Como usar as datas comemorativas para o marketing

23 de fevereiro de 2012  | 

Brasil em Festa, Thomás, CC-BY

Entre os motivos para um faturamento crescente tanto nas lojas virtuais, como no próprio e-commerce estão as datas comemorativas. Esses períodos especiais e diferenciados para a maioria da população brasileira são os grandes responsáveis pelo aumento de vendas online a cada ano.

O e-commerce possui cinco datas comemorativas principais, sendo em ordem de ocorrência: o Dia das Mães, o Dia dos Namorados, o Dia dos Pais, o Dia das Crianças e o Natal.

Com a ampliação no número de pedidos na loja virtual, o lojista conquista maior margem de lucro, pois vende mais durante todo o ano. Pensando em como estabelecer um marketing digital eficiente que agregue resultados positivos à loja virtual de forma constante, desenvolvemos algumas dicas para destacar as datas comemorativas.

As datas. Além das datas tradicionais, nada impede que você crie promoções e divulgações para o Dia da Secretária, do Cliente ou, ainda, realizar um “Carnaval de Ofertas”, desde que haja um planejamento de tudo o que se deseja negociar, em qual período, sob quais condições, etc;

O público. O e-consumidor além de gostar da comodidade que a web proporciona, sempre prefere comprar em promoções e as datas comemorativas são belas oportunidades para atrair clientes para o mercado virtual. Contudo, é interessante investir em seu segmento, ou seja, aplicar as datas comemorativas em sua loja conforme o ramo de atividade e produtos comercializados para que seu consumidor mantenha o interesse;

A divulgação. Em período de datas comemorativas, quanto mais divulgação for realizada, melhor. Seja em mídias sociais, e-mail marketing, links patrocinados, aplicando produtos nos comparadores de preço, etc. No entanto, há dois princípios para uma divulgação eficiente nesse período de grande concorrência. Primeiro, divulgar para quem vai realmente consumir, ou seja, para o público certo, e segundo: divulgar de forma constante;

O período. Mas sob qual período? O marketing buscando atrair consumidores para as vendas em datas comemorativas deve ser planejado e colocado em prática com antecedência. Observe o comércio tradicional: as lojas se enfeitam e já começam a vender produtos relacionados ao tema com dois ou até três meses antes. Da mesma forma deve acontecer no e-commerce, principalmente se tratando de campanhas mais elaboradas como links patrocinados. Em compensação, veja bem a data de término das promoções e, sobretudo, a previsão de entrega dos produtos;

A logística. Um fator que pode jogar toda a sua estratégia de marketing e divulgação por água abaixo é a logística, ou melhor, a falha. Se a entrega do produto atrasar em uma data especial, pode ter certeza que isso trará dores de cabeça, pois o consumidor se frustrará, especialmente, se um presente não chegar a tempo. Por isso, muito cuidado com a entrega do produto no prazo estipulado e concordado com seu cliente.

As datas comemorativas movimentam o e-commerce! Aproveite a dica, estabeleça um calendário e comece a planejar suas ações de marketing e divulgação. Trabalhe esses fatores em sua loja virtual e faça de 2012 um ano lucrativo para seu empreendimento.

Via: Adus, foto: Thomás, CC-BY

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Oriente seus clientes sobre prazos de entrega e evite reclamações

22 de fevereiro de 2012  | 

oeil, gilles chiroleu, CC-BY

Junto com os bons números de crescimento, cresce no comércio eletrônico brasileiro o número de reclamações dos consumidores. A maior central de informações a respeito é o site Reclame Aqui. Só por lá foram 612 mil reclamações só sobre o e-commerce. Uma fatia importante das 1,6 milhão de reclamações feitas em 2011.

Detalhe: até 7% das queixas são infundadas. O próprio fundador, Maurício Vargas, explica: “Há consumidores novos, os “entrantes” que não entendem os detalhes e depois reclamam”. Exemplo concreto: dias úteis. Sábado conta?

A gente sabe que não, mas a maioria dos novos internautas ainda se confunde. É preciso ajudar o consumidor, esclarecer os detalhes e deixar tudo muito claro. Há alguns exemplos de sucesso no mercado, segundo Maurício Vargas, como a NetShoes e FastShop, que oferecem tratamento específico para os casos da internet.

E quem ainda não dá conta vai para as manchetes – ou para as listas de empresas mais reclamadas.

E você, como tem feito para resolver estes detalhes tão importantes do dia-a-dia?

Via: HeadClick, foto: gilles chiroleu, CC-BY

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Dica do Google: em 2012 pense móvel

13 de fevereiro de 2012  | 

my iPhone family pile, blakespot, CC-BY

O presidente do Google Brasil publicou num grande jornal de São Paulo uma coluna em que diz e justifica, com todas as letras: dispositivos móveis têm que estar na mira dos empresários.

Fábio Coelho mostra como os smartphones aproximam os celulares da internet. E sabemos que no ano passado, tanto eles como os tablets foram a grande preferência do público aqui no Brasil. Só para se ter ideia, 900 mil aparelhos foram ativados em dezembro. Com conexões. Estamos crescendo 177% ao ano – perdemos só para a China.

Com isso, a experiência de compra vai mudar. No Google, 6% das buscas estão relacionadas ao comércio brasileiro e têm origem em dispositivos móveis. Com isso fica claro: o celular é influência e meio para comprar. E você não pode ficar aí parado, a ver a banda passar.

Portanto, caro cliente (ou empreendedor), preste atenção às dicas:

  1. Imediatismo: quem está no celular (ou tablet) tem urgência e quer agora. Ajude o consumidor a encontrar o que procura com agilidade e facilidade.
  2. Lugar certo, na hora certa: publicidade móvel deve estar na sua mira. Aplicativos, blogs, entretenimento e notícias chamam a atenção do usuário. Criações interativas, baseadas em geolocalização e que se integram às funções do telefone costumam ganhar nesse cenário.
  3. Experiência boa: já falamos disso, mas não custa lembrar. Seu site tem que ser navegável no celular. Ponto. Trate de providenciar.

Via Mobilepedia, foto: blakespot, CC-BY

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Pinterest: a próxima rede social a influenciar o e-commerce?

08 de fevereiro de 2012  | 

O Pinterest, uma rede social de coleção de imagens e fotos, está enviando cada vez mais tráfego para os sites de e-commerce. O serviço, que permite que os seus usuários criem quadros com imagens que encontram pela rede organizadas em categorias próprias – como decoração, inspirações para o casamento, festa, iluminação (sim, a criatividade é o limite) – oferece integração com navegadores e celulares e permite aos membros “re-pin” (postar de novo) e compartilhar seus achados com os amigos.

Popular entre as mulheres, que são 58% do tráfego do site, o Pinterest cresceu quatro vezes entre setembro e dezembro de 2011, segundo a Compete. E a rede distribui estas visitas. Tanto que se transformou num dos 5 principais encaminhadores segundo a Monetate.

A “suspeita” é que o Pinterest possa ser um grande influenciador das compras – já que é o quinto a enviar clientes para os sites e é um canal melhor que o GooglePlus, por exemplo. E talvez seja um bom canal de comunicação com os clientes.

Dicas de como usar o Pinterest:

  1. Para promover estilos de vida
  2. Use como se fosse um grupo de pesquisa – para testar produtos, por exemplo
  3.  Ótimo para usar o crowdsource e testar
  4. Concursos e sorteios.
  5. Um lugar para inspiração para sua equipe de criativos.

Via: Mashable.

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As mídias Sociais em 2011

02 de fevereiro de 2012  | 

 

Não é à toa que a TrendWatching acaba de publicar um estudo sobre a questão, chamado point-know-buy: aponte-conheça-compre (vamos escrever sobre isso logo). As mídias sociais cresceram muito em 2011. Vejam um infográfico da Netpartner que mostra os números e publicações nas redes.

Via: Tecnocrata Digital

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83% das empresas apostam em redes sociais

01 de fevereiro de 2012  | 

holding hands concept, lumaxart, CC-BY-SA

As redes sociais aparecem como forte canal de marketing para pequenas e médias empresas, segundo levantamento feito pela Constant Contact. De acordo com a pesquisa, 83% dos comerciantes entrevistados utilizam este tipo de meio por seu baixo custo operacional; e 67% afirmam que o fácil uso de suas ferramentas tenha sido o principal responsável. Em contrapartida, outros pontos, como tempo e eficácia, que eram vistos como barreiras, ganharam maior aceitação.

Para 51% dos entrevistados pela pesquisa, as redes sociais são um canal eficaz de comunicação com seus clientes; enquanto 45% afirmam que este tipo de trabalho não consome demasiado tempo. Dentre as ferramentas com maior destaque no mercado, o Facebook é apontado como maior utilizado pelas empresas, com 96%.

Via: Decision Report, foto: lumaxart, CC-BY-SA

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Tendências para o ecommerce em 2012

19 de janeiro de 2012  | 

media independent, Peter Sneekes, CC-BY-NC

Em palestra na NRF, uma executiva da Forrester, Sucharita Mulpuru, indicou as tendências do e-commerce para 2012.

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Usando o G+ para o site de comércio eletrônico

18 de janeiro de 2012  | 

Com o crescimento imenso (e lucro proporcional) que o Facebook tem apresentado nos últimos anos, alcançando 800 milhões de pessoas e um valor de mercado de mais de 80 milhões de dólares, o Google decidiu tentar reconquistar a sua fatia das redes sociais com o Google+.

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Curso de redes sociais

16 de janeiro de 2012  | 

O Fernando Souza, empresário e blogueiro, acaba de publicar um slideshow comprido de seu curso de férias sobre redes sociais. Um documento bacana que orienta a todos sobre como usar direitinho estas ferramentas para turbinar os negócios. Vale a pena estudar com cuidado e atenção. Aproveite para testar e contar para a gente os resultados ok?

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Conversão é o segredo do sucesso para o e-commerce

10 de janeiro de 2012  | 

sucessfull business woman, search engine people blog, CC-BY

Com os valores do CPC (Custo Por Clique) aumentando a cada dia, a taxa de conversão é uma preocupação para os gestores de comércio eletrônico. Aumentam os custos para atrair os visitantes e isso se reflete nos lucros, óbvio. Num mundo perfeito, todo visitante fecharia negócio e ainda indicaria sua loja. Se tudo fosse ideal, claro, sua taxa seria de 300%.

Só que a realidade é que no Brasil os sites têm taxas de 0,5% a 1,5%. Pouquíssimo se compararmos com a média norte-americana, que chega a 17% em algumas categorias. Mas vamos começar do começo: você conhece a fórmula da taxa de conversão?

TC = VU ÷ PA

Onde:

TC= Taxa de Conversão

VU = Visitantes Únicos

PA = Pedidos Aprovados

 

Tudo isso depende de muitos fatores. Os principais estão abaixo.

1. Landing Page: é a página de entrada. Há alguns anos atrás, a homepage (página inicial) era a principal página de entrada. Com a chegada dos buscadores e comparadores de preços, a homepage perdeu o posto de porta de entrada para as páginas dos produtos. Isso porque todo bom comércio eletrônico otimizou suas páginas com práticas de SEO (Search Engine Optimization) para que elas apareçam entre os primeiros resultados nas buscas. Com isso, estas páginas ficaram ainda mais importantes – e o visitante tem que encontrar o que busca ali.

Em miúdos: a página tem que ter uma boa descrição do produto; preço e condições de parcelamento, disponibilidade e botão de compra (ele é o rei, lembre). Se for uma página de categoria, os produtos mais vendidos devem estar em destaque, as fotos devem ser muito boas.

Nunca é demais lembrar: atenção para o texto! Além de bom português, ele deve ser fácil de ler – nada de letra cinza em fundo branco. Se puder, elimine ou reduza barras laterais. E evite banners. Eles distraem os visitantes.

2. Taxas de bounces: você encontra esta informação em qualquer boa ferramenta de métrica. Bounce significa que não funcionou. Em e-mail marketing, são os e-mails que não chegaram aos destinatários. Em termos de visitas, significa que usuário entrou e saiu. Estudar a página e os termos que mais trouxeram visitantes é o melhor jeito de resolver a questão. O detalhe sórdido: quanto maior a taxa de bounce, menor será a conversão.

3. Plano de marketing digital: as taxas de conversão estão diretamente relacionadas à qualidade das campanhas de marketing digital que você anda fazendo. Não basta sair comprando palavras-chave, bases de e-mails e publicando produtos em comparadores de preços. Estude muito o perfil do seu público e os canais que ele usa. Dá um trabalho danado, mas no fim do dia dá gosto ver as taxas de conversão aumentando. Pense nisso.

4. Usabilidade: esse é o maior aliado na taxa de conversão. Quem pensa em usabilidade, pensa no usuário. Poucas empresas investem nisso – embora gastem muito com campanhas. Sabia: testes de usabilidade podem aumentar em mais de 100% as taxas de conversão. Isso significa dizer que uma loja virtual que hoje tem 0,5% de conversão, pode pular para 1,0% depois de fazer um estudo desse tipo em seu processo de compras.

Concluindo, de nada adianta aumentar seus investimentos em links patrocinados e compras de mailings, se você não olhar primeiro para dentro do seu site, tornando-o mais vendedor. Os sites de comércio eletrônico não precisam ser lindos, inovadores e ganhadores de prêmios. Sites de ecommerce precisam ser vendedores. Batedores de metas. Convertedores. Aí tudo funciona – para você e para o usuário. Vamos conquistar os 300% de conversão? Clique nos links e veja outros artigos que podem ajudar nisso.

Via: Oficina da Net, foto: search engine people blog, CC-BY

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