostre as formas de pagamento disponíveis – Informe o cliente logo no início quais são as formas de pagamento para evitar frustração no fim da compra. Quem usa PagSeguro não se preocupa com isso – e deve usar as imagens disponíveis para o seu site.

4. Permita sempre modificação no carrinho – Antes da conclusão da compra, sempre dê oportunidade de modificar produtos (exclusão/inclusão) e condições de pagamento.

5. Mantenha as informações durante o processo – No check-out sempre deixe os produtos, quantidade e frete visíveis. Eliminar esta informação deixa o cliente inseguro.

6. Peça apenas as informações necessárias – Concentre a coleta de informações nos itens essenciais para a conclusão e segurança do negócio. Pesquisas e outras informações devem ser feitas após o processo, em um questionário de pós-venda.

7. Mostre claramente erros de preenchimento – Mostre sempre os erros de preenchimento em vermelho, tanto no topo da página quanto no item onde o erro realmente ocorreu. Apresente, sempre que possível, a solução ou causa do erro.

8. Mostre onde encontrar as informações do cartão de crédito – É importante que você facilite a localização de informações para a conclusão de pagamentos, como, por exemplo, a localização de códigos de segurança nos cartões de crédito.

9. Links para resolver dúvidas à vista – Destaque os links para sistemas de atendimento online para que os clientes consigam respostas a seus problemas no fechamento da compra.

Via: E-Commerce News. Imagem: Leo Reynolds, CC-BY-NC-SA

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Estudo mostra os hábitos dos paulistanos na internet

14 de outubro de 2011  | 

Sampa, Zona Sul, Grace Ota, CC-BY-NC-ND

Segundo a III Pesquisa sobre hábitos dos paulistanos na internet, realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), 51,5% dos paulistanos têm o hábito de realizar compras pela internet.

De acordo com o estudo, que foi divulgado durante o “III Congresso de Crimes Eletrônicos e Formas de Proteção”, nos dias 10 e 11 de outubro, na sede da entidade, a praticidade é o motivo que atrai a maior parte dos paulistanos, 54,46%, para o e-commerce (aumento de 8,84% em relação ao ano passado).

Preço e confiança na empresa são o segundo e terceiro motivos que mais atraem consumidores para o comércio eletrônico. Sendo que o preço, frequentemente menor do que em lojas físicas, é apontado por 27,52% como a motivação para este tipo de compras dos paulistanos e a confiança por 16,47%.

E o grande entrave continua a ser, como sempre dizemos, a segurança. 52,69% dos mil entrevistados têm medo de fraude. A necessidade de ver o produto foi indicada por 23,15% e o frete é impedimento para 17,66%. E tem mais: 43,51% dos paulistanos não se sentem satisfeitos com as dados fornecidos sobre as mercadorias. E a insatisfação cresceu 8,35% no último ano.

Fraudes assustam muita gente

Mais de 300 mil famílias paulistanas têm ao menos um membro que já foi vítima de algum crime eletrônico. Segundo a pesquisa, os homens são mais suscetíveis a essas práticas do que as mulheres. O mais comum é desvio de dinheiro da conta bancária (24,71% ). Em seguida, empatados com 15,29%, estão a clonagem de páginas pessoais em sites de relacionamento e a não entrega de produtos comprados. Outras ocorrências são uso indevido de dados pessoais, a clonagem de cartão de crédito e compras em lojas que não existem.

Após ter sido vítima de um crime eletrônico, 29,41% das vítimas não voltam a realizar compras pela internet. O número, que diminuiu em relação a 2010, parece indicar que os usuários buscam proteção em vez de abandonar a comodidade da internet.

Redes Sociais

Quase todos os paulistanos estão nas redes sociais. São 82,73% ou pouco mais de 9,35 milhões que fazem parte de ao menos uma das redes. Entre as pessoas com mais de 18 anos e menos de 35, o total é ainda maior, 89,54%. Já entre o público que tem entre 35 e 70 anos, o total saltou de 61,05% em 2010 para 73,27%, uma diferença de 12,22 pontos porcentuais.

A rede social mais utilizada continua sendo o Orkut, com 74,91% de penetração. O número, contudo, tem diminuído ano após ano e, comparado com 2010, é 7,17 pontos porcentuais menor. O Facebook registrou um aumento de 30,06 pontos porcentuais na capital paulista, e agora atinge 54,04% de sua população. O Twitter é usado por 19,06% dos paulistanos e o MSN, por 66,10%.

A pesquisa foi realizada em maio de 2011, com mil entrevistados do município de São Paulo.

Imagem: Grace Oda, CC-BY-NC-ND

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[São Paulo] Comércio eletrônico tem que mandar contrato por escrito

26 de setembro de 2011  | 

São Paulo, por Sabor Digital em CC-BY-NC-SA
Atenção lojistas de São Paulo. Desde o fim de agosto, há uma nova regra, promulgada na lei n.º 14.516/2011: os consumidores que realizam compras através de e-commerce e call center, entre outras formas de aquisição de produtos ou contratação de serviços de forma não presencial, terão que receber o contrato por escrito.

O objetivo é claro: permitir que o consumidor conheça melhor o contrato e suas condições. Consultamos a assessoria do PROCON-SP para saber como os empresários devem proceder. Segundo o órgão, os contratos podem, sim, ser enviados por e-mail. Claro que é possível encaminhar uma versão impressa via Correios, mas isso não é obrigatório.

Via Bagarai, foto: Sabor Digital em CC-BY-NC-SA

http://www.emtu.sp.gov.br/linha/resultado_imp.htm?numlinha=16890

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O número de internautas deve crescer mais no Brasil

16 de setembro de 2011  | 

Segundo o e-bit, ainda no segundo semestre de 2011, o comércio eletrônico brasileiro ganhará mais 4,7 milhões de consumidores. A expectativa é que no fim deste ano, tenhamos 32 milhões de internautas que já compraram online pelo menos uma vez. Crescimento de 26% só em 2011. E a gente, aqui do PagSeguro, pergunta a vocês, vendedores: como irão fidelizar esta massa de novos compradores?

Via Blue Bus – Imagem: Ѕolo

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Entenda a importância do link building – e como fazer

15 de setembro de 2011  | 

imagem de Gisela Giardino, em CC

Apesar de muita gente no Brasil não aceitar a realidade, vivemos, sim, na era digital. E a internet é, sim, a grande fonte de informação. Portanto, é fundamental existir nela – ou criar presença, na língua especializada em marketing digital. Fundamental para isso é que você fique bonito na foto dos buscadores. E a melhor forma de ser encontrado é através de vários links de entrada em suas páginas.

Isso se consegue com backlinks ou trackbacks, os links que apontam para o seu site ou para páginas dele. O resultado direto será, claro, aumento de visitas – a longo prazo, é preciso dizer. Então, trate de incentivar que as pessoas falem de você – bem, de preferência – em sites, blogs, serviços como Facebook, Twitter e em diretórios de sites. Para quem acabou de chegar criar à rede, uma estratégia de links é fundamental. Afinal, sem a busca – e a sua presença na primeira página de resultados – seu site praticamente não existirá.

Boas práticas de Link Building
Sim, não basta mandar um spam a todos os sites ou blogs que você conhecer para ganhar um link – isso, aqui no Brasil, raramente tem bons resultados. E também não adianta sair por aí comprando links a torto e a direito. É preciso uma estratégia – e ótimas razões para receber o link. Algumas estratégias possíveis:

  • Evite comprar: se o editor topou vender um link para você, não há como saber se isso será contabilizado pelo mecanismo de busca – que não considera os links de sites que têm este comportamento.
  • Conteúdo é a chave: Produza textos, fotos e vídeos e publique-os em outros sites – vale YouTube, Flickr – e estão criados os links. Compartilhe ao máximo nas redes sociais (os buscadores só não vêem o Facebook) e pimba! Você será mais visível pelos robôs. Mantenha-se ativo em sites de bookmark e nas redes sociais. Mantenha suas contas ativas e interessantes e a recompensa virá.
  • Links internos: sim, é importante fazer links dentro de seu próprio site. Para isso um blog é sensacional: você escreve um artigo sobre um determinado produto, linka para a página e ainda pode usar as mesmas estratégias acima – redes sociais e social bookmarking – para melhorar a relevância destes links.
  • Escreva artigos para outros sites: não há coisa mais lida na internet que tutoriais (como fazer). Procure sites ou blog que oferecem conselhos relacionados com o seu nicho de mercado. Disponha-se a escrever tutoriais sobre um produto (ou mesmo uma resenha). Mesmo que você ganhe apenas um link para a sua homepage, está valendo. Depois que o artigo estiver no ar, repita o compartilhamento nas redes sociais (aqui incluem-se todos os sites de social bookmarking).
  • Tenha seu próprio blog: Não basta apenas ter o seu blog e linkar para o site. É preciso criar conteúdo útil e interessante (atrair leitores…). Depois espalhe pela rede, de novo.
  • Publique no Twitter: embora os buscadores teoricamente não considere os links do Twitter, ele parece prestar atenção quando o conteúdo é muito retuitado. Também é possível que outros blogs ou sites repliquem o feed do Twitter – e estes links valem, sim. Também é muito útil você publicar o feed do Twitter no seu blog. E colocá-lo em todas as redes possíveis: do Facebook ao FriendFeed, todos os lugares são válidos.
  • Use o bookmarking: Há milhares de sites de bookmark social, como o Delicious. Se você colocar os seus links por lá – mas não só eles, cuide para também ter outros assuntos de seu setor que sejam de interesse, para não virar um spam – isso pode ajudar muito. Afinal, alguns poucos links a mais podem ser a diferença entre você e a concorrência. Vale experimentar.
  • As iscas: Existe uma prática, chamada de link bait, que tem mais prós que contras. Criar um widget para seus produtos (que outros possam usar em seus sites e blogs), um vídeo que espalhe pela rede (haja criatividade), um concurso ou sorteio (como a promoção Você de Carro Zero) podem ajudar a melhorar seu posicionamento nas buscas. É preciso ter cuidado para não ter efeito contrário, mas o link bait continua sendo muito praticado. E, quando bem feito, tem bons resultados.

Via: Artigos de E-Commerce; com informações do Search Engine Journal; Practical Ecommerce e outros. Imagem: Gisela Giardinho, CC

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Dia dos Pais 2011 fatura R$ 675 milhões

13 de setembro de 2011  | 


O e-commerce brasileiro faturou 675 milhões reais nas duas semanas anteriores ao Dia dos Pais, segundo informações do e-bit. O valor é superior aos 625 milhões aos previstos inicialmente pela empresa de consultoria, e 25% maior que o registrado no mesmo período de 2010 (520 milhões de reais).

Foram realizados mais de dois milhões de pedidos no período, com um tíquete médio de 340,00 reais. A previsão do instituto é de 54 milhões de encomendas até o final de 2011, com um tíquete médio de R$ 355,00.

Entre as categorias de produtos mais populares, novamente os Eletrodomésticos (1º), Saúde, Beleza e Medicamentos (2ª), Informática (3º), Livros, Assinaturas de Jornais e Revistas (4º) e Telefonia/Celulares (5º) figuraram entre as mais populares. O índice de satisfação do consumidor também superou as expectativas, com 87% aprovando o serviço oferecido pelas empresas de comércio eletrônico

Via E-Commerce News – Imagem: Scott*

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Use melhor os resultados de busca no seu site

08 de setembro de 2011  | 

3D Caracter and question mark, CC

Fato: quando um usuário faz uma busca no seu e-commerce, ele está mais interessado que outros. Esse cliente procura um produto especifico e, por isso, as suas chances de conversão são muito maiores. Por isso, é importante, fundamental você garantir que ele continue a tentar, mesmo que a busca não lhe dê o resultado esperado. Algumas estratégias bastante possíveis:

  • Use “Eu não entendi” – Uma das melhores soluções para um resultado não encontrado é a de corrigir os termos digitados. Você faz isso criando um dicionário e sugerindo correções. Complete com isso, o destaque para termos relacionados que estão no seu estoque – e deixe claro que é a palavra usada que não existe.
  • Outros resultados – Quando um cliente faz uma busca, a sua linguagem dá pistas sobre o que ele quer. Se a busca é “sapato marrom 41″ e não há esta combinação, ofereça sapato 41 nos resultados. É possível combinar os termos com seu banco de dados de muitas formas. Seja inteligente. E mostre, sempre, que usou outra combinação para os resultados exibidos, o que incentiva a continuidade das buscas.
  • Mude o filtro – Num estudo recente foi comprovado que outro fator que causa muitos “Nenhum Resultado Encontrado” são filtros em demasia. Por exemplo, o usuário faz a busca dentro na categoria errada. Nestes casos é importante mostrar que o resultado pode ser encontrado de outro jeito. Uma forma comum de fazer isso é mostrar as ocorrências do produto ou termo em toda a loja.
  • Aumente as bases da busca – Às vezes pode acontecer dos termos procurados não fazerem parte do nome do produto e sim das características ou ainda da descrição. Por isso é importante criar um mecanismo que faça a varredura no máximo de propriedades possíveis de um produto. Melhor ainda é mostrar essa informação na lista de resultados, porque é relevante que o cliente saiba onde se encaixa a sua pesquisa nos resultados apresentados.

Lembre também que, além destas estratégias, é importante monitorar as pesquisas no seu site. Elas mostram quais são os produtos mais procurados, novas palavras chave que são usadas e os termos que não retornam resultados – e merecem a sua atenção.

Via: E-Commerce News, ilustração em CC

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Blog do PagSeguro