Elementos básicos para um negócio moderno

25 de agosto de 2010  |  Publicado em Mercado

Seth Godin, por Joi Ito, em CC-BY

Seth Godin, foto: Joi Ito, em CC

A inspiração deste artigo veio do blog do Seth Godin, um dos grandes pensadores da internet e dos negócios, com diversos livros publicados. Segue uma adaptação para o português. Se você sabe ler inglês, talvez queira ir direto à fonte.

Quando você começa a sonhar com um novo negócio, você pode imaginar um mundo sem limites. Ou pode escolher construir uma idéia que realmente funcione e se pague. Estes são os elementos básicos para que novos negócios sejam bem sucedidos. O objetivo aqui é usar estes elementos na criação do seu modelo, não apenas enxertá-los. Um exemplo? A fita Scotch, da 3M não pode usar o número 5 por conta da estrutura de distribuição para o varejo e a forma massiva de produção, que não permite que saibam quem compra o quê.

Você pode escolher não usar alguns destes tópicos, mas é bom abrir bem os olhos se não usá-los.

  1. Construa viralmente. Exemplo: Groupon. (no Brasil, Peixe Urbano, Compra3)
  2. Não venda um produto que é vendido mais barato na Amazon (no Brasil, no Submarino, Americanas ou qualquer grande loja do seu setor)
  3. Inscrições pagas valem mais que vendas únicas
  4. Crie ambientes onde seus clientes ficam mais felizes por saber que há mais gente negociando com você ( veja o conceito número 1).
  5. Clientes diferentes recebem tratamentos diferentes.
  6. Crie satisfação, jamais ceda à acomodação.
  7. Confie em indivíduos únicos, não em um sistema que pode ser facilmente replicado.
  8. Planeje experiências inesquecíveis – esqueça anúncios inesquecíveis.
  9. Não construa uma fortaleza de segredos, aposte na transparência.
  10. A menos que exista uma razão de negócio, use os softwares disponíveis e hospedagem em nuvem.
  11. O grande benefício no futuro não será o widget, mas participar da tribo.
  12. Encaixe as despesas no fluxo de caixa – não fique sem dinheiro, 1999 já está longe.
  13. Crie necessidade, mas seja generoso. Amostras grátis criam demanda para o valor que você tem (e não é ilimitado).
  14. Conte uma história, construa um mito, faça o seu caminho.
  15. Planeje a obsolescência (do seu produto, jamais dos seus consumidores).

Observações importantes

3. O custo de uma inscrição para o seu produto ou serviço não é muito mais alto do que vender uma unidade. Você ganha por ter vendas a baixo custo. Seus clientes ganham porque você depende mais deles enquanto eles economizam tempo.

5. Cada pessoa tem necessidades, recursos e expectativas únicos. A internet permite que você conheça cada pessoa e lhes dê o que precisam.

9. Se você está construindo um negócio em cima de segredos comerciais e com falhas de informação com seus usuários, você está tentando encher um balde furado. É mais simples e fácil que isso: quando mais gente você conhece, melhor você desempenha.

10. Porque existem software e hospedagem acessíveis e o que deve consumir seus recursos é a customização, que será cada vez mais cara.

12. As melhores pessoas para custear seu crescimento são seus clientes.

13. Quando o custo de interação chega perto de zero, você ganha por criar muitas necessidades.

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Vakinha ajuda nova celebridade do Twitter

19 de agosto de 2010  |  Publicado em Mercado

lucascelebridade_a casa

A casa de Lucas Celebridade, foco da campanha dos internautas. Via Marco Gomes

Na primeira sexta-feira de agosto, o Twitter foi sacudido com uma campanha inusitada: uma casa nova para o blogueiro Lucas Celebridade, conhecido no microblog como @lucasfamapop. Marcada por controvérsias, a campanha arrecadou mais de R$ 5 mil em um único dia para a reforma da casa do radialista, professor de língua portuguesa, ator e apresentador. E chegou aos TrendTopics, graças ao grande volume de mensagens. Luzilândia, Piauí, ficou conhecida. E o blog-coluna social do moço também.

Não é a primeira vez que o site Vakinha ajuda alguém. Há pouco mais de um ano atrás, em julho de 2009, Cristiano Santos também conseguiu uma soma considerável em pouquíssimo tempo graças à soma Vakinha e Twitter. Aproveitamos a oportunidade e conversamos com o Fabrício Milesi, diretor comercial do Vakinha.com.br para contar um pouco mais do serviço.

Vocês já estão com quase dois anos de serviço. O que mudou de lá pra cá?

Fabrício: O sistema permanece o mesmo, o que mudou foi a estratégia de expansão do Vakinha. Nossa ferramenta atende perfeitamente o objetivo da arrecadação entre amigos, o que mudamos nesse período foi concentrar nosso esforço em parcerias estratégicas e principalmente nosso modelo corporativo. Cada vez mais será comum ver nosso aplicativo “Fazer Vakinha” integrado a grandes lojas de e-commerce do Brasil, seja no site da própria loja ou através do Shopping Vakinha, site onde disponibilizamos todos os produtos de lojas afiliadas ao Vakinha já com a ferramenta integrada.

A proposta é disponibilizar para as lojas o melhor da ferramenta Vakinha que é o marketing gerado pelo cliente para seus amigos, e consequentemente levar a ferramenta Vakinha mais próximo de nosso usuário, ou seja, próximo ao seu sonho de consumo. Se não tiver com dinheiro, mas tiver amigos, Faça uma vaquinha!

Já é a segunda vez (Cristiano Santos e Lucas) que um movimento de ajuda no Twitter dá resultados rápidos. É sempre assim?

Fabrício: Com repercussão em mídia é a segunda vez sim. Já tivemos várias campanhas de vakeiros via twitter, mas nem todas tem essa repercussão. Não sabemos afirmar o segredo para as que deram certo, nos arriscamos a afirmar que, em ambos os casos, eram pessoas com uma rede social muito forte na internet e com credibilidade. Então, a partir da ação de pessoas próximas – com tweets e contribuições – a campanha é de certa forma validada, e outras se motivam a participar.

Soubemos que algumas pessoas tentaram doar e não conseguiram. Por que?

Fabrício: Em primeiro lugar, a vakinha do Lucas foi recorde de acessos num espaço curto de tempo. Não estávamos preparado para essa invasão em massa dos twitteiros brasileiros.

Tivemos 30 mil acessos em pouco mais de 1hora. E acabamos saindo do ar por 10 minutos. Nesse período as pessoas encontraram o site um pouco lento e acabaram não conseguindo concluir os pagamentos. Mas ao longo do dia atendemos facilmente essa demanda e, depois do pico, tudo funcionou normalmente e as pessoas conseguiram fazer as contribuições.

Outro motivo é que muitas pessoas ainda não estão acostumadas a fazer compras pela internet, e tem as mais diversas dificuldades possíveis, porém acreditamos que esse seja um problema comum a todos sites de e-commerce do Brasil.

Quantos usuários vocês tem hoje?

Fabrício: 50 mil vakeiros.

Quantas vakinhas ativas?

Fabrício: Acreditamos ser a maior fazenda digital da internet brasileira com mais de 25 mil vaquinhas. Com 25% delas ativas.

O serviço conquistou os brasileiros?

Fabrício: Estamos conquistando nosso espaço. Dentro do nosso mercado já temos uma posição significativa. Outro fator importante é estarmos nos consolidando entre os formadores de opinião como blogueiros e twiteiros que são sempre os primeiros a utilizarem a tecnologia e que espalham para os demais. Com muito esforço e dedicação somos cada vez mais lembrados pelos nossos usuários, que acabam divulgando nossos serviços.

Ainda acrescentaria que nossa marca está se valorizando cada vez mais com estas grandes repercussões o que nos aproxima a alcançar nossa meta de ser a referência para este tipo de serviço no Brasil.

Por quê?

Fabrício: Nossa ferramenta está totalmente integrada com as principais redes sociais, com estes recursos damos total condições da máxima divulgação possível pelo Vakeiro. Nosso fluxo de gerenciamento das vaquinhas e transparência nas informações relativas as transações também colaboram e muito em nosso crescimento. E, acima de tudo isso, nossa parceria com o Pagseguro permite que pessoas comuns possam receber contribuições parceladas via cartão de crédito de seus amigos. Com tanta opção de pagamento, fica até chato não colaborar.

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Indonésia, Brasil e Venezuela são líderes no aumento de uso do Twitter

16 de agosto de 2010  |  Publicado em Mercado

Jump on the social media wagon,  por Matt Hamm em CC

Ilustração: matt hamm em CC

A comScore divulgou pesquisa onde mostra o crescimento do Twitter em todo o mundo. Segundo o estudo, em junho cerca de 93 milhões de internautas visitaram o site de microblog, um aumento de 109% em relação a 2009, conquistado graças à aceitação da ferramenta em todo o mundo. O maior aumento aconteceu na Indonesia, com 20,8% dos usuários do país cadastrados, seguida pelo Brasil e pela Venezuela – onde a adesão deveu-se principalmente à criação da conta do presidente Hugo Chavez.

A explosão do crescimento do Twitter transformou o serviço em uma das redes sociais mais acessadas em todos os continentes. Hoje de cada 4 internautas, 3 estão lá, o que transforma o serviço em uma das atividades mais presentes na rede. O estudo da comScore avaliou internautas acima de 15 anos e excluiu todas as plataformas usadas para o Twitter, como o TweetDeck. Na tabela abaixo, o crescimento por região.

Visitas ao Twitter.com em todo o mundo
Junho 2010 vs. Junho 2009
Audiência total, acima de 15 anos, de casa ou do trabalho *
Fonte: comScore Media Metrix
Visitantes únicos (000)
Jun-09 Jun-10 % crescimento
Global 44.520 92.874 109
América Latina 3.792 15.377 305
Ásia e Pacífico 7.324 25.121 243
Oriente Médio e África 2.058 4.987 142
Europa 10.956 22.519 106
América do Norte 20.390 24.870 22

*Não foram computadas visitas de computadores públicos nem de celulares ou PDAs.

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Experiência do usuário: fale a língua dos clientes

10 de agosto de 2010  |  Publicado em Vendedores

Cada internauta usa seu site como quer e consegue. É por isso que, ao construir nosso e-commerce devemos considerar muitos fatores – tudo para que seja eficiente e resulte em conversão de vendas. Para que o e-commerce proporcione ótimas experiências de compra para todos os tipos de navegantes há pontos-chave (aqui ilustrados com bons e maus exemplos) que devemos considerar na arquitetura.

Menos banners, mais clareza

O uso excessivo de banners nas telas de produto polui a navegação, tira o foco e muitas vezes transmite uma sensação agressiva. Hoje em dia sites brasileiros são lotados de informações. Como todos são praticamente unânimes em utilizar esse artifício no estilo “vendedor chato querendo fechar a meta do mês”, parece que é o jeito certo e importante para a decisão de compra. Não é. Limpeza e foco nas vendas virtuais são campeãs. Podem acreditar.

Americanas.com Exemplo de poluição excessiva: Com tantos banners informando ofertas, o internauta não consegue nem ver os produtos oferecidos na primeira página do site. Resultado confuso na hora de navegar.

A dica: Coloque as informações de um jeito mais atraente dentro do fluxo da navegação, criando uma composição nos caminhos naturais das pesquisas do internauta. Outro jeito é transformar os banners, sempre que possível, em texto.

Links com cara de links

Leia mais…;

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Qual é a cara da internet brasileira? Descubra no DigitalAge 2.0

03 de agosto de 2010  |  Publicado em Eventos

Digital Age

Qual é a cara da Internet brasileira? A julgar pelos cerca de 67 milhões de brasileiros online, já sabemos que é enorme, mas ainda há muito a entender. Empresas como Ibope/NetRatings, Experian Hitwise e, mais recentemente, comScore esquadrinham esse mercado em busca de respostas. Junto com Demi Getschko, diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (Nic.br), elas apresentarão seus números durante o Digital Age 2.0 2010, uma das melhores conferências sobre marketing e comunicação na internet.

No evento, que acontece dias 18 e 19 de agosto, será debatido o estado da Internet no Brasil no painel “O ‘freakonomics’ da Internet brasileira – o retrato falado da audiência by the numbers”. O objetivo é traçar um perfil da audiência online nacional 15 anos após o início da operação comercial da rede.

Segundo dados do Ibope/NetRatings, o Brasil teve 30,5 milhões de internautas ativos em junho, com tempo médio de uso do computador estimado em 30 horas e 2 minutos. Na média dos primeiros seis meses de 2010, o País teve 28,3 milhões de internautas – há dez anos, esse número era de 5 milhões.

A comScore, por sua vez, apontou 40,7 milhões de usuários únicos de Internet em maio – a conta leva em consideração pessoas com seis anos ou mais. Ao separar o grupo por faixa etária, a comScore traz à tona informações relevantes – como o fato de que, naquele mês, mais da metade (56,1%) tinha entre 15 e 34 anos.

Mais vertiginoso que o crescimento no número de usuários foi o de hosts no Brasil. Dados do NIC.br mostram que, em janeiro de 2000, tínhamos 446.444 hosts; em janeiro de 2010, eles já somavam 17,8 milhões. No ranking de hosts, o Brasil é o primeiro da América do Sul, o segundo nas Américas e o quinto no mundo.

As inscrições para o Digital Age 2.0 2010 estão abertas. A partir de agosto, a inscrição custará 1.850 reais. Quem já participou das edições anteriores tem desconto maior para inscrições com antecedência.

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Entretenimento e comunicação consomem 60% do tempo online dos adolescentes brasileiros

07 de julho de 2010  |  Publicado em Mercado

Criança usando notebook, por Picture Youth, em CC

foto: Picture Youth, CC

A comScore divulgou um estudo sobre o comportamento dos brasileiros entre 6 e 14 anos na internet, que são 12% dos usuários da rede no país. Esta fatia da população investe pesado em comunicação instantânea, diversão e redes sociais. A empresa também anunciou, ao divulgar o estudo, que vai começar a acompanhar as cinco regiões geográficas do Brasil para aprofundar a capacidade de pesquisa por aqui.

A pesquisa é feita através de uma caixa de diálogo em que o maior responsável autoriza a coleta de dados sobre sua navegação. Em maio de 2010 o Brasil tinha 73 milhões de usuários de internet – contando lan houses e acesso público -, enquanto havia 40,7 milhões de usuários únicos com 6 anos com acesso de computadores de casa ou do trabalho. Se você estranhou o uso do tempo no passado, entenda já: o crescimento da penetração da internet no país tem sido muito rápido. Estes números tem mudado mês a mês. Na tabela abaixo, você vê as faixas etárias e seu consumo online.

Proporção de acesso à internet no Brasil por idade – acima dos 6 anos – a partir de casa ou do trabalho. Fonte: comScore Media Metrix*
Visitantes únicos totais Porcentagem da população online % consumo de páginas % minutos online
Total Internet 40,713 100 100 100
6 a 14 anos 4,825 11,9 1,8 1,9
15 a 24 anos 10,421 25,6 32,4 32,6
25 a 34 anos 12,408 30,5 31,6 31
35 a 44 anos 7,641 18,8 20,6 20,8
45 a 54 anos 3,782 9,3 9,8 9,8
+ 55 anos 1,636 4,0 3,8 4,0

*Não foram computados acessos públicos ou de dispositivos móveis, como celulares e PDAs

O estudo indica que os jovens brasileiros focam em diversão e lazer online. Sites de entretenimento consomem 25% do seu tempo, os comunicadores, 22% e as redes sociais 15%. Para fechar, o estudo mostra que a região Sudeste responde por 60% da população online do Brasil. Estas informações são importantes tanto para os lojistas pensarem em suas estratégias como para os programas de inclusão digital que se espalham pelo país.

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Faturamento publicitário da web cresce 37,6%

16 de junho de 2010  |  Publicado em Mercado

Faturamento publicitário no Brasil

Foto: Darren Hester, em CC

A internet faturou R$ 234,8 milhões em publicidade no primeiro trimestre deste ano, 37,6% acima dos 170,7 milhões de reais de 2009, segundo dados do Projeto Inter-Meios divulgados no dia 24 de maio. De novo, a rede foi a mídia com a maior expansão no bolo publicitário e empatou com o rádio, em 4,3%, de acordo com o estudo.
A segunda mídia com maior crescimento no trimestre foi a TV aberta. Com 31,9% de aumento, a televisão alcançou agora 63% do mercado publicitário e um faturamento de 3,43 bilhões de reais. Segundo o Inter-Meios, o faturamento total do mercado publicitário foi de 5,4 bilhões de reais, uma expansão de 25,1% sobre o primeiro trimestre de 2009.

Via E-commerce News

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Um retrato visual da internet brasileira em 2009

19 de fevereiro de 2010  |  Publicado em Mercado

Você já tentou explicar ao seu cliente ou seu chefe o real poder das redes sociais? Ou mesmo da internet? Já se viu imaginando como isso funciona? Às vezes, não adianta despejar dados. Uma boa imagem ou um belo dado comparativo pode funcionar muito mais. É o que deixa claro um trabalho feito pela AgênciaClick que está disponível no YouTube.

“Todos os dias temos reuniões com pessoas que captam os números, mas não compreendem a relevância do que está acontecendo. Não percebem que não se trata do que será, mas do que já é. Então, pensamos: por que não comparar esses dados com a vida real, com informações que facilitem esse entendimento? Foi o que fizemos”, conta Ana Maria Nubié, vice-presidente de atendimento da AgênciaClick.

Os dados foram coletados ao longo de um ano. No final de 2009, esse material foi concluído e o resultado da pesquisa foi utilizado para a criação de um vídeo que explica principalmente a importância das redes sociais para os brasileiros. Ele está disponível desde 29 de janeiro e já soma mais de 37 mil exibições.

Duas observações antes de você clicar no play: ninguém chega a um acordo sobre quantos internautas existem no Brasil. Cada instituto, agência ou pesquisa sai com um número diferente. A segunda coisa importante é explorar a rede, saber de seu caráter anárquico e utilizar as ferramentas de forma adequada para você. Neste território, receita pronta não existe – o que há, sim, é muito trabalho e a necessidade constante de atualização e inovação.

Isso posto, veja o vídeo.

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Brasil tem 66 milhões de internautas segundo o IBOPE

18 de fevereiro de 2010  |  Publicado em Mercado

foto: Gualtiero, em CC

Foi apresentado na manhã do último dia 10 de fevereiro, o balanço de 2009 feito pelo Ibope Nielsen Online sobre o acesso à internet no Brasil. De acordo com o levantamento o número de internautas brasileiros chegou a 66,3 milhões em dezembro de 2009. O acesso residencial cresceu 16% em relação ao mesmo período de 2008.

Segundo o instituto, cada pessoa passou 44 horas conectada à rede, número que sobe para 66 horas quando considerada a navegação por aplicativos, como Messenger, por exemplo. Apenas assistindo a vídeos amadores, estima-se que os internautas tenham gasto uma hora e cinco minutos por mês.

De acordo com a pesquisa AdRelevance – que monitora a publicidade veiculada na internet nacional – em dezembro foram contabilizadas cerca de 4,5 mil campanhas realizadas por 1.784 anunciantes. Entre as categorias que se destacaram como as que mais realizaram ações na internet estão empresas do setor de finanças e investimentos, telecomunicações e automóveis. “Juntas, as três categorias somam quase a metade dos investimentos publicitários na web”, diz Cris Rother, diretora executiva do Ibope Nielson Online. Os maiores anunciantes de 2009 foram, respectivamente, Bradesco, Unilever Brasil, Coca-Cola, Fiat e Itaú.

Mídias Sociais serão monitoradas

Atento à expansão das redes sociais e do interesse do mercado em entender a navegação dos brasileiros por esses ambientes, o Ibope começará a trabalhar em março com duas ferramentas específicas para geração de insights. A proposta é replicar o trabalho com métricas já realizado pela Nielsen nos Estados Unidos e aprofundar o estudo de comportamento dos internautas nas redes sociais.

Via M&M Online

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PagSeguro na Campus Party 2010

03 de fevereiro de 2010  |  Publicado em Eventos, Institucional

Terminou no domingo, dia 31, a Campus Party Brasil 2010. Além da conexão de 10 GB, os seis mil inscritos tiveram acesso a palestras sobre HTML 5, CSS, direito e internet, debates sobre acesso. Durante os cinco dias de palestras, a programação foi marcada por games, discussões sobre o futuro dos blogs e muito debate político, com visitas do ex-ministro Gilberto Gil e das pré-candidatas à presidência Marina Silva (PV) e Dilma Roussef (PT).

Na abertura do evento, o PagSeguro distribuiu 1.700 toalhas aos campuseiros que iriam acampar. O brinde, utilíssimo para os esquecidos, também se tornou uma forma de registrar o lugar onde estava instalada a barraca. Assista o vídeo.

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Blog do PagSeguro