Dicas para usar as redes sociais nos negócios

09 de março de 2010  |  Publicado em Mercado, Vendedores

Nós já falamos do s-commerce aqui no blog. E nunca custa falar um pouco mais e aprofundar o assunto. Não basta apenas criar perfil empresarial no Facebook, Orkut, Twitter e companhia. É preciso saber usar. E o site Inc elaborou uma lista com dicas muito boas para os empresários usarem corretamente as redes sociais. Fizemos uma seleção das melhores e trocamos os exemplos internacionais por boas práticas feitas no Brasil.

  • Seja sincero. Não adianta tentar esconder seu erro ou a falha. Atenda, responda. A Nokia tirou do ar o Blog Nokia BR e não disse nada. Enquanto isso, a SouthWest Airlines, nos Estados Unidos, respondeu diretamente a cada crítica recebida por desembarcar Kevin Smith.
  • Interaja com os visitantes de verdade – Não basta colocar criar um blog ou uma página de Facebook se o sentido da conversa só vai para um lado. Matt Mullenweg, fundador da plataforma de blogs Wordpress, diz que não interagir com os visitantes pode “matar” a comunidade. E mata mesmo.
  • Ajude seu consumidor a espalhar a sua marca – Incentive os visitantes a partilhar os conteúdos de que gostam. Você pode fazer isso no blog e na loja, com ferramentas que permitem enviar o post para redes sociais.
  • Ofereça degustação do seu produto. Lance seus produtos e serviços na Internet. Um exemplo: a fotógrafa Gabi Butcher oferece seus serviços no blog, no Flickr e conquista clientes através das indicações que vêm da rede de contatos que vai construindo.
  • Deixe os consumidores contribuirem – Exemplos disso são grandes sites de comércio eletrônico como Amazon, Submarino e Livraria Cultura. A Cultura deu um passinho à frente e permite que seus usários postem, além de comentários escritos, fotos e vídeos sobre os produtos que vende. Isso enriquece o conteúdo e mantém o cliente engajado.
  • Compartilhe seu conhecimento. Compartilhe os conhecimentos que você adquiriu com seu negócio e promova a sua marca. Marco Gomes, Manoel Lemos e Michel Lent são ótimos exemplos. Cada um de seu jeito e na sua área de conhecimento, construiu e ampliou seu negócio e atuação através das redes sociais.
  • Terceirização e automatização? Cuidado! Com todas as outras tarefas necessárias dentro da sua empresa, é tentador tentar automatizar o processo. Isso pode facilmente virar contra você. Um exemplo é o twitter da Campus Party Brasil, que replica automaticamente tudo o que é publicado com a tag #cpartybr – inclusive críticas. Tem gosto de spam, lota a timeline dos seguidores e, a longo prazo, o feitiço pode virar contra o feiticeiro.
  • Não finja ser outra pessoa – Usar seus funcionários para comentar em blogs criticando ou elogiando a sua empresa. Criar perfis falsos nas redes sociais. Tudo isso a curto ou médio prazo tende a ser descoberto. O resultado tende a ser negativo para a sua empresa. Lembre da regra 5 (que é a primeira): de verdade, sempre.
  • Conecte pessoas – Use todas as ferramentas disponíveis – muitas vezes gratuitas – para conectar pessoas e permitir compartilhamento Pequenas e médias empresas – e até governos – podem tirar proveito das ferramentas disponíveis para facilitar a colaboração. Um exemplo é a TeiaMG, que permite transmitir, postar e compartilhar conhecimentos através do Ning, uma plataforma muito interessante.
  • Rede social não é só autopromoção – Sim, os usuários das redes sociais estão abertos ao mercado – especialmente se isso envolver descontos ou vantagens –, mas eles não usam as redes para conhecer ofertas. Se o seu perfil ou blog parecer como um anúncio, irá afastar os visitantes. Um bom exemplo é o recém criado perfil da água Bonafont no Twitter – além de promoções, ele transmite informações sobre bem estar e saúde para os seus leitores
  • Encontre pessoas influentes no seu meio – ler blogs independentes, participar de redes como o LinkedIn são apenas o começo. É preciso construir comunidade, comentar, participar, compartilhar. Assim, além de negócios, você constrói presença.
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Perspectivas para o marketing digital em 2010

15 de dezembro de 2009  |  Publicado em Mercado, Vendedores

Em artigo para o Mundo do Marketing, Sandra Turchi, superintendente de Marketing da Associação Comercial de São Paulo, descreve em detalhes o que esperar para o próximo ano. Um resumo rápido:

  1. O investimento publicitário online no Brasil tem perspectiva de aumento de cerca de 30%. Os setores que mais devem investir: automobilístico, construção civil e de eletro-eletrônicos, entre outros.
  2. Aumento da implantação ou expansão dos negócios online, com destaque para micro e pequenas empresas.
  3. Os setores de conveniência (farmácias e presentes) e de vestuário e acessórios são os que têm maior perspectiva de crescimento no Brasil.
  4. Maior investimento nas ferramentas de suporte, como monitoramento de redes sociais, e maior interação neste ambiente. Serviço fundamental para as empresas que querem entender e aprimorar o seu relacionamento na internet.
  5. Investimento nas ferramentas de mensuração de resultados.
  6. Estudo das ferramentas de busca para criar presença digital mais eficiente.
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Em São Paulo, empresas subutilizam internet e e-commerce

01 de dezembro de 2009  |  Publicado em Mercado

Estudo divulgado na última sexta, dia 27 de novembro, pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) diz que 66% dos empreendimentos no Estado de São Paulo tem um site próprio para divulgar seus negócios. Entretanto, sua visibilidade é baixa e tem poucos acessos – média de 1.525 por mês, muito abaixo dos padrões comerciais, de 10 mil acessos mês. As microempresas são maioria entre os offline (41%), seguidas pelas pequenas (15%), médias (5%) e grandes (14%).

Apenas 36% das empresas usam a internet para fazer negócios. As maiores são as mais resistentes, seguidas pelas pequenas e médias. Entre as pequenas empresas, diz o estudo, mais da metade (54%) não exploram o mercado online, seja para aumentar vendas ou para comprar produtos e serviços.

A ACSP consultou 765 organizações que recusam o uso da ferramenta para compra e venda. A maior parte dos entrevistados para o estudo (46%) informou que não sente necessidade de fazer negócios pela internet. Outros 17% alegaram que a sua empresa ainda não investiu o suficiente para explorar esse nicho, enquanto 13% reconheceram que não sabem como proceder no uso da internet para este fim.

A pesquisa abordou ainda as empresas que exploram o mercado online a respeito do peso das vendas virtuais sobre o total comercializado por elas em um mês. A maior parte delas (38%) teve até 10% do volume total de vendas gerado pelo e-commerce. Para 17% dos consultados, a porcentagem das vendas virtuais sobre o total variou entre 10% e 30%, e, para 8% das empresas, o volume girou entre 30% e 50% do montante comercializado. O estudo conclui também que 26% dos entrevistados apenas compram pela internet, mas não vendem.

Na análise por segmento, a indústria é a que mais investe em conteúdo online (80%), apresentando um número médio de 819 acessos mensais. O comércio atacadista vem na sequência, com 70% das empresas com participação no mundo virtual e média de 1.611 acessos mensais. Entre as prestadoras de serviço, a porcentagem chega a 67%, com 1.717 acessos ao mês. O comércio varejista tem 60% de participação, com média mensal de 1.506 acessos. Por fim, 58% das instituições financeiras que atuam em São Paulo têm canal próprio na internet, com uma média de 1.788 acessos mensais.

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Lições de comércio eletrônico inovador

02 de outubro de 2009  |  Publicado em Cases, Mercado

Tony Hsieh, Jdlasica, CC

foto: Jdlasica, CC

Para quem não pode ir ao Digital Age 2.0, faremos um resumo de uma de suas grandes atrações o CEO da Zappos, Tony Hsieh. Na descrição da palestra “1 bilhão de dólares em sapatos… online” você entende a razão:

Uma loja online, milhões de seguidores e uma regra imutável: fazer de tudo para encantar o consumidor. A habilidade de Tony Hsieh para conectar-se aos seus clientes tornou-o o mais badalado CEO da década e fez com que a empresa fosse desejada pela Amazon, que acaba de comprá-la por quase 1 bilhão de dólares. Tony faz da Zappos a eterna busca da felicidade – de clientes e funcionários.

Quem tem uma loja online precisa conhecer o “case” Zappos. Lançada em 1999, a rede varejista especializada em calçados, roupas e acessórios só fez crescer e tornou-se febre nos Estados Unidos. Sua cultura? Tecnologia deve servir ao capital humano. Pragmático e simples, Tony tem mais de 700 mil seguidores no Twitter e usa as redes sociais a seu favor. Suas três principais lições segundo o blog A Quinta Onda:

1 Tony disse que tirou todo o dinheiro da publicidade e investiu tudo em atendimento ao consumidor. Ele quer contato total com os clientes. Disse que em todas as páginas do site da Zappos existe o 0800 disponível para atendimento aos clientes. Surpreendentemente, ele acredita que o telefone ainda é um canal de comunicação forte e importante, apesar de todos os canais virtuais que o Zappos usa e coloca a serviço do negócio. Ou seja: a melhor publicidade é o “boca a boca“.

2 Ele disse que aplicar best practices é ser mediano, é não ser inovador, é seguir a onda dos outros. Correr atrás de best practices é roubar tempo que a empresa poderia falar mais com os clientes, saber o que eles querem.

3 Tony disse que preocupar-se com o que a concorrência faz é tempo perdido. Melhor concentrar a energia em buscar entender o que os seus clientes querem. Olhar para a concorrência faz com que a empresa se preocupe em enfrentá-la e tira o foco do principal: seus clientes.

Vale a pena pensar um pouco nisso, não?

Se entender inglês, a palestra de Tony no Brasil está disponível online.

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Top Brands 2009 aponta o UOL como o principal Provedor de Internet

10 de setembro de 2009  |  Publicado em Institucional

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O UOL é a marca mais lembrada como Provedor de Internet na pesquisa Top Brands 2009, realizada pela Associação Brasileira de Anunciantes (ABA). O estudo entrevistou 1.640 consumidores, homens e mulheres entre 20 e 65 anos, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife, Curitiba, Belo Horizonte e Salvador. Além de ser a marca mais lembrada, o UOL também alcançou o índice mais alto de fidelização da marca, ao ser mencionado por 50% dos entrevistados.

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Redes sociais: Facebook cresce no Brasil

14 de julho de 2009  |  Publicado em Mercado

NetworkingO número de usuários do Facebook cresceu rapidamente no Brasil e na Índia. O Orkut ainda é a rede dominante no mundo, mas sua taxa de crescimento baixou – apesar de o número de usuários continuar milhões à frente do Facebook ou MySpace. Segundo artigo publicado no MediaPost, com números da comScore, o Orkut tem mais de 22 milhões de usuários no Brasil e o Facebook, pouco mais de 1 milhão (metade deles conquistada neste ano). Há outras fontes que citam o Orkut com 37 milhões de usuários brasileiros.

O Orkut tem mais de 22 milhões de usuários só no Brasil, enquanto o Facebook tem pouco mais de 1 milhão (metade deles conquistados em 2009).

Quem também aparece na corrida do crescimento é o Twitter. Segundo a comScore, em março o Twitter ocupava o quarto lugar no Brasil (empatado com Fotolog em 5%), apenas um ponto percentual abaixo do Sonico, que só fica (muito) abaixo do MSN/Live e do Orkut. Entretanto, especialistas estimam que, devido à adoção do Twitter em iniciativas nacionais e a uma série de matérias nacionais sobre ele em revistas impressas e canais de TV aberta, o alcance do Twitter no Brasil já subiu para 9%, colocando-o como terceira rede social com maior número de usuários.

Imagem: Networking 3, por bene, no Flickr, em CC

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Drimio: uma rede social para marcas

03 de julho de 2009  |  Publicado em Mercado

drimio

Lançada há pouco mais de um mês (20 de maio de 2009), depois de dois meses em beta fechado, a rede Drimio é uma ferramenta brasileira que reúne marcas e seus consumidores de um jeito um tanto diferente. Segundo o “quem somos” do serviço:

Nós vivemos em um mundo de marcas. Aquelas letrinhas, às vezes sem sentido aparente, que dão nome e sobrenome aos produtos e serviços que usamos todos os dias. Nomes que adotamos consciente ou inconscientemente e que facilitam nossas vidas quando temos que optar por algo.

Milhares de marcas nascem todos os anos, e a forma como nos relacionamos com elas depende de inúmeros fatores, alguns mais lógicos e racionais, outros mais subjetivos e ligados à emoção.

Para que você possa explorar e compartilhar sua relação com as marcas que almeja, admira e utiliza, criamos o Drimio, uma rede social que permite acesso a um conteúdo exclusivo, produzido por pessoas que assim como você, são consumidores, fãs, admiradores e apaixonados por marcas.

Nosso objetivo com o Drimio é prover o melhor ambiente e estrutura para que você se relacione com outras pessoas por meio das marcas que você tem como referência. Este é um ambiente colaborativo, construído por você e para você.

O Drimio é uma rede inovadora, com ferramentas e aplicações que permitem que consumidores e marcas interajam com opiniões, idéias, conteúdo útil e relevante.

Como toda rede social, o Drimio consome tempo, energia, esforços e muita busca. Como disse o Fugita no Startupi: “Com toda essa história de mídias sociais e marcas querendo se relacionar com o consumidor que agora tem o tal poder de voz, o Drimio é uma aposta grande nesta direção. Se conseguir realizar essa interface o potencial é grande“. Resta saber se as marcas vão aderir, porque os usuários já estão por lá.

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As marcas no Twitter

18 de junho de 2009  |  Publicado em Mercado

most talked brands 2008 por Will Lion, no Flickr

Imagem: Most Talked about brands, 2008, por Will Lion, no Flickr em CC

Um estudo da E.Life, empresa que monitora a menção de marcas em redes sociais online, fez um ranking das marcas mais comentadas no Twitter entre 6 de maio e 2 de junho deste ano, que analisou 36.777 tweets. A Microsoft foi a marca mais falada pelos usuários do Twitter no Brasil, com 12,35% dos tweets. Atrás dela, com 10,64% veio o Linux e, em terceiro lugar, a Nokia, com 8,84%.

O maior número de tweets citando a Microsoft repercutia o lançamento do vine.net, proposta da empresa para concorrer com o Twitter, e tratava de questões sobre o Windows Vista. No caso do Linux, eram discussões e informações deste sistema operacional. Neste mês ganhou destaque com o lançamento de um netbook com Linux instalado.

Outros assuntos muito comentados foram o corte de funcionários da Nokia e o processo de fusão da Fiat com a Opel e a Chrysler. A Dell, devido a sua ação direta no Twitter, possui muitos depoimentos comentando seus produtos e promoções, enquanto que para LG e Samsung, os aparelhos celulares são os grandes responsáveis pelo buzz.

Confira, abaixo, o ranking das dez marcas mais citadas do Twitter, no Brasil, entre os dias 06 de maio e 02 de junho de 2009.

Marca Volume total Porcentagem
Microsoft 4545 12,35%
Linux 3915 10,64%
Nokia 3253 8,84%
Dell 1602 4,35%
Fiat 1233 3,35%
Mac OS 1053 2,86%
Intel 1027 2,79%
LG Electronics 976 2,65%
Universo Online 819 2,22%
Samsung 771 2,09%
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Bullet informa: Twitter é bom para o marketing

02 de junho de 2009  |  Publicado em Mercado

As empresas podem ter no Twitter uma importante ferramenta para impulsionar as vendas e realizar ações de marketing. A Bullet, agência de marketing promocional fez uma pesquisa com 3.268 usuários brasileiros entre os dias 27 e 29 de abril e divulgou, no dia 1º de junho, os resultados tanto em uma apresentação, como num documento para download.

O usuário-padrão do Twitter no Brasil é, em sua maioria (61%), homem, jovem-adulto, na faixa de 21 a 30 anos, solteiro e residente nos estados do Rio e Janeiro e São Paulo. Usuários intensivos da internet, os twitters costumam passar quase 50 horas semanais conectados, conhecem e usam as principais ferramentas da web 2.0. Mais que isso: 60% dos entrevistados são formadores de opinião e têm seus blogs. Eles conheceram a ferramenta por meio de amigos ou por posts em outros blogs.

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Conquistando o cliente pelo bolso

27 de março de 2009  |  Publicado em Mercado, Vendedores

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Promoções, compras em conjunto, descontos em datas especiais, fretes grátis. Além da comodidade de comprar em casa e da variedade de produtos, é impossível ignorar a importância do preço baixo na hora de conquistar o cliente. A facilidade de encontrar boas condições de preço na internet torna ainda mais importante a agilidade dos sites para enfrentar a concorrência. Conheça algumas das técnicas mais eficazes de conquistar clientes fiéis:

  • Escolha produtos de grande apelo para promoções, motivando o consumidor a fazer a escolha assim que receber a propaganda.
  • Estimule a compra conjunta, oferecendo produtos relacionados entre si.
  • Crie uma data para o final da promoção, de preferência bem próxima ao seu início. Isso estimula o consumidor a decidir o mais rápido possível pela compra.
  • Cumpra os prazos de final das promoções, para manter a credibilidade delas junto aos consumidores.
  • Ofereça fretes grátis sempre que puder. Assim, o cliente não precisa calcular custos extras e se sente animado a comprar.
  • Ofereça suporte necessário ao consumidor. Destaque os produtos em promoção no site e abasteça a página com todas as informações possíveis para ajudá-lo a escolher. Evite que ele precise tirar dúvidas, especialmente no caso de promoções de curta duração, quando dias e até horas fazem diferença na possibilidade de compra. Um site ágil complementa a boa impressão gerada pelo preço baixo – e garante a volta do cliente.

Imagem:  Money, no Flickr de Kiki99, CC-BY-NC-SA

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