Tendências para o ecommerce em 2012

19 de janeiro de 2012  | 

media independent, Peter Sneekes, CC-BY-NC

Em palestra na NRF, uma executiva da Forrester, Sucharita Mulpuru, indicou as tendências do e-commerce para 2012.

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07 de janeiro – Dia do Leitor

07 de janeiro de 2012  | 

 

 

Todos nós leitores provavelmente começamos nosso hábito com contos de fadas, como neste trecho de Zoara Failla: “O Capítulo I sempre iniciava com ‘Era uma vez...’ e o Capítulo X, finalizava sempre com ... ‘E foram felizes para sempre’”.

Nós do Blog do PagSeguro desejamos um bom dia do leitor e queremos que exercitem a leitura. Use o PagSeguro e presenteie com um livro ou revista um amigo ou a si mesmo nesta data!

 Mário Quintana

A Arte de Ler

O leitor que mais admiro é aquele que não chegou até a presente linha. Neste momento já interrompeu a leitura e está continuando a viagem por conta própria.

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Lançamento Plenocard

28 de novembro de 2011  | 


O PagSeguro tem o prazer de anunciar mais um meio de pagamento para realizar suas compras: o cartão de crédito PLENOCard.

O PLENOCard é um cartão aceito em todo o território nacional, mas com foco maior na região Sul e na Grande Recife no estado de Pernambuco. Com ele você poderá efetuar pagamentos em até 3X, com toda a segurança oferecida pelo PagSeguro!

É o PagSeguro trazendo mais uma opção de pagamento para que os vendedores atinjam ainda mais clientes, e para que os compradores  tenham mais opções para efetuar o pagamento de suas compras.

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Métricas do seu site em tempo real

31 de outubro de 2011  | 

Google Analytics Real Time

O painel de controle da nova ferramenta

O Google lançou uma ferramenta de análise que identifica o número de visitantes em tempo real. O Google Analytics Real-Time, lançado no fim de setembro, ainda não está disponível para todos os usuários do sistema e promete tornar fácil para os profissionais de e-commerce analisarem como os consumidores interagem com sua plataforma. Até então, as ferramentas do Google entregavam estes resultados com atraso, o que impedia uma rápida capacidade de resposta.

Para Joe Stanhope, analista sênior da Forrester Research, com a nova atualização, o Google passa a competir com software de análises de outros players representativos do setor, como a Adobe, IBM, e Webtrends. Sistemas de análises tradicionais permitem que profissionais de comércio eletrônico monitorem os consumidores em tarefas simples, como: onde vão e quando saem, mas a nova ferramenta do Google permite apresentar resultados instantâneos. “A ferramenta permite que empresas vejam quais partes do site apresentam melhor desempenho”, disse ele.

O Google também comunicou o lançamento de uma versão paga do Google Analytics, disponível apenas para clientes dos Estados Unidos, Canadá e Grã-Bretanha. O Analytics Premium vai custar US$ 150 mil por ano e foi desenvolvido para atender demandas de grandes empresas.

Para solicitar acessso à nova plataforma, preencha o formulário da empresa.

Via: E-Commerce News. Imagem: divulgação

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América Latina e Caribe juntos deverão alcançar faturamento de US$ 69,7 bilhões em 2011.

25 de outubro de 2011  | 

Memorial da América Latina, Roberto Alegre, CC-BY-NC-ND

O mercado de e-commerce na América Latina está em expansão. Segundo dados da E-consulting, a América Latina e Caribe juntos deverão alcançar faturamento de US$ 69,7 bilhões em 2011. O Brasil é líder em vendas pela internet na região, com 45% do total de vendas. A soma do faturamento de México, Venezuela, Argentina, Chile e Colômbia representa 35%. No mundo, o Brasil está em 13° no ranking dos países que mais movimentam o comércio online.

A participação significativa do Brasil no mercado latino torna o País modelo de negócio para a região. Muitas empresas brasileiras aproveitam a oportunidade para comercializar serviços para o varejo online dos países vizinhos. O volume de negócios de tecnologia brasileira em e-commerce representa 62% do total comercializado na América Latina.

Via: E-Commerce Blog e Mercado em Revista. Imagem: Roberto Alegre, CC-BY-NC-ND

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Entenda os tipos de frete do PagSeguro

21 de outubro de 2011  | 

 

Com o PagSeguro, você pode trabalhar com três tipos de frete: por valor fixo, por peso ou frete adicional com valor fixo.

Você também pode disponibilizar para seus clientes a ferramenta de cálculo de frete, para que saiba exatamente o quanto pagará pelo envio da mercadoria.

Para utilizar um desses tipos de frete, você precisa configurá-lo na página de Frete no Menu Preferências em sua conta.

Além disso, é possível disponibilizar também a forma de envio em sua loja. Seus produtos podem ser enviados apenas por SEDEX ou Encomenda normal (PAC), ou se preferir, você pode utilizar as duas formas de envio e deixar a escolha por parte do comprador.

Frete fixo:

Utilize-o para cobrar sempre o valor de frete especificado. Para mais de um item, o valor fixo do frete será multiplicado pelo número de itens. Esta opção não oferece desconto caso o cliente compre mais de um item.

 

Frete por peso:

 

Utilize-o para cobrar o frete de acordo com o peso do produto, com base na tabela dos Correios e no CEP informado pelo cliente. Seu cliente poderá optar por Encomenda econômica (PAC) ou Sedex. O limite estabelecido pelos Correios é de até 30kg ou R$10.000,00.

Atenção: Se o somatório dos pesos dos itens ultrapassar o limite de 30Kg, ou se o valor total ultrapassar R$10.000,00, o frete não será calculado no PagSeguro, e deverá ser cobrado à parte, diretamente com seu cliente.

Frete adicional com valor fixo:

 

Cobrar o frete do item que tiver o valor mais alto no carrinho e cobrar um valor adicional fixo para cada item extra. Não será cobrado frete algum para itens que tenham frete grátis (nem mesmo o valor extra). Esta opção oferece ao cliente desconto no frete dos itens adicionais.

Obs: Os valores de frete por peso calculados pelo PagSeguro são apenas uma estimativa obtida junto aos Correios e devem ser confirmados no ato da postagem.

Saiba como integrar o frete em sua loja virtual, acesse: http://zip.net/bxcgs5

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Entenda como funciona a URL de retorno no PagSeguro.

14 de outubro de 2011  | 

 

Com a nova API do PagSeguro, é possível direcionar o comprador para uma URL Dinâmica ou para uma URL Fixa. Isso possibilita que o vendedor informe o usuário sobre a transação ou apenas apresentar uma tela de agradecimento pela compra.

Entenda a diferença entre elas:

Redirecionando o comprador para uma URL fixa

Nesta URL, você poderá preparar uma mensagem ao seu comprador, com explicações sobre aprovação do pagamento e sobre a liberação do produto. Essa mensagem será bastante útil para evitar dúvidas dos compradores sobre o processo de compra.

Por exemplo, configurando a URL abaixo no PagSeguro, é possível exibir uma mensagem padrão para todos os compradores que terminarem o fluxo de pagamento:

https://pagseguro.uol.com.br/lojamodelo/return.html

 

Para ativar essa função, configure um endereço fixo na área de configurações do PagSeguro.

Redirecionando o comprador para uma URL dinâmica

Você pode informar uma URL de redirecionamento diferente para cada pagamento realizado. Esta opção possui grande flexibilidade, pois permite que você mostre uma página específica para cada pagamento.

Para utilizar essa funcionalidade você deve configurar sua conta para aceitar somente requisições de pagamentos gerados via API.

Ao gerar uma requisição utilizando a API de Pagamentos, especifique a URL de redirecionamento no parâmetro redirectURL.

Por exemplo:

<redirectURL> https://pagseguro.uol.com.br/lojamodelo/notebook-prata-return.html </redirectURL>

A vantagem de uma URL dinâmica é que você terá muito mais flexibilidade para definir para onde o usuário deverá retornar ao final do fluxo. Poderá criar, por exemplo, páginas específicas para promoções ou para um determinado produto ou serviço ofertado em sua loja. Fique ligado para mais dicas do PagSeguro para desenvolvedores!

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Como não perder o seu cliente

13 de outubro de 2011  | 

os consumidores perdidos

A pesquisa acima, da Get Satisfaction, mostra com clareza porque os clientes desistem da compra. A primeira razão (68%) é falta de atenção ao cliente. A segunda (14%) é, aí sim, insatisfação com o produto e o serviço. Os números impressionam, já que o cliente é, teoricamente, o centro dos negócios. Mas fato é que ainda conseguimos entrar e sair de lojas físicas sem falar com ninguém e que, na hora do aperto, conseguir ajuda no serviço de atendimento ou mesmo na assistência técnica não é 100% garantido.

Cerca de 71% dos entrevistados no estudo afirmam que deixaram de comprar determinado produto por causa do tratamento que recebiam nos pontos de venda. E, quando isso acontece, 61% dos consumidores passam a comprar de outras marcas. E o que mais incomoda os clientes?

  • Estratégias repetidas
  • Armadilhas dos serviços telefônicos
  • Demora no atendimento
  • Representantes desinformados
  • Dificuldade de mudar de setor de atendimento.

Quando um consumidor decide abandonar uma marca, ele faz isso em todos os níveis, inclusive na web. Além de não visitar mais o site ou acompanhar as novidades da empresa, os clientes insatisfeitos deixam de ser fãs da marca no Facebook e param de segui-la no Twitter, diminuindo ainda mais o alcance das estratégias de marketing dentro e fora das redes sociais. Ou seja: perdeu globalmente, não é apenas uma venda. E cada consumidor perdido custa 243 dólares, segundo a pesquisa.

Se o serviço eletrônico não ajudar, os consumidores não terão medo de publicar sua insatisfação na web. Aliás, a maioria costuma fazer isso antes mesmo de entrar em contato com a central de atendimento da empresa. Por isso, todo empreendedor precisa aprender a lidar com esse canal (quase) sem limites.

Um caso interessante, aqui no Brasil, é do Bradesco. O seu canal no Twitter, o @AloBradesco, monitora e responde rapidamente as questões dos consumidores. Um exemplo de escuta nas redes sociais.

Via: Results ON, imagem: Get Satisfaction

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Comércio eletrônico já se prepara para o Natal

07 de outubro de 2011  | 


A expansão de 40% no comércio on-line verificado no Natal de 2010, frente ao mesmo período de 2009, encontrou empresas do varejo e de logística despreparadas para atender a demanda. Para este ano, a projeção da consultoria e-bit é que as vendas cresçam até 30% no período de 15 de novembro e 24 de dezembro. Varejistas ouvidas pelo Valor ultrapassam essa taxa. Esperam crescer até 60%.

Para não voltar a desapontar os consumidores, varejistas e transportadoras estão investindo em centros de distribuição (CD), mão de obra, tecnologia e frota. O aumento das vendas, mesmo fora de datas fortes como Natal, está exigindo estruturas mais robustas.

As entregas feitas pelos Correios de produtos vendidos pela web, por exemplo, cresceram 11% em agosto em relação a dezembro, mês que registra pico de vendas. Sobre agosto de 2010, o avanço foi de 66%. O comércio eletrônico faturou R$ 8,4 bilhões no primeiro semestre deste ano, o que representa um crescimento de 24% sobre o mesmo período do ano passado, segundo a e-bit. A projeção para todo 2011 é que se movimente R$ 18,7 bilhões. A empresa estatal já está em greve há 21 dias – e só quando o movimento terminar o mercado saberá como será o fim de ano para quem depende deles. Ou seja: todo micro e pequeno empresário.

O ritmo de acelerado está demandando mais investimentos em logística. O Walmart projeta um aumento de vendas no e-commerce entre 50% e 60% neste Natal em relação ao anterior. A varejista decidiu dobrar a capacidade de armazenagem em relação ao primeiro semestre, chegando a 50 mil m2. A companhia também analisou o desempenho das transportadoras parceiras, o que resultou no descredenciamento de algumas e no credenciamento de outras. Agora elas totalizam 20, frente às 16 que prestaram serviço à varejista em 2010. Na ocasião, o Walmart precisou contratar transporte por conta própria para amenizar os problemas de atraso, mas a mercadoria acabou ficando parada por alguns dias no centro de distribuição da transportadora, ocasionando mais atraso para o consumidor.

A Máquina de Vendas (que reúne as varejistas Ricardo Eletro, City Lar, Insinuante e Eletro Shopping) projeta um crescimento de vendas superior a 30% neste Natal. A empresa tomou uma série de medidas ao longo do ano para suportar o crescimento, com destaque para a triplicação de seu CD, para 35 mil m2, entre outubro e maio. O número de funcionários “mais que dobrou”, segundo Marcelo Ribeiro, diretor de e-commerce da companhia. “É mais do que precisamos para o fim de ano. Já pensamos no crescimento futuro”.

A Máquina de Vendas também aumentou em 30% o número de parceiros logísticos. Em maio, a empresa lançou uma área interna de monitoramento dos transportes e de processamento de pedidos. “Essa área foi criada especificamente para a satisfação do cliente, porque com ela conseguimos tomar as medidas com antecedência”, explica Ribeiro.

A Comprafacil, espera um aumento de 50% a 60% nas vendas neste Natal, seguindo o desempenho dos últimos anos. A empresa conclui em novembro as obras de quadruplicação de seu centro de distribuição, que terá 140 mil m2. Além disso, triplicou o número de transportadoras. A empresa, que teve problemas no ano passado, instalou a sua central de atendimento dentro do centro de distribuição. Inaugurado em julho, o novo sistema tem 500 atendentes em cada um dos dois turnos.

Além do planejamento precário por parte das empresas, outro “problema” no Natal de 2010 foi a nota fiscal eletrônica, cuja implementação se tornou obrigatória na época e foi deixada para a última hora por muitas empresas – algo que não deve atrapalhar as varejistas neste ano.
Via Valor Econômico, imagem: Christy Thompson, SXC

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Varejistas que usam e-commerce aumentam vendas

16 de agosto de 2011  | 


A Shopatron divulgou recentemente os resultados de seu trabalho “2011 Retailer eCommerce Study“, revelando que varejistas com lojas físicas integradas ao e-commerce aumentaram suas vendas.

A pesquisa foi respondida por mais de mil empresas dos Estados Unidos e dá uma ideia de como o crescimento mundial do e-commerce afetou o relacionamento de consumidores com as marcas vendidas no varejo físico e online. O estudo mostra que os fabricantes que ainda não se utilizam de uma plataforma de vendas multicanal integrada já pensam nisso.

Alguns dados interessantes retirados do estudo:

  • 46% dos varejistas afirmaram que compram mais de marcas que vendem online. Além disso, 35% afirmaram que atualmente vendem mais de uma marca em uma loja física quando elas estão disponíveis para verificação de disponibilidade em estoque pela internet. Estes resultados revelam a correlação positiva entre o varejo integrado ao e-commerce e o impacto que ele traz em vendas para as marcas, seja por via online ou através de parceiros.
  • 62% dos entrevistados afirmou que vendas adicionais obtidas através do varejo integrado ao e-commerce impactaram positivamente nos seus lucros. Este é o dado mais revelador e importante dentre os encontrados.
  • 64% dos vendedores afirmaram que querem diminuir as compras de marcas que vendem diretamente aos consumidores. Este número é 13 pontos porcentuais maior do que o verificado em 2009. Isto mostra o quão rápido os varejistas estão se adaptando para o formato de varejo integrado ao e-commerce, além de o quão entusiastas estão acerca disso. 10% dos entrevistados afirmaram que irão parar completamente de comprar destas marcas.

Cia: E-Commerce News – Imagem: postaletrice

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