Pesquisa americana indica os caminhos do internauta para comprar

17 de maio de 2011  | 

Estudo Forrester/GSI - Holyday 2010

Uma das pranchas da pesquisa Forrester/GSI, feito durante os feriados de 2010

A Forrester Research e a GSI Commerce pesquisaram os caminhos de compra dos internautas norte-americanos para compras durante os feriados por lá. O estudo é importante e já foi publicado em sites de e-commerce brasileiros com títulos que atraem o leitor – e são verdadeiras falácias. Explicamos: é importante porque todo e qualquer estudo sobre o comportamento dos internautas em sites é de enorme utilidade para os sites de comércio eletrônico. É preciso, entretanto, contextualizar algumas informações e saber que, embora possa ser uma referência, os seus visitantes são brasileiros. E, portanto, têm comportamentos únicos, típicos do Brasil – e que não se vê em outros países. Agora que isso está claro, vamos aos resultados.

O estudo foi feito com 15 clientes da GSI para entender como estas lojas conquistam seus consumidores. A maior surpresa: as formas tradicionais de web marketing (e-mail marketing e links patrocinados) são as maiores fontes de tráfego enquanto as mídias sociais continuam experimentais – geram barulho que raramente se converte em lucro. No sumário, a coordenadora do estudo deixa claro que, embora seja um retrato do Natal de 2010, o estudo indica como os administradores de comércio eletrônico podem conquistar e reter consumidores o ano todo.

Os pontos mais importantes:

A maioria dos compradores foi influenciada por algum tipo de marketing – Sim, o tráfego orgânico é o mais eficiente – e o mais difícil de conquistar, já que a maioria dos compradores nunca vai diretamente ao site. Os compradores, no estudo da Forrester/GSI, passaram por alguma peça de marketing antes de fechar o negócio. Ou bem eles buscaram um produto ou receberam e-mails promocionais. 77% das compras de produtos foram resultado de alguma tática de marketing.

Metade dos compradores foram expostos a diversas iniciativas de marketing – Entre 45% e 53% dos compradores (depende da categoria do produto) tiveram contato com pelo menos duas iniciativas de marketing. Estes dados destacam as oportunidades de pensar além do “último clique” do planejamento de marketing tradicional.

Busca e e-mail são as estratégias mais eficientes – 40% dos compradores de bens duráveis e 60% dos compradores de bens não duráveis usou o caminho tradicional durante dos feriados de 2010 para decidir suas compras: e-mail marketing e busca combinados são os grandes conversores.

Anúncios e marketing afiliado subvalorizados – a pesquisa contesta a forma de contabilização de cliques de algumas modalidades. 13% dos compradores de bens não duráveis usaram estas formas para começar as suas compras. Como as campanhas contam o último clique – e não o primeiro – como fonte de conversão, eles não recebem a devida atenção.

Consumidores foram mais influenciáveis por táticas de marketing durante datas chave, como a CyberMonday ou durante o feriado de Ação de Graças. Nestas datas, o e-mail marketing foi mais eficiente do que as buscas, já que ajuda os compradores a identificar as ofertas mais facilmente.

Neste estudo específico (15 lojas, durante os feriados nos Estados Unidos, lembrem), apenas 2% das compras de bens não duráveis foram resultado de ações nas mídias sociais. Os números parecem pequenos, mas 23% dos compradores compartilharam suas compras em redes sociais e no setor de bens não duráveis houve aumento de 45% na conversão de links durante a CyberMonday.

As conclusões

A medição precisa de revisão – Enquanto o último clique é o padrão para medir o sucesso de uma campanha, o estudo mostrou que ele é inadequado para saber qual pedaço da sua estratégia é realmente bem sucedido. O fato é que muitos consumidores tiveram contato com mais de uma peça neste estudo mostrou que algumas táticas recebem crédito demais e outras nenhum.

Seja ágil nas datas importantes – como o comportamento do consumidor muda muito em determinados períodos, o planejamento precisa acompanhá-lo. Algumas datas atraem os “caçadores de negócios” – que são mais abertos às ofertas destacadas no e-mail marketing, por exemplo – ; enquanto outras incentivam os “caçadores de produtos”, que usarão mais as buscas que qualquer outra ferramenta. Importante saber a diferença e quando cada comportamento estará funcionando.

Torça pelo melhor, mas planeje pelo pior nas mídias sociais – Enquanto o uso das redes continua a crescer, elas ainda não promoveram (nos Estados Unidos, feriados de 2010), uma plataforma de marketing consistente para as vendas online. De toda forma, é um meio de baixo risco e não deve ser ignorado.

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7 dicas para um layout eficiente no e-mail marketing

29 de abril de 2011  | 

O blog PagSeguro te oferece algumas dicas importantes para você fazer de seu e-mail marketing muito mais eficiente. O layout do e-mail marketing é tão importante quanto seu conteúdo, pois as pessoas se impressionam com o visual em primeiro lugar, antes mesmo de dar uma olhada na mensagem. Siga estas dicas para melhorar seu e-mail marketing e aumentar sua produtividade.

1.       Não coloque uma imagem grande e impactante na sua mensagem.
Na maioria das vezes, as pessoas recebem um e-mail com uma imagem bloqueada e a famosa frase “Clique aqui para exibir a imagem”. Isso acontece porque a maioria dos e-mails reconhece alguma mensagem com esse tipo de imagem como spam. E poucas pessoas realmente clicam para exibir a imagem.

2.       Nem sempre é bom usar a mais moderna versão de Html.
Seu e-mail irá para diferentes pessoas. Pessoas que usam diferentes tipos de programas de e-mail – diversas versões do Outlook, Eudora, Thunderbird, Apple Mail – além de Web Mails, como Gmail, Hotmail, Yahoo, Uol, entre outros), sendo que nem todos têm o suporte necessário às últimas e modernas versões de Html. Ou seja, deixe seu código de html o mais básico possível, para que não sofra alterações no layout indesejáveis.

3.       Coloque a informação mais importante onde seu cliente veja.
Como em outras mídias, o e-mail tem o seu lugar “nobre”, o local onde tem maior visibilidade, onde as pessoas primeiro batem o olho. No caso do e-mail, é o painel de leitura este lugar. O painel de leitura é a área de 3 cm a 5 cm que o usuário irá ver do e-mail recebido, sem abri-lo. Portanto, use essa área de forma consciente, evitando usar algum logo enorme de sua empresa e convencendo o internauta a ler o restante do e-mail.

4.       Seja prudente na hora de colocar imagens.
Como visto no item 1, muitas vezes o cliente não visualiza as imagens de sua mensagem. Portanto, use imagens pequenas e um layout simples, afinal uma imagem grande pode ser percebida como spam. A melhor prática é hospedar suas imagens em um servidor na web e inseri-la como código em seu html.

5.       Coloque links no corpo da sua mensagem.
Muitas pessoas colocam os links somente em imagens. Não fique restrito a isso, coloque links no seu texto, seja em forma de botões ou em palavras-chave. Por exemplo: Conheça as vantagens do PagSeguro.

6.       Você pode descrever suas imagens.
Já que as imagens nem sempre são mostradas, há uma forma de tentar chamar a atenção do usuário colocando uma descrição para estimular as pessoas a exibi-las. Existe um atributo da tag ,<img> chamado “alt”, o uso deste atributo no código html fará mostrar ao lado do inconveniente “x” vermelho a descrição da imagem, aumentando a chance do cliente abrir.

7.        Não abuse de animações no e-mail.
Conforme dito no item 2, nem todos possuem o suporte bom para as últimas versões de Html. Evite colocar animações em gif ou flash. Faça um layout limpo e simples, para atingir o maior número de pessoas possível.

Via iMasters

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Integre sistemas e melhore seu e-mail marketing

29 de março de 2011  | 

@ por Horia Varlan, CCfoto: Horia Varlan, CC

Sabe aquela oportunidade escancarada, a tal bola quicando, a possibilidade que está caindo de madura e outras expressões populares que denotam que algo é bom e está à disposição para ser aproveitado? Em geral, essas oportunidades gritantes são solenemente, ignoradas. E isso acontece com empresas dos mais vários perfis e segmentos de atuação. De médias empresas a multinacionais, em todos os nichos de mercado.

Você já pensou no que poderia conquistar com a integração das plataformas de CRM ou E-Commerce com as ferramentas de e-mail marketing? Se a sua empresa realiza ações de e-mail marketing, provavelmente ela exporta as informações da base de clientes e prospects do seu CRM, ERP ou e-Commerce para importá-la na ferramenta de envio e gerenciamento de e-mail marketing. E, mais provavelmente ainda, você ou alguém da sua área de TI, é o responsável por fornecer essas bases.

Essa rotina de exportar a base de contatos de uma plataforma para importar em outra, além de ser um trabalho braçal (para muitos) e chato (para todos), não resulta em campanhas de e-mail marketing mais inteligentes. A integração dos sistemas permite que as informações das ações de e-mail marketing criem subsídios para ações em outros canais e vice-versa.

No CRM, há uma visão integral do seu cliente – seus gostos, compras, contatos – e é esta informação que permite melhorar o seu contato e fidelizar este cliente muito além da campanha pré-definida para o e-mail marketing. No comércio eletrônicoas possibilidades da integração com o e-mail marketing são animadoras: envios automáticos de e-mail para clientes que chegaram ao check out mas não concluíram a compra. Envios automáticos informando o término iminente do estoque de um produto pelo qual o cliente demonstrou interesse (seja no e-mail marketing ou na própria página).

Entre a situação de plataformas stand alone e uma integração visceral sob o ponto de vista de marketing, há um longo caminho a percorrer. Mesmo que o potencial da integração seja pouco explorado, os resultados já serão expressivos. Escolha bem a sua plataforma de e-mail marketing, converse com a tecnologia e faça bons negócios!

Via ITWeb

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Vídeos transformam o comércio eletrônico

25 de março de 2011  | 

O maior destaque da sua loja são os produtos, certo? Já pensou em colocar vídeos demonstrativos no ar? Repare no post sobre os provadores virtuais como um vídeo ajuda muito a destacar o produto – no caso, softwares. E você não precisa da agência premiada para ter suas demonstrações.

Hoje, produzir vídeos é mais simples e fácil, graças à popularização das câmeras digitais e dos programas de edição. Os sistemas Windows e iOS, por exemplo, tem programas simples, gratuitos e eficientes para fazer isso. Seja qual for a sua plataforma, o processo será muito eficiente para suas vendas. Em caso de falta de mão de obra e/ou expertise, recorrentes nas pequenas e médias empresas, o lojista pode, inclusive, usar a sabedoria das multidões e convocar seus próprios clientes a publicar os vídeos – e oferecer prêmios por isso.

Com este material é possível criar seu canal no YouTube, Vimeo ou no nacional Videolog e, de quebra, ganhar marketing e visualização melhor para sua loja. O importante, sempre, é garantir qualidade e criatividade para seus vídeos.

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Provadores virtuais estão chegando

17 de março de 2011  | 

Boa notícia para o mercado de moda e acessórios: já estão aparecendo provadores virtuais eficientes. Já falamos disso aqui no blog: uma das principais barreiras para as mulheres não comprarem roupas pela internet é não saberem se ficarão boas nelas, já que não podem prová-las antes da compra.

O Swivel, criado pela Facecake, permite que as pessoas provem roupas e acessórios virtualmente, com a ajuda de uma webcam ou o Kinect. Claro que o sensor de movimento da Microsoft é melhor, pois capta gestos e detalhes. Além dele, há a Webcam Social Shopper, da Zugara. Veja os vídeos de demonstração dos dois abaixo.

A realidade aumentada ainda não tem imagens em boa resolução, mas traz boas possibilidades e muitos benefícios para o e-commerce de moda. Falta uma solução concreta de oferecer uma experiência real sobre o toque e o caimento dos tecidos? Sim. E a tecnologia está avançando a olhos vistos rumo à superação de barreiras. Aos lojistas, fica a dica: acompanhem estas novidades de olhos muito abertos e incorporem aos seus negócios o mais rápido possível.

Dica do TechTudo

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Inovação tecnológica movida pela internet

11 de março de 2011  | 

O acesso à tecnologia é um fator determinante para qualquer empresa ganhar competitividade. Segundo o Sebrae, sem tecnologia, mais de 90% das empresas não conseguem lidar com o fluxo de dinheiro nos negócios. Detalhe: atualização tecnológica custa caro e nem todas as Pequenas e Médias conseguem acesso aos serviços de que precisam.

Para completar, estas empresas precisam superar a dificuldade de incorporar novos conhecimentos à sua atuação. Por isso é importante que governos municipais, que estão mais próximos das empresas, tenham políticas específicas para aumentar o acesso à tecnologia e estimular a inovação comercial. Se a prefeitura não se mexeu, não há porque resmungar. O SEBRAE tem o Programa Sebrae de Consultoria Tecnológica (Sebraetec), cujo objetivo é criar condições para que micro e pequenas empresas tenham acesso às inovações tecnológicas. Use!

O comércio eletrônico é um dos motores para a inovação tecnológica dentro das pequenas e médias empresas. Com acesso à internet e suas facilidades, elas ganham:

  • Modernização do processo de arquivamento de papéis, fichas, pastas, entre outros documentos;
  • Facilitação das atividades burocráticas;
  • Aumento da agilidade, segurança, integridade e exatidão das informações;
  • Redução dos custos em todos os setores;
  • Aperfeiçoamento da administração geral da empresa, do marketing, do planejamento, do controle da produção, das demonstrações financeiras, das previsões orçamentárias, das análises de investimentos e de custos;
  • Capacitação e treinamento;
  • Novos mercados, serviços e comercialização;
  • Logística.
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Integre sistemas e melhore seu e-mail marketing

09 de março de 2011  | 

Sabe aquela oportunidade escancarada, a tal bola quicando, a possibilidade que está caindo de madura e outras expressões populares que denotam que algo é bom e está à disposição para ser aproveitado? Não é raro nós, que estamos online 24×7 vermos estas ótimas oportunidades serem solenemente ignorados – por empresas de todos os tamanhos e segmentos.

Já falamos aqui no blog da integração do seu sistema de gerenciamento com as campanhas de e-mail marketing. E a prática que se vê pelo mercado é ignorar esta prática. A prática é: exportar a base de usuários em uma plataforma (administrativa da loja) e usá-la no sistema de e-mail marketing usado. Primeira questão: cria-se uma rotina de trabalho braçal e chato. A possibilidade de “comer bola” é alta. Segunda: você trabalha de forma nada inteligente.

O seu sistema com certeza tem uma visão mais completa do seu cliente que o seu e-mail, onde mora e sexo (por exemplo). Lá você sabe o que ele comprou, quais as avaliações de produtos em sua loja (também exemplos). Um jornal que conquista um assinante sabe, depois de algum tempo, quando ele sai de férias. Porque não ser pró-ativo e oferecer a suspensão de assinatura ou redirecionamento dos exemplares antes do cliente entrar em contato? No segmento de serviços, clientes com muitos contatos no callcenter poderiam receber bônus ou ofertas relacionados.

No comércio eletrônico, as possibilidades da integração com o e-mail marketing são fantásticas: envios automáticos de e-mail para clientes que chegaram à página do check out, mas não concluíram a venda. Envios automáticos informando o término iminente do estoque de um produto pelo qual o cliente demonstrou interesse ao clicar neste item num e-mail marketing que recebeu. Para tudo isso são necessários sistemas integrados – com filtros e regras bem definidos, para evitar a trabalheira de exportar e importar dados permanentemente.

A integração (via API, por exemplo) não é necessariamente complicada. Mas demanda trabalho para adaptar o o sistema às suas necessidades. Assim, é imprescindível escolher uma boa plataforma de e-mail marketing levando em conta os recursos disponíveis via API e, principalmente, a qualidade do atendimento e suporte técnico. Com esses cuidados, evita-se estresse e o retrabalho de uma eventual substituição do fornecedor de e-mail marketing.

Via ITWeb

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2 dicas para ampliar sua participação nas mídias sociais

21 de fevereiro de 2011  | 

TaiwanYo iPhone apps, Steve Leggat, CCIlustração: Steve Leggat, CC

Não são poucas as empresas que ainda lutam para criar um modelo de presença nas redes sociais que realmente criem um diálogo – em vez de publicar o velho blábláblá corporativo. Quando olhamos o número de seguidores e conversas que as personalidades conseguem estabelecer, seu sucesso no Twitter, há de concordar que há muito por fazer. Veja o caso da MTV americana, que aproveitou seus bons números e se jogou na rede em 2010.

Lembrete importante: para ter resultados, é preciso investimento financeiro e no capital humano, bem como suporte de uma liderança disposta a assumir os riscos e lidar com os erros. Leia mais…;

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O perfil do e-consumidor brasileiro, pelo Ibope

10 de dezembro de 2010  | 

Mouse Cursor, por Darren Hester, CCImagem: Darren Hester, CC

O IBOPE Mídia, encomendou uma pesquisa exclusiva com internautas ao TG.net, em que traçou um amplo perfil do consumidor de e-commerce brasileiro. O estudo analisou dados demográficos e comportamentais dos consumidores, suas preferências, opiniões e atitudes e o que pretendem comprar. Segundo a pesquisa, o consumidor eletrônico ainda está situado, predominantemente, na classe AB, tem grau mais alto de escolaridade, compra produtos de uso pessoal e gasta, em média, R$ 118 por mês.

A classe AB é responsável por 61% do total do e-commerce, a classe C, responde por 35% dos consumidores virtuais e a classe DE representa 4%. A parcela compreendida entre os 25 e 44 anos de idade é a maioria entre os consumidores das lojas virtuais, sendo 48% da população que realiza compras pela internet. O estudo mostra, também, que 15% dos consumidores têm entre 15 e 19 anos e 17% entre 20 e 24 anos. Outros 13% têm de 45 a 54 anos e apenas 6% têm entre 55 e 64 anos. A idade média do consumidor das lojas virtuais é de 33 anos. Leia mais…;

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As mulheres e o comércio eletrônico

24 de novembro de 2010  | 

Quando o assunto é rede de relacionamentos é quase inevitável não pensar no público feminino. Segundo a pesquisa de David McCandless, do Information is Beautiful, as mulheres comandam as redes e mídias sociais. O estudo afirma que das 17 redes pesquisadas, 13 são comandadas por mulheres e nas outras 4 há equilíbrio entre os sexos. São elas: LinkedIn, YouTube (desmitificando a idéia que os homens são os que mais vêem vídeos), DevianART e Delicious.

No e-commerce brasileiro o impacto da mulher é alto: pesquisa do e-bit diz que 55% delas compraram pela internet no primeiro semestre e que são influenciadas por alguma rede social. E no comércio eletrônico elas são exatamente metade dos compradores. A partir destas informações é possível compor a idéia de que as mulheres são mais influenciadas pelas redes sociais frente aos homens. Sabe-se que as mulheres são mais sensíveis a opiniões sobre um produto, por isso buscam maiores informações sobre apreciações, conceitos e análises de quem já o utilizou.

E a participação feminina no comércio eletrônico só cresceu. Em 2001, elas representavam 39%; em 2005, 42% e em 2010, representam 50% dos e-consumidores.

Via Administradores

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