Facileme e PagSeguro: sua loja no Facebook

12 de abril de 2012  | 

Temos o prazer de anunciar a parceria com o Facileme para todos os nossos usuários: uma plataforma de lojas virtuais no Facebook! Agora todos os clientes que quiserem ter sua loja virtual no Facebook pelo Facileme já terão o PagSeguro automaticamente integrado para receber seus pagamentos em até 18x.

Para ter acesso, é necessário habilitar o app do Facileme em seu Facebook e ter uma conta vendedor ou empresarial no PagSeguro.

Agora você tem mais um local para realizar suas vendas, sempre contando com a segurança e facilidade do PagSeguro.

Para ver mais informações sobre o Facileme, basta acessar este link http://www.facebook.com/facileme.

 

 

 

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Social commerce: fato ou ficção?

12 de abril de 2012  | 

Infográfico Argyle Social Commerce

A Argyle Social publicou um infográfico onde investiga o social commerce, considerado a grande revolução para o e-commerce em todo o mundo. Apesar do hype, parece que tanto consumidores quanto vendedores ainda estão aderindo lentamente à novidade. Como o material está em inglês publicamos o infográfico (acima) e uma leitura do material em português.

Foram pesquisados 566 vendedores e 28 pontos para cada um deles para verificar a audiência e as estratégias de marketing.

Audiência e lucro

Há grandes variações nos tamanhos de audiência no Facebook e no Twitter, diz o estudo. O mais interessante é que o tamanho da audiência não está relacionado com o lucro – os pequenos em geral têm mais seguidores que os grandes.

Integração

Permitir que as compras sejam feitas diretamente na página do Facebook parece uma estratégia vencedora. Entretanto, poucos colocam seus catálogos por lá e menos ainda conseguem fechar a compra. A conclusão óbvia: a maior parte das compras online ainda não é uma experiência social.

Call to action

Qualquer bom vendedor sabe que tem que chamar para a venda. Os vendedores de e-commerce são muito bons nos anúncios e e-mail marketing, mas não são tão eficientes para gerar resultados usando a mídia social – eles têm dificuldades para encontrar boas maneiras de chamar para a venda no ambiente social.

Ofertas

Embora poucos vendedores usem o recurso de ofertas especiais para um determinado canal, elas são muito poderosas e aumentam a viralização do conteúdo, mas ainda sofrem com limites técnicos graves. Mais que isso: são estas ofertas e conteúdo exclusivo que vão aumentar as suas comunidades. Um bom caso no Brasil, que tem merecido destaque são os perfis do Ponto Frio, tanto no Facebook quanto no Twitter.

Conteúdo de marca

Os vendedores sabem bem como promover seus produtos, mas ainda não encontraram sua voz própria nas comunidades maiores, que vão além do que vendem. A dica aliás, faz parte de todos os bons cursos de uso de mídia social para negócios. Mesmo assim, o uso ainda é restrito (cerca de 66% só publicam conteúdo próprio enquanto 35% sabem fazer curadoria de conteúdo).

Conclusões:

  • Consumidores ainda não confiam na mídia social das marcas – 55% dos consumidores não se sentem tranquilos ao fornecer suas informações de cobrança nos sites sociais.
  • Vendedores não aprenderam a se comportar “como gente” – Eles agem como lojas em vez de construir uma personalidade em torno de suas marcas. Mídia social exige personalidade (não apenas boas ofertas) para construir comunidade e confiança.
  • Os vendedores precisam construir estratégias para a mídia social – O ambiente da rede deve complementar o que já existe em sua loja e não substituí-la. Sem um objetivo claro de como a mídia social pode melhorar/aprimorar o seu negócio online, seus posts ficam vazios de sentido…

Via Blog Social Commerce. Imagem: Agyle Social.

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Feliz Páscoa!

08 de abril de 2012  | 


O PagSeguro quer desejar uma ótima Páscoa a todos nós do e-commerce. A Páscoa é uma data comemorada no cristianismo, que significa a ressurreição de Cristo. No comércio, tem-se a tradição de presentear as pessoas com ovos de páscoa, de chocolate.

A Páscoa representa a passagem do velho para o novo. Aproveite esta data para repensar suas estratégias e melhorar as vendas, focando em novos projetos ou produtos. Desejamos muitas vendas de Ovo de Páscoa, muito chocolate e uma ótima Páscoa a todos!

Imagem: Helen Thorn CC BY 2.0l

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O que os internautas brasileiros fizeram em 2011

05 de abril de 2012  | 

Eduardo Amorim, CC-By-NC-SA

A comScore divulgou, em webcast, o estudo “2012 Brazil Digital Future in Focus”. E as informações são fundamentais para todos que trabalham com internet. Para nós, do e-commerce brasileiro, são dados preciosos para mapear comportamento dos internautas, planejar e criar ações.

Com a 7ª maior audiência de internet no mundo, o Brasil é o 5º no ranking de engajamento da empresa (que tem 10 países listados). E detalhe importante: o usuário da internet está “envelhecendo” com a inclusão cada vez maior de pessoas acima de 55 anos.

No ano passado, o Facebook se consolidou como a rede social com o maior número de usuários no país (hoje, 43 milhões) e também como a que mais cresceu no total de visitantes únicos, com uma taxa de 66%, acima dos 33% do Orkut, antigo líder no país. Os vídeos e suas respectivas plataformas, como o YouTube, representam outro meio para expandir o relacionamento com os consumidores na web. Em 2011, os brasileiros assistiram a 4,7 bilhões de vídeos online, totalizando uma navegação que durou, em média, 27,2 horas por pessoa.

Brasileiros ficam pouco no e-commerce

Enquanto o consumidor do Brasil gasta muito tempo com entretenimento e informação na internet, fica bem menos nos sites de comércio eletrônico. “Comparada a países como os Estados Unidos e Reino Unido, com índices de 133,2% e 115,6%, a taxa de visitantes por minuto nos sites de e-commerce é de 32,5%, abaixo da média global de 71,3%”, afirma Alex Banks , da comScore Brasil, em coletiva.

Não é apenas no comércio eletrônico que o Brasil ainda está abaixo dos índices globais. “As categorias de Turismo, Business e Finanças também não têm uma taxa muito elevada de visitas, perdendo espaço para entretenimento, cupons de desconto, redes sociais, serviços de mensagens instantâneas e busca de empregos”, diz o executivo.

No Brasil, os portais são boa oportunidade de ganhar visibilidade. Eles consomem uma média de 39,2% dos minutos de conexão em 2011. Por isso, os sites de notícias, informações e celebridades superaram o desempenho das redes sociais, que encerraram 2011 com uma média de participação de 23%. Entre as redes sociais, o Facebook também teve um crescimento expressivo no tempo de permanência dos usuários. Em 2010, a média mensal era de 37 minutos e, no ano passado, passou para 4,8 horas.

Crescimento dos acessos móveis

Não são apenas as redes sociais que continuam a crescer no Brasil. O acesso à internet por meio de dispositivos móveis, como smartphones e tablets também não parou. Em dezembro de 2011, o total de conexões móveis chegou a 1,5% de todo o tráfego digital no país. Entre agosto e setembro do ano passado, o crescimento do número de acessos à web gerados por esses dispositivos aumentou em 50%.

Do total de 1,5% registrado ao final do ano, 42,2% das conexões foram originadas em tablets, a maioria (90,6%), iPads da Apple. O sistema operacional da marca também lidera o ranking entre os usuários de smartphones e o iPhone encerrou 2011 com uma participação de 35% das conexões geradas por dispositivos móveis no Brasil. Em seguida aparece a plataforma Android, do Google, com 31,4%, à frente dos celulares comuns, com 23%.

O número de usuários acima de 55 anos também aumentou, mas a internet ainda é dominada (28,2%) por jovens entre 15 e 24 seja a maioria (28,2%). “Em 2011, os adultos com mais de 55 anos chegaram a 7%, impulsionando principalmente serviços como internet banking. Esse público deve crescer nos próximos anos e é preciso estar atento as suas futuras necessidades”, esclarece Alex.

Via: comScore Brasil, foto: Eduardo Amorim, CC-BY-NC-SA

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Meça o desempenho do seu e-commerce

04 de abril de 2012  | 

http://farm5.staticflickr.com/4124/5099605109_bd04b3c786_d.jpg

Uma das tarefas cruciais no gerenciamento de um e-commerce é a criação de mecanismos para medir o desempenho. O curioso, é que no ambiente físico, essa é uma das principais preocupações do lojista, que não recebe tanta atenção online. Parece haver um mito de que pelo simples fato de adquirir um sistema de loja virtual, todas as funcionalidades que podem influenciar no desempenho de vendas já estarão plenamente configuradas e, por isso, não é necessário um acompanhamento minucioso de todas as etapas envolvidas no processo de venda. Puro mito e uma tremenda armadilha.

A gente sempre fala aqui no blog da importância dos processos e ferramentas de mensuração de desempenho no e-commerce, justamente para que possam contar com esse tipo de monitoramento e melhorar constantemente a sua operação.

Ao contrário do que possa parecer, ter um sistema completo para o acompanhamento de todos os passos dos usuários durante o processo de venda é incrivelmente simples. O Google Analytics, uma ferramenta gratuita do Google, pode nos dar todos os dados necessários para a avaliação do desempenho da loja, sem que isso exija nada em termos de programação. Exige, isso sim, um conhecimento profundo da própria ferramenta e seu uso – o que está disponível lá mesmo, nos tutoriais e dicas.

Um bom sistema de e-commerce, necessariamente inclui entre seus recursos o monitoramento através do Google Analytics adaptado para o gerenciamento da loja. É preciso atenção, porque existe uma versão do GA voltada para o monitoramento de sites de conteúdo e outra especial para e-commerce. Com essa versão instalada, basta ao gestor de e-commerce inserir o código fornecido pelo Google para que todas as visitas à loja passem a ser monitoradas.

Entre os diversos dados que você terá se destacam:

  • Receita total da loja;
  • Taxa de conversão;
  • Valor médio do pedido (Ticket Médio);
  • Desempenho do produto;
  • Visitas de compra;
  • Dias de compra.

Se você considerar que o sistema permite exportar esses dados para uma planilha Excel e trabalhar os números, uma série de outras métricas de desempenho podem ser extraídas das informações registradas.

De posse dessas informações, caberá ao gestor de e-commerce interpretá-los sob o ponto de vista da web análise e identificar possíveis gargalos no processo de compras como, por exemplo, carrinhos de compra abandonados, taxa de rejeição acima do normal ou desistência no momento de preenchimento de formulários, só para citar alguns.

Identificados esses problemas, é possível resolvê-los – e em geral eles estão ligados à estrutura da loja. Os dados Analytics, em conjunto com os resultados dos seus links patrocinados, também ajudam a melhorar o desempenho de suas campanhas online.

Portanto, ao criar ou reestruturar seu projeto de e-commerce, preste muita atenção a estes detalhes. Eles são fundamentais para o sucesso.

Via: Curso de E-Commerce, foto: Dave Dugale, CC-BY-SA

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PagSeguro NFC: Uma forma inédita para pagar está chegando

02 de abril de 2012  | 

PagSeguro e Nokia estão trabalhando juntos para o lançamento do ano. PagSeguro NFC, a primeira solução de pagamento entre celulares NFC do Brasil.

 

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Nas redes sociais, vale mais engajamento que quantidade

02 de abril de 2012  | 

Avaliar número de fãs e seguidores é uma métrica ineficiente. Essa é a conclusão de debate feito no Web Expo Fórum, que aconteceu em São Paulo em março. Ao falar de engajamento em redes sociais, Dereck Kazee, estrategista global da Acxiom (consultoria multinacional em marketing de precisão e qualidade de dados), destacou que as indicações de amigos são muito mais valiosas na internet que o número de “curtir” que uma página tem e, que para ganhar repercussão na rede, a empresa precisa entender qual sua vocação.

“A Apple é sinônimo de inovação e a Disney, de magia. E a sua empresa?”, questiona.

Marcelo Coutinho, pesquisador da FGV, concorda e é ainda mais categórico ao afirmar que as métricas de audiência são importantes, mas não únicas. “As métricas de interação é que vão aumentar a receita da companhia e diminuir custos, são elas que captam a imagem da empresa de fato”, diz.

Para Coutinho, os formadores de opinião e aquelas pessoas que circulam bem entre grupos são as que mais podem acrescentar a uma empresa e não são necessariamente as que têm maior número de seguidores, fãs ou amigos.

Pra apimentar a discussão, Guilherme Rios, sócio-diretor da Social Agency, lembra que pesquisas revelam que as pessoas hoje passam mais tempo em aplicativos de redes sociais do que navegando na web e confiam mais neles para tomar suas decisões de compra.

“O que acontece hoje é que as pessoas se baseiam apenas em insatisfação e não no elogio de um produto ou serviço. O que precisamos construir é um engajamento positivo”, diz Rios.

Eduardo Bicudo, presidente da Wunderman, destaca ainda que não importa como a empresa pretende medir sua atuação e engajamento na rede, mas sim o que ela faz com a informação obtida e como ela pode impactar o negócio.

Via: Brasil Econômico, foto: stephanomaggi, CC-BY-SA

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Efetuar pagamentos tão facilmente quanto um aperto de mão

28 de março de 2012  | 

O PagSeguro e a Nokia trarão ao Brasil sistema inédito para pagamentos, a simplicidade na palma da sua mão. Aguarde!

 

 

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12 dicas de SEO para ecommerce

28 de março de 2012  | 

eels: novocaine for the soul, visualpanic, CC-BY

Na 7ª Edição da Think Visibility, conferência que aconteceu em Leeds no começo deste mês, Barry Adams, da Pierce Communications, fez uma palestra muito bacana sobre SEO para Ecommerce.

O material, em inglês, está no SlideShare para consulta (caso você entenda a língua). E a gente, aqui no PagSeguro, tratou de traduzir e organizar a história para facilitar o trabalho de todo mundo.

1. Vá onde o dinheiro está

Identifique as palavras-chave que dão mais retorno financeiro e concentre nelas os seus esforços de SEO.

Encoraje buscas por marca (aquele marketing “antigo” que focava na marca e não em palavras, lembram?) – as palavras-chave de marcas tendem a converter melhor…

2. Você conhece os pontos fortes do seu site?

Saiba quais páginas estão (surpreendentemente) bem colocadas através do Google Analytics e do Searchmetrics. Estes produtos podem ter preços maiores e/ou ser destaques (as pessoas confiam em quem está bem colocado – isso dá confiança)

3. Atenção à sua busca interna

  • Ela é uma ótima fonte de palavras-chave
  • Ela também lhe mostra as oportunidades de promoção.
  • Acompanhe cada detalhe da busca através do Google Analytics.

4. A chave é a estrutura do site

5. As imagens dos produtos

  • Tenha diversas imagens em alta resolução para cada produto. Nunca esconda as suas imagens em códigos JS (javascript), tenha certeza de que os robôs de busca podem encontra-las. Aperfeiçoe o atributo “alt” (dê nome às imagens). Nós já falamos só disso aqui no Blog neste artigo.
  • Pulo do gato: Faça um filtro na sua ferramenta de métricas para medir o tráfego das imagens e descubra o que está funcionando.

6. Navegação facetada

  • É um jeito de criar uma navegação fácil e intuitiva para grandes sites, com grande diversidade de produtos.
  • Lembre-se de usar as categorias de forma adequada: use palavras chave e marcas, tamanhos de tela e outras qualidades como filtros.
  • Filtre ou bloqueie os atributos que não somam valor semântico, como preço.
  • Cuidado: a navegação facetada pode gerar conteúdo duplicado

7. Conteúdo para e-commerce

  • Não use as descrições enviadas pela fábrica (aqui, 99% do e-commerce brasileiro falha):
  • Escreva descrições únicas e tão boas quanto possíveis de cada produto.
  • Se o seu fornecedor não consegue entregar descrições boas, edite o texto.
  • Use a cauda longa e incorpore palavras-chave que o fabricante pode não usar, mas que os consumidores buscam. Exemplo: fabricante “Rímel double twist” consumidora: “rímel alongar cílios”

8. Busque a conversão

  • Ofereça frete grátis para compras acima de um determinado valor – e mostre isso no carrinho!!!
  • Informação sobre a entrega: se o consumidor tem que procurar por ela, você perdeu a venda.
  • Ofertas, descontos, promoções: use o tempo a seu favor e crie promoções válidas por tempo limitado.

9. Produtos não disponíveis

  • Se a situação for temporária, deixe a página no ar com alternativas disponíveis ou recomendadas
  • Não estará mais em seu estoque? Faça como acima (página no ar e alternativas) e depois de um período, faça o redirecionamento 301 para o produto que o substituiu ou a categoria do produto.

10. Produtos que saem de linha

  • Acompanhe os produtos que os fabricantes vão descontinuar.
  • Se você tiver estoque dele, busque grupos, fóruns e blogs sobre o produto/marca e avise que você ainda tem este produto em estoque.
  • Existe, sim, a possibilidade de subir o preço, já que o produto não pode ser encontrado no mercado.

11. Evite conteúdo duplicado

[Se você for leigo em código, pule para o próximo item. Conteúdo codificado à frente.]

  • A prevenção é o melhor remédio, mas nem sempre é fácil.
  • Cuide do seu index: rel=canonical, “noindex, follow” para as metatags de robôs
  • Faça o mapa do site em XML – para sites grandes, o ideal é construir mapas por categoria e combiná-los num só arquivo .gz

12. Linkbuilding para e-commerce

  • Sorteios, prêmios e resenhas em blogs – ofereça o produto para que eles façam a promoção.
  • Convide os blogueiros para prêmios, conferências e lançamentos
  • Botões de compartilhamento em redes sociais devem estar em todas as páginas de produto, na página de confirmação da compra (pessoas gostam de contar que compraram um objeto de desejo) e nas resenhas de produtos.
  • Ofereça descontos para quem está logado no Facebook – use para aumentar os “curtir” e compartilhamentos de sua página. (Dica do Techcrunch)
  • Conteúdo especial produzido por sites ou blogs convidados (faça valer a pena e não seja ganancioso)
  • Releases – devem ser realmente relevantes ou não funcionam.
  • Produza conteúdo interessante para o mercado – artigos de marketing, sobre setores, dados de redes sociais são interessantes (principalmente os infográficos) e podem gerar links para o seu site.
  • Tente conseguir links para as páginas de categorias. As vantagens? Você não vai depender de um produto específico; a relevância da categoria influencia o ranking dos produtos. Isso só vale se você fez a otimização direitinho (Arquitetura de Informação, lembra?)

Via: SlideShare, foto: visualpanic, CC-BY

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Tutorial PagSeguro: Parcelamento sem juros

27 de março de 2012  | 

 

Para atrair mais compradores, o PagSeguro oferece aos vendedores a opção de venda parcelada sem juros. Essa ferramenta tornará suas ofertas mais atraentes e você continuará recebendo em uma única parcela 14 dias após aprovação da transação e também é possível oferecer descontos à vista.

Logado em sua conta PagSeguro, acesse no menu à esquerda as opções: Preferências > Parcelamento. Nesta tela poderão ser configurados:

  • Quantidade de parcelas oferecidas – Neste item as opções irão de 2 a 18 vezes
  • Se ocorrerá ou não descontos para transações à vista – Nesta opção você optará por oferecer descontos à vista ou não
  • Data de início e término da promoção – Período da promoção. A promoção deve ser agendada com 24 horas de antecedência.
  • Valores mínimos e máximos da transação. – Aqui você estipulará para quais valores serão ofertados o desconto.

 

Mais abaixo você tem disponível um simulador, que é possível verificar os valores de taxa de parcelamento e da taxa de intermediação do PagSeguro.

Estando tudo ok, basta clicar em Agendar promoção e ela estará agendada com sucesso. Lembramos que não é possível agendar duas promoções no mesmo período. Para verificar as promoções já criadas, basta acessar a Listagem de promoções .

 

O PagSeguro oferece ferramentas para ajudar o vendedor a alavancar suas vendas. Caso tenha alguma dúvida ou sugestão basta entrar em contato conosco utilizando nossa central de atendimento.

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