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Drimio: uma rede social para marcas

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Lançada há pouco mais de um mês (20 de maio de 2009), depois de dois meses em beta fechado, a rede Drimio é uma ferramenta brasileira que reúne marcas e seus consumidores de um jeito um tanto diferente. Segundo o “quem somos” do serviço:

Nós vivemos em um mundo de marcas. Aquelas letrinhas, às vezes sem sentido aparente, que dão nome e sobrenome aos produtos e serviços que usamos todos os dias. Nomes que adotamos consciente ou inconscientemente e que facilitam nossas vidas quando temos que optar por algo.

Milhares de marcas nascem todos os anos, e a forma como nos relacionamos com elas depende de inúmeros fatores, alguns mais lógicos e racionais, outros mais subjetivos e ligados à emoção.

Para que você possa explorar e compartilhar sua relação com as marcas que almeja, admira e utiliza, criamos o Drimio, uma rede social que permite acesso a um conteúdo exclusivo, produzido por pessoas que assim como você, são consumidores, fãs, admiradores e apaixonados por marcas.

Nosso objetivo com o Drimio é prover o melhor ambiente e estrutura para que você se relacione com outras pessoas por meio das marcas que você tem como referência. Este é um ambiente colaborativo, construído por você e para você.

O Drimio é uma rede inovadora, com ferramentas e aplicações que permitem que consumidores e marcas interajam com opiniões, idéias, conteúdo útil e relevante.

Como toda rede social, o Drimio consome tempo, energia, esforços e muita busca. Como disse o Fugita no Startupi: “Com toda essa história de mídias sociais e marcas querendo se relacionar com o consumidor que agora tem o tal poder de voz, o Drimio é uma aposta grande nesta direção. Se conseguir realizar essa interface o potencial é grande“. Resta saber se as marcas vão aderir, porque os usuários já estão por lá.

As marcas no Twitter

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Imagem: Most Talked about brands, 2008, por Will Lion, no Flickr em CC

Um estudo da E.Life, empresa que monitora a menção de marcas em redes sociais online, fez um ranking das marcas mais comentadas no Twitter entre 6 de maio e 2 de junho deste ano, que analisou 36.777 tweets. A Microsoft foi a marca mais falada pelos usuários do Twitter no Brasil, com 12,35% dos tweets. Atrás dela, com 10,64% veio o Linux e, em terceiro lugar, a Nokia, com 8,84%.

O maior número de tweets citando a Microsoft repercutia o lançamento do vine.net, proposta da empresa para concorrer com o Twitter, e tratava de questões sobre o Windows Vista. No caso do Linux, eram discussões e informações deste sistema operacional. Neste mês ganhou destaque com o lançamento de um netbook com Linux instalado.

Outros assuntos muito comentados foram o corte de funcionários da Nokia e o processo de fusão da Fiat com a Opel e a Chrysler. A Dell, devido a sua ação direta no Twitter, possui muitos depoimentos comentando seus produtos e promoções, enquanto que para LG e Samsung, os aparelhos celulares são os grandes responsáveis pelo buzz.

Confira, abaixo, o ranking das dez marcas mais citadas do Twitter, no Brasil, entre os dias 06 de maio e 02 de junho de 2009.

Marca Volume total Porcentagem
Microsoft 4545 12,35%
Linux 3915 10,64%
Nokia 3253 8,84%
Dell 1602 4,35%
Fiat 1233 3,35%
Mac OS 1053 2,86%
Intel 1027 2,79%
LG Electronics 976 2,65%
Universo Online 819 2,22%
Samsung 771 2,09%

Bullet informa: Twitter é bom para o marketing

As empresas podem ter no Twitter uma importante ferramenta para impulsionar as vendas e realizar ações de marketing. A Bullet, agência de marketing promocional fez uma pesquisa com 3.268 usuários brasileiros entre os dias 27 e 29 de abril e divulgou, no dia 1º de junho, os resultados tanto em uma apresentação, como num documento para download.

O usuário-padrão do Twitter no Brasil é, em sua maioria (61%), homem, jovem-adulto, na faixa de 21 a 30 anos, solteiro e residente nos estados do Rio e Janeiro e São Paulo. Usuários intensivos da internet, os twitters costumam passar quase 50 horas semanais conectados, conhecem e usam as principais ferramentas da web 2.0. Mais que isso: 60% dos entrevistados são formadores de opinião e têm seus blogs. Eles conheceram a ferramenta por meio de amigos ou por posts em outros blogs.

Conquistando o cliente pelo bolso

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Promoções, compras em conjunto, descontos em datas especiais, fretes grátis. Além da comodidade de comprar em casa e da variedade de produtos, é impossível ignorar a importância do preço baixo na hora de conquistar o cliente. A facilidade de encontrar boas condições de preço na internet torna ainda mais importante a agilidade dos sites para enfrentar a concorrência. Conheça algumas das técnicas mais eficazes de conquistar clientes fiéis:

  • Escolha produtos de grande apelo para promoções, motivando o consumidor a fazer a escolha assim que receber a propaganda.
  • Estimule a compra conjunta, oferecendo produtos relacionados entre si.
  • Crie uma data para o final da promoção, de preferência bem próxima ao seu início. Isso estimula o consumidor a decidir o mais rápido possível pela compra.
  • Cumpra os prazos de final das promoções, para manter a credibilidade delas junto aos consumidores.
  • Ofereça fretes grátis sempre que puder. Assim, o cliente não precisa calcular custos extras e se sente animado a comprar.
  • Ofereça suporte necessário ao consumidor. Destaque os produtos em promoção no site e abasteça a página com todas as informações possíveis para ajudá-lo a escolher. Evite que ele precise tirar dúvidas, especialmente no caso de promoções de curta duração, quando dias e até horas fazem diferença na possibilidade de compra. Um site ágil complementa a boa impressão gerada pelo preço baixo – e garante a volta do cliente.

Imagem:  Money, no Flickr de Kiki99, CC-BY-NC-SA

Primeiro conquiste, depois venda

Esta semana, Seth Godin, um dos mais aclamados autores sobre marketing na internet, publicou uma história que, além de inspiradora, ensina a vender – em qualquer ambiente.

Ele conta a história de quando os parquímetros em nova York funcionavam com quarters (25 centavos). Naqueles tempos, ao andar pela rua, um homem chegou e perguntou “Você pode trocar quatro quarters por um dólar?” e mostrou os 4 quarters para o Seth. Ele entrou no jogo e deu uma nota de um pelas 4 moedas.

Foi quando o homem perguntou: “você pode me emprestar um quarter?”.

Este tipo de interação – em que primeiro você oferece algo e envolve o seu interlocutor, é quase sempre o melhor jeito de fechar um negócio. Primeiro se cuida da relação, se faz uma troca justa – provavelmente melhor para o usuário do que para quem oferece. Depois que o vínculo se formou, é muito mais difícil para o usuário dizer não. Se este mesmo homem o tivesse abordado e perguntado: “Você pode gastar um quarter?” ele seria invisível, não é?

O conselho, óbvio, é o que está no título do post: primeiro conquiste o vínculo. Isso exige doação de algo – um serviço? Uma garantia? Uma informação preciosa? Cada caso é um caso. Depois, corra para o negócio fechado.
Boas vendas!