Boleto Bancário em sua loja virtual

30 de janeiro de 2012  | 

O boleto bancário é um dos maiores problemas do e-commerce, ainda que seja um dos meios de pagamento mais usados. Sua alta taxa de desistência por parte dos compradores causa grande frustração aos lojistas. Muita parte da população e-consumidora ainda tem medo de comprar por cartão de crédito, expondo dados financeiros em páginas de compras. Por isso o boleto ainda é uma opção muito utilizada e não deve ser dispensada.  Veja algumas dicas para aumentar a taxa de conversão dos pagamentos por boleto.

Destaque para o botão Imprimir Boleto – Grande parte dos boletos que não são pagos, tem como causa a dificuldade do comprador em saber como imprimir. Deixe essa ação bem nítida para o usuário.
Ambiente exclusivo para pagamento por boleto – Uma tela de finalização especialmente desenhada para o pagamento por boleto bancário. Uma tela simples e que tenha todos os elementos para facilitar o pagamento do cliente.
Pagamento não tão óbvio assim – Para você pode parecer óbvio que ao fazer uma compra com pagamento por boleto bancário na Internet é preciso imprimir e pagar o boleto, mas para muitas pessoas não é tão óbvio assim. Algumas pessoas acham que irão receber o boleto por e-mail ou até mesmo pelo correio. Deixe claro em sua loja o procedimento correto.

Fonte:  http://www.blogdoecommerce.com.br/boleto-bancario-no-ecommerce/

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Como usar as mídias sociais para ter sucesso em 2012

09 de janeiro de 2012  | 

Social Media ROI, Intersection Consulting, CC-BY- NC

A CMO Council, em parceria com a Lithium, entrevistou mais de 1.300 consumidores e 132 profissionais de marketing para entender o alcance, a velocidade e o valor das mídias sociais. Enquanto 52 % dos comunicadores relataram que acreditam que suas marcas têm desfrutado de maior influência graças à presença em redes sociais como o Facebook, apenas 17 por cento disseram que a mídia social está totalmente entrelaçada, alinhada e integrada globalmente ao mix de marketing.

Do ponto de vista empresarial, eles estão lutando para integrar plenamente as mídias sociais à estratégia global de marketing, com 34 % dos entrevistados respondendo que enquanto desenvolveram estratégias, as redes sociais ainda não estavam totalmente alinhadas.

Já os consumidores, dizem que se envolvem com as marcas através de canais como Facebook e outras redes sociais em grande parte para conhecer novos produtos (55 %); participar de promoções ou concursos exclusivos; e para se entreter com games (65 %) oferecidos especificamente através destes canais. A maioria dos consumidores usa mídias sociais especificamente para se conectar com outros fãs (25 %) ou para compartilhar experiências positivas (32 %).

A pesquisa também revelou lacunas significativas entre marcas e consumidores em relação à abordagem. A constatação geral foi de que os consumidores querem mais das marcas on-line, incluindo experiências mais ricas, maior engajamento, razões para participar e recompensas quando o fazem.

A grande história: os consumidores têm a mente aberta, se engajam, exigem, são leais e costumam defender as suas marcas preferidas. Para conquistar a preferência deles em 2012, quatro dicas:

  1. Aprofundar o engajamento da comunidade através de ferramentas da marca;
  2. Propostas que permitam a participação;
  3. Melhores prêmios, como privilégios, rankeamento ou reputação dos consumidores mais engajados;
  4. Melhorar as experiências nos jogos, promoções e apps.

Para completar, um texto produzido aqui no Brasil, em que uma profissional de mídia social fala da diferença entre gerações e os conflitos entre a produção de ações nas mídias sociais e os resultados, na prática do dia a dia: Desabafo de uma filha da Geração Y

 

Via: Escave as Mídias Sociais, foto: Intersection Consulting, CC-BY- NC

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07 de janeiro – Dia do Leitor

07 de janeiro de 2012  | 

 

 

Todos nós leitores provavelmente começamos nosso hábito com contos de fadas, como neste trecho de Zoara Failla: “O Capítulo I sempre iniciava com ‘Era uma vez...’ e o Capítulo X, finalizava sempre com ... ‘E foram felizes para sempre’”.

Nós do Blog do PagSeguro desejamos um bom dia do leitor e queremos que exercitem a leitura. Use o PagSeguro e presenteie com um livro ou revista um amigo ou a si mesmo nesta data!

 Mário Quintana

A Arte de Ler

O leitor que mais admiro é aquele que não chegou até a presente linha. Neste momento já interrompeu a leitura e está continuando a viagem por conta própria.

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Use melhor os resultados de busca no seu site

08 de setembro de 2011  | 

3D Caracter and question mark, CC

Fato: quando um usuário faz uma busca no seu e-commerce, ele está mais interessado que outros. Esse cliente procura um produto especifico e, por isso, as suas chances de conversão são muito maiores. Por isso, é importante, fundamental você garantir que ele continue a tentar, mesmo que a busca não lhe dê o resultado esperado. Algumas estratégias bastante possíveis:

  • Use “Eu não entendi” – Uma das melhores soluções para um resultado não encontrado é a de corrigir os termos digitados. Você faz isso criando um dicionário e sugerindo correções. Complete com isso, o destaque para termos relacionados que estão no seu estoque – e deixe claro que é a palavra usada que não existe.
  • Outros resultados – Quando um cliente faz uma busca, a sua linguagem dá pistas sobre o que ele quer. Se a busca é “sapato marrom 41″ e não há esta combinação, ofereça sapato 41 nos resultados. É possível combinar os termos com seu banco de dados de muitas formas. Seja inteligente. E mostre, sempre, que usou outra combinação para os resultados exibidos, o que incentiva a continuidade das buscas.
  • Mude o filtro – Num estudo recente foi comprovado que outro fator que causa muitos “Nenhum Resultado Encontrado” são filtros em demasia. Por exemplo, o usuário faz a busca dentro na categoria errada. Nestes casos é importante mostrar que o resultado pode ser encontrado de outro jeito. Uma forma comum de fazer isso é mostrar as ocorrências do produto ou termo em toda a loja.
  • Aumente as bases da busca – Às vezes pode acontecer dos termos procurados não fazerem parte do nome do produto e sim das características ou ainda da descrição. Por isso é importante criar um mecanismo que faça a varredura no máximo de propriedades possíveis de um produto. Melhor ainda é mostrar essa informação na lista de resultados, porque é relevante que o cliente saiba onde se encaixa a sua pesquisa nos resultados apresentados.

Lembre também que, além destas estratégias, é importante monitorar as pesquisas no seu site. Elas mostram quais são os produtos mais procurados, novas palavras chave que são usadas e os termos que não retornam resultados – e merecem a sua atenção.

Via: E-Commerce News, ilustração em CC

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Venda mais em sua região com seu e-commerce

18 de maio de 2011  | 

Critical Massive, Michael Holden, CC

Lembre sempre: é possível desenvolver um mercado local através da utilização do canal de internet ou do meio eletrônico. Afinal, a grande maioria dos novos lojistas no comércio eletrônico não são grandes varejistas, ou seja, têm uma ou poucas lojas físicas e logística também limitada. E o seu foco de atuação é regional. Como frete grátis, agilidade e serviço diferenciado são ouro na internet, os lojistas podem ganhar mercado em torno de sua localização.

Avise os internautas de sua cidade ou redondezas que eles têm descontos e/ou isenção no frete, e que para eles os produtos chegam antes! Os grandes varejistas eletrônicos já fazem isso nas regiões de seus Centros de Distribuição. Por que você, que é pequeno, não pode? É uma pequena mudança que vai te dar uma enorme vantagem competitiva. Afinal, a gente sabe que o internauta é ansioso e quer o produto em suas mãos o mais rápido possível.

Pensar macro por conta dos negócios na internet não quer dizer esquecer onde você está. Vale a pena desenvolver o seu mercado local – ganha você e todo mundo em torno.

Via E-Commerce Blog, imagem: Michael Holden, CC

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Pesquisa americana indica os caminhos do internauta para comprar

17 de maio de 2011  | 

Estudo Forrester/GSI - Holyday 2010

Uma das pranchas da pesquisa Forrester/GSI, feito durante os feriados de 2010

A Forrester Research e a GSI Commerce pesquisaram os caminhos de compra dos internautas norte-americanos para compras durante os feriados por lá. O estudo é importante e já foi publicado em sites de e-commerce brasileiros com títulos que atraem o leitor – e são verdadeiras falácias. Explicamos: é importante porque todo e qualquer estudo sobre o comportamento dos internautas em sites é de enorme utilidade para os sites de comércio eletrônico. É preciso, entretanto, contextualizar algumas informações e saber que, embora possa ser uma referência, os seus visitantes são brasileiros. E, portanto, têm comportamentos únicos, típicos do Brasil – e que não se vê em outros países. Agora que isso está claro, vamos aos resultados.

O estudo foi feito com 15 clientes da GSI para entender como estas lojas conquistam seus consumidores. A maior surpresa: as formas tradicionais de web marketing (e-mail marketing e links patrocinados) são as maiores fontes de tráfego enquanto as mídias sociais continuam experimentais – geram barulho que raramente se converte em lucro. No sumário, a coordenadora do estudo deixa claro que, embora seja um retrato do Natal de 2010, o estudo indica como os administradores de comércio eletrônico podem conquistar e reter consumidores o ano todo.

Os pontos mais importantes:

A maioria dos compradores foi influenciada por algum tipo de marketing – Sim, o tráfego orgânico é o mais eficiente – e o mais difícil de conquistar, já que a maioria dos compradores nunca vai diretamente ao site. Os compradores, no estudo da Forrester/GSI, passaram por alguma peça de marketing antes de fechar o negócio. Ou bem eles buscaram um produto ou receberam e-mails promocionais. 77% das compras de produtos foram resultado de alguma tática de marketing.

Metade dos compradores foram expostos a diversas iniciativas de marketing – Entre 45% e 53% dos compradores (depende da categoria do produto) tiveram contato com pelo menos duas iniciativas de marketing. Estes dados destacam as oportunidades de pensar além do “último clique” do planejamento de marketing tradicional.

Busca e e-mail são as estratégias mais eficientes – 40% dos compradores de bens duráveis e 60% dos compradores de bens não duráveis usou o caminho tradicional durante dos feriados de 2010 para decidir suas compras: e-mail marketing e busca combinados são os grandes conversores.

Anúncios e marketing afiliado subvalorizados – a pesquisa contesta a forma de contabilização de cliques de algumas modalidades. 13% dos compradores de bens não duráveis usaram estas formas para começar as suas compras. Como as campanhas contam o último clique – e não o primeiro – como fonte de conversão, eles não recebem a devida atenção.

Consumidores foram mais influenciáveis por táticas de marketing durante datas chave, como a CyberMonday ou durante o feriado de Ação de Graças. Nestas datas, o e-mail marketing foi mais eficiente do que as buscas, já que ajuda os compradores a identificar as ofertas mais facilmente.

Neste estudo específico (15 lojas, durante os feriados nos Estados Unidos, lembrem), apenas 2% das compras de bens não duráveis foram resultado de ações nas mídias sociais. Os números parecem pequenos, mas 23% dos compradores compartilharam suas compras em redes sociais e no setor de bens não duráveis houve aumento de 45% na conversão de links durante a CyberMonday.

As conclusões

A medição precisa de revisão – Enquanto o último clique é o padrão para medir o sucesso de uma campanha, o estudo mostrou que ele é inadequado para saber qual pedaço da sua estratégia é realmente bem sucedido. O fato é que muitos consumidores tiveram contato com mais de uma peça neste estudo mostrou que algumas táticas recebem crédito demais e outras nenhum.

Seja ágil nas datas importantes – como o comportamento do consumidor muda muito em determinados períodos, o planejamento precisa acompanhá-lo. Algumas datas atraem os “caçadores de negócios” – que são mais abertos às ofertas destacadas no e-mail marketing, por exemplo – ; enquanto outras incentivam os “caçadores de produtos”, que usarão mais as buscas que qualquer outra ferramenta. Importante saber a diferença e quando cada comportamento estará funcionando.

Torça pelo melhor, mas planeje pelo pior nas mídias sociais – Enquanto o uso das redes continua a crescer, elas ainda não promoveram (nos Estados Unidos, feriados de 2010), uma plataforma de marketing consistente para as vendas online. De toda forma, é um meio de baixo risco e não deve ser ignorado.

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7 dicas para um layout eficiente no e-mail marketing

29 de abril de 2011  | 

O blog PagSeguro te oferece algumas dicas importantes para você fazer de seu e-mail marketing muito mais eficiente. O layout do e-mail marketing é tão importante quanto seu conteúdo, pois as pessoas se impressionam com o visual em primeiro lugar, antes mesmo de dar uma olhada na mensagem. Siga estas dicas para melhorar seu e-mail marketing e aumentar sua produtividade.

1.       Não coloque uma imagem grande e impactante na sua mensagem.
Na maioria das vezes, as pessoas recebem um e-mail com uma imagem bloqueada e a famosa frase “Clique aqui para exibir a imagem”. Isso acontece porque a maioria dos e-mails reconhece alguma mensagem com esse tipo de imagem como spam. E poucas pessoas realmente clicam para exibir a imagem.

2.       Nem sempre é bom usar a mais moderna versão de Html.
Seu e-mail irá para diferentes pessoas. Pessoas que usam diferentes tipos de programas de e-mail – diversas versões do Outlook, Eudora, Thunderbird, Apple Mail – além de Web Mails, como Gmail, Hotmail, Yahoo, Uol, entre outros), sendo que nem todos têm o suporte necessário às últimas e modernas versões de Html. Ou seja, deixe seu código de html o mais básico possível, para que não sofra alterações no layout indesejáveis.

3.       Coloque a informação mais importante onde seu cliente veja.
Como em outras mídias, o e-mail tem o seu lugar “nobre”, o local onde tem maior visibilidade, onde as pessoas primeiro batem o olho. No caso do e-mail, é o painel de leitura este lugar. O painel de leitura é a área de 3 cm a 5 cm que o usuário irá ver do e-mail recebido, sem abri-lo. Portanto, use essa área de forma consciente, evitando usar algum logo enorme de sua empresa e convencendo o internauta a ler o restante do e-mail.

4.       Seja prudente na hora de colocar imagens.
Como visto no item 1, muitas vezes o cliente não visualiza as imagens de sua mensagem. Portanto, use imagens pequenas e um layout simples, afinal uma imagem grande pode ser percebida como spam. A melhor prática é hospedar suas imagens em um servidor na web e inseri-la como código em seu html.

5.       Coloque links no corpo da sua mensagem.
Muitas pessoas colocam os links somente em imagens. Não fique restrito a isso, coloque links no seu texto, seja em forma de botões ou em palavras-chave. Por exemplo: Conheça as vantagens do PagSeguro.

6.       Você pode descrever suas imagens.
Já que as imagens nem sempre são mostradas, há uma forma de tentar chamar a atenção do usuário colocando uma descrição para estimular as pessoas a exibi-las. Existe um atributo da tag ,<img> chamado “alt”, o uso deste atributo no código html fará mostrar ao lado do inconveniente “x” vermelho a descrição da imagem, aumentando a chance do cliente abrir.

7.        Não abuse de animações no e-mail.
Conforme dito no item 2, nem todos possuem o suporte bom para as últimas versões de Html. Evite colocar animações em gif ou flash. Faça um layout limpo e simples, para atingir o maior número de pessoas possível.

Via iMasters

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Integre sistemas e melhore seu e-mail marketing

09 de março de 2011  | 

Sabe aquela oportunidade escancarada, a tal bola quicando, a possibilidade que está caindo de madura e outras expressões populares que denotam que algo é bom e está à disposição para ser aproveitado? Não é raro nós, que estamos online 24×7 vermos estas ótimas oportunidades serem solenemente ignorados – por empresas de todos os tamanhos e segmentos.

Já falamos aqui no blog da integração do seu sistema de gerenciamento com as campanhas de e-mail marketing. E a prática que se vê pelo mercado é ignorar esta prática. A prática é: exportar a base de usuários em uma plataforma (administrativa da loja) e usá-la no sistema de e-mail marketing usado. Primeira questão: cria-se uma rotina de trabalho braçal e chato. A possibilidade de “comer bola” é alta. Segunda: você trabalha de forma nada inteligente.

O seu sistema com certeza tem uma visão mais completa do seu cliente que o seu e-mail, onde mora e sexo (por exemplo). Lá você sabe o que ele comprou, quais as avaliações de produtos em sua loja (também exemplos). Um jornal que conquista um assinante sabe, depois de algum tempo, quando ele sai de férias. Porque não ser pró-ativo e oferecer a suspensão de assinatura ou redirecionamento dos exemplares antes do cliente entrar em contato? No segmento de serviços, clientes com muitos contatos no callcenter poderiam receber bônus ou ofertas relacionados.

No comércio eletrônico, as possibilidades da integração com o e-mail marketing são fantásticas: envios automáticos de e-mail para clientes que chegaram à página do check out, mas não concluíram a venda. Envios automáticos informando o término iminente do estoque de um produto pelo qual o cliente demonstrou interesse ao clicar neste item num e-mail marketing que recebeu. Para tudo isso são necessários sistemas integrados – com filtros e regras bem definidos, para evitar a trabalheira de exportar e importar dados permanentemente.

A integração (via API, por exemplo) não é necessariamente complicada. Mas demanda trabalho para adaptar o o sistema às suas necessidades. Assim, é imprescindível escolher uma boa plataforma de e-mail marketing levando em conta os recursos disponíveis via API e, principalmente, a qualidade do atendimento e suporte técnico. Com esses cuidados, evita-se estresse e o retrabalho de uma eventual substituição do fornecedor de e-mail marketing.

Via ITWeb

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2 dicas para ampliar sua participação nas mídias sociais

21 de fevereiro de 2011  | 

TaiwanYo iPhone apps, Steve Leggat, CCIlustração: Steve Leggat, CC

Não são poucas as empresas que ainda lutam para criar um modelo de presença nas redes sociais que realmente criem um diálogo – em vez de publicar o velho blábláblá corporativo. Quando olhamos o número de seguidores e conversas que as personalidades conseguem estabelecer, seu sucesso no Twitter, há de concordar que há muito por fazer. Veja o caso da MTV americana, que aproveitou seus bons números e se jogou na rede em 2010.

Lembrete importante: para ter resultados, é preciso investimento financeiro e no capital humano, bem como suporte de uma liderança disposta a assumir os riscos e lidar com os erros. Leia mais…;

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As mulheres e o comércio eletrônico

24 de novembro de 2010  | 

Quando o assunto é rede de relacionamentos é quase inevitável não pensar no público feminino. Segundo a pesquisa de David McCandless, do Information is Beautiful, as mulheres comandam as redes e mídias sociais. O estudo afirma que das 17 redes pesquisadas, 13 são comandadas por mulheres e nas outras 4 há equilíbrio entre os sexos. São elas: LinkedIn, YouTube (desmitificando a idéia que os homens são os que mais vêem vídeos), DevianART e Delicious.

No e-commerce brasileiro o impacto da mulher é alto: pesquisa do e-bit diz que 55% delas compraram pela internet no primeiro semestre e que são influenciadas por alguma rede social. E no comércio eletrônico elas são exatamente metade dos compradores. A partir destas informações é possível compor a idéia de que as mulheres são mais influenciadas pelas redes sociais frente aos homens. Sabe-se que as mulheres são mais sensíveis a opiniões sobre um produto, por isso buscam maiores informações sobre apreciações, conceitos e análises de quem já o utilizou.

E a participação feminina no comércio eletrônico só cresceu. Em 2001, elas representavam 39%; em 2005, 42% e em 2010, representam 50% dos e-consumidores.

Via Administradores

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