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Saiba como usar as cores no e-commerce

As cores mexem com a mente do ser humano de diversas maneiras, afetando inclusive em uma decisão de compra. O psicológico do consumidor é algo determinante para uma venda ser concretizada, e no e-commerce não é diferente.

A escolha de cores em uma loja virtual deve seguir um padrão de acordo com o tema da loja, dos produtos, o projeto e que gere empatia com o cliente. Botões, banners, logotipo, links, textos e outros elementos devem seguir um esquema de cores que deixem a navegação mais atrativa para o internauta. Veja abaixo as características de cada cor e sua função no e-commerce.

Vermelho

Poder, energia, amor, ternura, agressão, colisão e paixão. É a cor que estimula todos os tipos de apetites. Indispensável para sites de entretenimento adulto. Cor do sangue.

Laranja

Criatividade, alegria, entusiasmo, diversão, alta espiritualização e juventude. O laranja é menos intenso que o vermelho, o que representa a jovialidade, também usado para mostrar divertimento, alegria e estimular o apetite. Um fato interessante é que pode fazer produtos caros parecerem mais baratos. Uma boa sugestão para produtos em promoção.

Amarelo

Otimismo, alegria, esperança, filosofia, desonestidade, covardia, traição. A cor amarela ajuda o seu cérebro a liberar serotonina, que faz as pessoas se sentirem felizes e cheias de energia.

Azul

Verdade, conservadorismo, segurança, tecnologia, limpeza, tristeza e ordem. O azul escuro é ideal para os negócios porque simboliza a estabilidade financeira, profissionalismo e fidelidade É a cor que possui menor rejeição no mundo.

Verde

Ambiental, ecológico, frescor, calma, harmonia, saúde, inexperiência, dinheiro, natureza e tranquilidade. O verde representa a vida na maioria de suas aplicações. É uma cor muito agradável e neutra, podendo ser considerada em alguns casos quente e em outros fria. Graças a estas propriedades e a representação de natureza, muitas empresas tem usado esta cor.

Rosa

Apreciação, delicadeza, feminilidade, floral, gentileza, gratidão, inocência, romantismo, leveza e tranquilidade. O Rosa é a cor mais feminina de todas, pois trás a sensação de delicadeza e inocência. É uma cor suavizada do vermelho e expressa a visão das garotinhas, balas de goma e doces. No e-commerce diretamente associado ao universo feminino.

Roxo

Cerimônia, alto valor, fantasia, justiça, mistério, notoriedade, realeza, sofisticação e espiritualidade. O roxo é uma combinação de vermelho e azul, trazendo características de ambas as cores, mas com força de realeza ou luxúria. Usado para representar produtos de luxo, de alto valor.

Marrom

Calma, profundidade, terra, natureza, rascunho, riqueza, simplicidade, seriedade, submissão, cacau, café, utilidade e madeiramento. Muito usado em sites relacionados à construção civil, produtos naturais, produtos ecológicos. É uma cor mais quente, mas no sentido de aconchego.

Preto

Autoridade, rigidez, clássico, conservador, formalidade, mistério, tradição. Preto é tecnicamente a absorção de todas as cores. Por conta disso ele representa a autoridade, rigidez, elegância e tradição. Pode ser encontrado em muitos logos com simplicidade e sofisticação.

Cinza

Autoridade, mentalidade corporativa, humildade, praticidade, respeito, estabilidade e neutralidade. Cinza é um tom entre branco e preto, decorrente disso ele é uma mistura de ambos, está em um ponto entre as dualidades como o bem e o mal, normalmente vem acompanhado de outra cor, já que combina com a maioria por ser uma cor neutra. Usado por em sites de tecnologia, produtos de última geração.

Branco

Limpeza, inocência, paz, pureza, refinamento, esterilidade, simplicidade, confiabilidade e rendimento. Branco é universalmente a cor da paz e da pureza, mas cuidado, em algumas culturas orientais, o branco representa a morte e deve ser evitado. Muito usado em sites com jogos de negativo/positivo, ou com textos reversos.

Fonte: Blog do E-commerce
Foto: Bernat

Aumente as vendas de seu e-commerce atraindo o seu cliente

photo by El_Enigma

O e-commerce no Brasil já está bem assimilado pelos consumidores de uma forma geral. As pessoas usam muito mais a internet hoje, movimentando o e-commerce com cada vez mais transações, pesquisando preços e produtos e sendo cada vez mais exigentes com suas compras.

Para José Patriota, especialista em e-commerce da eWave do Brasil, está surgindo uma nova onda de lojas virtuais no Brasil. As lojas precisam se adequar para satisfazer o cliente, encontrando soluções para os produtos que eles procuram e personalizando a venda. “As visualizações dos consumidores são mapeadas, mesmo sem a conclusão da compra, pois isso revela um desejo do consumidor. Assim, é possível oferecer posteriormente o produto desejado com um desconto personalizado, por exemplo”.

Uma estratégia interessante é a venda combinada. No momento da compra, o site oferece produtos similares ou complementares ao que está sendo comprado, ou de outras marcas, com depoimentos de outros clientes do site, além mudanças visuais e de designs na loja.

Uma novidade importante é a possibilidade de acessar a loja virtual de diferentes dispositivos. “ele pode iniciar uma pesquisa de compra em casa, utilizando um notebook ou um PC e, de repente, caso precise mudar de dispositivo, ele pode continuar do seu iPad do exato momento onde parou. Caso ele saia de casa, nada impede, ainda, que ele conclua a compra através do smartphone”, conclui José.

Fonte: Blog do E-commerce
Foto: El_Enigma

4 lições do varejo para o seu ecommerce

 

Produtos Quentes
Como em uma loja de rua, os produtos que oferecem melhores condições ou mais procurados ocupam a frente da loja. Essa mesma regra deve ser utilizada no mundo virtual, além das promoções, é possível criar seções de produtos mais procurados, mais comprados, mais favoritados. O mais importante é que esta informação chegue ao cliente que perguntou, evitando excesso de informação.

Segmentação Comportamental
Um vendedor de loja por muitas vezes conhece seus clientes, ou consegue identificar gostos e preferências. Através das interações do seu cliente, – busca, comentário, compartilhamento, votação, crie uma base de dados que lhe permita oferecer os produtos que ele realmente quer.

Colecione Emoções
Um produto na maioria das vezes sempre provoca algum tipo de emoção nas pessoas, porém essa forma de expressão virtualmente só pode acontecer por meio de comentários, que muitas vezes são incompreensíveis no nível visual. Em vez do tradicional sistema voto (1 a 5 ou ótimo, bom, médio, ruim), oferecer termos que se adaptem as emoções como: Adorei, Incrível, Estranho, Importante, Detestável, entre outros tantos. E convertê-los para símbolos visuais que demonstrem uma emoção, criando assim mais uma referência.

Objetivo: Vender
Normalmente as vendas virtuais sempre são tratadas para maximizar o número de itens que compõem o carrinho final, utilizam-se ferramenta como “Compre um Melhor (UpSell)”, “Quem comprou isto, comprou aquilo (CrossSell)”. Porém, isso poderá funcionar como atritos que diminuem a impulso de vendas imediatas. Ou seja, aproveite o impulso e faça a venda imediata. Tudo o que o cliente quer, em geral é escolher o que quer, pagar sem percalços e receber seu pacote em casa o mais rápido possível.

Via: Mundo Ecommerce. Crédito da imagem: United Colors, maistora, CC-NC-ND.

Publicidade em equipamento móvel ajuda e-commerce

Os smartphones estão se tornando uma verdadeira vitrine publicitária e impulsionando as vendas nos computadores tradicionais, afirma uma pesquisa recente da consultoria Nielsen feita no mês de julho. As informações são do site eMarketer.

Segundo os números da empresa de pesquisas, 22% dos donos de smartphones nos Estados Unidos realizaram uma compra no computador após visualizar um anúncio mobile. Esse número é quatro vezes maior do que a porcentagem de usuários que fizeram compras em seus smartphones (5%) a partir de publicidade móvel.

Entre os usuários de tablet, a taxa de resposta nos computadores é ainda maior, já que 25% dos entrevistados disseram ter feito compras em um PC após visualizar o anúncio no seu iPad ou outro aparelho do tipo. Porcentagem três vezes maior do que as compras geradas nos tablets por meio de anúncios móveis (8%).

Um dos motivos que pode explicar a maior taxa de compras feitas a partir de tablets em relação a smartphones é a tela maior do aparelho, que o torna mais propício ao uso em casa do que durante o trânsito das pessoas, além de ser mais confortável para as compras em sites.

Vale notar que 17% dos donos de tablets buscaram por mais informações de um produto que viu anunciado, número um pouco superior aos 14% registrados entre os usuários de smartphones naquele país.

Além disso, a pesquisa da Nielsen mostra que a habilidade de os smartphones e tablets entregarem anúncios altamente direcionados com base em localização agrada mais aos jovens.

Quase metade dos entrevistados entre 13 e 17 anos (45%) disse achar esse tipo de publicidade mais útil do que os anúncios tradicionais. No entanto, esse número cai para 32% entre as pessoas de 35 a 44 anos e mais ainda, para 22%, entre quem tem de 45 a 54 anos.

Via IDGNow!. Crédito da imagem: Fatma .M via Compfight.

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CEOs não usam redes sociais

Em tempos de boom das redes sociais, uma classe especial de executivos não parece estar muito preocupada com as novas mídias. De acordo com uma pesquisa do site CEO.com, apenas 19 dos principais executivos das 500 maiores empresas do mundo (listadas pela revista Fortune) estão no Twitter. Pior: apenas nove estão ativas.

Entre esses nove perfis “para valer”, destaque para o de Rupert Murdoch, que entrou no Twitter em janeiro e já tem 237 mil seguidores, perto da CEO da HP, Meg Whitman, com 243 mil. O investidor Warren Buffet, um dos homens mais ricos do mundo, obteve 100 mil seguidores com apenas um post.

Outros destaques da pesquisa:

  • O Linkedin é a rede preferida dos CEOs – 129 (25%) deles estão na rede para contatos profissionais.
  • Apenas 38 estão no Facebook, sendo que somente dois possuem mais de 500 amigos.
  • Só 4 estão no Google+, sendo que um, obviamente, é Larry Page (co-fundador do Google).
  • Nenhum está no Pinterest, a rede mais badalada do momento.
  • 70% dos principais CEOs do mundo não está em qualquer rede social.

Via: ComputerWorld. Crédito da imagem: Wade Courtney via Compfight.

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Comprar e vender pela internet? Conheça o PagSeguro

 

Hoje podemos comprar praticamente tudo na internet. Mas algumas pessoas não utilizam da praticidade das compras online, por medo, por não saberem como a transação será realizada ou pelas mais diversas dúvidas. Todos esses empecilhos podem ser deixados para trás, pois com PagSeguro a internet se tornou a forma mais rápida e segura de efetuar transações.

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Os 4 Ps aplicados ao ecommerce

Target MarketCreative Commons License Poster Boy via Compfight

Atualmente, o marketing é peça fundamental para qualquer negócio, e no e-commerce não é diferente. Um dos assuntos mais estudados por profissionais da área é o mix de marketing, dividido pelo famoso “4Ps”: Produto, Preço, Praça e Promoção. Como estes elementos se apresentam no comércio eletrônico?

Produto

“Produto é a oferta de uma empresa que satisfaz uma necessidade”. É necessário que o produto oferecido satisfaça seu público-alvo em todas as suas necessidades, por isso a construção do mix de produto adequado é fundamental. No comércio eletrônico a estratégia de “Long Tail” (cauda longa) também ajuda muito: você usa carros-chefes, mas também atende demandas periféricas, que seriam impossíveis em lojas físicas. E também pode dar atenção a produtos que atendam a alguns clientes, outros para intermediários, sazonais e os temporários.

Preço

Marketing nada mais é do que trocar benefícios, tanto para o lojista quanto para consumidor. Definir preço não é fácil! Com o mercado extremamente disputado, o preço é a variável de decisão de compra e deve ser definido com muita exatidão. Há 4 fatores que devem ser analisados para determinar preço:

  • Qual objetivo de venda ou lucro?
  • Qual o custo dessa oferta?
  • Existe demanda para esse produto?
  • Como a concorrência trabalha?

Praça

Após definir Produto e Preço, chega a hora de colocar no ar. Como estamos falamos de comércio eletrônico, além de como expor os produtos (clique no link e veja nossos artigos a respeito) é necessário pensar também na entrega – ou seja, em distribuição, armazenagem, logística.

Promoção

O último P, promoção, é a comunicação entre o lojista e o consumidor. No ambiente on-line existem inúmeras maneiras de divulgar um produto: links patrocinados, banners, blogs, compradores de preço, e-mail marketing. O primeiro passo de uma comunicação efetiva é definir qual o público alvo e qual sua verdadeira necessidade. A comunicação quando não é bem planejada pode ser fatal. E com a forte influência das mídias sociais, qualquer erro pode se transformar em uma barreira.

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Fonte: http://enext.com.br/blog/

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Como a mídia social influencia compras online: uma sondagem



No início de junho a especialista Carolina Terra fez uma pesquisa com usuários de internet (Facebook e Twitter) para entender como as mídias sociais influenciam suas decisões de compra. A pesquisa é uma sondagem e não pode ter fins científicos por não usar os parâmetros estatísticos necessários. Mas é um ótimo termômetro do que acontece – e o melhor: só com consumidores brasileiros, coisa rara, não é?

Foram 131 pessoas, a maioria mulheres (72%), uso diário da internet (ou mais de uma vez por dia ou o dia todo) e usuários de redes sociais. Segundo as respostas, 91% dos entrevistados pesquisam, sim, antes de comprar.

Vejam quem está formando as opiniões dos clientes:

  • Opiniões em sites de reclamação (70%)
  • Opiniões ou resenhas em blogs; tweets, posts no Facebook e Vídeos (68%)
  • O que amigos e familiares dizem a respeito (52%)
  • A rede de contatos e as opiniões em sites de comércio eletrônico praticamente empatam, com 43% e 44% cada…

Conclui Carolina, especialista em Relações Públicas e Comunicação Organizacional:

Já era de se esperar que fontes como família e amigos exercessem grande influência sobre as opiniões antes da compra. Porém, um dado que chamou a atenção na pesquisa foi que os sites de reclamação foram o fator de maior impacto na decisão de compra dos participantes, o que nos gera uma oportunidade e uma ameaça do ponto de vista da comunicação organizacional.

Oportunidade no sentido de trabalharmos as reclamações que ali (sites de reclamação) se encontram e dar destino e retorno ao cliente. E ameaça porque uma vez com uma imagem ruim nesse ambiente, a organização dificilmente consegue reverter a percepção dos que ali navegam e isso pode impactar em diminuição do faturamento, boca a boca negativo etc.

Para ver a pesquisa completa, acesse aqui.

Fonte: RPalavreando
Imagem: Adam Fagen