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Quero vender na internet. Como faço?

post blog 13-05Computadores, notebooks, tablets ou smartphones. Independente do dispositivo, dê uma olhada em sua volta e veja quantas pessoas estão conectadas à internet. O Ibope aponta que mais de 100 milhões de brasileiros já são usuários da rede.

Sem medo de errar, você pode apostar que quase metade dessas pessoas fez ao menos uma compra virtual. A última pesquisa da consultoria e-bit mostra que 51,3 milhões de brasileiros fizeram compras online em 2013, o que significa um aumento de 20% de e-consumidores em relação ao ano anterior.

Se comprar pela internet é fácil, vender por ela também pode ser. Você só precisa das ferramentas certas.

Confira o passo a passo que preparamos para quem quer entrar no comércio eletrônico, mas não sabe nem por onde começar:

Saiba o que você vai vender

O primeiro passo é o planejamento. Que tipo de produtos que você vai oferecer? Se eles forem de fabricação própria, você precisa ter espaço físico para guardar o seu estoque.

Caso queira revender, é necessário preparar uma lista de possíveis fornecedores com as características de cada um (preços, prazos, localidade).

Você também precisa saber quanto cobrar. E, para isso, a melhor estratégia é conhecer bem a concorrência, tanto no mundo físico quanto no virtual.

Entenda o seu público alvo

Avalie também qual será seu público-alvo e quem serão seus possíveis concorrentes. Vai vender somente para quem está perto de você, na sua cidade, ou vai vender para outros estados e países?

O custo da entrega com frete precisa estar nos seus planos. Saiba também como chegar aos seus possíveis clientes. As redes sociais são uma boa estratégia para atingi-los.

Planejamento financeiro

Não se esqueça de fazer um planejamento financeiro, projetando os seus gastos e receitas. O quanto você vai gastar com a manutenção do site, toda a parte de tecnologia, a compra de matéria-prima ou de produtos para revender, marketing, etc.

Prepare o seu estoque

Você precisa, ainda, esquematizar como irá administrar o estoque de sua loja.  Vai produzir uma quantidade inicial e guardar? Ou a produção irá acontecer sob encomenda? Tente descobrir como funcionará melhor para o seu tipo de negócio.

Pense nas entregas

Certo, já está tudo pronto para começar as vendas. Opa! Mas ainda tem um detalhe: já pensou em como você irá entregar os pedidos realizados?

Você tem duas opções principais: Correios ou transportadora. O serviço da estatal é aconselhável para o pequeno e médio empreendedor, que vende poucas quantidades. O órgão oferece, inclusive, um serviço exclusivo para varejistas virtuais. Informe-se sobre os valores, que são diferentes de acordo com o destino, e veja quais regiões você será capaz de atender. Isso também deve estar claro para os seus clientes.

E, atenção, o PagSeguro tem uma parceria com os Correios que vai aliviar seu bolso e o do seu cliente. Usando o Envio Fácil, o frete sai até 70% mais barato que o valor do Sedex tradicional.

Tenha um sistema para vender

Agora vamos à parte prática: onde você vai colocar seus produtos para vender e como vai receber por eles?

O PagSeguro oferece vários caminhos possíveis. O modelo mais simples é a solicitação de pagamento por e-mail.

Vamos supor que você tenha um blog ou um perfil nas redes sociais. Você pode publicar uma foto do seu produto e, se o cliente se interessar em comprá-lo, você envia uma solicitação de pagamento diretamente para o e-mail dele.

Outra alternativa é a venda direta pelo próprio site. Basta instalar o botão de pagamento do PagSeguro em sua página. Além de vender produtos, você pode oferecer serviços por assinatura e receber doações.

Quem busca uma solução mais profissional tem ainda a possibilidade de montar uma loja virtual. Para isso, você vai precisar de um sistema que permita cadastrar produtos e automatizar o recebimento de pedidos.

A Loja Virtual sem mensalidade do UOL Host permite que você faça isso sem custos. Ela já vem pronta, você apenas precisa cadastrar até 15 produtos gratuitamente e já conta com todas as facilidades de pagamento do PagSeguro.

Você pode ainda cadastrar os seus produtos gratuitamente no TodaOferta, o marketplace do UOL.

Curta a Páscoa do seu jeito!

pascoa blog

Seja comendo chocolate, viajando com a família e os amigos ou então aproveitando para ganhar uma graninha extra, confira nossas sugestões para sua Páscoa ser a melhor de todas.

Curso online de ovos de chocolate

Ovos de Páscoa artesanais estão super em alta. Com esse curso online do UOL, você aprende a produzir essas delícias na sua casa. E para vender muito, siga as dicas de empreendedorismo que já foram postadas aqui no blog!

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Pacotes de viagens e… mais chocolate!

Mas se as suas vendas já estiverem indo muito bem, obrigado, aproveite para descansar no feriado. Separamos ofertas incríveis de viagens nacionais e internacionais – além de uma seleção de chocolates deliciosos para sua Páscoa ficar perfeita, porque ninguém é de ferro, né?

confira

 

 

Drones: a mais nova tecnologia em entregas

Drones

Os veículos aéreos não tripulados, mais conhecidos como drones (zangão em inglês) são usados há anos em guerras, principalmente pelo exército americano. Mas recentemente, drones de pequeno porte estão sendo usados para uma finalidade muito mais benéfica: realizar entregas de compras feitas virtualmente.

Os robôs voadores controlados a distância podem levar pacotes de até 2 quilos, ou seja, livros, cosméticos, roupas, eletrônicos de pequeno porte: todos os produtos que correspondem a maior parte das vendas no e-commerce.

Além de não precisar mais depender das empresas de entrega, quem utilizar drones para levar as compras até a casa de seus clientes também contribui para a diminuição da quantidade de carros nas ruas. Isso sem contar na velocidade da entrega, que pode acontecer em menos de uma hora dependendo da localização.

Claro que a tecnologia ainda vai demorar alguns anos para se tornar acessível e disseminada, mas enquanto isso, já podemos ir pensando nas maneiras mais criativas e empreendedoras de usá-la.

No Reino Unido, a rede de pizzarias Domino’s testou entregar suas pizzas com drones. Confira o vídeo:

Vendas de Natal exigem cuidado na logística

Esta semana, faremos quatro posts especiais com dicas sobre como organizar seu negócio e preparar sua loja para a época de Natal, um dos períodos mais importantes para o comércio.
Serão posts abordando os principais pontos de cuidados como controle da logística de entrega, preparação do estoque, organização de promoções e divulgação de seus produtos/serviços

Hoje começaremos falando de logística de entrega, um dos pontos mais importantes para que a estrutura de vendas, principalmente no natal, funcione com excelência.

Imagem original de Ana_Fuji

O Natal é sem dúvida uma grande oportunidade para quem quer ampliar as vendas. Mas já pensou se alguém comprar um produto com você para que ele esteja bonito na árvore de Natal de alguém e este pacote não chegar?

É um cenário muito triste, mas é o que pode acontecer com o seu cliente se você não tomar cuidado com a sua logística. Entre em contato com seu fornecedor de entrega e veja qual a capacidade que ele tem de entrega e estabeleça limites, deixando claro para seus clientes que compras a partir de determinado dia não serão entregues até o dia 24.

Seu fornecedor vai trabalhar no feriado? Tem condições de entregas de última hora? Há um plano de substituição em caso de quebra de veículos ou outros imprevistos? Se você tem uma equipe própria de entrega combine com eles o esquema de entrega para os que sempre deixam para fazer a compra de última hora.

Deixe um plantão atento para imprevistos e tente resolver sempre o problema do cliente de forma cordial e atenciosa.

Se prepare para as trocas

E lembre-se que depois do Natal vem o período de trocas de mercadorias, que vai exigir muito controle e atenção com o cliente.

E não esqueça de deixar seu cliente ciente de todas as formas de pagamento oferecidas pelo PagSeguro. Assim ele faz as compras mais tranquilo e se preocupa só em curtir este momento tão bacana que é o Natal.


Entrega é hora de continuar a fazer marketing

Christmas, Tamurello, CC-BY-NC-SA

A hora de entregar o seu produto é uma oportunidade de ouro para estreitar o contato com o seu cliente. Por que?

  1. O cliente está super feliz de ter chegado seu pedido;
  2. O ato de abrir uma caixa já cria uma expectativa na pessoa;
  3. Qualquer coisa que venha a mais vai soar como uma vantagem muito maior que o valor real do brinde.

Alguém compra um presente e manda entregar e, ao invés de receber só o que a pessoa lhe enviou você recebe um cupom com 20% de desconto para retribuir o presente ou comprar o que quiser a mais, é como um bônus e quem o recebe tende a usá-lo.

Além do desconto, você pode pensar brindes, sorteios, livros, pequenos mimos que conquistem. Isso se chama Marketing one-to-one. O conceito baseia-se em clientes individuais e na personalização de produtos e serviços, através do conhecimento que vem do diálogo e do feedback de cada cliente.

No marketing direto a empresa procura os clientes adequados aos seus produtos. No marketing one-to-one ocorre precisamente o contrário. A empresa sabe o que o cliente quer, por isso procura os produtos adequados para esse determinado cliente. Com isso, esta técnica distancia-se bastante do marketing tradicional que, baseado num esquema de competição absoluta, uniformiza os produtos e serviços, num mercado em que os clientes podem não ser muito fiéis.

Projeções de mercado são o que ajuda as empresas a conhecê-los no marketing tradicional e, embora o objetivo também seja o de conquistar mais clientes, não se aplica tanto em conservá-los, ao contrário do marketing one-to-one. “As empresas devem deixar de enfatizar o marketing conquistador de clientes e passar a enfatizar o marketing retentor de clientes”, ressalta (KOTLER, 1998).

O marketing pretende contribuir para o aumento dos lucros de uma empresa. Mas o marketing one-to-one é diferente: quer, obviamente, fazer crescer os lucros, porém dando lugar de destaque ao cliente, por meio de um processo de fidelização e de aprendizagem, derivado das exigências deste.

A série hoje mais utilizada é aquela indicada por PEPPERS & ROGERS (1997), composta de 4 etapas:

a) Identificação – consiste em distinguir os clientes individualmente, em detalhes, e ser capaz de reconhecê-los em todos os pontos de contato, em todas as formas de mensagem, ao longo de todas as linhas de produtos, em todos os locais e em todas as divisões.

b) Diferenciação – significa categorizar os clientes da empresa por suas diferentes necessidades. Isso pode ser feito de duas formas: pelo nível de valor para sua empresa e pelas necessidades que têm de produtos e serviços de sua empresa.

c) Interação – esta etapa está intimamente ligada à de diferenciação e à de personalização. Além de saber como as necessidades de seus clientes mudam, é necessário um processo de utilização dos feedbacks interativos de um cliente em particular para que seja possível deduzir quais são as necessidades específicas daquele cliente.

Essa interação com o cliente deve-se estabelecer de forma contextualizada. Assim, por exemplo, uma nova conversa deve iniciar-se onde a última terminou, não importando há quanto tempo ocorreu ou por que meio ocorreu (call-center, Web, ou no escritório do cliente).

c) Personalização – significa a capacidade de a empresa tratar um cliente particular de forma diferente, de acordo com o que aquele cliente informou durante uma interação com a área de vendas ou de marketing. Isso tem sido conseguido pelo processo denominado personalização em massa de um produto ou a personalização das opções oferecidas em volta do produto – criação de uma variedade de produtos altamente específicos a partir de componentes distintos ou módulos.

Essas técnicas podem permitir estabelecer um contato mais direto com os clientes e facilitar a percepção de quem estaria realmente interessado em comprar o produto ou serviço, através da utilização conjunta do marketing one-to-one e das ferramentas de suporte à decisão .(BI)

 

Referências:

KOTLER, Philip. Administração de Marketing: Análise, planejamento, Implementação e Controle. São Paulo: Atlas, 5ª ed., 1998.

PEPPERS Don, ROGERS Martha. Enterprise one-to-one. Currency/Doubleday, 1997.

Via http://www.santangelo.adm.br/, foto: Tamurello, CC-BY-NC-SA

Credibilidade de e-commerce depende do estoque

3d boxes, CC

Sim, você tem que cumprir o que promete. Portanto, sua credibilidade depende de cumprir a promessa de entrega: a loja online promete e o back-office tem que cumprir. No Brasil, a captura de um pedido pela loja é muito mais cara do que em outros países, basta dizer que são necessários mil internautas entrarem no site para que 13 pedidos sejam remetidos ao back-office.

Essa cruel taxa de conversão dá uma idéia do volume do investimento comercial desse canal de venda. Para piorar esse quadro, a taxa de 1,3% pode ainda ser reduzida pela desistência da compra devido a fatores relacionados com logística – inexistência de estoque, atraso na entrega, avaria no transporte, item trocado, componentes faltantes etc.

Entre todas as razões da incompletude da venda, o atraso na entrega é uma das principais alegações de cancelamento de pedido ou de devolução. Atrasos, em sua maioria, são explicados pela má gestão da logística interna. Este artigo gira em torno desse tema.

Para melhor compreensão da importância das funções que afetam o estoque de mercadorias e para o bom funcionamento das operações de comércio eletrônico, é necessário conhecer diferentes formas de alocação, de controle, de propriedade e de organização das mercadorias postas à venda.

Terminologia utilizada

Antes de tudo, é preciso esclarecer alguns termos que serão usados no texto:

  • Estoque físico é o existente no armazém;
  • Estoque lógico reflete o físico juntamente com as transações firmadas que ainda não se realizaram;
  • Estoque próprio é de propriedade da empresa;
  • Estoque de terceiros é de propriedade de outra empresa;
  • Estoque disponível de um item definido é a expressão do seu estoque físico, somado ao saldo dos pedidos de compra e reduzidos do saldo dos pedidos de venda em curso.

A função do estoque no comércio eletrônico

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PROCON SP autua 57 lojas virtuais por falha na Lei da Entrega

Com o Natal por perto e a Lei da Entrega (Lei 13.747/09) em vigor é preciso ficar atento à logística. O Procon-SP divulgou hoje que autuou 77 estabelecimentos – 57 lojas virtuais e 20 lojas físicas – por falhas no cumprimento da legislação. As autuações foram feitas com base em reclamações feitas pelos consumidores e após monitoramento realizado pelos fiscais da fundação.

Foram autuadas empresas que não fixavam data e turno para a entrega de produtos, e que não cumpriram o prazo estabelecido com seus consumidores – infração ao Código de Defesa do Consumidor. Houve casos de lojistas que cometeram ambas as infrações. Os infratores responderão processo administrativo com base no artigo 57 do Código de Defesa do Consumidor. Será assegurada ampla defesa e, ao final do processo, as empresas poderão ser multadas em valores que podem chegar a R$ 3,2 milhões. As empresas reincidentes em infrações de maior gravidade poderão sofrer outras penalidades, como a suspensão temporária de suas atividades. Continue lendo

Em São Paulo, lei garante entrega com hora marcada

caminhão sedex

Publicado no Diário Oficial em novembro, o decreto 55.015 do Governo do Estado de São Paulo estipula que os fornecedores de bens e serviços do Estado de S. Paulo devem fixar data e turno para entrega de produtos ou realização de serviços. Seu e-commerce está pronto para atender à lei? O decreto diz que a data e o turno devem ser estipulados no ato da contratação (em nosso caso venda) e as entregas devem acontecer em três turnos: pela manhã, das 7 às 12 horas; à tarde, das 12 às 18 horas; e à noite, das 18 às 23 horas.

E, claro, vale para o e-commerce. Na prática, quem está com a logística bem azeitada não tem muito com o que se preocupar. O ideal é deixar tudo muito claro os contratos de entrega para evitar problemas. Portanto, revise o seu checkout e deixe todos os detalhes muito claros para cada modalidade que adota.

Os consumidores que não forem informados sobre a data e o turno da entrega ou não receberem o bem ou serviço no prazo e endereço estipulados podem procurar o Procon-SP para registrar a sua reclamação. Os fornecedores poderão ser multados de acordo com as normas do Código de Defesa do Consumidor. O valor das multas varia de R$ 212,81 a R$ 3.192.300,00 de acordo a gravidade da infração, a vantagem obtida pelo infrator e sua condição econômica.

foto: Bruno Barreto em CC