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Apostar no atendimento via WhatsApp, vale a pena?

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A tecnologia é responsável por trazer diversas vantagens, ainda mais para quem tem um pequeno/médio negócio. E na hora do atendimento, isso não é diferente.

Cada vez mais cresce o número de atendimentos realizados por aplicativos de mensagens instantâneas, como por exemplo o WhatsApp. Por essas ferramentas as conversas entre empresa, consumidor e muitas vezes fornecedores tornam-se ainda mais rápidas.

Toda essa agilidade é uma grande aliada para envio de imagens de produtos, confirmação e acompanhamento de pedidos, informações e até mesmo um bom canal para comunicar as promoções da sua empresa.

Porém, é preciso ter cuidado com alguns fatores. Quando um consumidor entra em contato por esses meios de comunicação, ele espera uma resposta rápida. Portanto, se não for possível responder no mesmo dia, é melhor evitar o uso dessas ferramentas. E antes mesmo de estabelecer esse método de comunicação, é necessário pedir autorização prévia ao consumidor para entrar em contato com ele. Assim, você evita invadir a privacidade das pessoas.

O teor das conversas deve ser 100% profissional, além de contar com mensagens bem claras e diretas. Portanto, tenha um número apenas para realizar esse atendimento, preste atenção nos erros gramaticais e de digitação e informe sempre o horário de atendimento desse canal de comunicação. Por tratar-se de um aplicativo móvel, a tendência é que o consumidor entre em contato em qualquer horário, e não é sempre que você vai estar disponível.

Com essas dicas, além de estabelecer mais um ponto de contato com o seu consumidor, você aprimora o atendimento e conquista mais clientes para o seu negócio.

Fontes: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/empresarios-apostam-no-atendimento-por-whatsapphttp://www.the-emagazine.com.br/categoria-145-destaques-sobre-ecommerce/1708-noticia-empresarios-usam-whatsapp-para-turbinar-vendashttp://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/05/1629894-empresas-usam-whatsapp-para-fazer-vendas-propaganda-e-ate-entregas.shtml

Pesquisa sobre consumidor móvel brasileiro 2011

A WMcCann e o grupo.mobi acabam de publicar uma pesquisa sobre o hábito de consumo dos brasileiros a partir de seus celulares. As descobertas só fazem reforçar nossos posts e recomendações sobre as tendências que cercam o uso dos smartphones e, talvez, dos tablets – bem como sobre os hábitos de compra dos brasileiros. Mais que isso, a pesquisa fornece dados concretos sobre o nosso mercado, seus hábitos e, assim, ajuda a desenvolver a nossa economia mais viçosa, a digital.
Os destaques:

1. 44.4% dos proprietários de celulares convencionais que pretende trocar de celular nos próximos seis meses – e a maioria deve migrar para um smartphone. “A pesquisa indicou que a maioria das pessoas troca de aparelho em até 1 ano. Só não podemos dizer que o aparelho celular virou descartável porque sabemos que uma pessoa passa seu telefone para frente (para família ou amigos) quando compra um aparelho novo”, diz Ricardo Cavallini, vice-presidente de convergência da WMcCann e autor do livro Mobilize, sobre as possibilidades da propaganda e do marketing móveis.
Cavallini também destaca o seguinte:

Por não atingir a maior parte da população, a posse do smartphone está hoje nas mãos dos mais conectados. Por outro lado, o fato da tecnologia estar cada vez mais disponível e mais fácil pode acelerar esta curva de adoção. A banda larga móvel ainda não está disponível para todas as cidades, mas estará em poucos anos. As vendas de smartphone estão acelerando e agora sendo impulsionadas pelos subsídios das operadoras.
Quanto mais acessível, mais fácil e mais possibilidades tivermos, mais usaremos. O iPhone é um ótimo exemplo disso. Por sua facilidade, seu uso e interação é muito mais forte que em outros aparelhos. Por isso digo que o crescimento de vendas de smartphone poderá causar uma explosão no uso como acesso à internet, download de aplicativos e acelerar a queda de uso de SMS. Quando falamos de acesso à internet e outras coisas, o smartphone é causa, mas também é consequência.

2. 40.8% dos consultados já acessa a internet através do celular. Mais gente, proporcionalmente, do que a internet “fixa” em 2007. 83% do acesso vem de smartphones. Para Cavallini, “Assim como a internet, o celular não é apenas mais um meio (como muitos comunicadores acreditam). É muito mais do que isso. É uma mudança de comportamento e cultural, isso é bem maior do que apenas propaganda e marketing. As empresas deveriam estar se preparando e rápido, para esta mudança – coisa que não fizeram com a internet”.

3. Cerca de 15% dos usuários já comprou alguma coisa a partir do seu celular, a maior parte deles, da Classe A (um número absoluto baixo). Se considerarmos o universo de 23 milhões de compradores online, com 81 milhões de internautas (segundo o Datafolha), significa que cerca de 28% deles são compradores. O fato que merece nossa atenção aqui é: os hábitos adquiridos no acesso pelo computador serão herdados no acesso pelo celular. Para Cavallini, “Os brasileiros têm o hábito de acessar redes sociais e levaram este comportamento para o celular. Os brasileiros que compram pela internet o farão no ambiente móvel também.”

Estão preparados? Comecem a descobrir o maravilhoso mundo dos apps e sites móveis.

Via: Silvio Meira e Ricardo Cavallini

Compre seu logo bem-feito com PagSeguro

LogoChef

Um designer e um publicitário cariocas colocaram no ar o LogoChef, uma agência de design gráfico totalmente online. Inspirado na americana LogoWorks, que já tem 45 mil clientes atendidos em 70 países, a nova agência entregou nos últimos seis meses 250 projetos em 35 cidades diferentes, incluindo mais de 80 serviços com prazos pré-estabelecidos e preços tabelados. A meta é chegar a 1,5 mil até o final do ano.

Cá entre nós: a página do serviço brasileiro é muito mais bacana do que o da americana! A ideia de oferecer trabalho de design de primeira categoria para pequenos negócios foi muito bem executada. Além de criar vários patamares de serviço (do básico, a R$ 499,00 ao grandão, por R$ 899,00), os empresários sabem explorar muito bem a possibilidade de parcelamento que o PagSeguro oferece a todos os seus usuários.

Dan Strougo e Davi Goldwasser apostaram na democratização do design e, cá entre nós, mandaram muito bem. “Micro e pequenas empresas não encontram acolhimento em médios e grandes escritórios de design, pois a verba de que disporiam para a criação de comunicação visual não está dentro da faixa de preço cobrada por essas agências, além do processo ser mais demorado”, explica Davi Goldwasser, um dos fundadores da companhia.

Está precisando de logo? Corra lá, veja os preços e encomende o serviço. E conte para a gente o que achou, combinado?

Via Baguete

A inovação está na rede – você usa?

Innovation, Thomas Hawk, CCfoto: Thomas Hawk, CC

Muito se fala em inovação nestes dias. Já já será mais uma das palavras muito usadas para falar de internet e negócios e que acabam perdendo o sentido. De toda forma, inovar é fundamental para todos – e não importa o tamanho do seu e-commerce. Quem puxa as tendências, na nossa área, é a Amazon. Foi lá que surgiram, pela primeira vez, os comentários de clientes, as avaliações, os programas de afiliados… A lista não pára e a loja segue aumentando as funcionalidades que oferece. Por isso mesmo ela vai citada aqui e registramos: veja o que eles fazem, porque a inovação lá é o ar que todos respiram.

Os pequenos e médios tendem a ter comportamento de manada: fazem o que é feito por aí, da melhor forma possível. Resultado claro da limitação de recursos, mão de obra e conhecimento. Para isso a internet tem solução: crowdsourcing. Usar a sabedoria das multidões a seu favor é uma arte – muito parecida com a arte de se comunicar nas redes sociais, diga-se. Segundo a Wikipedia, crowdsourcing é:

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Passo a Passo da Inovação em Comércio Eletrônico na ESPM

E-commerce está em transformação. Foto: Irakli, em CC

Começa, dia 26 de abril, o curso “Passo a Passo da Inovação em Comércio Eletrônico” no Centro de Inovação e Criatividade, da Escola Superior de Propaganda e Marketing em São Paulo. Lígia Dutra, desafiará, em uma semana, os participantes a criarem um negócio online inovador que dê lucro em cinco dias. Durante a semana de 26 a 30 de abril, o aluno irá conhecer, conviver e praticar os principais itens que todo varejo virtual deve ter: tecnologia, logística, processos, marketing online, atendimento e análise de risco de forma totalmente diferente do que ele já experimentou em termos de aprendizado.

Serviço:
Passo a Passo da Inovação em Comércio Eletrônico
Aulas de 26 a 30 de abril, das 19h30 às 22h30
Preço: 3 x R$ 196,50 ou R$ 590,00
Inscrições abertas até 20 de abril.

Vakinha Corporativo: API para fidelizar

Todos os vendedores que usam PagSeguro – das Casas Bahia ao pequeno empresário – podem se cadastrar no Vakinha Corporativo e potencializar suas vendas. A API recém lançada permite aos seus clientes pedir à família e amigos o produto que deseja de sua loja.

Funciona assim:

  1. O usuário entra em seu site
  2. Escolhe abrir uma vaquinha para um determinado produto de sua loja. Através da API, ele terá uma página personalizada com todos os detalhes da vaquinha.
  3. Com a ferramenta de convites por e-mail do Vakinha, o cliente convida no mínimo 200 amigos.
  4. Os amigos acessam o Vakinha e contribuem com cotas livres em dinheiro usando o PagSeguro, que já é integrado ao Vakinha.
  5. O montante arrecadado fica de posse da loja em favor do seu cliente que pode comprar o produto que desejar.

Se os convidados também gostarem de seus produtos, poderão abrir suas próprias vaquinhas ou fazer compras. E sua loja ganha com e-mail marketing de qualidade (por indicação dos clientes), aumento de vendas e de acessos.

Escolha a sua forma de integração e bons negócios!