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Como o botão +1 afeta o SEO

Desde que surgiu, o botão +1 é um mistério tanto para usuários quanto para os produtores de conteúdo. Ele é diferente do Curtir do Facebook, que não compartilha diretamente conteúdo no stream do usuário. Mas para a gigante de buscas, a ligação entre o seu uso social e as buscas é quase inevitável.

O Google define o +1 como uma função que ajuda as pessoas a compartilhar e descobrir conteúdo relevante dentro de sua própria rede, entre pessoas que já conhece e em quem confia. Os usuários podem dar +1 para diferentes tipos de conteúdos: resultados de buscas, sites, anúncios. Ao clicar, o conteúdo pode ser visto na aba +1 de seu perfil, nas buscas e nos sites que usam o botão.

A coisa ficou mais séria quando, no começo do ano, o Google lançou o Search plus. O diretor do produto, Jack Menzel, explicou que o com o Google+ os usuários podem fazer buscas entre informações compartilhadas só com eles, não apenas nos sites públicos. Segundo o blog Conversation Marketing, nesta nova modalidade, os resultados que receberem muitos cliques no +1 aparecerão em primeiro lugar.

A empresa veio a público e explicou a sua proposta, mas não está claro ainda, como tudo isso vai afetar os rankings das buscas. É uma nova quebra de paradigma para tudo o que já sabemos.

Como o botão afeta o meu site na “busca social”?

Ele tem um efeito indireto no ranqueamento do site. Isso não quer dizer que links com muitos cliques no botão subirão nos resultados da busca tradicional. Quando o usuário clica no +1, ele aprova o seu conteúdo e então mostra as buscas relacionadas no mesmo assunto. Quando está fazendo a busca logado, o internauta tende a preferir este conteúdo, já que seus conhecidos o indicaram como relevante.

 

A mesma coisa se aplica aos internautas que não estão logados quando realizam sua busca. Quando ele procura pelo mesmo termo, os resultados mostram quantos +1 eles receberam, que também é uma forma de validação.

O que isso tem a ver com SEO?

Os links com +1 têm mais chances de CTR maiores, além de também provavelmente serem mais compartilhados nas outras redes sociais. Rand Fishkin, CEO e co-fundador do SEOmoz, testou como funcionam os resultados de busca e o compartilhamento no Twitter e no Facebook. Ele encontrou uma relação positiva entre o número de retuites e compartilhamentos e o ranking do link. Isso significa que quanto mais o link é transmitido no Twitter e no Facebook, melhor o seu posicionamento.

Conclusões

Cliques no +1 podem indiretamente afetar o pagerank. Quanto mais cliques houver, provavelmente seu CTR vai aumentar, o que pode levar ao aumento de compartilhamento em redes sociais e melhorar seu posicionamento na busca orgânica do Google. É importante lembrar que é uma correlação e não uma relação de causa e efeito.

Ou seja, os efeitos do +1 no SEO são indiretos, você não deve deixar de lado nenhuma prática tradicional que já adota – e muito menos as melhorias, que devem ser constantes. Link building, palavras-chaves relevantes e boa estrutura de URL continuam a ser fundamentais para bons resultados.

Ainda precisamos reunir mais informações sobre a função do botão +1 e sua influência sobre as buscas. O próprio Google disse: “Para que o +1, como qualquer novo fator de ranking, começamos com cuidado e estamos aprendendo quais são os sinais de qualidade”.

Para os especialistas na otimização para buscas, uma coisa é óbvia: todo e qualquer fator afeta o SEO. Você usa o botão? Notou mudanças? Conte para a gente como isso influenciou os seus negócios (se influenciou).

Via: Mashable

Escolha a ferramenta de monitoramento para redes sociais

social media bandwagon, Matt Hamm, CC-BY-NC

De nada adianta fazer o planejamento, saber os objetivos se você não tiver uma boa ferramenta para monitorar as suas campanhas nas redes sociais.

Em primeiro lugar, é preciso hierarquizar o acesso à ferramenta. Enquanto os gerentes precisam de acesso completo, quem opera não. Para facilitar o seu trabalho, vamos separar as funções necessárias para os gerentes e para os operadores.

Função Gerentes Nível operacional
Painel de controle personalizado x
Interface amigável x x
Boa coleta de posts x
Facilidade para explorar e aprofundar dados x
Rapidez e filtro de spam x x
Estruturação de tags e classificação de posts x
Exportação de dados brutos x
Suporte técnico x
Interação com os perfis x

 

Estes fatores devem ser levados em conta tanto para avaliar custo benefício como para atender aos seus objetivos. Veja as avaliações de três ferramentas segundo esses critérios.

Scup

– Volume e velocidade na coleta dos dados: Alto volume captado, boa velocidade, com volume considerável de spam em blogs. Permite configurar para coletar posts por idioma e geolocalização, dependendo da rede social utilizada.

– Painel de controle: Simplificado, não possibilita filtros por geolocalização ou idioma.

– Estrutura de tags e avaliação de sentimento: A possibilidade de criar monitoramentos distintos na mesma conta permite a utilização de sentimentos múltiplos para um post, dependendo do ponto de vista da análise. Além disso, tem uma estrutura de tags bem maleável, incrementada com o recurso de regras e a possibilidade de realizar amostragem dos posts.

– Suporte técnico: no Brasil

– Interação com perfis oficiais: Completo.

Sysomos

– Volume e velocidade na coleta dos dados: Alto volume, baixas velocidade e quantidade de spam.

– Painel de controle: Completo, flexível e intuitivo. É possível cruzar tags e realizar filtros segmentados por geolocalização, idioma e rede social.

– Estrutura de tags e avaliação de sentimento: Não permite polaridades múltiplas. Apenas se forem criadas duas contas distintas. Além disso, através do flexível dashboard, pode-se contornar isso através da criação e cruzamento de tags.

– Suporte Técnico: no Canadá

– Interação com perfis oficiais: Completo.

Brandwatch

– Volume e velocidade na coleta dos dados: Alto volume, baixo volume de spam, e baixa velocidade.

– Painel de controle: Completo e altamente personalizável. É intuitivo e de fácil configuração, além de possibilitar um cruzamento de dados e tags.

– Estrutura de tags e avaliação de sentimento: Permite a criação de várias queries por monitoramento e possibilita polarização múltipla. Também permite apenas coletar posts por idioma e geolocalização.

– Suporte Técnico: no Reino Unido, mas possui suporte em português

– Interação com perfis oficiais: Completo.

Outras ferramentas disponíveis e não avaliadas:

Samepoint

SocialMention

How Sociable

Radian6

 

Via: DP6, imagem:  Matt Hamm, CC-BY-NC

Use o marketing digital a seu favor

world wide wet, por  marfis75, CC-BY-SA

No Brasil, os empresários são pegos pela internet “no susto”. Ela chegou com o e-mail, depois o site institucional. As buscas trouxeram os sites dinâmicos, mais conteúdo e a necessidade de visibilidade. Enquanto isso, surgiram as redes sociais – e em geral, nossas empresas não estavam nem no terceiro passo.

Agora, enquanto se acostumam a fazer marketing social, as empresas precisam entender o mundo mobile.

Junto com esta explosão de canais – estamos sintetizando tudo ao máximo, são centenas de redes sociais no mundo – há a multiplicação de ferramentas. Muitas delas gratuitas. E porque vocês não param de falar nisso aqui no blog do PagSeguro?

Porque na internet, com os muitos canais, surgem novas oportunidades de uso. Um exemplo recente, que ganhou muita atenção, foi a campanha da Natura para a nova linha de xampus. Os homens que compraram ingressos online fizeram declarações para suas companheiras, ao vivo, antes do filme que foram assistir juntos.

Ok, isso pode ser muito para a sua verba. Mas criar um blog diferente e que conquiste o mercado, uma campanha que conquiste corações no Facebook, aplicativos, um canal bacana de serviço no Twitter não custa tanto.

E o único conselho: use muito este meio. Conecte-se. Viva internet. Os profissionais tendem a se perder porque não sabem ao certo como e para quê usar. E como farão um planejamento? Ou terão uma ideia genial?

Leia muito, use os blogs, informe-se. Saia do feijão com arroz da grande mídia e descubra o universo. Ele está ao alcance do seu mouse. Principalmente para fazer bons negócios.

Foto: Marfis 75, CC-BY-SA

As 10 marcas brasileiras mais influentes no FB Brasil

Dito Internet fez um infográfico com o ranking das 10 marcas com mais fãs no Facebook, com dados do Graph Monitor, ferramenta de monitoramento e mensuração de resultados na rede social em outubro.

A marca campeã foi a Guaraná Antarctica, mas o que mais surpreendeu foi o aparecimento das empresas de compras coletivas. O Peixe Urbano ficou em quarto lugar, a Privália Brasil em sétimo, o Brandsclub em oitavo e o ClickOn em décimo. A fan page com maior crescimento foi a da Smirnoff Brasil, com taxa de 22.66%.

Quem tem mais fãs no Facebook Brasil é a página do jogador Kaká, com mais de 11 milhões. Fora Brasil, a fan page com mais fãs no mês, é a do jogo Texas Hold’em Poker da Zynga, com mais de 54 milhões de fãs.

Via: ReadWriteWeb Brasil

Pesquisa mostra os desafios para o marketing

 

A IBM publicou um estudo, o Global CMO Study, sobre o que os líderes de marketing e comunicação das empresas em todo o mundo pensam. Para quem não sabe, CMO quer dizer Chief Marketing Officer.

Foram 1.734 entrevistas presenciais no mundo inteiro, em 19 segmentos econômicos diferentes e 64 países. No Brasil foram feitas 56 entrevistas.

A grande dificuldade dos líderes do marketing é tratar a explosão de dados que estão acessíveis e disponíveis. Se há uma década, era preciso caçar dados de mercado e dos clientes, hoje estas informações são acessíveis e capturáveis, em geral dentro dos sistemas das próprias empresas.

O problema: os dados estão espalhados em diversas plataformas, existem problemas de consistência, a manipulação e o acesso são difíceis. A pesquisa apontou que 71% dos CMOs no mundo se sentem despreparados para lidar com a explosão. No Brasil o índice foi ainda maior: 78%. As questões são: tratar esses dados, integra-los e transforma-los em informações que permitam conhecer melhor os clientes e que ajudem os gestores nas tomadas de decisão, especialmente de investimento.

A pesquisa mostra que os diretores sabem que precisam usar mais tecnologia, automatizar de forma inteligente o tratamento das informações que têm, e principalmente, as novidades que entram nas empresas diariamente. A pesquisa mostrou que 90% dos dados no mundo foram criados nos últimos dois anos. Existe uma notória necessidade de maior capacidade analítica dentro do grupo de marketing e comunicação das empresas.

As mídias sociais são outro desafio que incomoda. Os CMOs reconhecem que elas são a maior revolução dos últimos anos em marketing e comunicação – e 68% têm dificuldades na implementação e gestão de uma estratégia. No Brasil, há sensação de despreparo maior por parte destes profissionais para lidar com a colaboração e influência do cliente. Essa sensação reforça a relevância das mídias sociais em nosso país, cujo povo é reconhecidamente apaixonado pelas novas tecnologias sociais.

O terceiro desafio é a diversidade de canais de comunicação e relacionamento com os clientes. Neste campo, destacam-se os dispositivos móveis. Para 65% dos CMOs, a área preocupa, pois é preciso estar em todos os canais, com sinergia e qualidade – e há necessidade de investimentos em tecnologia e desenvolvimento.

A mudança na demografia do consumidor é o quarto desafio. A tecnologia, o excesso de informação, novas plataformas… tudo isso junto muda os perfis de consumo que as empresas conhecem. Aqui no Brasil ainda tem uma cereja em cima desse bolo: a nova classe C emergente. Estudos apontam que essa nova classe C chega ao mercado com mais de 40 milhões de novos consumidores sedentos para comprar e participar da economia ativa. Como capturar essa oportunidade?

E a previsão é que a complexidade aumente: 79% dos entrevistados afirmaram que o nível de complexidade será maior nos próximos 5 anos, e apenas 48% se sentem preparados para enfrentar o cenário.

Via: A Quinta Onda

Nas redes sociais, entretenimento é líder

Twitter Facebook

Segundo estudo feito pela Performics e pela Roi Research, entretenimento é a categoria de produtos que é mais seguida no Twitter e tem a função “like” mais ativada no Facebook. Os dados de “S-Net, The Impact of Social Media” indicam que 46% dos consumidores que são fãs de marcas em uma rede social o fazem para alguma marca de produtos relacionados ao entretenimento.

Embora as cinco primeiras categorias de produtos citadas sejam as mesmas em ambas as redes sociais, foram encontradas variações em seu posicionamento. Após entretenimento, usuários do Twitter são mais propensos a seguir marcas de restaurantes, alimentos, eletrônicos e vestuário. Já no Facebook, após entretenimento foram citados, pela ordem, alimentos, restaurantes, vestuário e eletrônicos.

Olhando para os hábitos os usuários, o estudo mostrou que muitos usuários seguem/ acionam a função “like” para marcas com o propósito de obter cupons e descontos. 67% dos fãs de marcas de CPG/ cuidados pessoais o fazem por este motivo, seguidos por 65% dos fãs de marcas de produtos domésticos e 63% de marcas de alimentos. Outras categorias que atraem os usuários por conta dos cupons são saúde, fármacos, restaurantes, viagens, roupas, bebidas não alcoólicas.
pOs usuários também usam ambas as redes para pedir conselhos sobre roupas (46%), eletrônicos (42%), serviços financeiros (39%), saúde ou remédios (39%) e telecomunicações (33%). Embora os usuários não usem as funções das redes para conectar-se a serviços/marcas, 30% usam as funções seguir ou curtir para serviços financeiros, automóveis e instituições de ensino.

  • 52% dos entrevistados concordam fortemente que expressar suas opiniões em sites de redes sociais poderá vir a influenciar nas decisões de negócios de empresas/marcas;
  • 31% afirmaram que compram mais de marcas e empresas que eles seguem ou acionam a função “like”;
  • 74% dos entrevistados que compram produtos de entretenimento discutem sobre eles em redes sociais;
  • 42% discutem sobre automóveis em sites de redes sociais para comparar preços;
  • 32% compraram algum produto relacionado a esportes como resultado de algo postado em uma rede social.

Comparar preços é a principal razão de consumidores discutirem acerca de produtos, serviços, empresas ou marcas em redes sociais, de acordo com dados de abril de 2011. A nova pesquisa indica que 59% dos consumidores online discutem e comparam preços ocasionalmente ou frequentemente em redes sociais, o maior percentual obtido pelas respostas oferecidas no estudo. Em segundo lugar ficou discutir um produto em um site de redes sociais para falar sobre ofertas e promoções especiais (56%), motivo também relacionado ao preço.

Via E-commerce News

As empresas e a vida nas redes sociais

social media bandwagon, Matt Hamm, CC
Desde a criação do Orkut em 2004, as redes sociais têm crescido de forma exponencial no Brasil e no mundo. Outro dia mesmo a comemoração foram os 750 milhões de usuários do Facebook.
Para as empresas, este universo é, como a gente sempre repete, o lugar para se relacionar com o público, receber feedback e dar assistência aos clientes. É nas redes que surgem o diálogo, a resolução de problemas e novos vínculos – muitas vezes benéficos para a empresa. Sem contar na possibilidade de transformar uma crise em fortalecimento de marca.
O crescimento das redes sociais também deixou clara a possibilidade de monitorar as conversas dos internautas, antecipar tendências e avaliar como está o seu nicho de mercado. Medir o que o consumidor fala sobre a concorrência ou mesmo empresas de outros segmentos permite a compreensão da audiência, fundamentando a sobrevivência a um mercado com clientes cada vez menos fiéis e cada vez mais ávidos por empresas transparentes e socialmente responsáveis.
Acima de tudo, no mundo 2.0, para se destacar é preciso ser relevante. Os usuários querem ter seus problemas e dúvidas resolvidos na hora – esta é a melhor hora para mostrar tudo o que sabe. Lembre-se de divulgar seu conteúdo de acordo com cada plataforma, público e ficar de olho aqui no blog do PagSeguro. A gente sempre compartilha as melhores dicas para que sua empresa tenha longa vida e aproveite o melhor das ferramentas que a internet tem a oferecer.

Via: E-Commerce Blog, ilustração: Matt Hamm, CC