Nos EUA, varejo aprende a usar os links patrocinados

21 de julho de 2011  | 

Goed Zoekveld, por Bart van de Biezen, Creative Commons

Relatório divulgado pela Marin Software diz: os varejistas dos EUA gastaram 7% a mais em links patrocinados no segundo trimestre de 2011, comparado ao mesmo período de 2010. A empresa entrevistou 800 clientes que coletivamente gastaram cerca de US$2 bilhões – 20% dos clientes são varejistas.

No total, norte-americanos aumentaram seu gasto em publicidade de busca paga em 20% na comparação com o mesmo período de 2010. E a taxa de cliques aumentou 12%. O custo por clique caiu de 49 centavos para 46 centavos de dólar no mesmo período.

A conclusão surpreendente é outra: os anúncios dos varejistas, especificamente, caíram 3%, mas o volume total de cliques cresceu 14%. Há portanto, indícios de que os vendedores estão mais eficientes neste tipo de mídia.

Via E-commerce News, foto: Bart van de Biezen, Creative Commons

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Escolha bem a sua plataforma de e-commerce

02 de junho de 2011  | 

n3wjack, CC

A escolha da plataforma para a sua loja é fundamental para o seu sucesso. Um erro comum é escolher pelo preço – e esquecer do futuro. Considere os fatos: nos últimos cinco anos, o faturamento do e-commerce brasileiro subiu cerca de R$ 10 bilhões; as taxas anuais estão acima dos 10% há três anos e há previsão para 28 milhões de brasileiros online em 2011.

Não basta buscar robustez, é preciso saber se a ferramenta que você escolheu permite métricas, integração com sistemas de pagamento, qual é o desempenho no servidor, questões de configuração e de segurança. É preciso encontrar um sistema que se alinhe com o seu plano de negócio. E, além disso, é preciso atender alguns pontos fundamentais:

  • Compatibilidade com as soluções de segurança – no comércio eletrônico é fundamental que as transações aconteçam em ambientes seguros e certificados.
  • Agregar sistemas de pagamento – é importante poder instalar sua conta do PagSeguro sem grandes complicações nem gambiarras.
  • Permitir a inclusão, exclusão e atualização dos produtos sem entraves.
  • Ter níveis de usuários – do mais complexo, que pode mexer em tudo, ao que simplesmente coloca informações, para simplificar processos.
  • Permitir criação de páginas e fácil manejo da página inicial.
  • Otimização para busca – a ferramenta é a principal peça para você conseguir bons resultados na busca orgânica.
  • Atualização de problemas – os tais “bugs”, falhas do sistema, causam perda de faturamento, entraves no processo, queda no número de visitas. Isso quando não tiram o site do ar.
  • Carregamento rápido – não adianta ter o melhor sistema se o site demora a carregar para o seu cliente. Ou, pior: não abre em todos os navegadores.

Há quem prefira sistemas desenvolvidos por uma empresa especificamente para as suas necessidades, segundo o projeto e seu escopo. Nestes casos, sempre avalie com o prestador de serviço a questão da manutenção e garantias. E muitas empresas brasileiras que atendem e-commerces de todo tamanho com seus produtos.

Além dos sistemas sob medida, há soluções prontas no mercado, tanto em software livre como pagas, que atendem bem a muitas lojas – desde que você trabalhe com programadores que saibam configurar e personalizar para atender ao seu projeto. Veja quais são, os prós e contras.

osCommerce – PHP com MySQL. É prático na instalação, mas atualizações e mudanças são complexas e difíceis.

Magento – PHP com MySQL. É um dos mais utilizados, por sua robustez e consistência. A personalização e configuração são trabalhosas e exigem profissionais especializados. Além disso, contrate um servidor com recursos, pois ele vai usá-los. Daí em frente é muito mais simples.

PrestaShop – PHP com MySQL. Plataforma pronta, com integrações, permite expandir sem medo (é preciso cuidar de seu servidor para isso). Configurável e personalizada, é nova e indicada para pequenos sites.

E o UOLHost que oferece uma plataforma completa de e-commerce que já vem pronta para usar e integrada com o PagSeguro. Confira.

Foto: newjack, CC

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Comércio eletrônico tem 33% do varejo, segundo FGV

25 de abril de 2011  | 

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou no dia 19 de abril, os resultados da 13ª pesquisa Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro, realizada com 470 empresas, nacionais e multinacionais, de diversos segmentos e com atuação em diversos níveis no ambiente digital.

O e-commerce representa 65,25% das transações no segmento B2B e 33,02% dos negócios feitos com o consumidor no Brasil. Com estes porcentuais, a pesquisa aponta que o comércio eletrônico vem evoluindo no País e, mais que isso, a tendência é de crescimento, agora cauteloso e com foco no retorno efetivo dos investimentos.

De acordo com a pesquisa, ao longo de 2010 as empresas passaram a utilizar os meios eletrônicos de modo mais efetivo e alinhado aos seus processos de negócios. Na média, as empresas investiram 1,53% de sua receita líquida em comércio eletrônico. O percentual varia de acordo com o segmento: 0,48% na indústria, 1,44% no comércio e 2,21% na área de serviços.

Estes investimentos ainda são direcionados a aplicações básicas, como home, email, troca eletrônica de dados, mas algumas utilizações inovadoras começam a surgir. Contribui para isso a evolução da estrutura pública de comunicações e o uso das redes sociais.

Em relação às utilizações, as empresas nacionais continuam utilizando o comércio eletrônico principalmente para os processos de relacionamento com os clientes, recebimento de pedidos, suporte a utilização e divulgação de informações. Na cadeia de suprimentos, o principal uso é para a solicitação de suprimentos e envio de pagamentos.

Via Techlider

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E-commerce social em pauta

10 de fevereiro de 2011  | 

3D Glossy Blue Social Media Icons, Webtreats, CC

No Shop.org, o maior evento de e-commerce, só se falou disso em janeiro. Comércio Social, ou social e-commerce. Embora as pequenas e médias empresas ainda não saibam ao certo o que fazer – quando não lêem o Blog do PagSeguro… – o grande tema discutido em Las Vegas foram exatamente as redes sociais.

São elas as responsáveis por uma “reinvenção” nas vendas, segundo alguns analistas. Será? Pessoas sempre indicaram produtos, trocaram informações sobre marcas, promoções e se reuniram em grupos para conquistar descontos ou privilégios. A prática é tão antiga quanto o comércio. E não tem limites de gênero nem idade – a indicação é prática recorrente na humanidade.

Se na internet tudo começou com os comparadores de preço, a tecnologia promete crescer e nos dar recursos infinitos. Entretanto, todavida, contudo… os pequenos e médios comerciantes online ainda não perceberam os potencias clientes nas redes sociais. Isso porque o brasileiro é o maior usuário do mundo de redes sociais. A cada instante batemos recordes de tempo, uso e crescimento nestes ambientes.

As redes sociais hoje são a tradução do que acontece no ambiente físico, onde as pessoas interagem e opinam o tempo todo, ganhando poder influenciador e determinante nos mais diversos ambientes para formar novas opiniões. E, mais: online não há o grupo de amigos restrito – a conversa se espalha. Isso produz amizades, rixas e conversas que seriam impossíveis no mundo físico.

Engana-se quem pensa que colocar uma marca ou uma empresa exposta às opiniões leva ao fracasso. O comércio eletrônico está em constante evolução e o que funciona hoje pode deixar de funcionar amanhã. Por isso é fundamental o compromisso com a inovação. As lojas de pequeno e médio porte que ainda não descobriram como investir em recursos sociais na rede podem deixar de converter.

Segundo pesquisa feita pelo Guidance, provedor de soluções de e-commerce baseado na Califórnia, os consumidores sentem falta da interatividade social. Incluir atividade ou interatividade social ao portal, como ranking de produtos, chat ou mural de recados, pode melhorar a imagem do site.

Tem mais: um estudo da Bazaarvoice comprovou que as taxas de conversão são mais altas em sites com avaliações e críticas feitas pelos consumidores (mesmo que sejam medíocres) do que nos que não as apresentam. Embora ainda não tenhamos estudos semelhantes no Brasil, quem é que duvida que o internauta brasileiro é tão diferente dos outros?

Não encare as redes sociais como um custo. Potencialize a efetividade, insira recursos para comentários de seus clientes e, claro, ao lado do produto ou do serviço presente na loja virtual. Atualize os comentários regularmente com uma periodicidade máxima de dois meses. Não tenha medo de pedir ao e-consumidor um feedback, seja diretamente na home do portal ou pelas campanhas de e-mail marketing. Incentive, dê descontos nas próximas compras, frete grátis, faça ele voltar e falar bem de você. Afinal, são eles os maiores responsáveis pelo seu crescimento.

Para fazer isso, acompanhe nosso blog e consulte os artigos que já escrevemos sobre isso.

Via iMasters

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Sites de compras coletivas explodem em 2011

04 de fevereiro de 2011  | 

Em dezembro de 2010, a marca era 405. Agora, o site Bolsa de Ofertas, especializado no segmento de compras coletivas, reporta a existência de mais de 1 mil portais explorando o modelo. Mais precisamente, são 1.025, informa o Bolsa. A alta, segundo o site, é de 153% em menos de 60 dias. Mais: 15% dos sites identificados surgiram nos últimos 30 dias. Também houve crescimento no mercado de agregadores de ofertas, que passaram de sete, em dezembro, para 18.

O primeiro site de compras coletivas brasileiro nasceu em março de 2010, o Peixe Urbano. Segundo a medição do Bolsa de Ofertas, feita com base no Alexa (na ferramenta de medição de audiência gratuita), os 10 maiores do Brasil, em acesso, são: Groupon, Peixe Urbano, Clickon, Qpechincha, Desejo Mania, Groupalia, Imperdível, Oferta X, Clube do Desconto e Oferta Única. A lista dos 10 mais acessados segue à risca o modelo de ofertas: descontos de 50% a 90% em serviços como alimentação, lazer e estética.

Em dezembro, o Peixe Urbano anunciou a entrada, como sócio, do apresentador de TV e empresário Luciano Huck. Com 2,5 milhões de seguidores no Twitter, Huck começou na mesma semana a usar o microblog para promover algumas das ofertas do site. O crescimento acelerado também tem sido acompanhado por uma escalada de reclamações dos consumidores. Em dezembro, o total de queixas no site Reclame Aqui contra os cinco principais sites de compras coletivas e clubes de compras ultrapassava 5,8 mil.

Via IDG!Now

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Start up de e-commerce ganha prêmio na Campus Party 2011

02 de fevereiro de 2011  | 

A Sieve, startup de tecnologia incubada no Instituto Gênesis da PUC-Rio, conquistou o primeiro lugar no concurso de empreendedorismo Campuseiros Empreendem, realizado na Campus Party Brasil 2011. A empresa carioca, especializada no desenvolvimento de soluções para o comércio eletrônico, apresentou o Sieve Product. A ferramenta permite ao lojista otimizar os preços praticados na internet, ao oferecer, em tempo real, os preços e a disponibilidade dos produtos da concorrência.

Felipe Salvini, CEO da Sieve, comemorou a conquista. Para o empreendedor, o Sieve Product foi premiado porque atende uma demanda específica e relevante. “Ferramentas como esta eram um luxo, hoje são uma necessidade. Num mercado crescente como o de e-commerce, é imprescindível acompanhar seus concorrentes para se posicionar bem, inclusive nos comparadores de preços”, destacou.

A disputa pelo Campuseiros Empreendem foi acirrada desde o começo. De um total de 300 inscritos, apenas 20 foram selecionados para se apresentar. A competição foi dividida em duas categorias: Geral e Aplicativos para Dispositivos Móveis. Os candidatos tiveram somente 10 minutos para expor seus projetos e outros 10 minutos para responder perguntas formuladas pelo júri, composto por especialistas e investidores. Os seis melhores foram à grande final, realizada no último dia do evento.

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Garanta rapidez nos pagamentos com PagSeguro

26 de janeiro de 2011  | 

Um dos fatores que aumenta o abandono de carrinhos no e-commerce é a complicação para fechar a compra. Uma forma simples de acabar com isso é instalar o PagSeguro em seu site. Você sabe como abrir sua conta?

Entre no site do PagSeguro, informe o e-mail de cadastro, escolha a conta Empresarial (se possuir CNPJ) ou Vendedor (caso tenha um site, mas não uma empresa) e todas as informações exigidas. A seguir você terá que enviar os comprovantes e aguardar o envio do e-mail de confirmação – o que acontece em 24 horas, no máximo. (Veja a tela abaixo) Leia mais…;

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Carrinhos abandonados podem virar negócio

12 de janeiro de 2011  | 

Semiótica, Cristina Gehlen em CCilustração: Cristina Gehlen, CC

Os especialistas consideram um carrinho como abandonado quando há produtos nele e não é movimentado ou não há retorno do usuário. Num supermercado, por exemplo, este carrinho será detectado e rapidamente recolhido – e os produtos voltam às prateleiras. Aqui na web, o significado é um pouco diferente. Primeiro: não é preciso recolocar produtos na prateleira. Sem o fechamento da transação, o estoque não é alterado. Ninguém pode ver os carrinhos abandonados – ou deixados de lado temporariamente.

No e-commerce, o tempo ideal de vida de um carrinho é de 48 horas. Se, neste período o usuário voltar, é interessante que encontre os produtos por lá. A questão é: há muitos carrinhos abandonados em seu sistema? Você pode ver quais produtos estão lá, os clientes que os montaram, mas não sabe as razões do abandono, confere?

Sabemos as razões mais frequentes deste comportamento: frete, falta de parcelamento, opções de pagamento ou preço melhor na concorrência, entre outras. Se você tem as informações, porque não ser pró-ativo? Use esta base de dados para aumentar as conversões.

É possível usar os carrinhos como uma forma de aumentar a vendas no e-commerce. Envie um e-mail para o usuário com o link do carrinho e condições especiais (e válidas por curto prazo). Lembre: isso só é possível se o cliente autorizou o contato. O consumidor em posse desse email, muito provavelmente irá se sentir tentado em comprar aquilo que estava prestes a comprar e talvez tenha desisto. Mais importante ainda é não fazer disso uma regra, crie esses disparos aleatórios baseados principalmente na freqüência de compra do seu consumidor, ou seja, premiando aqueles mais fieis com taxas melhores de descontos.

Via E-Commerce News

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O comércio eletrônico mundial em 2013, segundo o Goldman Sachs

10 de janeiro de 2011  | 

29ª Edição - Bate papo sobre E-commerce em São Paulo, foto raphael hernandez, CC

29ª Edição - Bate papo sobre E-commerce em São Paulo

foto: Rafael Designer

De acordo com o relatório anual do banco de investimento norte-americano Goldman Sachs, o e-commerce deve faturar 963 bilhões de dólares em 2011 no mundo inteiro, crescimento de 19,4% ao ano em relação aos dias de hoje. Para o maior mercado do planeta, os Estados Unidos, o banco de investimento prevê um crescimento de 12,4% durante os próximos três anos, obtendo um faturamento de 235,3 bilhões dólares em vendas pelo varejo online.

Para o diretor Imran Khan, existem diversos fatores que contribuem para que o comércio eletrônico mundial mantenha este bom momento em todo o mundo. “O e-commerce lucra com vários fatores, como o desenvolvimento contínuo da banda larga, que aumenta o conforto dos consumidores”, explica Khan. A previsão é de que as vendas em lojas físicas diminuam ao longo do tempo, principalmente por conta no Mobile-Commerce. “Acreditamos que a proliferação dos dispositivos e aplicativos móveis podem ter um impacto profundamente negativo sobre o modelo de negócio dos varejistas tradicionais”, diz.

Khan ainda revela que o comércio eletrônico está em transformação em todo o mundo. Os principais fatores são o o crescimento da classe média na maioria dos países do planeta e o maior acesso à internet banda larga. Entretanto, ele afirma que há desafios para serem superados, como serviços de logística deficientes e a ameaça de fraude.

Falando sobre comércio eletrônico e pensando em formar uma rede de empreendedores interessados no assunto, Lígia Dutra (foto acima) idealizou o Bate papo sobre e-commerce, que tem por missão desenvolver o comércio eletrônico brasileiro. Em 27 de Janeiro de 2011 acontecerá a 1° Edição em Salvador, confira e participe.

Via E-Commerce News

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Dica de usuário: ofereça mais serviços

07 de janeiro de 2011  | 

O Natal já passou e você voltou à programação normal? Use o tempo para rever a sua estratégia e os serviços que você oferece ao seu consumidor. Aqui no PagSeguro a gente sabe muito bem o quanto é difícil administrar um e-commerce – do princípio ao fim. E temos uma dica de quem usa muito o comércio eletrônico: ofereça a possibilidade do seu usuário enviar mensagens personalizadas junto com os presentes que envia.

Testemunho de uma usuária PagSeguro:

No Natal, participei de um amigo secreto. O presente era muito específico e, através de uma busca, encontrei diversas opções para atender o presente. Depois de muito navegar, encontrei uma loja super legal, com produtos especiais, que oferecia a entrega em outro endereço. Depois do caos de fazer mais um cadastro e validar a minha conta, fiz a compra e mandei entregar no endereço do meu amigo. Só faltou um detalhe: não pude enviar uma única mensagem! Só comprei porque o pagamento foi pelo PagSeguro (e usei os meus cartões pré-cadastrados, muito bom o sistema) e o item era realmente único. Não volto mais lá só por conta deste detalhe.

Como dizemos em muitos posts: escute o seu cliente, peça-lhe um feedback. No Brasil, raramente consultamos as nossas bases – simplesmente enviamos nossas newsletters com ofertas. Que tal usar a sua base para fazer uma pesquisa e melhorar pequenos detalhes que farão toda a diferença? E mais: não espere muito tempo após a compra – depois que tudo deu certo, o cliente não vai mais lembrar o que pode ser melhorado.

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Blog do PagSeguro