Boleto Bancário em sua loja virtual

30 de janeiro de 2012  | 

O boleto bancário é um dos maiores problemas do e-commerce, ainda que seja um dos meios de pagamento mais usados. Sua alta taxa de desistência por parte dos compradores causa grande frustração aos lojistas. Muita parte da população e-consumidora ainda tem medo de comprar por cartão de crédito, expondo dados financeiros em páginas de compras. Por isso o boleto ainda é uma opção muito utilizada e não deve ser dispensada.  Veja algumas dicas para aumentar a taxa de conversão dos pagamentos por boleto.

Destaque para o botão Imprimir Boleto – Grande parte dos boletos que não são pagos, tem como causa a dificuldade do comprador em saber como imprimir. Deixe essa ação bem nítida para o usuário.
Ambiente exclusivo para pagamento por boleto – Uma tela de finalização especialmente desenhada para o pagamento por boleto bancário. Uma tela simples e que tenha todos os elementos para facilitar o pagamento do cliente.
Pagamento não tão óbvio assim – Para você pode parecer óbvio que ao fazer uma compra com pagamento por boleto bancário na Internet é preciso imprimir e pagar o boleto, mas para muitas pessoas não é tão óbvio assim. Algumas pessoas acham que irão receber o boleto por e-mail ou até mesmo pelo correio. Deixe claro em sua loja o procedimento correto.

Fonte:  http://www.blogdoecommerce.com.br/boleto-bancario-no-ecommerce/

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Pesquisa: como criar um sistema para medir as mídias sociais

07 de outubro de 2011  | 

Social Media Measurement Compass, Susan Etlinger
O Altimeter Group fez uma pesquisa ajudar as empresas a entender, interpretar e produzir dados sociais. Embora todas as empresas tenham, sim um sistema de monitoramento que funciona, poucas conseguiram resolver a questão da análise. A pesquisa “A Framework for social analysis” entrevistou quase 40 especialistas de diversas áreas, para entender como eles monitoram e analisam as mídias sociais. “É um instantâneo datado de um mercado caótico, confuso e fragmentado”, dizem as autoras, que foram financiadas pelo Altimeter Group.
/ppEnquanto as ferramentas para ouvir e analisar tenham começado a convergir, as de engajamento e publicação ainda estão separadas. “É um sintoma da imaturidade do mercado que as ferramentas ainda estejam isoladas. A análise social é ainda uma meta distante”, diz Susan Etlinger, uma das analistas responsável pelo estudo.
O relatório (em inglês e disponível para download) é um verdadeiro passo a passo de como pensar, planejar, medir e analisar os seus efeitos nas mídias sociais. Aqui uma tradução do resumo das recomendações.

  1. Crie um sistema para planejar a sua medição
    1. Comece com os seus objetivos de negócio e as estratégias para atingi-los.
    2. Identifique as métricas que correspondem aos seus objetivos (por exemplo, aumentar vendas, diminuir a necessidade do SAC, resolver os problemas antes que precisem do SAC)
    3. Alinhe suas métricas aos seus objetivos. Para isso:
      1. Use a bússola da Mídia Social (ilustração deste post) para definir o que é importante para o seu negócio
      2. Descubra como aprender sobre as suas iniciativas em mídia social.
      3. Desenvolva métricas para apoiar seus objetivos de negócio
      4. Use os exemplos de fórmulas para construir fórmulas personalizadas.
  2. Aprenda as limitações dos dados sociais
    1. Priorize a análise de texto, os idiomas e os filtros contra spam.
    2. Avalie como o comportamento dos usuários (como curtir, RT ou check-ins) afetam o seu negócio.
    3. Defina um dicionário com as palavras chaves importantes para o seu segmento e/ou empresa.
      1. Faça esta lista de forma clara e resumida.
      2. Atribua níveis de confiança para dados inconsistentes
      3. Dê preferência à métrica de resultados.
  3. Avalie de forma realista sua organização e as suas necessidades:
    1. Identifique seu modelo organizacional (centralizado, descentralizado, holístico?)
    2. A partir deste modelo, defina o papel e as responsabilidades do seu time:
      1. Quais recursos serão necessários?
      2. Quem vai definir a estratégia e os processos?
      3. Quem escolhe a ferramenta?
      4. Como você escolhe a ferramenta?
      5. Treinamento e educação
      6. Como você vai colaborar com outros grupos
    3. Se você decidir terceirizar o monitoramento:
      1. Equilibre expertise, habilidade analítica e domínio da ferramenta;
      2. Considere questões de sigilo
      3. Planeje a transferência de conhecimento
      4. Implante verificações e relatórios
      5. Compare os custos

Imagem: Susan Etlinger

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Use as mídias sociais para aumentar seu tráfego

13 de julho de 2011  | 

Social Media Bandwagon, por Matt Hamm, em CC

De acordo com um estudo da Verdict, muitas companhias de varejo estão falhando porque não usam as redes sociais para criar a identidade de sua marca. Um relatório da empresa sugeriu que medidas simples como a incorporação de vídeos via YouTube de desfiles de moda, ou entrevistas com designers, podem impulsionar o e-commerce de roupas e o engajamento do cliente com a marca.
Segundo Charlotte Woods, analista da Verdict “A maioria dos varejistas já reconhecem o valor das mídias sociais, mas poucos perceberam o seu potencial para impulsionar suas vendas online”. “Os varejistas têm a capacidade de aumentar os níveis de tráfego de suas lojas online usando mídias sociais para atrair os consumidores”.
O estudo sugere que os vendedores de todos os setores podem se beneficiar da criação de canais de varejo online que incentivem o entretenimento no seu público alvo.

Via E-commerce News, imagem: Matt Hamm, em Creative Commons

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Integre sistemas e melhore seu e-mail marketing

29 de março de 2011  | 

@ por Horia Varlan, CCfoto: Horia Varlan, CC

Sabe aquela oportunidade escancarada, a tal bola quicando, a possibilidade que está caindo de madura e outras expressões populares que denotam que algo é bom e está à disposição para ser aproveitado? Em geral, essas oportunidades gritantes são solenemente, ignoradas. E isso acontece com empresas dos mais vários perfis e segmentos de atuação. De médias empresas a multinacionais, em todos os nichos de mercado.

Você já pensou no que poderia conquistar com a integração das plataformas de CRM ou E-Commerce com as ferramentas de e-mail marketing? Se a sua empresa realiza ações de e-mail marketing, provavelmente ela exporta as informações da base de clientes e prospects do seu CRM, ERP ou e-Commerce para importá-la na ferramenta de envio e gerenciamento de e-mail marketing. E, mais provavelmente ainda, você ou alguém da sua área de TI, é o responsável por fornecer essas bases.

Essa rotina de exportar a base de contatos de uma plataforma para importar em outra, além de ser um trabalho braçal (para muitos) e chato (para todos), não resulta em campanhas de e-mail marketing mais inteligentes. A integração dos sistemas permite que as informações das ações de e-mail marketing criem subsídios para ações em outros canais e vice-versa.

No CRM, há uma visão integral do seu cliente – seus gostos, compras, contatos – e é esta informação que permite melhorar o seu contato e fidelizar este cliente muito além da campanha pré-definida para o e-mail marketing. No comércio eletrônicoas possibilidades da integração com o e-mail marketing são animadoras: envios automáticos de e-mail para clientes que chegaram ao check out mas não concluíram a compra. Envios automáticos informando o término iminente do estoque de um produto pelo qual o cliente demonstrou interesse (seja no e-mail marketing ou na própria página).

Entre a situação de plataformas stand alone e uma integração visceral sob o ponto de vista de marketing, há um longo caminho a percorrer. Mesmo que o potencial da integração seja pouco explorado, os resultados já serão expressivos. Escolha bem a sua plataforma de e-mail marketing, converse com a tecnologia e faça bons negócios!

Via ITWeb

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Vídeos transformam o comércio eletrônico

25 de março de 2011  | 

O maior destaque da sua loja são os produtos, certo? Já pensou em colocar vídeos demonstrativos no ar? Repare no post sobre os provadores virtuais como um vídeo ajuda muito a destacar o produto – no caso, softwares. E você não precisa da agência premiada para ter suas demonstrações.

Hoje, produzir vídeos é mais simples e fácil, graças à popularização das câmeras digitais e dos programas de edição. Os sistemas Windows e iOS, por exemplo, tem programas simples, gratuitos e eficientes para fazer isso. Seja qual for a sua plataforma, o processo será muito eficiente para suas vendas. Em caso de falta de mão de obra e/ou expertise, recorrentes nas pequenas e médias empresas, o lojista pode, inclusive, usar a sabedoria das multidões e convocar seus próprios clientes a publicar os vídeos – e oferecer prêmios por isso.

Com este material é possível criar seu canal no YouTube, Vimeo ou no nacional Videolog e, de quebra, ganhar marketing e visualização melhor para sua loja. O importante, sempre, é garantir qualidade e criatividade para seus vídeos.

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Provadores virtuais estão chegando

17 de março de 2011  | 

Boa notícia para o mercado de moda e acessórios: já estão aparecendo provadores virtuais eficientes. Já falamos disso aqui no blog: uma das principais barreiras para as mulheres não comprarem roupas pela internet é não saberem se ficarão boas nelas, já que não podem prová-las antes da compra.

O Swivel, criado pela Facecake, permite que as pessoas provem roupas e acessórios virtualmente, com a ajuda de uma webcam ou o Kinect. Claro que o sensor de movimento da Microsoft é melhor, pois capta gestos e detalhes. Além dele, há a Webcam Social Shopper, da Zugara. Veja os vídeos de demonstração dos dois abaixo.

A realidade aumentada ainda não tem imagens em boa resolução, mas traz boas possibilidades e muitos benefícios para o e-commerce de moda. Falta uma solução concreta de oferecer uma experiência real sobre o toque e o caimento dos tecidos? Sim. E a tecnologia está avançando a olhos vistos rumo à superação de barreiras. Aos lojistas, fica a dica: acompanhem estas novidades de olhos muito abertos e incorporem aos seus negócios o mais rápido possível.

Dica do TechTudo

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Inovação tecnológica movida pela internet

11 de março de 2011  | 

O acesso à tecnologia é um fator determinante para qualquer empresa ganhar competitividade. Segundo o Sebrae, sem tecnologia, mais de 90% das empresas não conseguem lidar com o fluxo de dinheiro nos negócios. Detalhe: atualização tecnológica custa caro e nem todas as Pequenas e Médias conseguem acesso aos serviços de que precisam.

Para completar, estas empresas precisam superar a dificuldade de incorporar novos conhecimentos à sua atuação. Por isso é importante que governos municipais, que estão mais próximos das empresas, tenham políticas específicas para aumentar o acesso à tecnologia e estimular a inovação comercial. Se a prefeitura não se mexeu, não há porque resmungar. O SEBRAE tem o Programa Sebrae de Consultoria Tecnológica (Sebraetec), cujo objetivo é criar condições para que micro e pequenas empresas tenham acesso às inovações tecnológicas. Use!

O comércio eletrônico é um dos motores para a inovação tecnológica dentro das pequenas e médias empresas. Com acesso à internet e suas facilidades, elas ganham:

  • Modernização do processo de arquivamento de papéis, fichas, pastas, entre outros documentos;
  • Facilitação das atividades burocráticas;
  • Aumento da agilidade, segurança, integridade e exatidão das informações;
  • Redução dos custos em todos os setores;
  • Aperfeiçoamento da administração geral da empresa, do marketing, do planejamento, do controle da produção, das demonstrações financeiras, das previsões orçamentárias, das análises de investimentos e de custos;
  • Capacitação e treinamento;
  • Novos mercados, serviços e comercialização;
  • Logística.
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O perfil do e-consumidor brasileiro, pelo Ibope

10 de dezembro de 2010  | 

Mouse Cursor, por Darren Hester, CCImagem: Darren Hester, CC

O IBOPE Mídia, encomendou uma pesquisa exclusiva com internautas ao TG.net, em que traçou um amplo perfil do consumidor de e-commerce brasileiro. O estudo analisou dados demográficos e comportamentais dos consumidores, suas preferências, opiniões e atitudes e o que pretendem comprar. Segundo a pesquisa, o consumidor eletrônico ainda está situado, predominantemente, na classe AB, tem grau mais alto de escolaridade, compra produtos de uso pessoal e gasta, em média, R$ 118 por mês.

A classe AB é responsável por 61% do total do e-commerce, a classe C, responde por 35% dos consumidores virtuais e a classe DE representa 4%. A parcela compreendida entre os 25 e 44 anos de idade é a maioria entre os consumidores das lojas virtuais, sendo 48% da população que realiza compras pela internet. O estudo mostra, também, que 15% dos consumidores têm entre 15 e 19 anos e 17% entre 20 e 24 anos. Outros 13% têm de 45 a 54 anos e apenas 6% têm entre 55 e 64 anos. A idade média do consumidor das lojas virtuais é de 33 anos. Leia mais…;

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Seja um campeão olímpico – ou perca a venda

19 de novembro de 2010  | 

carrinhos pagseguro

Um usuário demora em média 8 segundos em um site para definir se era aquilo mesmo que ele buscava ou ir embora (Marketing Sherpa). Isso significa que, na hora de agradar os visitantes de seu site, você tem ser mais rápido que o campeão olímpico Usain Bolt.

Oferecer uma boa experiência para o internauta é crucial para um site de e-commerce. Com o aumento da competitividade antes do Natal, isso é ainda mais importante.

Uma experiência positiva está relacionada a diversos fatores de navegabilidade. A velocidade do seu site é um deles. Veja alguns dados de um estudo da Akamai Technologies, publicado pelo eMarketer:

  • 47% dos compradores online esperam que uma página carregue em menos de 2 segundos
  • 40% abandonarão o site se o carregamento da página demorar mais de 3 segundos
  • 79% afirmaram que provavelmente não voltarão a um site depois de ter uma experiência ruim

Não corra esse risco!

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Marketing direto cresce 11,3% em 2009

25 de outubro de 2010  | 

envelope por Tim Morgan em CC
Imagem: Tim Morgan, em CC

A Abemd, Associação Brasileira de Marketing Direto, divulgou ontem o balanço do setor em 2009 – o faturamento chegou a R$ 21,7 bilhões. Esse total representa um crescimento de 11,3% sobre o faturamento de 2008. A maior parte desse investimento foi para serviços de internet e e-commerce, que contribuíram com 25% do resultado do marketing direto brasileiro em 2009. Logo em seguida, aparecem os serviços de empresas de call center, contact center e telemarketing, que geraram 22,5% de todo o faturamento. As agências de marketing direto ficaram com uma fatia bem pequena do bolo – apenas 1,8%. 21/10 Luiz Alberto Marinho

Cerca de 2/3 dos investimentos em marketing direto no Brasil foram direcionados para o B2C e apenas 1/3 seguiram para o B2B. Ainda segundo o estudo da Abemd, os maiores usuários de serviços de marketing direto no Brasil em 2009 foram as instituições financeiras, que bancaram 22% de todas as despesas. Logo depois vieram as empresas de telecomunicações, com 15%. Os serviços referentes a publicações e assinaturas e o comércio de produtos e serviços por catálogo e televendas contribuíram cada um com algo em torno de 10% do faturamento do setor.

Via Blue Bus

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Blog do PagSeguro