Entenda o que é marketplace e faça o seu.

03 de setembro de 2010  |  Publicado em Mercado

O Marketplace é uma nova tendência no mercado online, assim como os Clubes de Compra. Hoje todos podem vender pela Internet, porém os Marketplaces possuem um modelo de negócios, para auxiliar os interessados, que não possuem um site ou não sabem por onde começar. Eles podem ser divididos por nichos específicos ou envolver uma grande plataforma. Podem realizar leilões pela Internet, ou vender de tudo, incluindo itens usados. A especialização e o público-alvo dependem da criatividade do dono do Marketplace.

Basta traduzir a palavra para entender do que se trata: lugar de vendas. Na verdade, um marketplace é um e-commerce bem estruturado em torno de um segmento e com finalidades bem definidas. Aqui no UOL a gente tem o TodaOferta. Para os artesãos, o Elo7. Quer criar o seu marketplace? O PagSeguro tem tudo para ajudar o seu negócio: contratos com todos os meios de pagamentos, segurança, garantia de que não haverá chargeback.

Pelo Brasil afora existem muitos empreendedores que sabem muito de negócio, embora não entendam (ainda) todas as possibilidades da internet. Se este é o seu caso, não hesite. Mande um e-mail para desenvolvedores@pagseguro.com.br que estamos a postos para ajudá-lo no desenvolvimento do seu produto.

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Vakinha ajuda nova celebridade do Twitter

19 de agosto de 2010  |  Publicado em Mercado

lucascelebridade_a casa

A casa de Lucas Celebridade, foco da campanha dos internautas. Via Marco Gomes

Na primeira sexta-feira de agosto, o Twitter foi sacudido com uma campanha inusitada: uma casa nova para o blogueiro Lucas Celebridade, conhecido no microblog como @lucasfamapop. Marcada por controvérsias, a campanha arrecadou mais de R$ 5 mil em um único dia para a reforma da casa do radialista, professor de língua portuguesa, ator e apresentador. E chegou aos TrendTopics, graças ao grande volume de mensagens. Luzilândia, Piauí, ficou conhecida. E o blog-coluna social do moço também.

Não é a primeira vez que o site Vakinha ajuda alguém. Há pouco mais de um ano atrás, em julho de 2009, Cristiano Santos também conseguiu uma soma considerável em pouquíssimo tempo graças à soma Vakinha e Twitter. Aproveitamos a oportunidade e conversamos com o Fabrício Milesi, diretor comercial do Vakinha.com.br para contar um pouco mais do serviço.

Vocês já estão com quase dois anos de serviço. O que mudou de lá pra cá?

Fabrício: O sistema permanece o mesmo, o que mudou foi a estratégia de expansão do Vakinha. Nossa ferramenta atende perfeitamente o objetivo da arrecadação entre amigos, o que mudamos nesse período foi concentrar nosso esforço em parcerias estratégicas e principalmente nosso modelo corporativo. Cada vez mais será comum ver nosso aplicativo “Fazer Vakinha” integrado a grandes lojas de e-commerce do Brasil, seja no site da própria loja ou através do Shopping Vakinha, site onde disponibilizamos todos os produtos de lojas afiliadas ao Vakinha já com a ferramenta integrada.

A proposta é disponibilizar para as lojas o melhor da ferramenta Vakinha que é o marketing gerado pelo cliente para seus amigos, e consequentemente levar a ferramenta Vakinha mais próximo de nosso usuário, ou seja, próximo ao seu sonho de consumo. Se não tiver com dinheiro, mas tiver amigos, Faça uma vaquinha!

Já é a segunda vez (Cristiano Santos e Lucas) que um movimento de ajuda no Twitter dá resultados rápidos. É sempre assim?

Fabrício: Com repercussão em mídia é a segunda vez sim. Já tivemos várias campanhas de vakeiros via twitter, mas nem todas tem essa repercussão. Não sabemos afirmar o segredo para as que deram certo, nos arriscamos a afirmar que, em ambos os casos, eram pessoas com uma rede social muito forte na internet e com credibilidade. Então, a partir da ação de pessoas próximas – com tweets e contribuições – a campanha é de certa forma validada, e outras se motivam a participar.

Soubemos que algumas pessoas tentaram doar e não conseguiram. Por que?

Fabrício: Em primeiro lugar, a vakinha do Lucas foi recorde de acessos num espaço curto de tempo. Não estávamos preparado para essa invasão em massa dos twitteiros brasileiros.

Tivemos 30 mil acessos em pouco mais de 1hora. E acabamos saindo do ar por 10 minutos. Nesse período as pessoas encontraram o site um pouco lento e acabaram não conseguindo concluir os pagamentos. Mas ao longo do dia atendemos facilmente essa demanda e, depois do pico, tudo funcionou normalmente e as pessoas conseguiram fazer as contribuições.

Outro motivo é que muitas pessoas ainda não estão acostumadas a fazer compras pela internet, e tem as mais diversas dificuldades possíveis, porém acreditamos que esse seja um problema comum a todos sites de e-commerce do Brasil.

Quantos usuários vocês tem hoje?

Fabrício: 50 mil vakeiros.

Quantas vakinhas ativas?

Fabrício: Acreditamos ser a maior fazenda digital da internet brasileira com mais de 25 mil vaquinhas. Com 25% delas ativas.

O serviço conquistou os brasileiros?

Fabrício: Estamos conquistando nosso espaço. Dentro do nosso mercado já temos uma posição significativa. Outro fator importante é estarmos nos consolidando entre os formadores de opinião como blogueiros e twiteiros que são sempre os primeiros a utilizarem a tecnologia e que espalham para os demais. Com muito esforço e dedicação somos cada vez mais lembrados pelos nossos usuários, que acabam divulgando nossos serviços.

Ainda acrescentaria que nossa marca está se valorizando cada vez mais com estas grandes repercussões o que nos aproxima a alcançar nossa meta de ser a referência para este tipo de serviço no Brasil.

Por quê?

Fabrício: Nossa ferramenta está totalmente integrada com as principais redes sociais, com estes recursos damos total condições da máxima divulgação possível pelo Vakeiro. Nosso fluxo de gerenciamento das vaquinhas e transparência nas informações relativas as transações também colaboram e muito em nosso crescimento. E, acima de tudo isso, nossa parceria com o Pagseguro permite que pessoas comuns possam receber contribuições parceladas via cartão de crédito de seus amigos. Com tanta opção de pagamento, fica até chato não colaborar.

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Indonésia, Brasil e Venezuela são líderes no aumento de uso do Twitter

16 de agosto de 2010  |  Publicado em Mercado

Jump on the social media wagon,  por Matt Hamm em CC

Ilustração: matt hamm em CC

A comScore divulgou pesquisa onde mostra o crescimento do Twitter em todo o mundo. Segundo o estudo, em junho cerca de 93 milhões de internautas visitaram o site de microblog, um aumento de 109% em relação a 2009, conquistado graças à aceitação da ferramenta em todo o mundo. O maior aumento aconteceu na Indonesia, com 20,8% dos usuários do país cadastrados, seguida pelo Brasil e pela Venezuela – onde a adesão deveu-se principalmente à criação da conta do presidente Hugo Chavez.

A explosão do crescimento do Twitter transformou o serviço em uma das redes sociais mais acessadas em todos os continentes. Hoje de cada 4 internautas, 3 estão lá, o que transforma o serviço em uma das atividades mais presentes na rede. O estudo da comScore avaliou internautas acima de 15 anos e excluiu todas as plataformas usadas para o Twitter, como o TweetDeck. Na tabela abaixo, o crescimento por região.

Visitas ao Twitter.com em todo o mundo
Junho 2010 vs. Junho 2009
Audiência total, acima de 15 anos, de casa ou do trabalho *
Fonte: comScore Media Metrix
Visitantes únicos (000)
Jun-09 Jun-10 % crescimento
Global 44.520 92.874 109
América Latina 3.792 15.377 305
Ásia e Pacífico 7.324 25.121 243
Oriente Médio e África 2.058 4.987 142
Europa 10.956 22.519 106
América do Norte 20.390 24.870 22

*Não foram computadas visitas de computadores públicos nem de celulares ou PDAs.

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Experiência do usuário: fale a língua dos clientes

10 de agosto de 2010  |  Publicado em Vendedores

Cada internauta usa seu site como quer e consegue. É por isso que, ao construir nosso e-commerce devemos considerar muitos fatores – tudo para que seja eficiente e resulte em conversão de vendas. Para que o e-commerce proporcione ótimas experiências de compra para todos os tipos de navegantes há pontos-chave (aqui ilustrados com bons e maus exemplos) que devemos considerar na arquitetura.

Menos banners, mais clareza

O uso excessivo de banners nas telas de produto polui a navegação, tira o foco e muitas vezes transmite uma sensação agressiva. Hoje em dia sites brasileiros são lotados de informações. Como todos são praticamente unânimes em utilizar esse artifício no estilo “vendedor chato querendo fechar a meta do mês”, parece que é o jeito certo e importante para a decisão de compra. Não é. Limpeza e foco nas vendas virtuais são campeãs. Podem acreditar.

Americanas.com Exemplo de poluição excessiva: Com tantos banners informando ofertas, o internauta não consegue nem ver os produtos oferecidos na primeira página do site. Resultado confuso na hora de navegar.

A dica: Coloque as informações de um jeito mais atraente dentro do fluxo da navegação, criando uma composição nos caminhos naturais das pesquisas do internauta. Outro jeito é transformar os banners, sempre que possível, em texto.

Links com cara de links

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Amazon já vende mais e-books que livros

04 de agosto de 2010  |  Publicado em Mercado

kindleAvessa a divulgar números, a Amazon mostrou, em julho, o desempenho de seu leitor de e-books Kindle. No comunicado, a empresa afirmou que nos últimos meses seus e-books têm superado, em unidades, a venda de livros de papel de capa dura. Segundo a Amazon, nos últimos três meses, para cada cem livros de capa dura comercializados foram vendidos 143 livros para o Kindle. Em junho, foram vendidos 180 e-books via Kindle para cada cem livros de capa dura.

Detalhe importante: o volume de e-books vendidos pelo site triplicou no primeiro semestre de 2010 em comparação com o mesmo período de 2009.

Segundo a Associação das Editoras Americanas, houve um crescimento de 163% em maio e de 207% de janeiro a maio. “As vendas de livros via Kindle tanto em maio quanto no período de janeiro a maio superaram essas taxas de crescimento”, afirmou a empresa.

Os mais vendidos para o Kindle são: Charlaine Harris, Stieg Larsson, Stephenie Meyer, James Patterson e Nora Roberts. A loja Kindle dos EUA tem mais de 630 mil livros, dos quais 510 mil são vendidos por 9,99 dólares ou menos.

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Qual é a cara da internet brasileira? Descubra no DigitalAge 2.0

03 de agosto de 2010  |  Publicado em Eventos

Digital Age

Qual é a cara da Internet brasileira? A julgar pelos cerca de 67 milhões de brasileiros online, já sabemos que é enorme, mas ainda há muito a entender. Empresas como Ibope/NetRatings, Experian Hitwise e, mais recentemente, comScore esquadrinham esse mercado em busca de respostas. Junto com Demi Getschko, diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (Nic.br), elas apresentarão seus números durante o Digital Age 2.0 2010, uma das melhores conferências sobre marketing e comunicação na internet.

No evento, que acontece dias 18 e 19 de agosto, será debatido o estado da Internet no Brasil no painel “O ‘freakonomics’ da Internet brasileira – o retrato falado da audiência by the numbers”. O objetivo é traçar um perfil da audiência online nacional 15 anos após o início da operação comercial da rede.

Segundo dados do Ibope/NetRatings, o Brasil teve 30,5 milhões de internautas ativos em junho, com tempo médio de uso do computador estimado em 30 horas e 2 minutos. Na média dos primeiros seis meses de 2010, o País teve 28,3 milhões de internautas – há dez anos, esse número era de 5 milhões.

A comScore, por sua vez, apontou 40,7 milhões de usuários únicos de Internet em maio – a conta leva em consideração pessoas com seis anos ou mais. Ao separar o grupo por faixa etária, a comScore traz à tona informações relevantes – como o fato de que, naquele mês, mais da metade (56,1%) tinha entre 15 e 34 anos.

Mais vertiginoso que o crescimento no número de usuários foi o de hosts no Brasil. Dados do NIC.br mostram que, em janeiro de 2000, tínhamos 446.444 hosts; em janeiro de 2010, eles já somavam 17,8 milhões. No ranking de hosts, o Brasil é o primeiro da América do Sul, o segundo nas Américas e o quinto no mundo.

As inscrições para o Digital Age 2.0 2010 estão abertas. A partir de agosto, a inscrição custará 1.850 reais. Quem já participou das edições anteriores tem desconto maior para inscrições com antecedência.

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Negócio sustentável é desafio

28 de julho de 2010  |  Publicado em Mercado

Lifebox - a caixa que vira árvore

Lifebox - a caixa que vira árvore. Foto: divulgação

A palavra é traiçoeira: sustentável. Usada para mostrar que as empresas se importam com o meio ambiente, em geral disfarçam uma bela maquiagem. Enquanto isso, no varejo tradicional – um tanto por pressão do mercado, um tanto por pressão dos consumidores – a onda já está no ar: incentivar uso de sacolas retornáveis, ajudar fornecedores a reduzir os impactos ambientais dos produtos que vão para a prateleira. Há marcas gigantes, como a Nokia, que investem pesado para reduzir os impactos de seus produtos. E pequenas empresas, como a Fujiro, de Blumenau, que se destacam por desenvolver produtos a partir de produtos reciclados.

E no e-commerce? O simples fato de criar sua loja online economiza alguns recursos naturais, mas consome outros. Além de selinhos como o “Meu blog é neutro“, há mais a fazer:

  • Planejar melhor a logística economiza combustível e tempo.
  • Menos embalagens mais qualidade – nos Estados Unidos já existem até caixas de papelão que se transformam em árvores.
  • Ajudar o seu consumidor a reciclar lixo eletrônico, publicando os pontos de coleta no seu site.
  • Incentivar uma cadeia produtiva mais humana – comprando de empresas certificadas, que atendam às leis fiscais e trabalhistas… a lista de critérios aqui é imensa.

O que mais você faria para ajudar o meio ambiente e seu negócio?

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10 dicas de mídia social para seu e-commerce

15 de junho de 2010  |  Publicado em Mercado

conexões, Erica Marshall em CC

Foto: Erica Marshall em CC

A mídia social mexe com os negócios online de novas e estranhas formas. Nossos clientes estão compartilhando mais e mais informação sobre o que fazem online e o que gostam. Conseguir que estas pessoas falem dos seus produtos (ou de você) nas redes sociais é um jeito sensacional de conseguir mais tráfego e novos usuários.

A grande dificuldade? No e-commerce o objetivo mais importante não é compartilhar, é vender. Até mesmo a Amazon, que estabelece como todo o planeta se comporta nesta área, deixa os links de compartilhamento escondidos – embora eles estejam na barra da direita, na primeira tela.

Estas são as dicas para melhorar seus “esforços de socialização” sem esquecer que seu negócio é vender.

1. Onde é que o barulho acontece?

Comece pelo começo: descubra onde é que seus usuários estão compartilhando informação. Este é o pedaço mais sensível e importante. O Add This, por exemplo, oferece as tendências de uso dos serviços cadastrados por lá. E você também sabe como os brasileiros que usaram o serviço compartilharam. O Share This também oferece alguns relatórios bastante interessantes.

A grande vantagem da internet é ter formas de medir tudo. É possível saber, com o filtro próprio no seu programa de métricas, quem mandou o quê para onde – do mesmo jeito que podemos saber de onde vieram os novos visitantes.

Quando souber quais são as redes mais usadas por seus clientes, inclua seus botões no desenho de seu site. Afinal você não quer 74 botões no seu layout, quer?

2. Foco onde está o barulho

Twitter e Facebook são as principais redes do mundo. Se você realmente vai trabalhar as redes sociais vai precisar de perfil por lá e de uma política muito clara de ação.

3. Use lugares únicos para seus botões

Em vez de deixar os botões no mesmo lugar em todo o seu site, ofereça esta possibilidade em lugares diferentes. Um bom exemplo disso: se o cliente acaba de fazer uma resenha do produto em seu site, ele já mostrou sua vontade de compartilhar. Então facilite a vida do usuário e permita que ele mande a resenha para o seu perfil do twitter ou facebook.

Há muitos outros lugares que podem ser usados: a página de agradecimento do checkout, o e-mail de confirmação da compra e suas newsletters são apenas algumas ideias. Navegar por seu próprio site vai lhe dar muitas outras, com certeza. Seja criativo!

4. Vídeos, as estrelas

Os internautas adoram vídeos. A Zappos teve um grande aumento nas vendas quando incluiu vídeos dos produtos nas páginas. Além disso, criar seu próprio canal no Videolog, por exemplo, permite não só que seus clientes compartilhem os vídeos, mas possam colocá-los em outros sites. Resumo da ópera: os vídeos espalham o seu produto pela internet afora.

5. Converse com os seus seguidores Leia mais…;

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PodMak agora tem apoio do PagSeguro

31 de maio de 2010  |  Publicado em Mercado, Vendedores

Está no ar o primeiro PodMak com patrocínio do PagSeguro. Neste programa, eles conversam com o Sr. Chico do MidiaBoom sobre planejamento de conteúdo em blogs. Este planejamento é importante para todos, principalmente para quem tem seu e-commerce.

Escreva em um papel um planejamento do que vai escrever no seu blog, quais os assuntos serão mais pertinentes e vão dar mais audiência? E mais do que isso, você possui um planejamento de marketing para o seu blog? Aonde está meu blog? Aonde ele quer chegar? Como chegar ate esse objetivo? Essas são algumas perguntas que você deve sempre fazer e, lógico, começar a colocar no papel.

Com vocês, o primeiro programa.

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Como usar os insights de pesquisa para seu negócio

21 de maio de 2010  |  Publicado em Mercado, Vendedores

Google Insights para pesquisa Esta dica veio direto do Blog Varejo Online, mantido pelo Google Brasil. Muitos anunciantes têm curiosidade de saber quais são os termos mais buscados nas categorias de varejo. A ferramenta gratuita Google Insights para Pesquisa ajuda a descobrir isso e revela também quais os termos que mais cresceram em buscas nas categorias. Basta acessar e escolher os filtros de região, período e a categoria que deseja analisar. Quando você quiser analisar as pesquisas mais comuns em uma categoria específica, não coloque nenhum termo na caixa de pesquisa da ferramenta. Utilize apenas o filtro da categoria e, se quiser, aplique também um filtro por Estado. A ferramenta permite descobrir as pesquisas mais comuns e, ainda por cima, permite incorporar um gadget ao seu site ou blog (vale para intranets) o que permite acompanhar em tempo real as mudanças na sua pesquisa.

É um jeito fácil, rápido e poderoso de descobrir tendências, segmentá-las e aumentar o seu poder de fogo na internet. Experimente.

Dica útil: se você quiser um tanto de isenção na pesquisa, saia da sua conta Google quando executar suas pesquisas. Além de alguma mudança nos resultados, isso impede que o motor de busca arquive suas buscas por lá.

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Blog do PagSeguro