Como o botão +1 afeta o SEO

29 de março de 2012  | 

Desde que surgiu, o botão +1 é um mistério tanto para usuários quanto para os produtores de conteúdo. Ele é diferente do Curtir do Facebook, que não compartilha diretamente conteúdo no stream do usuário. Mas para a gigante de buscas, a ligação entre o seu uso social e as buscas é quase inevitável.

O Google define o +1 como uma função que ajuda as pessoas a compartilhar e descobrir conteúdo relevante dentro de sua própria rede, entre pessoas que já conhece e em quem confia. Os usuários podem dar +1 para diferentes tipos de conteúdos: resultados de buscas, sites, anúncios. Ao clicar, o conteúdo pode ser visto na aba +1 de seu perfil, nas buscas e nos sites que usam o botão.

A coisa ficou mais séria quando, no começo do ano, o Google lançou o Search plus. O diretor do produto, Jack Menzel, explicou que o com o Google+ os usuários podem fazer buscas entre informações compartilhadas só com eles, não apenas nos sites públicos. Segundo o blog Conversation Marketing, nesta nova modalidade, os resultados que receberem muitos cliques no +1 aparecerão em primeiro lugar.

A empresa veio a público e explicou a sua proposta, mas não está claro ainda, como tudo isso vai afetar os rankings das buscas. É uma nova quebra de paradigma para tudo o que já sabemos.

Como o botão afeta o meu site na “busca social”?

Ele tem um efeito indireto no ranqueamento do site. Isso não quer dizer que links com muitos cliques no botão subirão nos resultados da busca tradicional. Quando o usuário clica no +1, ele aprova o seu conteúdo e então mostra as buscas relacionadas no mesmo assunto. Quando está fazendo a busca logado, o internauta tende a preferir este conteúdo, já que seus conhecidos o indicaram como relevante.

 

A mesma coisa se aplica aos internautas que não estão logados quando realizam sua busca. Quando ele procura pelo mesmo termo, os resultados mostram quantos +1 eles receberam, que também é uma forma de validação.

O que isso tem a ver com SEO?

Os links com +1 têm mais chances de CTR maiores, além de também provavelmente serem mais compartilhados nas outras redes sociais. Rand Fishkin, CEO e co-fundador do SEOmoz, testou como funcionam os resultados de busca e o compartilhamento no Twitter e no Facebook. Ele encontrou uma relação positiva entre o número de retuites e compartilhamentos e o ranking do link. Isso significa que quanto mais o link é transmitido no Twitter e no Facebook, melhor o seu posicionamento.

Conclusões

Cliques no +1 podem indiretamente afetar o pagerank. Quanto mais cliques houver, provavelmente seu CTR vai aumentar, o que pode levar ao aumento de compartilhamento em redes sociais e melhorar seu posicionamento na busca orgânica do Google. É importante lembrar que é uma correlação e não uma relação de causa e efeito.

Ou seja, os efeitos do +1 no SEO são indiretos, você não deve deixar de lado nenhuma prática tradicional que já adota – e muito menos as melhorias, que devem ser constantes. Link building, palavras-chaves relevantes e boa estrutura de URL continuam a ser fundamentais para bons resultados.

Ainda precisamos reunir mais informações sobre a função do botão +1 e sua influência sobre as buscas. O próprio Google disse: “Para que o +1, como qualquer novo fator de ranking, começamos com cuidado e estamos aprendendo quais são os sinais de qualidade”.

Para os especialistas na otimização para buscas, uma coisa é óbvia: todo e qualquer fator afeta o SEO. Você usa o botão? Notou mudanças? Conte para a gente como isso influenciou os seus negócios (se influenciou).

Via: Mashable

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Entrega é hora de continuar a fazer marketing

19 de março de 2012  | 

Christmas, Tamurello, CC-BY-NC-SA

A hora de entregar o seu produto é uma oportunidade de ouro para estreitar o contato com o seu cliente. Por que?

  1. O cliente está super feliz de ter chegado seu pedido;
  2. O ato de abrir uma caixa já cria uma expectativa na pessoa;
  3. Qualquer coisa que venha a mais vai soar como uma vantagem muito maior que o valor real do brinde.

Alguém compra um presente e manda entregar e, ao invés de receber só o que a pessoa lhe enviou você recebe um cupom com 20% de desconto para retribuir o presente ou comprar o que quiser a mais, é como um bônus e quem o recebe tende a usá-lo.

Além do desconto, você pode pensar brindes, sorteios, livros, pequenos mimos que conquistem. Isso se chama Marketing one-to-one. O conceito baseia-se em clientes individuais e na personalização de produtos e serviços, através do conhecimento que vem do diálogo e do feedback de cada cliente.

No marketing direto a empresa procura os clientes adequados aos seus produtos. No marketing one-to-one ocorre precisamente o contrário. A empresa sabe o que o cliente quer, por isso procura os produtos adequados para esse determinado cliente. Com isso, esta técnica distancia-se bastante do marketing tradicional que, baseado num esquema de competição absoluta, uniformiza os produtos e serviços, num mercado em que os clientes podem não ser muito fiéis.

Projeções de mercado são o que ajuda as empresas a conhecê-los no marketing tradicional e, embora o objetivo também seja o de conquistar mais clientes, não se aplica tanto em conservá-los, ao contrário do marketing one-to-one. “As empresas devem deixar de enfatizar o marketing conquistador de clientes e passar a enfatizar o marketing retentor de clientes”, ressalta (KOTLER, 1998).

O marketing pretende contribuir para o aumento dos lucros de uma empresa. Mas o marketing one-to-one é diferente: quer, obviamente, fazer crescer os lucros, porém dando lugar de destaque ao cliente, por meio de um processo de fidelização e de aprendizagem, derivado das exigências deste.

A série hoje mais utilizada é aquela indicada por PEPPERS & ROGERS (1997), composta de 4 etapas:

a) Identificação – consiste em distinguir os clientes individualmente, em detalhes, e ser capaz de reconhecê-los em todos os pontos de contato, em todas as formas de mensagem, ao longo de todas as linhas de produtos, em todos os locais e em todas as divisões.

b) Diferenciação – significa categorizar os clientes da empresa por suas diferentes necessidades. Isso pode ser feito de duas formas: pelo nível de valor para sua empresa e pelas necessidades que têm de produtos e serviços de sua empresa.

c) Interação – esta etapa está intimamente ligada à de diferenciação e à de personalização. Além de saber como as necessidades de seus clientes mudam, é necessário um processo de utilização dos feedbacks interativos de um cliente em particular para que seja possível deduzir quais são as necessidades específicas daquele cliente.

Essa interação com o cliente deve-se estabelecer de forma contextualizada. Assim, por exemplo, uma nova conversa deve iniciar-se onde a última terminou, não importando há quanto tempo ocorreu ou por que meio ocorreu (call-center, Web, ou no escritório do cliente).

c) Personalização – significa a capacidade de a empresa tratar um cliente particular de forma diferente, de acordo com o que aquele cliente informou durante uma interação com a área de vendas ou de marketing. Isso tem sido conseguido pelo processo denominado personalização em massa de um produto ou a personalização das opções oferecidas em volta do produto – criação de uma variedade de produtos altamente específicos a partir de componentes distintos ou módulos.

Essas técnicas podem permitir estabelecer um contato mais direto com os clientes e facilitar a percepção de quem estaria realmente interessado em comprar o produto ou serviço, através da utilização conjunta do marketing one-to-one e das ferramentas de suporte à decisão .(BI)

 

Referências:

KOTLER, Philip. Administração de Marketing: Análise, planejamento, Implementação e Controle. São Paulo: Atlas, 5ª ed., 1998.

PEPPERS Don, ROGERS Martha. Enterprise one-to-one. Currency/Doubleday, 1997.

Via http://www.santangelo.adm.br/, foto: Tamurello, CC-BY-NC-SA

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Em 2011 e-commerce cresceu 26%

15 de março de 2012  | 

seta para cima

O comércio eletrônico brasileiro continua apresentando excelentes resultados. De acordo com a e-bit, empresa especializada em informações do e-commerce, o setor cumpriu o previsto e faturou R$ 18,7 bilhões, valor nominal 26% maior que o alcançado em 2010. O tíquete médio ficou em R$ 350, com 9 milhões de novos e-consumidores, sendo que, desse total, 61% são da classe C. Já são 32 milhões de consumidores que compraram, ao menos uma vez, via web.

Todos estes dados fazem parte da 25° edição do relatório WebShoppers, elaborado pela e-bit, com apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio).

Um detalhe que chama a atenção no relatório é a ascensão nas vendas de moda e acessórios. “A categoria era pouco procurada por causa da falta de padronagem e da necessidade dos consumidores em experimentar as peças antes da compra. Essas questões passaram a ser trabalhadas pelos varejistas e os resultados começaram a aparecer”, destaca o Diretor Geral da e-bit, Pedro Guasti.

Como aproveitar o cenário favorável

Se você não tem ainda um e-commerce, mas tem vontade, este pode ser um bom momento. Depois de definir o produto que será vendido crie sua conta no Pagseguro para receber os pagamentos de forma segura. Daí escolha um sistema de loja on-line. Uma dica é usar o UOL HOST que tem diversas opções e todas integradas ao Pagseguro.

Feito isso é só cadastrar os produtos, esperar as vendas começarem e despachar tudo para os compradores. E claro ficar ligado aqui no blog do PagSeguro para dicas e informações para deixar seu e-commerce ainda melhor. Só não esqueça de vir contar para gente o sucesso da sua loja virtual nova.

foto: eugenijusr CC-BY

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Integração de dados online e off é tendência

13 de março de 2012  | 

Unplugged, PhotoSteve, CC-BY

Segundo pesquisa apresentada em fevereiro de 2012 pela Econsultancy em parceria com a Adobe 90% das empresas globais com operação na internet acreditam que o uso de dados coletados online serão importantes (51%) ou muito importantes (39%) para otimizar suas operações off-line nos próximos anos. As agências e consultorias concordam: 49% afirmam que os dados online serão importantes e 43% muito importantes para as operações off-line de seus clientes.

Por outro lado, os comerciantes também acreditam que o uso de dados off-line para otimizar as atividades online serão importantes (42%) ou muito importantes (47%) para os próximos anos. Entre as agências e consultorias entrevistadas, 38% indicam que isso será importante para os seus clientes e 52% muito importante.

No geral, 73% das empresas e 75% das agências ou consultorias entrevistadas concordam que os comerciantes terão uma abordagem mais transversal este ano no que diz respeito ao uso de dados coletados nos canais on-line e off-line.

O estudo também mostra que a necessidade de obter dados em tempo real cresce entre as empresas, com cerca de 3 em cada 5 executivos afirmando que dados instantâneos com precisão de 80% são mais importantes que dados 100% precisos gerados há três meses. Uma proporção ainda maior de agências entrevistadas (66%) pensam da mesma forma.

Embora as empresas reconheçam a necessidade de obter dados em tempo real, nem todas são capazes de coletá-los ou aproveitá-los, de acordo com outra pesquisa divulgada em janeiro de 2012 pela Empirix. Segundo o levantamento, apenas 46% dos executivos que ocupam cargos de alto escalão na Europa e Estados Unidos afirmam que sua empresa se comunica com clientes e prospects em tempo real.

Via E-Commerce News, foto: photosteve101, CC-BY

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Lista de desejos: um jeito interessante de vender

08 de março de 2012  | 

Wish List Macro, Darren Krause, CC-BY-NC-SA

A estratégia nasceu praticamente junto com a Amazon, mas pouca gente no Brasil usa: listas de desejos. Elas são jeitos práticos de escolher “objetos de desejo” no comércio eletrônico e ter ótimas surpresas na hora de abrir o presente.

A última novidade aqui no Brasil, veio da Saraiva, que usou a criatividade e bom marketing para implantar uma novidade, no Facebook, para completar: o “Eu Quero”, com ele é possível mostrar e compartilhar o que você gosta entre seus amigos. E quem usa o sistema tem vantagens em descontos.

Uma iniciativa simples, feita com ingredientes que, sabemos, funcionam muito bem no e-commerce: redes sociais, descontos e a lista de desejos.

E você, consegue fazer algo assim? Já tinha pensado nisso?

Via E-Commerce News, foto: Darren Krause, CC-BY-NC-SA

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Marketing no e-commerce

06 de março de 2012  | 

Uma das estratégias fundamentais para o sucesso de um e-commerce é saber como utilizar o marketing e a comunicação a seu favor. Uma das primeiras coisas a se fazer é descobrir qual o seu público alvo e onde eles costumam procurar os produtos que querem.

Estudos indicam que o consumidor acessa em média 3X a internet para pesquisar um produto ou um serviço. É uma grande oportunidade de divulgar sua loja, nos sites de busca. Aumente a chance de o comprador encontrar sua loja. Assim que ele chegar a sua loja, é preciso fazer com que o consumidor permaneça na loja e faça as compras. Um layout personalizado, na organização e disponibilização dos produtos/serviços e demais informações que auxiliam ao cliente deixam ele confortável para clicar em “comprar”. E não pense que acaba por aí. Sempre tenha aberto um canal de comunicação para o comprador entrar em contato com você, principalmente se houver algum problema na entrega, no pagamento, enfim, qualquer caso que seja necessário o contato com você.

Ao final, temos o período de análise. É um período crucial, para avaliar o que deu certo, o que é necessário investir, o que se pode repetir, e quais mídias obtiveram o retorno esperado. Aproveite essas dicas e utilize o marketing não apenas como uma ferramenta de propaganda, mas de lucro para o seu negócio.

Fonte: ecommercenews

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Seu e-commerce está no piloto automático?

01 de março de 2012  | 

 

Depois de investir seus recursos no lançamento do seu site de vendas e passa a euforia inicial é um erro muito comum achar que o seu site não precisa de mais nenhuma intervenção.
Depois de um tempo, que pode variar em cada negócio, vai haver uma tendência natural de nivelamento dos níveis de venda e talvez queda.

Para evitar isso o ideal é que o empresário tenha exato controle do número de visitantes do site, quanto tempo cada um fica no ambiente de compra virtual, onde estão acontecendo os cliques e qual a relação de pessoas que entram no site versus quantas efetivamente compraram.

 

Mude elementos da tela, às vezes uma simples mudança na posição do botão de checkout pode representar aumento no faturamento. Invista na descrição dos produtos, vídeos e imagens, sempre pensando nas eventuais dúvidas dos clientes.

Faça promoções diárias, colocando produtos em oferta, oferecendo frete grátis ou ainda montando kits promocionais. Aproveite os espaços de banners no seu site e acompanhe a proporção entre impressões de anúncios, cliques em cada anúncio e vendas geradas a partir de cada clique.

Nas redes sociais alinhe sua promoção diária com o conteúdo que será divulgado e também analise o impacto final das vendas por clique.

Não adianta nada receber seu relatório de acessos do site e não tomar nenhum ação em relação a eles. Seja um eterno questionador dos resultados do seu e-commerce e todo dia se pergunte se naquele dia as vendas não poderiam ter sido melhores.

Assim ao assumir o comando do seu negócio virtual com as duas mãos você desliga o piloto automático e garante um caixa sempre em crescimento.

Imagem:eddie.welkerBY-SA

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PagSeguro na Campus Party 2012

28 de fevereiro de 2012  | 

 

O PagSeguro esteve presente em mais uma Campus Party, com ações e brindes exclusivos para os campuseiros e participantes do evento.
Veja um pouco do que acontecer neste que é o maior encontro de tecnologia da América Latina.

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Como criar abas personalizadas nas páginas do Facebook

28 de fevereiro de 2012  | 

PagSeguro no Facebook

Nossa página personalizada no Facebook

Você já deve ter visto páginas que têm abas personalizadas de boas vindas, com ações ou datas comemorativas. Pode parecer difícil (ou caro), só que não é.

O primeiro passo é criar o conteúdo em HTML. Isso se faz no Bloco de notas ou em programas específicos, como o Dreamweaver. O cuidado principal: largura máxima de 485 px (que é o “miolo” das páginas no Facebook).

Depois de fazer a arte, você tem que instalar o aplicativo Static HTML for Pages. Você deve estar logado com o usuário que é dono da FanPage. Se você tiver mais de uma, deve escolher na primeira tela, em qual o aplicativo será instalado.

Então você faz cadastro no aplicativo com telefone e nome da empresa e depois é possível acessar em Editar Páginas > Aplicativos. Você poderá criar nomes customizados para as abas e, para colocar o HTML no ar, basta colar o código na opção Custom HTML. Lá, é possível exibir conteúdos externos, inclusive.

E você pode criar várias abas para a mesma página…

Recurso bacana, não?

Use para aumentar as suas vendas e fazer ações bacanas. E conte para a gente o resultado!

Via: Midia Social

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Escolha uma boa ferramenta de envio de emails

27 de fevereiro de 2012  | 

posicionamiento web, Casimusica, CC-BY

Escolher uma ferramenta profissional para enviar e-mails é fundamental para uma boa campanha. Ainda é bastnte comum que empresários usem os clientes de e-mail instalados (Outlook, Thunderbird e suas variações) para enviar comunicados. Mal sabem eles que isso é muito ruim. Como controlam as aberturas? Os cliques? Os endereços? Sem contar que podem – e em geral são – colocados nas blacklists de spam.

O email marketing é uma estratégia muito eficaz, quando usado corretamente. Portanto é fundamental que você tenha uma boa ferramenta para criar e distribuir suas campanhas. Com elas, além de evitar que as pessoas não recebam a sua mensagem, você pode até criar filtros e focar no público-alvo adequado.

Além de segmentar sua base de envio e disparar os emails de forma ágil e segura, ele cria relatórios pós-envio, para que você tenha controle do sucesso da campanha e possa otimizar os acertos e corrigir os erros. Além disso, estas ferramentas ajudam a formular subjects (o assunto) adequados ao perfil do público-alvo em questão, auxiliam na elaboração de mensagens condizentes com o objetivo da campanha e agilizam o processo do envio.

Serviços disponíveis: online ou instalado?

Existem softwares e serviços online. Fizemos uma rápida comparação para ajuda-lo a escolher:

  • Relatórios: Em geral, os softwares têm menos tópicos em seus relatórios. Eles contam e-mails enviados com sucesso, número de opt-out (cancelamento), quantos foram abertos e pouca coisa mais.
    Os serviços online, em geral, vão além: contam cliques, respostas, encaminhamentos, bounces (e-mails inválidos) e podem ter até funções sociais.
  • Custos: O software você paga uma única vez. As versões básicas disponíveis vão de 45 dólares a 495 dólares. Os mais profissionais custam entre 179 e 985 dólares. Embora não sejam exatamente baratos, costumam ser mais viáveis que os serviços online, que cobram taxas mensais pelo número de disparos. Os custos ficam entre 10 e 500 dólares para até mil e-mails e entre 7 e 5 mil dólares para volumes maiores. Como existem muitos serviços, é preciso pesquisar muito para encontrar o melhor custo benefício. Detalhe: vários serviços conceituados oferecem vantagens para quem dispara poucos e-mails. No caso de um pequeno negócio, os serviços online podem sim, sair de graça e fazer o serviço de forma profissional.
  • Requisitos técnicos: Se você instalar o software, precisa de um servidor SMTP (de envio de e-mails) e o número de e-mails, velocidade de disparo e erros vai depender dele. Já nos serviços online, basta ter acesso à internet. Você cria a campanha, indica a segmentação e o serviço cuida do resto.

Uma lista com alguns serviços disponíveis:

Via: Blog do Ecommerce, TopTen Reviews e Email Marketing Options, imagem: Casimusica, CC-BY

 

Wikipedia: The symbol for the element sulfur.

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Blog do PagSeguro