LupoStore: o canal online que conquistou os consumidores

21 de março de 2012  | 

A LupoStore é a loja franqueada que coloca todos os produtos da marca – que já tem mais de 90 anos de mercado brasileiro e 5 mil funcionários – ao alcance do seu mouse. Produzida pela Just1Click, ela funciona todos os dias, o tempo inteiro e vende TODOS os produtos da marca, inclusive os licenciados. São peças para homens, mulheres e crianças e, claro, promoções.

No ar há menos de um ano, a LupoStore escolheu desenvolver uma plataforma própria e desde o início opera com o PagSeguro para receber as compras por cartões. Boletos e transferências são feitos diretamente. Segundo seu gestor, Daniel Santiago Pelattre, a operação é enxuta e tem funcionado muito bem.

“Nosso foco é o mesmo das lojas físicas: atender muito bem. Os produtos Lupo são conhecidos pela sua qualidade e oferecemos o máximo de informação aos nossos visitantes, não só nas páginas, mas também através do atendimento por chat e telefone”, conta.

A chegada da marca à internet trouxe novidade: consumidores mais jovens. E o negócio já tem suas peculiaridades. Embora 64% dos clientes sejam mulheres, os dois itens mais vendidos são… cuecas. Primeiro porque elas compram para os maridos e filhos. Em segundo lugar, vêm os costumes masculinos de compras. “Eles compram muitos itens em um único pedido”, conta Daniel. Entretanto, a mulherada compra menos – e todo mês. Isso é que é fidelidade!

Nos primeiros seis meses o crescimento foi acima do esperado. Desde então, com alguns investimentos em marketing digital (blog, canais no Twitter e no Facebook, além de e-mail marketing) o crescimento diminuiu um pouco, mas se mantém constante. E, não, eles não podem contar números.

“A operação é mais tranquila, porque a Lupo oferece todo o material: fotos, informações dos produtos, detalhes técnicos e campanhas”, diz Daniel. Encarregados da logística, o pessoal da LupoStore tem orgulho: há poucas trocas (principalmente por desistência de compras) e eles têm conseguido entregar os pedidos em 24 horas na Grande São Paulo.

Para Daniel, que tem uma longa carreira na área de moda e confecção (que vai crescer muito no e-commerce brasileiro, anotem), a grande vantagem de trabalhar online é ter respostas em tempo real para cada ação. “A gente faz uma experiência e sabe se funciona ou não na hora. É muito mais fácil”, conclui.

A parceria com o PagSeguro, segundo Daniel, também é fundamental para o sucesso da loja: “como a empresa é do grupo UOL, conseguimos ótimos canais de divulgação dentro do portal, com ótimos resultados”.

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Em 2011 e-commerce cresceu 26%

15 de março de 2012  | 

seta para cima

O comércio eletrônico brasileiro continua apresentando excelentes resultados. De acordo com a e-bit, empresa especializada em informações do e-commerce, o setor cumpriu o previsto e faturou R$ 18,7 bilhões, valor nominal 26% maior que o alcançado em 2010. O tíquete médio ficou em R$ 350, com 9 milhões de novos e-consumidores, sendo que, desse total, 61% são da classe C. Já são 32 milhões de consumidores que compraram, ao menos uma vez, via web.

Todos estes dados fazem parte da 25° edição do relatório WebShoppers, elaborado pela e-bit, com apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio).

Um detalhe que chama a atenção no relatório é a ascensão nas vendas de moda e acessórios. “A categoria era pouco procurada por causa da falta de padronagem e da necessidade dos consumidores em experimentar as peças antes da compra. Essas questões passaram a ser trabalhadas pelos varejistas e os resultados começaram a aparecer”, destaca o Diretor Geral da e-bit, Pedro Guasti.

Como aproveitar o cenário favorável

Se você não tem ainda um e-commerce, mas tem vontade, este pode ser um bom momento. Depois de definir o produto que será vendido crie sua conta no Pagseguro para receber os pagamentos de forma segura. Daí escolha um sistema de loja on-line. Uma dica é usar o UOL HOST que tem diversas opções e todas integradas ao Pagseguro.

Feito isso é só cadastrar os produtos, esperar as vendas começarem e despachar tudo para os compradores. E claro ficar ligado aqui no blog do PagSeguro para dicas e informações para deixar seu e-commerce ainda melhor. Só não esqueça de vir contar para gente o sucesso da sua loja virtual nova.

foto: eugenijusr CC-BY

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Integração de dados online e off é tendência

13 de março de 2012  | 

Unplugged, PhotoSteve, CC-BY

Segundo pesquisa apresentada em fevereiro de 2012 pela Econsultancy em parceria com a Adobe 90% das empresas globais com operação na internet acreditam que o uso de dados coletados online serão importantes (51%) ou muito importantes (39%) para otimizar suas operações off-line nos próximos anos. As agências e consultorias concordam: 49% afirmam que os dados online serão importantes e 43% muito importantes para as operações off-line de seus clientes.

Por outro lado, os comerciantes também acreditam que o uso de dados off-line para otimizar as atividades online serão importantes (42%) ou muito importantes (47%) para os próximos anos. Entre as agências e consultorias entrevistadas, 38% indicam que isso será importante para os seus clientes e 52% muito importante.

No geral, 73% das empresas e 75% das agências ou consultorias entrevistadas concordam que os comerciantes terão uma abordagem mais transversal este ano no que diz respeito ao uso de dados coletados nos canais on-line e off-line.

O estudo também mostra que a necessidade de obter dados em tempo real cresce entre as empresas, com cerca de 3 em cada 5 executivos afirmando que dados instantâneos com precisão de 80% são mais importantes que dados 100% precisos gerados há três meses. Uma proporção ainda maior de agências entrevistadas (66%) pensam da mesma forma.

Embora as empresas reconheçam a necessidade de obter dados em tempo real, nem todas são capazes de coletá-los ou aproveitá-los, de acordo com outra pesquisa divulgada em janeiro de 2012 pela Empirix. Segundo o levantamento, apenas 46% dos executivos que ocupam cargos de alto escalão na Europa e Estados Unidos afirmam que sua empresa se comunica com clientes e prospects em tempo real.

Via E-Commerce News, foto: photosteve101, CC-BY

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Mercado de compra coletiva é 9% do e-commerce BR

05 de março de 2012  | 

purple, orange, blue, code poet CC-BY-NC-SA

O setor de compra coletivas movimentou R$ 1,6 bilhão no Brasil em 2011, um crescimento de 644,1% em relação a 2010, segundo um novo relatório publicado pelo InfoSaveMe e e-bit. O resultado corresponde a 9% de toda a receita registrada por sites de comércio eletrônico em 2011, cerca de R$ 18 bilhões, segundo outro levantamento do e-bit.

O estudo também mostra que o número de sites ativos – aqueles que operam com ao menos uma oferta por semana – cresceu 333,5% para 867, enquanto em 2010 somavam apenas 200.

O uso das compras coletivas como mídia e vendas por grandes varejistas alavancaram o setor. As empresas usam as plataformas como ferramenta de marketing. Elas ajudam na divulgação e nas vendas, com custo muito mais baixo.

Além disso, houve uma mudança no perfil das ofertas: não existe um número mínimo de pedidos. É um mercado de cupons, não mais de compras coletivas.

Via: E-Commerce News, code poet CC-BY-NC-SA

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Comércio eletrônico deve crescer 25% em 2012

02 de março de 2012  | 

O comércio online não para de crescer. No ano passado, as vendas pela internet movimentaram R$ 18,7 bilhões, com crescimento de 26% em relação a 2010, segundo a e-bit. Para 2012, a projeção é de crescer mais 25.

No ano passado, 32 milhões de consumidores fecharam negócios nos sites de comércio eletrônico cadastrados no e-bit. Em 2010, tinham sido 23 milhões.

 

O valor médio das transações também diminuiu no último ano. Em 2011, foram gastos, em média R$ 350 por transação, ante R$ 370 no ano anterior. A tendência, segundo os estudos, é que os tíquetes médios caiam mais, devido à entrada da classe C no mercado. Estes consumidores buscam o menor preço – e isso fica mais importante. No primeiro semestre de 2011, a classe C representava 61% dos novos consumidores online.

Outros fatores que contribuíram para reduzir os preços na internet foi o crescimento das compras coletivas e a realização de promoções em bloco, como o Black Friday e Boxing Day. Para completar (e isso todos que atuam no mercado sabem por experiência própria) há uma grande concorrência, o que força os preços para baixo.

Além de achatar preços, a entrada da classe C mudou o ranking dos produtos mais vendidos pela internet. Em 2007, por exemplo, o produto mais vendido era livro, seguido por itens de informática, eletrônicos e produtos de saúde e beleza. Em 2011, os eletrodomésticos lideraram o ranking, seguidos pelo grupo informática.

Com informações do e-bit,

Foto: alles-schlumpf

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Use os vídeos para aumentar as suas conversões

29 de fevereiro de 2012  | 

soundwaves, Matthias Weinberger, CC-BY-NC-SA

Quem tem um e-commerce sempre busca a conversão. Para isso, haja ferramenta: SEO, descrição de produtos, das fotos e conteúdo diferente são as estratégias mais populares. E os vídeos que mostram o funcionamento de um eletrodoméstico ou como a camiseta fica no corpo entram na jogada. Para o cliente, é um jeito de entender melhor o produto. Para você, a vitrine – muitas vezes ideal.

Os grandes já usam vídeos há tempos. Entre os pequenos, ainda é raro. O investimento parece ser a barreira. Todavia, entretanto, contudo: produzir vídeos não é assim tão caro. E as ferramentas disponíveis no maior portal – o YouTube – permitem que você venda tanto na sua plataforma como por lá.

 

São quatro bilhões de vídeos assistidos diariamente. A cada minuto, chegam 60 horas de vídeo aos servidores da empresa. Você realmente pode usar esta estratégia e aumentar suas vendas.

Qualquer pessoa – ou empresa – pode criar seu canal de vídeo. Além de ajudar na conversão, é possível medir tudo, graças às ferramentas de análise de tráfego que o site oferece (que você deve associar à sua própria medição, claro).

O seu canal lá se transforma numa extensão do seu site de e-commerce. Não basta usar a plataforma, é preciso fazer o internauta sentir-se seguro. Já existem casos no mercado de conversão 150% maior – não é difícil com os índices pífios que o e-commerce brasileiro apresenta.

Via: Webinsider, foto: Matthias Weinberger, CC-BY-NC-SA

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Escolha uma boa ferramenta de envio de emails

27 de fevereiro de 2012  | 

posicionamiento web, Casimusica, CC-BY

Escolher uma ferramenta profissional para enviar e-mails é fundamental para uma boa campanha. Ainda é bastnte comum que empresários usem os clientes de e-mail instalados (Outlook, Thunderbird e suas variações) para enviar comunicados. Mal sabem eles que isso é muito ruim. Como controlam as aberturas? Os cliques? Os endereços? Sem contar que podem – e em geral são – colocados nas blacklists de spam.

O email marketing é uma estratégia muito eficaz, quando usado corretamente. Portanto é fundamental que você tenha uma boa ferramenta para criar e distribuir suas campanhas. Com elas, além de evitar que as pessoas não recebam a sua mensagem, você pode até criar filtros e focar no público-alvo adequado.

Além de segmentar sua base de envio e disparar os emails de forma ágil e segura, ele cria relatórios pós-envio, para que você tenha controle do sucesso da campanha e possa otimizar os acertos e corrigir os erros. Além disso, estas ferramentas ajudam a formular subjects (o assunto) adequados ao perfil do público-alvo em questão, auxiliam na elaboração de mensagens condizentes com o objetivo da campanha e agilizam o processo do envio.

Serviços disponíveis: online ou instalado?

Existem softwares e serviços online. Fizemos uma rápida comparação para ajuda-lo a escolher:

  • Relatórios: Em geral, os softwares têm menos tópicos em seus relatórios. Eles contam e-mails enviados com sucesso, número de opt-out (cancelamento), quantos foram abertos e pouca coisa mais.
    Os serviços online, em geral, vão além: contam cliques, respostas, encaminhamentos, bounces (e-mails inválidos) e podem ter até funções sociais.
  • Custos: O software você paga uma única vez. As versões básicas disponíveis vão de 45 dólares a 495 dólares. Os mais profissionais custam entre 179 e 985 dólares. Embora não sejam exatamente baratos, costumam ser mais viáveis que os serviços online, que cobram taxas mensais pelo número de disparos. Os custos ficam entre 10 e 500 dólares para até mil e-mails e entre 7 e 5 mil dólares para volumes maiores. Como existem muitos serviços, é preciso pesquisar muito para encontrar o melhor custo benefício. Detalhe: vários serviços conceituados oferecem vantagens para quem dispara poucos e-mails. No caso de um pequeno negócio, os serviços online podem sim, sair de graça e fazer o serviço de forma profissional.
  • Requisitos técnicos: Se você instalar o software, precisa de um servidor SMTP (de envio de e-mails) e o número de e-mails, velocidade de disparo e erros vai depender dele. Já nos serviços online, basta ter acesso à internet. Você cria a campanha, indica a segmentação e o serviço cuida do resto.

Uma lista com alguns serviços disponíveis:

Via: Blog do Ecommerce, TopTen Reviews e Email Marketing Options, imagem: Casimusica, CC-BY

 

Wikipedia: The symbol for the element sulfur.

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70% dos internautas buscam lojas virtuais

17 de fevereiro de 2012  | 

Segundo pesquisa do Ibope Media, 70% das pessoas que usam a internet, buscam alguma loja e para 76% dos consumidores, e-commerce é sinônimo de preço baixo. O estudo indica que os produtos mais buscados são os eletrônicos, com destaque para smartphones de notebooks.

Se temos mais ou menos 68 milhões de brasileiros online, isso significa que seu negócio tem, online, 47,6 milhões de chances de vender. E que a maior parte deste público acredita que o seu preço é realmente o melhor.

Que tal investir um pouco em SEM – Search Engine Marketing? Já falamos deste assunto aqui no blog. Confira o link e as dicas de nossos artigos para vender mais e melhor usando o que você já tem à disposição: um público disposto a te achar e comprar.

Via: TechLider, foto: badjonni, CC-BY-SA

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Dica do Google: em 2012 pense móvel

13 de fevereiro de 2012  | 

my iPhone family pile, blakespot, CC-BY

O presidente do Google Brasil publicou num grande jornal de São Paulo uma coluna em que diz e justifica, com todas as letras: dispositivos móveis têm que estar na mira dos empresários.

Fábio Coelho mostra como os smartphones aproximam os celulares da internet. E sabemos que no ano passado, tanto eles como os tablets foram a grande preferência do público aqui no Brasil. Só para se ter ideia, 900 mil aparelhos foram ativados em dezembro. Com conexões. Estamos crescendo 177% ao ano – perdemos só para a China.

Com isso, a experiência de compra vai mudar. No Google, 6% das buscas estão relacionadas ao comércio brasileiro e têm origem em dispositivos móveis. Com isso fica claro: o celular é influência e meio para comprar. E você não pode ficar aí parado, a ver a banda passar.

Portanto, caro cliente (ou empreendedor), preste atenção às dicas:

  1. Imediatismo: quem está no celular (ou tablet) tem urgência e quer agora. Ajude o consumidor a encontrar o que procura com agilidade e facilidade.
  2. Lugar certo, na hora certa: publicidade móvel deve estar na sua mira. Aplicativos, blogs, entretenimento e notícias chamam a atenção do usuário. Criações interativas, baseadas em geolocalização e que se integram às funções do telefone costumam ganhar nesse cenário.
  3. Experiência boa: já falamos disso, mas não custa lembrar. Seu site tem que ser navegável no celular. Ponto. Trate de providenciar.

Via Mobilepedia, foto: blakespot, CC-BY

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Em 2011, vendemos mais smartphones que PCs

09 de fevereiro de 2012  | 

iXray, slowburn, CC-BY-NC-SA

Pela primeira vez na história, o número de smartphones vendidos em todo o mundo superou o número de PCs em unidades no ano de 2011, de acordo com dados da empresa de consultoria e pesquisa Canalsys. Foram vendidos de 488 milhões de smartphones, contra 415 milhões de PCs, segundo o Mashable Tech.

A empresa afirma que o mercado de PCs, porém, não está morto e registrou um crescimento de 15% no ano passado. Tal crescimento pode ser justificado pela enorme ascendência dos tablets, mercado que cresceu 274%, em que o grande responsável foi o iPad.

Contudo, o grande foco do estudo foram os smartphones, que no ano de 2011 cresceu 63%, e novamente esse total pode ser justificado pelo grande sucesso da Apple, com o iPhone 3GS, 4 e 4S. A Apple conquistou o recorde de maior fornecedor de smartphones e superou a Nokia, 93,1 milhões de dispositivos no mundo.

Via Mobilepedia, foto: slowburn, CC-BY-NC-SA

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Blog do PagSeguro