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Brasileiro passa 3 vezes mais tempo na web que vendo TV

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Pesquisa da Deloitte divulgada na última sexta-feira (27 de março) afirma que os brasileiros passam três vezes mais tempo por semana conectados à internet do que assistindo à TV. O estudo O Futuro da Mídia está na terceira edição, mas esta foi a primeira em que o Brasil participou da investigação, ao lado de Estados Unidos, Japão, Alemanha e Grã-Bretanha. Dos 9 mil entrevistados, 1.022 eram brasileiros.

Segundo a pesquisa, os consumidores brasileiros gastam, atualmente, 82 horas por semana utilizando diversos tipos de mídia e de entretenimento tecnológico, como o celular. Para a maioria dos consumidores, o computador superou a televisão em termos de entretenimento.

A maior parcela dos participantes (81%) apontou o computador como o meio de entretenimento mais importante em relação à TV. 58% disseram que videogames, jogos no computador e online são importantes fonte de diversão.

Metade dos entrevistados está atenta aos lançamentos tecnológicos e tenta adquirir rapidamente esses equipamentos. Além disso, 47% dos pesquisados usam o celular como dispositivo de entretenimento.

Idade

O levantamento ouviu pessoas com entre 14 e 75 anos de idade. A faixa etária de 26 a 42 anos é a mais envolvida com atividades interativas na internet, como assistir a programas de TV ou usar o computador para chamadas telefônicas.

Em todas as faixas, a atividade mais realizada na internet é a criação de conteúdos pessoais para serem acessados por outras pessoas, como sites, fotos, vídeos, músicas e blogs.

Disposto a pagar mais

Outra informação importante na pesquisa da Deloitte é que os brasileiros estão insatisfeitos com a velocidade de sua conexão. Por isso, 85% dos ouvidos afirmaram estar dispostos a pagar mais para ter conexões mais velozes. As pessoas da faixa etária acima de 43 anos são as mais dispostas a pagar mais caro por mais velocidade.

Entre todos os entrevistados, 92% possuem celular. Entre os aplicativos deste tipo de aparelho, as mensagens de texto são as mais utilizadas (92%), seguidas da câmera digital (78%), jogos (67%) e a câmera de vídeo (62%).

Imagem: Arquivo pessoal

Internet Banking ganha terreno nos EUA

Segundo estudo da Forrester Consulting, os consumidores norte-americanos estão mais atentos às suas finanças e usando mais frequentemente a internet para acessar suas contas bancárias.

O uso do banco online cresceu mais do que o de qualquer outro canal de relacionamento bancário. Cerca de 71% dos entrevistados disseram estar mantendo agora um maior controle sobre suas finanças; 75% utilizam internet banking para acompanhar seus gastos. O internet banking ainda oferece às instituições grandes oportunidades de estreitar laços e aumentar negócios com seus clientes.

Via Partner Report

Conquistando o cliente pelo bolso

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Promoções, compras em conjunto, descontos em datas especiais, fretes grátis. Além da comodidade de comprar em casa e da variedade de produtos, é impossível ignorar a importância do preço baixo na hora de conquistar o cliente. A facilidade de encontrar boas condições de preço na internet torna ainda mais importante a agilidade dos sites para enfrentar a concorrência. Conheça algumas das técnicas mais eficazes de conquistar clientes fiéis:

  • Escolha produtos de grande apelo para promoções, motivando o consumidor a fazer a escolha assim que receber a propaganda.
  • Estimule a compra conjunta, oferecendo produtos relacionados entre si.
  • Crie uma data para o final da promoção, de preferência bem próxima ao seu início. Isso estimula o consumidor a decidir o mais rápido possível pela compra.
  • Cumpra os prazos de final das promoções, para manter a credibilidade delas junto aos consumidores.
  • Ofereça fretes grátis sempre que puder. Assim, o cliente não precisa calcular custos extras e se sente animado a comprar.
  • Ofereça suporte necessário ao consumidor. Destaque os produtos em promoção no site e abasteça a página com todas as informações possíveis para ajudá-lo a escolher. Evite que ele precise tirar dúvidas, especialmente no caso de promoções de curta duração, quando dias e até horas fazem diferença na possibilidade de compra. Um site ágil complementa a boa impressão gerada pelo preço baixo – e garante a volta do cliente.

Imagem:  Money, no Flickr de Kiki99, CC-BY-NC-SA

Sua solução está preparada para a próxima fase da NF-E?

Por Guilherme Soares Rodrigues
Diretor Comercial para SPED/NF-e
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Hoje a emissão de Nota Fiscal Eletrônica já é uma realidade para milhares de empresas. Desde pequenos estabelecimentos até grandes corporações já estão gerando documentos eletrônicos, emitindo DANFE’s e tocando seus negócios como antes. O sistema do governo, ainda que com algumas restrições, mostrou-se ágil e confiável na maioria dos Estados, ou seja: aqueles que apostaram na catástrofe perderam feio.

O primeiro objetivo dos gestores fiscais e de TI – manter o faturamento da empresa funcionando – foi plenamente atingido na maioria das organizações. Entretanto, bastou alcançar este marco para que muitos executivos percebessem que existem outros desafios a ser superados; veja, por exemplo, algumas questões sobre NF-e que, mesmo sendo críticas, não são atendidas por 100% das soluções disponíveis no mercado:

  • Como gerir o documento eletrônico recebido dos fornecedores (NF-e de entrada)?
  • Como o documento eletrônico poderá ser consultado no caso de alguma necessidade?
  • Vou permitir a entrada de uma mercadoria, sem antes ter recebido o arquivo da NF-e? Se sim, como cobrarei meu fornecedor se este não me enviar o arquivo XML?
  • O arquivo eletrônico da NF-e está íntegro? Está autorizado na SEFAZ? É idêntico ao que o seu fornecedor apresentou na SEFAZ? Como a empresa irá guardá-lo pelo prazo decadencial?
  • Cabe ao contribuinte verificar se a DANFE que está recebendo é válida, buscando manualmente esta informação na SEFAZ. Como este processo está sendo tratado?

Causa estranheza constatarmos que inúmeras soluções que estão no mercado são extremamente simplistas e não trazem nenhum recurso adicional ao seu usuário, nem sequer a gestão da NF-e de Entrada.

Os gestores que, no momento de escolher soluções de Nota Fiscal Eletrônica, contrataram aquelas que simplesmente atendessem à demanda de emissão de NF-e, agora começam a enfrentar problemas sérios, particularmente se não há tratamento para as NF-e’s de recebimento. Neste caso, se a solução faz parte de um sistema maior, como um ERP ou sistema fiscal, ela passa a ser quase um apêndice e faz o mínimo determinado pela especificação do governo, não oferecendo nenhum recurso adicional ao usuário.

Faça a escolha certa!
Se você estiver analisando a compra de uma solução para emissão e gestão de NF-e, dê atenção à emissão, mas não se esqueça da gestão: esta pode ser a diferença entre a escolha correta ou uma decisão equivocada.

Procure ter uma visão holística do processo. Converse com seu fornecedor e explore estes pontos. Pergunte-lhe como ele enxerga a evolução do projeto SPED do governo e especialmente da Nota Fiscal Eletrônica. Busque no mercado soluções abrangentes e robustas. Elas existem, é só procurar.

Se fôssemos falar de Integração da cadeia de valor, a conversa se estenderia bastante, dado que a situação sob este prisma é ainda mais delicada – embora resida aí uma oportunidade de ouro para ser explorada na integração e troca de informações entre empresas, tendo a NF-e como pilar principal. Mas isto é assunto para outro dia…

E-bit: pequenas e médias empresas crescem no e-commerce

imagem:SXC
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Pequenas e médias empresas começam a ganhar espaço no e-commerce brasileiro. Em 2008, a participação de mercado dos dez maiores varejistas online, em volume de vendas, caiu de 76,1%, no quatro trimestre de 2007, para 72,8% nos últimos três meses de 2008 – queda de 3,3 pontos percentuais em um ano – revela uma análise da consultoria e-bit divulgada nesta segunda-feira (23/03).

A queda de participação, em volume, foi maior para a líder. Em 2007, a B2W – grupo de reúne Americanas.com, Submarino, Shoptime e Blockbuster – registrava 44,8% dos pedidos no e-commerce. No ano passado, a participação foi de 39,5% – queda de 11,8%, ou 5,3 pontos porcentuais em um ano.

De acordo com o balanço divulgado pela e-bit, o comércio eletrônico brasileiro faturou 8,2 bilhões de reais em 2008, – excluindo vendas de veículos e serviços (ingressos, turismo, passagens aéreas e leilão virtual) – o que representa um aumento de 30% se comparado com o ano anterior. O número de consumidores online somou 13,2 milhões, no ano passado, alta de 39% em um ano.

Na avaliação da e-bit, a descentralização do e-commerce brasileiro resulta de fatores como popularização de ferramentas para a criação de lojas virtuais, da redução nos custos de divulgação e infra-estrutura, além da maior maturidade do e-consumidor atento não apenas às ofertas dos grandes players.

Os dados da e-bit mostram que os pequenos e médios varejistas registraram um crescimento de 6% em participação nas vendas online (0,5 ponto porcentual) comparando os resultados do quarto trimestre de 2007 (8,4% de participação do ‘long tail’) com os de 2008 (8,9% de participação).

Web brasileira vai faturar R$ 1 bilhão em 2009

Na penúltima segunda-feira (16 de março), o Internet Advertising Bureau Brasil (IAB) avisou à imprensa que o setor de mídia online brasileiro deve faturar R$ 1 bilhão em 2009. Segundo as previsões, o investimento irá representar participação de 4,2% no total gasto com publicidade.

As informações se baseiam em dados do projeto Inter-meios e dos associados da instituição. Em 2008, a participação da mídia online chegou a 3,5%, o equivalente a R$ 760 milhões em investimentos. A soma inclui dados do comércio eletrônica e links patrocinados.

O presidente do IAB Brasil, Guilherme Ribemboin, também anunciou as estimativas da instituição para o crescimento da internet e do número de usuários ativos. De acordo com as previsões, o país deve chegar aos 28 milhões de internautas residenciais até o final deste ano. Esse valor representa um crecimento de 20% em relação à 2008.

Ao todo, serão 68,5 milhões de usuários (residenciais e corporativos).

Já em relação a banda larga, O IAB estima que 87% dos usuários estarão conectados em alta velocidade até o final deste ano.

Sim, o Brasil compra na web!

A escalada de uso da internet no Brasil vai bem, obrigado. Em 2008, de acordo com o IBOPE/Net Ratings, o número de pessoas com acesso à web no país ultrapassou os 40 milhões. Na esteira, o mercado de vendas online também se beneficia. Dados da consultoria e-Bit mostraram um crescimento de 30% no volume de vendas online no ano passado – um movimento de R$ 8,2 bilhões, sem incluir a compra e venda de automóveis, passagens aéreas e leilões eletrônicos judiciais.

Qual o motivo desse crescimento? Além da maior possibilidade de acesso à net, o comércio online também se aprimorou ao longo dos últimos anos, oferecendo mais comodidade e segurança ao consumidor. Problemas como a demora na entrega do pedido ou falhas no sistema de pagamento acabaram. Ao mesmo tempo, a possibilidade de obter informações precisas sobre cada produto, entregue em qualquer lugar do Brasil ou do mundo, supera as vantagens da compra presencial. “Comprando pela internet não preciso enfrentar engarrafamentos, filas e o risco de não encontrar o que procuro”, diz Paula Rodrigues, jornalista. Ela é cliente de sites de compras online há mais de cinco anos. “Além de muitos produtos serem mais baratos do que nas lojas, é possível comparar os preços em várias lojas diferentes pelos sites de busca”.

André Santos, publicitário, também vê vantagens no sistema. Ele já vendeu ítens de coleção pela web e comprou desde móveis até computadores. “Além da facilidade, há produtos que só se pode encontrar na internet, como artigos raros ou fora de produção”, assinala. “Comprar presentes é ainda mais fácil. Hoje, não existe mais dificuldade em presentear alguém que mora em outra cidade: é só escolher no site e pedir para entregar”.

Risco zero no cartão de crédito

O medo de colocar o número do seu cartão de crédito na web, a cada compra realizada, não existe mais. Com sistemas de pagamento, como o PagSeguro, você faz pagamentos online e não informa seus dados a terceiros. Para garantir a sua segurança, nosso sistema dá até 14 dias para bloqueio da transação (caso não receba o produto).