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Abandono de compra no check-out ainda tem salvação

Foto por alles-schlumpf

O cliente entrou no seu e-commerce se logou, escolheu alguns produtos, colocou no carrinho mas na hora de fechar a compra acabou desistindo.

Calma, pode não parecer, mas esta venda ainda não está perdida. São muitos os motivos para o cliente ter desistido da compra. Pode ser o valor do frete, o valor do ticket final. São muitas as variáveis.

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Criar cenários ajuda no planejamento do seu e-commerce

Foto por  stargardener

Nós já falamos aqui no Blog do PagSeguro sobre a importância de você se planejar, mas este é um assunto que sempre vale a pena falar.

No planejamento nunca esqueça a importância de criar cenários para o seu negócio e quais suas ações em cada momento.

Mas como assim, ver cenários?

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72% dos usuários brasileiros seguem ao menos uma empresa nas redes sociais

The almighty mouseDivulgada nesta semana pela eC Metrics, a pesquisa Produção e difusão da mídia social entre brasileiros mostra o comportamento e interação dos usuários com marcas no País. Segundo o levantamento, atualmente 72% dos entrevistados afirmam seguir ao menos uma marca ou produto em suas redes sociais, enquanto o número no ano anterior era de 67%.

Entre os motivos que mais levam alguém a seguir uma determinada empresa, de acordo com a eC Metrics, está a apreciação da marca com outras pessoas, com 31%; mesmo percentual daqueles que consideram legal estar associado de alguma causa que acreditam. Empatados com 29% estão a vontade de aprender mais sobre a empresa, e obter mais informação sobre os produtos de uma marca. Com menor número estão aqueles que desejam fazer parte de uma comunidade com a mesma opinião, tendo 20%; e defender uma causa, com outros 18%.

Ainda sobre o levantamento, 42% dos entrevistados afirmam que gostariam de se relacionar com uma marca para encontrar mais informação e conhecimento sobre ela; enquanto 26% esperam ter uma experiência personalizada. Para 11% das pessoas que responderam a pesquisa, interagir de forma que contribuam mais para a criação da marca é um dos motivos de se ligar com uma empresa nas redes sociais.

De acordo com Gabriel Borges, CEO da Ampfy, agência de comunicação especialista na relação de marcas e consumidores nas mídias sociais, os números mostram amadurecimento do usuário de redes sociais no Brasil. “Tivemos um crescimento considerável em apenas um ano, que aponta para uma maior interesse do consumidor com as empresas nas redes. Se antes não fazia parte do hábito seguir uma determinada marca no Facebook, Twitter, Pinterest ou Google+, agora os usuários buscam acompanhar de perto suas ações e novidades nessas redes. Essa aproximação do consumidor deixa clara a importância das empresas saberem como atuar nas redes sociais, e como fazer isto de maneira profissional”, pontua o executivo.

Créditos de imagem: Creative Commons License Daniele Pieroni via Compfight.

Como as 500 maiores da Fortune usam as mídias sociais

O blog da V3 publicou um interessante infográfico mostrando como as 500 Maiores Companhias da Fortune usam mídias sociais. Por serem líderes de mercado, é natural pensarmos nessas empresas como inovadoras e “early-adopters” de novas tecnologias. Por outro lado, empresas gigantes também são lentas e complexas em seus movimentos, tudo parece complicado, existe certo conservadorismo e elas acabam fazendo mais do mesmo. As empresas já reconhecem a importância das mídias sociais, as pesquisas mostram isso, mas os números mostram ainda deixam clara relutância em adotar tecnologias digitais sociais.

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Aumente o desempenho do ecommerce com email marketing

Social Media & Marketing
Photo Credit: Rosaura Ochoa via Compfight

De acordo com o Estudo Global de Entregabilidade de E-mail – 2º semestre 2011, realizado pela Return Path, somente 64,5% dos e-mails comerciais chegaram às caixas de entrada dos brasileiros na segunda metade de 2011.

Do total dos e-mails trafegados no país, 22,4% foram direcionados para pasta de spam ou para o lixo, e 13,1% foram bloqueados pelos provedores (ISPs). O estudo concluiu que a média mundial de entrega de mensagens foi de 76,5%, colocando o Brasil entre os países com os índices mais baixos de entregabilidade. O nosso país ficou abaixo, por exemplo, da Ásia-Pacífico, região com o pior índice que registrou 66,5% de e-mails chegando na caixa de entrada.

Isso poderia ser superado se os varejistas se dedicassem aos seus programas de e-mail marketing, que são fundamentais na estratégia de geração negócios e para atrair consumidores.

Na análise por setores, a indústria de Games foi a que demonstrou o pior índice de entrega de e-mails no Brasil (somente 40,1 %), seguida da Saúde (68,6%), Telecomunicações (76,9%), Varejo (79,4%), Redes Sociais (87,4%) e Bancos (98,4%). Os dados mostram que o cenário mundial também não apresentou resultados positivos. Historicamente, as taxas globais de entrega dos e-mails foram de aproximadamente 80%, com uma em cada cinco mensagens sendo direcionadas para pasta de spam ou bloqueadas. Percebe-se com o estudo que, pela primeira vez em três anos, houve uma queda de 6% no segundo semestre do ano passado, trazendo a média mundial para 76,5% contra 81% no primeiro semestre de 2011, a pior já registrada desde que a companhia iniciou o estudo.

A quantidade de e-mails encaminhados para a pasta de spam foi recorde no segundo semestre de 2011: chegou a 8,4% e as mensagens não entregues ou bloqueadas pelos filtros de provedores chegou a 15,1%, um índice 20% menor do que os seis primeiros meses do ano.

As dificuldades que os profissionais de marketing enfrentam em melhorar as performances de suas campanhas estão diretamente ligadas com a não adoção das melhores práticas para envio de mensagens, o que beneficiaria consideravelmente a reputação dos remetentes e, obviamente, incrementaria as taxas de entrega.

Uma explosão no número de mensagens eletrônicas vem acompanhando o avanço do comércio eletrônico, o que leva os provedores a se tornarem cada vez mais exigentes para liberar suas barreiras. Esse é o grande desafio do varejo virtual nesse cenário. Para vencer, é preciso cuidar muito bem da sua reputação.

Via E-Commerce News

Use a mídia social a seu favor

iPhone 4Creative Commons License Photo Credit: Brian Wilkins via Compfight

 

Presença digital é fundamental, principalmente para as pequenas e médias empresas (ou profissionais liberais). Elas são a melhor forma de estar perto dos seus clientes e se comunicar com eles de forma direta e objetiva. As redes sociais é um fenômeno que está no nosso cotidiano já, e não pode ser ignorada. Em nosso país, cada vez mais pessoas estão ingressando nas redes sociais e estão se tornando ativas na comunicação. Para muitas delas, as redes sociais são o melhor canal para entrar em contato com uma empresa.

Aqui no Blog do PagSeguro temos diversos artigos sobre Marketing no E-commerce e também sobre Social Commerce, e é sempre necessário fazer revisões, dadas as muitas mudanças. Por exemplo: em 2012 você pode apostar em algumas redes muito específicas – sempre de acordo com sua estratégia de marketing, planejamento e equipe: Twitter, Facebook (mais usadas), LinkedIn e blogs; e a nova estrela, o Pinterest.

O detalhe é que não basta ter um canal por lá, é preciso saber usar para construir uma imagem positiva. A palavra chave para uma empresa nas redes sociais é “interação”. Interagir com o cliente é primordial, aproximando-se dele, tirando dúvidas, lendo reclamações, oferecendo produtos, promoções, entre outras ações de fidelização e comunicação com seu cliente. Uma ótima ferramenta (além das nossas dicas) é o livro “Marketing nas Mídias Sociais em 30 Minutos“, de Susan Gunelius (Cultrix, R$ 31,41).

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Via: Administradores

 

Nas redes sociais, vale mais engajamento que quantidade

Avaliar número de fãs e seguidores é uma métrica ineficiente. Essa é a conclusão de debate feito no Web Expo Fórum, que aconteceu em São Paulo em março. Ao falar de engajamento em redes sociais, Dereck Kazee, estrategista global da Acxiom (consultoria multinacional em marketing de precisão e qualidade de dados), destacou que as indicações de amigos são muito mais valiosas na internet que o número de “curtir” que uma página tem e, que para ganhar repercussão na rede, a empresa precisa entender qual sua vocação.

“A Apple é sinônimo de inovação e a Disney, de magia. E a sua empresa?”, questiona.

Marcelo Coutinho, pesquisador da FGV, concorda e é ainda mais categórico ao afirmar que as métricas de audiência são importantes, mas não únicas. “As métricas de interação é que vão aumentar a receita da companhia e diminuir custos, são elas que captam a imagem da empresa de fato”, diz.

Para Coutinho, os formadores de opinião e aquelas pessoas que circulam bem entre grupos são as que mais podem acrescentar a uma empresa e não são necessariamente as que têm maior número de seguidores, fãs ou amigos.

Pra apimentar a discussão, Guilherme Rios, sócio-diretor da Social Agency, lembra que pesquisas revelam que as pessoas hoje passam mais tempo em aplicativos de redes sociais do que navegando na web e confiam mais neles para tomar suas decisões de compra.

“O que acontece hoje é que as pessoas se baseiam apenas em insatisfação e não no elogio de um produto ou serviço. O que precisamos construir é um engajamento positivo”, diz Rios.

Eduardo Bicudo, presidente da Wunderman, destaca ainda que não importa como a empresa pretende medir sua atuação e engajamento na rede, mas sim o que ela faz com a informação obtida e como ela pode impactar o negócio.

Via: Brasil Econômico, foto: stephanomaggi, CC-BY-SA