Use melhor o Analytics no seu e-commerce

21 de outubro de 2010  | 

Conhecer melhor o principal programa de monitoramento é muito importante. Por isso publicamos o screencast produzido pela Pagpedia sobre a instalação do Analytics. Aproveitem.

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Comércio eletrônico entre empresas (B2B)

19 de outubro de 2010  | 

3D Full Spectrum Unity Holding Hands Concept, royalty free, Lumaxartimagem: Lumaxart

Embora não seja tão comentado quanto o varejo on-line, o comércio eletrônico entre empresas também tem registrado um excelente desempenho no Brasil. Pesquisas realizadas pela empresa e-Consulting apontam que as transações eletrônicas B2B totalizaram R$ 267,6 bilhões em 2005, valor 37% maior do que o movimentado no ano anterior. É um crescimento similar ao apresentado pelo comércio eletrônico “tradicional”, que se expandiu 43% no mesmo período, e excelente no contexto da economia brasileira, cuja taxa de crescimento “patina” ao redor de 2% já há vários anos.

A pesquisa da e-Consulting indica que cerca de 80% do valor, R$ 212 bilhões, referem-se a negócios realizados em portais privados, ou seja, por empresas que possuem seus próprios sistemas de gerenciamento de transações eletrônicas com fornecedores, distribuidores, representantes e clientes. Os 20% restantes referem-se às empresas que utilizaram portais de terceiros, os chamados marketplaces eletrônicos, ou bolsas eletrônicas, que oferecem toda a infra-estrutura necessária de hardware, software e mão-de-obra.

De todo jeito, as transações eletrônicas entre empresas, envolvem: o cadastramento e a validação dos participantes; a venda, que pode ser por meio de licitações, leilões ou catálogos; o fornecimento de relatórios sobre transações realizadas; além dos recebimentos e pagamentos. A diferença é que, no caso da terceirização, essas atividades são executadas por terceiros que recebem uma taxa ou comissão pela prestação desse serviço.

Exemplos de transações eletrônicas B2B:

  • A empresa compra produtos de outras empresas ou vende regularmente para elas, utilizando a Internet ou a extranet, sua rede privada expandida.
  • A empresa realiza licitação para escolha de sua fornecedora de suprimentos ou participa como uma candidata à fornecedora de suprimentos.
  • A empresa realiza leilão para escolher a fornecedora de matéria-prima, nas condições solicitadas, com o menor preço; ou participa do leilão como candidata a fornecedora. Nesse método, chamado de leilão reverso, os lances são dados pelos participantes cadastrados até que se chegue ao menor valor final.
  • Pequenas empresas compradoras, gerenciadas por um terceiro, unem-se para realizar compra conjunta, em maior escala, de matéria-prima, obtendo, dessa maneira, expressiva redução de custo unitário.

A utilização de meios eletrônicos nas transações comerciais é tão natural que, em algum momento, não fará mais sentido se falar em comércio eletrônico B2B, uma vez que a quase totalidade das empresas estará utilizando esse canal para realizar suas transações por conta da sua alta produtividade.

Benefícios tangíveis, como a redução de custos na realização de pedidos e no preço de matéria-prima, a maior agilidade na escolha de fornecedores ou compradores, o maior controle dos processos licitatórios e, conseqüentemente, a diminuição de erros nesses processos, entre outros, devem tornar esta atividade obrigatória.

Via: e-commerce.org

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A newsletter que fideliza o cliente

18 de outubro de 2010  | 

B&Q Newsletter Design, por Rob Enslin em CC

Newsletter da B&Q

Imagem: Rob Enslin, em CC

A implantação de uma newsletter é uma boa estratégia de relacionamento com seus clientes e significa o envio periódico de um boletim, por e-mail, aos clientes cadastrados no site. Nunca confunda esta ferramenta com o envio ocasional de emails (mala-direta eletrônica).

Ela se caracteriza pelo envio regular de mensagens, com uma freqüência (diária, semanal ou mensal) e por um conteúdo mais informativo. Não espere resultados a curto prazo, eles são característicos da mala-direta eletrônica, elaborada para divulgar uma oportunidade única, de o cliente potencial realizar uma ótima compra, quer seja pela vantagem do preço, da novidade ou da promoção temporária, em um processo típico de compra por impulso.

Além de oferecer os produtos da empresa ao cliente potencial com um simples clique, a newsletter tem como objetivo gerar confiança pela exposição constante da marca. Os resultados desta comunicação são lentos, mas consistentes; podem ser mensurados por meio da visitação do site, que deve apresentar um aumento gradativo, assim como pela taxa de conversão (quantidade de compradores em relação à quantidade de visitantes), que também deve aumentar ao longo do tempo. Na implantação de uma newsletter, dois aspectos merecem especial atenção. Leia mais…;

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A canibalização no comércio eletrônico

15 de outubro de 2010  | 

Kiki Filter, por Sam Sutton em CC

Site de comércio eletrônico

Imagem: Sam Sutton, em CC

Em marketing, Canibalização é o resultado da introdução de um novo produto que tomará parte do mercado de um produto já existente do mesmo fabricante/marca. Muitos discordam da estratégia alegando que desvia o foco dos objetivos, outros acreditam que se bem planejada pode alongar o ciclo de vida para muitas marcas.

Há duas razões que levam à prática da canibalização: manter-se a frente da concorrência lançando novos produtos/serviços e impedir a queda nas vendas. Citando um mau exemplo de percepção de mercado, temos a Kodak que levou tempo para entrar no mercado de câmeras digitais deixando muito espaço para a concorrência. Quantas marcas não surgiram nesta época? Quais foram os prejuízos para a Kodak? Hoje, qual é a marca da sua câmera digital?

Downes e Mui, ensinam: “Construa um e-business que roube clientes de seu negócio atual pra conquistar fidelidade à marca, alcançar novos mercados ou obter massa crítica”.  É uma atitude comum nos negócios offline, que pode vir a se tornar parte dos negócios online. Resumo da ópera: se você não tirar proveito da internet agora, seu negócio sofrerá depois.

O conceito de canibalização é buscar novas vendas e novas operações afastando um antigo modelo de negócio que não seja capaz de competir com o mercado em constante mudança. Identificando este momento de inovação boa parte das grandes, médias e pequenas empresas já migraram ou estão migrando suas lojas físicas para o comércio eletrônico. Mas qual será o custo desta migração para os pontos de venda?

Acredita-se que parte dos lucros virá para o seu e-commerce, mas lembre que muitos consumidores utilizam o site para se atualizar das novidades e preços, podendo decidir comprar através da internet ou ir até uma loja. Já existem cruzamentos de métricas que fazem uma relação entre o número de visitas ao site versus o número de produtos vendidos em lojas físicas.

Segundo Chris Anderson, “alguns clientes querem ir às lojas. Outros preferem comprar online. Outros, ainda, gostam de fazer pesquisas online e depois comprar nas lojas. E também há os que percorrem as lojas e depois compram online. Uns são apressados, outros podem esperar”.

Certamente, o surgimento da loja virtual gerou e ainda gera uma competição muito “sutil” entre lojas físicas (várias) e loja virtual (única). O fato é que a loja virtual não veio para competir com a loja física, embora  algumas lojas virtuais já ocupem a primeira posição no ranking das lojas do grande varejo, ultrapassando grandes centros, como o caso do Magazine Luiza que tem como número um a sua loja virtual.

E como não competir com um canal totalmente interativo, cheio de promoções, em vasto crescimento e repleto de vantagens?

Será que o e-commerce vai canibalizar o ponto de venda tradicional? Em alguns anos teremos a resposta.

Via Blog do E-commerce

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Nicho é segredo do sucesso para pequenos e médios online

14 de outubro de 2010  | 

Left handed mug, por Bruno GirinFoto: Bruno Girin, em CC

Quando falamos em e-commerce para pequenas ou médias empresas é necessário entender que o grande diferencial, nesse caso, é a possibilidade de a empresa ter foco em determinados segmentos de mercado. Não adianta você tentar atender todo mundo, como fazem os magazines. O pequeno e médio empreendedor deve ver no universo online a grande oportunidade de atender nichos de mercado, que antes tinham dificuldades em encontrar determinados produtos, mas, hoje, contam com as vantagens dos buscadores para localizar praticamente qualquer coisa. Se a empresa entender esse mecanismo de funcionamento terá muito mais sucesso e de forma muito mais rápida, do que se ficar tentando competir de frente com os grandes players.

Ok, mas como isso acontece? Imagine uma loja de produtos musicais especializada em itens para canhotos. Isso mesmo, pessoas canhotas – é uma hipótese. Quantos itens ela conseguirá vender por mês? Acredito que poucos, não é mesmo? Afinal, quantos canhotos existem em seu bairro que desejam tocar instrumentos musicais? Se você levar esse exemplo para o universo da internet, quem tiver esse perfil irá buscar na rede e encontrará sua loja, de qualquer parte do Brasil ou do mundo. Lembre: isso só vai ocorrer se a loja estiver realmente lá presente, da forma correta.

Para que isso aconteça, não adianta ter um site estático, não se divulgar, não gerar conteúdos relevantes para o seu público. A empresa deverá construir sua presença digital de forma consistente. Além disso, precisará se preocupar em ter uma operação logística bem organizada para poder entregar em todo o país, e mais, se quiser vender fora do país deverá investir na construção de um site no idioma do destino, obviamente.

Vá além do básico

Depois disso, é possível investir em outras formas de divulgação e mesmo no engajamento dos seus consumidores, além de vídeos que demonstrem a melhor utilização dos seus produtos, bem como marketing em redes sociais. Mas lembre-se, antes é necessário desenvolver um bom site, criar interação e conversas com o cliente, aprender a aparecer na busca orgânica dos buscadores – não adianta apenas fazer links patrocinados.

Não acredite em quem quer convencê-lo de que na internet não é preciso investir, que é “baratinho” para anunciar e coisas do gênero. Para ter sucesso em uma operação online deve haver estratégia, requer investimentos, sim, de tempo e de dinheiro. Mas qual o problema? Afinal, uma loja física também precisa de planejamento e investimento. O que ressalto é que para muitos competidores, sua loja na web já representa, hoje, a melhor loja em vendas de toda sua rede.

Via Blog da Sandra Turchi

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[Tutorial] Como conquistar o seu cliente nas redes sociais

26 de julho de 2010  | 

Summer business party invitation illustration, Ajda Gregorčič, CC

Ilustração: Ajda Gregorčič, CC

Quando a gente fala de mídia social para negócios – ou o tal do s-commerce, do qual tanto temos falado aqui no blog, não há receita pronta. Já se sabe, entretanto, que para ter resultados é fundamental que suas ações estejam alinhadas com suas metas gerais de negócio e evitar as novidades só porque são o assunto do momento. Não importa qual seja o seu caso, o importante é criar sua presença de uma forma que ajude o seu cliente, hoje e sempre, a descobrir que seu produto existe.

Veja como é possível associar os canais de mídia para conquistar metas e ajudar a criar uma boa experiência para o seu cliente.

Marketing e branding já não são mais comprar mídia. De fato, hoje a sua marca não é mais o que você diz que ela é, mas a mistura disso com o que os clientes e funcionários dizem. Mesmo assim, é possível tomar algumas atitudes para garantir uma conversa aberta e honesta para que todo mundo fale dela sempre que desejar. Lembre-se: é importante manter o máximo de contato com os clientes – e a mídia social é apenas um deles.

  • Um site bem feito que deixa claros seus valores e ajuda seus usuários a descobrir a história da marca.
  • Liderança e criação de conteúdo: seja através de blogs, seminários online, estudos, e-books, apresentações ou vídeos. Use os canais para criar e compartilhar conteúdo – e incentivar discussões sobre o tema.
  • Criar relações: o resultado de ouvir, descobrir e engajar usuários é criar relações com outras lideranças, com quem você pode colaborar em conteúdo, criar podcasts, convidar para escrever em seu blog.
  • Eventos: produza, participe, palestre, esteja presente. A mídia social serve, neste caso, para alertar, produzir conteúdo e criar uma rede de pessoas que se conhecem pessoalmente. Invista seu tempo para produzir conteúdo sobre o evento. Entreviste pessoas que você reconhece e com quem tem relações online e offline – e compartilhe tudo através da mídia social.
  • Claro que você deve estar nas mídias sociais para construir este esforço de branding. Lembre que isso inclui monitoramento ativo do Twitter, Facebook, blogs, fóruns e outras comunidades, sempre para aprender, engajar e formar relações.
  • Você também deve usar este monitoramento para entender o que seus clientes ou futuros parceiros de negócios desejam e melhorar sua relação com eles. É possível descobrir intenções de compra e suas pistas quando as pessoas procuram por algo que você tem.
  • Integre todas as plataformas de atendimento ao cliente. Digamos que um cliente está com um problema de reserva. Se a sua empresa ouvir e já conseguir resolver através da central de atendimento – via call center ou e-mail, tanto faz – você marca um belo ponto.

O melhor das mídias sociais – e o mais difícil – é descobrir qual o produto mais importante para seus clientes. Para criar esta inteligência é preciso misturar todas as formas de pesquisa (quantitativa, qualitativa, grupos) com as descobertas que você faz online. Outro jeito é escolher alguns usuários mais próximos e dar-lhes uma prévia do que você está para lançar. Com a ajuda dos clientes, você reduz custos e atendimento depois do lançamento.

Inspirado em post do Mashable.

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10 dicas de mídia social para seu e-commerce

15 de junho de 2010  | 

conexões, Erica Marshall em CC

Foto: Erica Marshall em CC

A mídia social mexe com os negócios online de novas e estranhas formas. Nossos clientes estão compartilhando mais e mais informação sobre o que fazem online e o que gostam. Conseguir que estas pessoas falem dos seus produtos (ou de você) nas redes sociais é um jeito sensacional de conseguir mais tráfego e novos usuários.

A grande dificuldade? No e-commerce o objetivo mais importante não é compartilhar, é vender. Até mesmo a Amazon, que estabelece como todo o planeta se comporta nesta área, deixa os links de compartilhamento escondidos – embora eles estejam na barra da direita, na primeira tela.

Estas são as dicas para melhorar seus “esforços de socialização” sem esquecer que seu negócio é vender.

1. Onde é que o barulho acontece?

Comece pelo começo: descubra onde é que seus usuários estão compartilhando informação. Este é o pedaço mais sensível e importante. O Add This, por exemplo, oferece as tendências de uso dos serviços cadastrados por lá. E você também sabe como os brasileiros que usaram o serviço compartilharam. O Share This também oferece alguns relatórios bastante interessantes.

A grande vantagem da internet é ter formas de medir tudo. É possível saber, com o filtro próprio no seu programa de métricas, quem mandou o quê para onde – do mesmo jeito que podemos saber de onde vieram os novos visitantes.

Quando souber quais são as redes mais usadas por seus clientes, inclua seus botões no desenho de seu site. Afinal você não quer 74 botões no seu layout, quer?

2. Foco onde está o barulho

Twitter e Facebook são as principais redes do mundo. Se você realmente vai trabalhar as redes sociais vai precisar de perfil por lá e de uma política muito clara de ação.

3. Use lugares únicos para seus botões

Em vez de deixar os botões no mesmo lugar em todo o seu site, ofereça esta possibilidade em lugares diferentes. Um bom exemplo disso: se o cliente acaba de fazer uma resenha do produto em seu site, ele já mostrou sua vontade de compartilhar. Então facilite a vida do usuário e permita que ele mande a resenha para o seu perfil do twitter ou facebook.

Há muitos outros lugares que podem ser usados: a página de agradecimento do checkout, o e-mail de confirmação da compra e suas newsletters são apenas algumas ideias. Navegar por seu próprio site vai lhe dar muitas outras, com certeza. Seja criativo!

4. Vídeos, as estrelas

Os internautas adoram vídeos. A Zappos teve um grande aumento nas vendas quando incluiu vídeos dos produtos nas páginas. Além disso, criar seu próprio canal no Videolog, por exemplo, permite não só que seus clientes compartilhem os vídeos, mas possam colocá-los em outros sites. Resumo da ópera: os vídeos espalham o seu produto pela internet afora.

5. Converse com os seus seguidores Leia mais…;

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Em tempo de Copa, use as buscas para vender mais

07 de junho de 2010  | 

foto: Tuli Nishimura em CC

A dica vem direto do blog do Google Varejo: há menos de um mês da Copa do Mundo, a busca dos termos da categoria futebol só faz aumentar. Para se ter uma idéia, segundo os dados do buscador, em 2006 as buscas por assuntos relacionados a futebol dobraram e mesmo após o fim do torneio ficaram em média 50% maiores.

Ficam duas dicas:

  1. Crie campanhas de links patrocinados que usem os termos
  2. Mude os textos em seus produtos. Podem ir passear por aí: além das lojas pintadas de verde e amarelo, vão se sair melhor aquelas que personalizarem o seu conteúdo.

Como personalizar?

Um jeito bem básico é usar a escalação do Brasil nos textos e fotos de seus produtos. E aqui, não existe limite para a criatividade. Você pode acompanhar as notícias e personalizar seu site para vender mais durante todo o período que vai do dia 11 de junho a 11 de julho. E, claro, torcer para o Brasil chegar à final – isso deve aquecer ainda mais as negociações online.

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Copa do Mundo vende TVs como água

02 de junho de 2010  | 

Latest photo of tv stuff por William Hook, em CCfoto: William Hook, em CC

A menos de 15 dias do início da Copa do Mundo, as vendas de televisores dispararam. Grandes redes varejistas mais que dobraram o número de unidades comercializadas na comparação com o mesmo período do ano passado. Apesar do forte ritmo do consumo, lojistas informam que, por enquanto, não faltam produtos. O produto mais procurado são as TVs de LCD de 32 polegadas.

No Carrefour o clima é de surpresa. Levando em conta o desempenho da última Copa do Mundo, quando os volumes vendidos de TVs cresceram 35%, a rede se previu um aumento de 45% a 50% ante 2009. Mas só neste mês a empresa já vendeu 67% mais TVs que em 2009 e ampliou em 80% o faturamento com o produto. No Pão de Açúcar, dono das bandeiras Ponto Frio e Extra, também há comemoração. As vendas de televisores cresceram 110% no quadrimestre em relação a igual período de 2009. Nas Lojas Colombo, os volumes comercializados de televisores dobraram de janeiro a maio.

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Alianças Reisman entregando sonhos com segurança

28 de maio de 2010  | 

Reisman

A Reisman Joalheiros é hoje uma das principais empresas fabricantes de alianças de casamento, noivado e jóias do Brasil. Fundada em 1967, em São Paulo, a empresa também está em São José dos Campos desde 1984. Conhecer seu produto e seu valor para seus clientes é o grande trunfo da Reisman que hoje atende todo o País através de sua loja virtual. O grande diferencial? Além do certificado de garantia do material (metal e pedras), a joalheria funciona todos os dias. O atendimento acontece de segunda a sábado, das 10h às 22h, e, aos domingos, das 14h às 20h. Quem conversou conosco foi o gerente de atendimento online, Maximiliano Ribeiro.

Há quanto tempo vocês estão com a loja virtual?
Maximiliano: A loja virtual existe há 2 anos. A Reisman Joalheiros, no entanto, tem com mais de 40 anos de mercado.

Qual a maior dificuldade do comprador?
Por se tratar de um produto especial e de grande valor sentimental, muitos compradores ficavam receosos na hora de fazer a compra online. Alguns se incomodavam pelo fato de não ver o produto pessoalmente, outros ficavam temerosos em não receber as alianças.

Por isso no processo de planejamento da loja virtual Reisman, buscamos antes entender nossos clientes virtuais. Fizemos isso tentando identificar todas as suas necessidades e assim superar suas expectativas, de forma a manter nossa filosofia de trabalho : “A satisfação do nosso cliente está acima de qualquer venda.”

O PagSeguro foi uma ferramenta indispensável para completarmos os requisitos exigidos para o nosso e-consumidor. Não tivemos dúvidas ao escolher o PagSeguro entre outras opções de intermediação online, devido a credibilidade da marca UOL.

Sobre o atendimento, buscamos investir em tecnologia online de forma a efetuar um atendimento ágil e de qualidade na loja online. Montamos uma forte equipe de atendimento e hoje contamos com mais de 5 operadores que realizam atendimento todos os dias em nosso site, inclusive domingos e feriados.

Para melhor visualização das peças, nos preocupamos com a qualidade das fotografias, bem como com a descrição do produto. Além disso, por contarmos com loja física, oferecemos ainda aos nossos clientes a opção de ir ver o par escolhido de perto. Tudo isso para que o casal fique o mais satisfeito possível com sua compra. O preço de nossas alianças, em geral 40% mais baixos, também pesa muito na hora de nossos clientes optarem pela compra online.

Quem é o público alvo de vocês?
Casais que procuram um par de alianças personalizado, que lhe pareça único e que buscam preços diferenciados. Com a popularização do uso internet e com o auxilio de meios de pagamento seguro como o Pagseguro, temos atingido até os casais que antes não imaginavam adquirir produtos pela web. É o caso de muitos compradores de alianças bodas de prata e bodas de ouro. Essa procura fez com que a Reisman Joalheiros desenvolvesse ainda mais a linha de alianças de bodas.

As alianças são o principal produto?
Sim, por sermos fabricantes temos a possibilidade de oferecer produtos únicos para nossos clientes, que dificilmente é encontrado em alguma joalheria. Comprando conosco os clientes conseguem adquirir suas alianças diretamente do fabricante, sem intermediários. Essa vantagem é totalmente repassada para os clientes, no preço. Além das alianças fabricamos também anéis de noivado.

Qual a cidade mais estranha/inusitada para onde já mandaram alianças?
Como nossos produtos são extremamente diferenciados, casais de diversos lugares do Brasil optam em efetuar a compra online. Temos clientes de todas as extremidades do Brasil. Poderíamos fazer uma lista de lugares inusitados de clientes que já adquiriram nossos produtos, abaixo alguns exemplos:

  • Gandu, BA
  • Igaci, AL
  • Pacajá, PA
  • Jataí, GO
  • Quixerê, CE
  • Candeias, BA
  • Osório, RS
  • Colinas do Tocantins, TO
  • Santarém, PA

Qual o resultado do trabalho online da Reisman?
Por meio da nossa equipe de envio, recebemos o feedback de todos os nossos clientes. É extremamente gratificante para a Reisman Joalheiros saber que fazemos parte da vida de nossos clientes de uma maneira positiva. Os casais se mostram muito satisfeitos. Veja as mensagens:

  • “Fizemos a escolha certa, o produto não poderia ser melhor”,
  • “Não imaginávamos que o produto seria ainda mais bonito pessoalmente”
  • “Paguei menos da metade do preço em minhas alianças em comparação com as joalherias da minha cidade e não achei nenhuma aliança aqui que pudesse se comparar com a qualidade e personalização das alianças Reisman”.
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Blog do PagSeguro