Venda seu livro com PagSeguro

12 de março de 2010  |  Publicado em Cases, Mercado, Vendedores

O PagSeguro é ferramenta para toda necessidade. Inclusive para a venda independente de livros. Há centenas de casos espalhados pela rede e nós conversamos com alguns vendedores para saber qual a sua experiência.

Cristiano Santos, o recordista da Vakinha, é o desenvolvedor da loja da Identidade produções. Usando a hospedagem do UOL, ele conta que a ideia surgiu para vender os livros da Dra. Ana Almeida, psicóloga e jornalista, autora de diversos livros de auto-ajuda e motivação. “Estamos há seis meses no ar e a experiência tem sido muito boa. Logo no primeiro dia, vendemos dois livros para fora do Rio”, conta Cristiano. Tudo através, claro, do PagSeguro.

Para a tradutora Claudia Mello e seu marido Roney Bellhassoff, a ferramenta tem outro uso. Grandes leitores, eles se viram com muitos livros em casa. Para abrir espaço, criaram informalmente um sebo próprio. Fotografaram as capas dos 300 livros que desejavam dispor (ainda sobraram 400 por lá), criaram um álbum onde os leitores podem escolher o exemplar desejado e o botão do PagSeguro. Desde o começo de fevereiro, já venderam mais de 50 exemplares, principalmente para os amigos, quase sem divulgação. “Com o PagSeguro é muito tranquilo vender e receber”, conta Claudia. Interessou? Clique nos links dos nomes da dupla e veja os produtos.

Já o ex-policial e advogado Roger Franchini, autor do blog CultCoolFreak, está fazendo um sucesso inesperado com seu romance Ponto Quarenta, vendido exclusivamente pelo seu blog e divulgado apenas no boca a boca. O livro acaba de ganhar a segunda impressão – e desde o início, em fevereiro do ano passado, a venda só é feita com PagSeguro. Abaixo um relato da sua experiência:

Viu que sucesso o PT40 está fazendo? É quase um best seller, considerando que a divulgação é só boca a boca.

As vendas começaram muito bem. Logo na primeira semana foram mais de 80 exemplares. Para entregar foi uma correria, não esperávamos isso tudo logo de cara. Eu imprimia pequenos lotes, de 10 a 20 exemplares, e ia vendendo conforme existia a procura. Ou seja, meu estoque era baixíssimo. Nesse esquema saíram cerca de 500 livros na primeira edição. A média foi de mais de um livro ao dia. Sem falsa modéstia, são poucos os autores nacionais que atingem essa marca!

Agora mudei o fornecedor. O livro tem uma qualidade de impressão superior, mas por outro lado tive que fazer mais exemplares do que o de costume. O preço dos números avulsos melhorou um pouco, por isso consegui fazer uma promoção para a pré-venda da segunda edição. As vendas foram retomadas e continuam boas. A experiência me valeu uma experiência única. É raro encontrar uma boa gráfica que imprima pequenos volumes a preços justos. O que encontrei por aí é gráfica fantasiada de editora, que não passa de caça-niquel. Vendem a idéia de que vão publicar seu livro, mas te cobram pelos exemplares, editoração e distribuição. Acho isso um abuso, porque o autor acaba bancando todo o trabalho. Brincam com o sonho da pessoa.

Decidi começar a distribuir livros de outros autores independentes, como eu, nesse mesmo esquema que vendas que estou fazendo com o PT40. Vou colocá-los no site a disposição dos interessados. É a chance de muitos autores desconhecidos do grande público (que não interessam às grandes editoras) ficarem disponíveis. E se vender, ótimo.

Outros exemplos de clientes que usam PagSeguro para vender seus livros:

IdeaFixa
Amigo Rico
Seu bolso no divã
Livro Papo de Homem
Dominando Flex e Zend

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Consumidores gastarão US$ 6,2 bilhões em lojas de aplicativos para celular em 2010

10 de março de 2010  |  Publicado em Mercado, Vendedores

Foto: Kalandrakas, em CC

Até 2013, a receita deste mercado subirá para US$ 29,5 bilhões. Levantamento feito pela consultoria Gartner aponta ainda que, de cada dez arquivos baixados pelos usuários neste ano, oito devem ser gratuitos

Com o crescimento das vendas de smartphones, mais consumidores vão adquirir aplicativos para esse tipo de aparelho via internet. Segundo estudo da consultoria Gartner divulgado no fim de janeiro, em 2010, o gasto mundial de consumidores em lojas de aplicações móveis será de US$ 6,2 bilhões e os downloads de aplicativos devem ultrapassar a marca de 4,5 bilhões neste ano.

Até 2013, a receita desse mercado subirá para US$ 29,5 bilhões. O levantamento aponta ainda que, de cada dez arquivos baixados pelos usuários neste ano, oito devem ser gratuitos. Em 2009, a receita com downloads das lojas de aplicações ultrapassou U$ 4,2 bilhões. Games lideram a lista dos mais baixados, seguidos por aplicativos de e-commerce, redes sociais, utilitários e ferramentas de produtividade.

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Dicas para usar as redes sociais nos negócios

09 de março de 2010  |  Publicado em Mercado, Vendedores

Nós já falamos do s-commerce aqui no blog. E nunca custa falar um pouco mais e aprofundar o assunto. Não basta apenas criar perfil empresarial no Facebook, Orkut, Twitter e companhia. É preciso saber usar. E o site Inc elaborou uma lista com dicas muito boas para os empresários usarem corretamente as redes sociais. Fizemos uma seleção das melhores e trocamos os exemplos internacionais por boas práticas feitas no Brasil.

  • Seja sincero. Não adianta tentar esconder seu erro ou a falha. Atenda, responda. A Nokia tirou do ar o Blog Nokia BR e não disse nada. Enquanto isso, a SouthWest Airlines, nos Estados Unidos, respondeu diretamente a cada crítica recebida por desembarcar Kevin Smith.
  • Interaja com os visitantes de verdade – Não basta colocar criar um blog ou uma página de Facebook se o sentido da conversa só vai para um lado. Matt Mullenweg, fundador da plataforma de blogs Wordpress, diz que não interagir com os visitantes pode “matar” a comunidade. E mata mesmo.
  • Ajude seu consumidor a espalhar a sua marca – Incentive os visitantes a partilhar os conteúdos de que gostam. Você pode fazer isso no blog e na loja, com ferramentas que permitem enviar o post para redes sociais.
  • Ofereça degustação do seu produto. Lance seus produtos e serviços na Internet. Um exemplo: a fotógrafa Gabi Butcher oferece seus serviços no blog, no Flickr e conquista clientes através das indicações que vêm da rede de contatos que vai construindo.
  • Deixe os consumidores contribuirem – Exemplos disso são grandes sites de comércio eletrônico como Amazon, Submarino e Livraria Cultura. A Cultura deu um passinho à frente e permite que seus usários postem, além de comentários escritos, fotos e vídeos sobre os produtos que vende. Isso enriquece o conteúdo e mantém o cliente engajado.
  • Compartilhe seu conhecimento. Compartilhe os conhecimentos que você adquiriu com seu negócio e promova a sua marca. Marco Gomes, Manoel Lemos e Michel Lent são ótimos exemplos. Cada um de seu jeito e na sua área de conhecimento, construiu e ampliou seu negócio e atuação através das redes sociais.
  • Terceirização e automatização? Cuidado! Com todas as outras tarefas necessárias dentro da sua empresa, é tentador tentar automatizar o processo. Isso pode facilmente virar contra você. Um exemplo é o twitter da Campus Party Brasil, que replica automaticamente tudo o que é publicado com a tag #cpartybr – inclusive críticas. Tem gosto de spam, lota a timeline dos seguidores e, a longo prazo, o feitiço pode virar contra o feiticeiro.
  • Não finja ser outra pessoa – Usar seus funcionários para comentar em blogs criticando ou elogiando a sua empresa. Criar perfis falsos nas redes sociais. Tudo isso a curto ou médio prazo tende a ser descoberto. O resultado tende a ser negativo para a sua empresa. Lembre da regra 5 (que é a primeira): de verdade, sempre.
  • Conecte pessoas – Use todas as ferramentas disponíveis – muitas vezes gratuitas – para conectar pessoas e permitir compartilhamento Pequenas e médias empresas – e até governos – podem tirar proveito das ferramentas disponíveis para facilitar a colaboração. Um exemplo é a TeiaMG, que permite transmitir, postar e compartilhar conhecimentos através do Ning, uma plataforma muito interessante.
  • Rede social não é só autopromoção – Sim, os usuários das redes sociais estão abertos ao mercado – especialmente se isso envolver descontos ou vantagens –, mas eles não usam as redes para conhecer ofertas. Se o seu perfil ou blog parecer como um anúncio, irá afastar os visitantes. Um bom exemplo é o recém criado perfil da água Bonafont no Twitter – além de promoções, ele transmite informações sobre bem estar e saúde para os seus leitores
  • Encontre pessoas influentes no seu meio – ler blogs independentes, participar de redes como o LinkedIn são apenas o começo. É preciso construir comunidade, comentar, participar, compartilhar. Assim, além de negócios, você constrói presença.
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Hora de acertar as contas com o Leão

08 de março de 2010  |  Publicado em Mercado

Todo empresário – de todos os tamanhos – paga impostos o tempo todo. E agora é a hora de atender o Leão como pessoa física e fazer a sua Declaração de Imposto de Renda. A Receita Federal disponibilizou ontem a versão 2010 dos softwares usados para realizara a declaração. Há mudanças para a Declaração em 2010 – não muito grandes, mas podem significar um número menor de declarações.

  • Não será mais obrigatório ao contribuinte sócio de empresa apresentar declaração de Imposto de Renda, desde que não se enquadre em outro parâmetro de obrigatoriedade;
  • Fica obrigado a apresentar a declaração quem tem bens com valor acima de R$ 300.000,00 (até o ano passado, a entrega era obrigatória para contribuinte que tivesse bens em valores acima de R$ 80.000,00);
  • O limite de isenção é R$ 17.215,08. A pessoa física, residente no Brasil, que recebeu rendimentos tributáveis na declaração, cuja soma foi superior a tal limite, se encontra obrigada à apresentação;
  • O programa exigirá, antes da informação dos dados do pagamento, que se informe o destinatário da despesa. Ou seja, o declarante deverá informar se a despesa foi realizada com ele ou com seu dependente ou alimentando, antes de informar o pagamento;
  • O limite de dedução por dependente será de R$ 1.730,40;
  • O limite de dedução de despesas com educação passa para R$ 2.708,94;
  • Na forma de tributação utilizando o desconto de 20% do valor dos rendimentos tributáveis na declaração (desconto simplificado), a dedução está limitada a R$ 12.743,63.

Quem tem que declarar?
Segundo o site da Receita Federal, está obrigado a declarar quem, em 2009:

  • Recebeu rendimentos tributáveis (salário, aposentadoria etc.) acima de R$ 17.215,08;
  • Recebeu rendimentos isentos (juros de poupança), não-tributáveis (seguro de veículo roubado, indenização etc.) ou tributados exclusivamente na fonte (prêmios de loteria etc.), cuja soma foi superior a R$ 40.000,00;
  • Teve a posse ou a propriedade, em 31 de dezembro de 2009, de bens ou direitos (imóvel, terreno, veículos etc.), inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300.000,00;
  • Obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
  • Optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja destinado à aplicação na aquisição de imóveis residenciais localizados no País, no prazo de 180 dias contados da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005;
  • Passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nessa condição se encontrava em 31 de dezembro de 2009;
  • Obteve receita bruta de atividade rural em valor superior a R$ 86.075,40;
  • Pretenda compensar, no ano-calendário de 2009 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2009 com atividade rural.

Quem está dispensado?

  • Não se enquadre em nenhuma das hipóteses de obrigatoriedade da tabela anterior;
  • Conste como dependente em declaração apresentada por outra pessoa física, na qual tenham sido informados seus rendimentos, bens e direitos que possuir;
  • Teve a posse ou a propriedade de bens e direitos, inclusive terra nua, cujos bens comuns sejam declarados pelo outro cônjuge, desde que o valor total dos seus bens privativos não exceda R$ 300.000,00 em 31 de dezembro de 2009.

Para dúvidas específicas de Imposto de Renda, perguntas e respostas, dicas e artigos exclusivos:

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Regras para o e-mail marketing

05 de março de 2010  |  Publicado em Mercado, Vendedores

Este é o presunto que deu nome à prática. Foto: Selva, em CC

Este é o presunto que deu nome à prática. Foto: Selva, em CC

Desde o dia 13 de agosto de 2009, todo e-mail enviado por empresas no Brasil a seus clientes ou potenciais consumidores deve seguir as regras do novo Código de Autorregulamentação para Prática de E-mail Marketing. A iniciativa foi longamente discutida por diversas entidades para inibir o número de mensagens indesejadas, enviadas sem o consentimento do destinatário. Seja ético e respeite as normas abaixo. Os provedores barram as mensagens e colocam em sua lista negra os domínios que não as cumprem.

  • Enviado para bases de destinatários, cadastrados por Opt-in ou Soft-Opt-in, e que apresentem todos os seguintes elementos:
  • Identificação do Remetente, com seu endereço de e-mail válido;
  • O Remetente somente poderá enviar mensagens de E-mail Marketing por endereço eletrônico vinculado ao seu Nome de Domínio Próprio, por exemplo, remetente@exemplo.com.br. É vedada a utilização de Domínio de terceiro não pertencente ao mesmo grupo econômico do Remetente ou a Parceiros;
  • Assunto sempre relacionado ao conteúdo do e-mail, de fácil identificação pelo Destinatário;
  • Recurso de descadastramento (opt-out).
  • O Remetente que pretender enviar E-mail Marketing deverá divulgar em seu website a “Política de Privacidade e de uso de Dados” adotada com seus clientes e usuários, que deverá respeitar o Código.
  • Os proprietários de Base de Destinatários não poderão divulgar ou colocar à disposição de terceiros informações pessoais que constem de tais Bases sem o prévio e expresso consentimento das pessoas a que tais informações se referem.
  • O corpo da mensagem deverá conter, além da identificação do Remetente, recurso que possibilite o descadrastamento (Opt-out), sendo que este recurso deverá ser apresentado na forma de link para descadrastamento e pelo menos mais uma alternativa de contato para a mesma finalidade, a critério do Remetente, desvinculada de qualquer link passível de utilização pelo usuário.

Cuidados recomendados

  • Não é permitida a prática do primeiro envio para se obter a permissão do Destinatário para envios posteriores;
  • Para o envio de arquivos anexos deverá ser obtida autorização prévia e comprovável do destinatário específica para o tipo de arquivo em questão;
  • Não conter link que remeta a Código Malicioso;
  • Veiculação apenas de conteúdo no formato HTML ou TXT, sem qualquer recurso que possa ocultar, disfarçar ou obscurecer de qualquer maneira o código original da mensagem;
  • Demais componentes da mensagem, tais como imagens, áudio e vídeo devem ser hospedados em servidores pertencentes às empresas participantes do processo de envio do E-mail Marketing ou contratadas por estas;
  • O Remetente deverá disponibilizar ao Destinatário a sua política de Opt-out e informar o prazo de remoção do seu endereço eletrônico da base de destinatários, que não poderá ser superior a 2 (dois) dias úteis, quando solicitado diretamente pelo link de descadastramento do E-mail Marketing e 5 (cinco) dias úteis quando solicitado por outros meios, prazos estes contados a partir da data da solicitação comprovada;
  • Certificação e assinatura digital são permitidas, constituindo exceção a qualquer regra restritiva definida no presente Código.
  • Não é obrigatório o recurso de opt-out quando houver contrato entre o Remetente e o Destinatário, exclusivamente para e-mails com finalidade de assegurar a execução contratual e pós-contratual referentes àquele contrato (ex.:boleto bancário, avisos e extratos).
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Cielo vai operar também com Mastercard

22 de fevereiro de 2010  |  Publicado em Mercado

A empresa de processamentos de transações de crédito Cielo (que, até o ano passado, utilizava o nome Visanet), dá início aos planos de reestruturação de suas operações e da ampliação de sua atuação para este ano, quando terminará o contrato de exclusividade que possui com a bandeira Visa.

De acordo com informações divulgadas pela diretoria da companhia, a Mastercard será a primeira corporação com a qual a Cielo quer negociar. Dessa forma, a companhia poderá, em suas máquinas de operações de débito e crédito, prestar serviços tanto para os clientes da bandeira Visa como para os da Mastercard, o que ampliará a sua presença nos estabelecimentos comerciais brasileiros.

O contrato de exclusividade da Cielo com a Visa – que permitia operações de crédito apenas com essa bandeira – expira no dia 30 de junho. A partir daí, a companhia estará livre para se tornar uma empresa multibandeira e permitir a inserção de novas operadoras de crédito em suas transações.

Via M&M Online

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Um retrato visual da internet brasileira em 2009

19 de fevereiro de 2010  |  Publicado em Mercado

Você já tentou explicar ao seu cliente ou seu chefe o real poder das redes sociais? Ou mesmo da internet? Já se viu imaginando como isso funciona? Às vezes, não adianta despejar dados. Uma boa imagem ou um belo dado comparativo pode funcionar muito mais. É o que deixa claro um trabalho feito pela AgênciaClick que está disponível no YouTube.

“Todos os dias temos reuniões com pessoas que captam os números, mas não compreendem a relevância do que está acontecendo. Não percebem que não se trata do que será, mas do que já é. Então, pensamos: por que não comparar esses dados com a vida real, com informações que facilitem esse entendimento? Foi o que fizemos”, conta Ana Maria Nubié, vice-presidente de atendimento da AgênciaClick.

Os dados foram coletados ao longo de um ano. No final de 2009, esse material foi concluído e o resultado da pesquisa foi utilizado para a criação de um vídeo que explica principalmente a importância das redes sociais para os brasileiros. Ele está disponível desde 29 de janeiro e já soma mais de 37 mil exibições.

Duas observações antes de você clicar no play: ninguém chega a um acordo sobre quantos internautas existem no Brasil. Cada instituto, agência ou pesquisa sai com um número diferente. A segunda coisa importante é explorar a rede, saber de seu caráter anárquico e utilizar as ferramentas de forma adequada para você. Neste território, receita pronta não existe – o que há, sim, é muito trabalho e a necessidade constante de atualização e inovação.

Isso posto, veja o vídeo.

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Brasil tem 66 milhões de internautas segundo o IBOPE

18 de fevereiro de 2010  |  Publicado em Mercado

foto: Gualtiero, em CC

Foi apresentado na manhã do último dia 10 de fevereiro, o balanço de 2009 feito pelo Ibope Nielsen Online sobre o acesso à internet no Brasil. De acordo com o levantamento o número de internautas brasileiros chegou a 66,3 milhões em dezembro de 2009. O acesso residencial cresceu 16% em relação ao mesmo período de 2008.

Segundo o instituto, cada pessoa passou 44 horas conectada à rede, número que sobe para 66 horas quando considerada a navegação por aplicativos, como Messenger, por exemplo. Apenas assistindo a vídeos amadores, estima-se que os internautas tenham gasto uma hora e cinco minutos por mês.

De acordo com a pesquisa AdRelevance – que monitora a publicidade veiculada na internet nacional – em dezembro foram contabilizadas cerca de 4,5 mil campanhas realizadas por 1.784 anunciantes. Entre as categorias que se destacaram como as que mais realizaram ações na internet estão empresas do setor de finanças e investimentos, telecomunicações e automóveis. “Juntas, as três categorias somam quase a metade dos investimentos publicitários na web”, diz Cris Rother, diretora executiva do Ibope Nielson Online. Os maiores anunciantes de 2009 foram, respectivamente, Bradesco, Unilever Brasil, Coca-Cola, Fiat e Itaú.

Mídias Sociais serão monitoradas

Atento à expansão das redes sociais e do interesse do mercado em entender a navegação dos brasileiros por esses ambientes, o Ibope começará a trabalhar em março com duas ferramentas específicas para geração de insights. A proposta é replicar o trabalho com métricas já realizado pela Nielsen nos Estados Unidos e aprofundar o estudo de comportamento dos internautas nas redes sociais.

Via M&M Online

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5 dicas de SEO para o varejo

12 de fevereiro de 2010  |  Publicado em Vendedores

foto: JasonEscapist, CC

Sites de varejo enfrentam um conjunto único de obstáculos quando se trata de melhorar as vendas na internet. As pesquisas avisam: a maioria dos internautas prefere os resultados da busca orgânica e não os links patrocinados. Neste cenário, visibilidade nos mecanismos de busca significa caprichar no conteúdo – e não basta ter qualquer conteúdo, é preciso um tanto de trabalho. Veja as dicas para transformar este desafio em oportunidade.

1. Adicionar regularmente novos conteúdos. Muitos sites de varejo online focam na venda de produtos ao invés de informar e acrescentar valor à experiência dos clientes. Algumas ações simples permitem conquistar o seu cliente:

  • Permita que os clientes comentem a sua experiência; descreva os casos de sucesso. Caso o consumidor não aprove um produto, use a crítica como feedback e retire-o de sua loja.
  • Crie um blog – não adianta falar só de si, neste caso. É preciso fornecer notícias relevantes da indústria
  • Ofereça formas diferentes do e-mail para o seu cliente receber dicas de produtos e ofertas.

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Índice de confiança do e-consumidor aumenta em 2009

11 de fevereiro de 2010  |  Publicado em Mercado

foto: Zorraquino em CC

As lojas eletrônicas brasileiras foram consideradas confiáveis por 86,3% das pessoas que fizeram compras pela Internet durante todo o ano de 2009. Essa é a principal constatação do Índice de Confiança do e-Consumidor, aferido pelo Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net).

Ao todo foram consultadas mais de 1,4 milhão de pessoas entre janeiro a dezembro de 2009 e a média satisfação revelada pelos pesquisados quanto ao desempenho das lojas ficou em 86,3%. Durante os 12 meses houve uma variação máxima de 1,7 ponto percentual entre o menor (fevereiro – 85,59%) e o maior (agosto – 87,29%) Índice de Confiança do e-Consumidor.

O coordenador do Movimento Internet Segura, Djalma Andrade explica que a consolidação do estudo feito ao longo do ano revelou que o Comércio Eletrônico brasileiro tem um nível de aprovação junto ao consumidor superior ao de países onde o segmento é mais maduro, tais como os Estados Unidos, por exemplo. “A variação dos números que indicam satisfação foi muito pequena mesmo com o aumento do volume de transações em eventos sazonais e situações controversas, como greves de Operadores Logísticos, enchentes e outros imprevistos”, diz.

Nas pesquisas colhidas para o Índice de Confiança do e-Consumidor as pessoas são estimuladas a expressar o nível de satisfação com base em 10 quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.

Via Economia Digital

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Blog do PagSeguro