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13,2 milhões de brasileiros compram na internet

imagem:SXC
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Segundo a 19ª edição do relatório WebShoppers realizado pela consultoria e-bit, divulgado nesta terça-feira (17/03), o número de consumidores brasileiros que comparam pela internet chegou a 13,2 milhões em 2008, aumento de 39% em relação a 2007.

O volume de e-consumidores foi alimentado pela crescente participação da classe C nas compras online. Segundo a e-bit, famílias com renda média mensal de até 3 mil reais representaram 60% dos novos e-consumidores em 2008. A participação da classe C no comércio eletrônico brasileiro cresceu de 37% em 2007 para 42% em 2008.

O perfil do consumidor online também passou por modificações. Em 2008, a presença das mulheres ultrapassou a dos homens em volume de compras online e agora representa 51% dos e-consumidores. Os internautas também

O e-bit já havia divulgado em janeiro que o e-commerce brasileiro movimentou 8,2 bilhões de reais durante o ano passado, crescimento de 30% em relação a 2007. “O valor ainda seria mais alto (*,6 bilhões de reais) se não fosse a crise econômica. Mesmo assim houve um crescimento [anual] significativo”, observa Pedro Guasti, diretor geral da e-bit. A expectativa para 2009 é que o e-commerce brasileiro movimente 10 bilhões de reais.

Agora, a consultoria estima que o setor deverá movimentar 4,2 bilhões de reais até julho, acréscimo de 800 milhões de reais em relação aos seis primeiros meses do ano anterior. A soma do primeiro semestre de 2009 supera o faturamento do e-commerce em todo o ano de 2006, compara Guasti.

Para o final do semestre, a consultoria espera que o Brasil ultrapasse a marca de 15 milhões de consumidores online. Para o final do ano, a expectativa é que o número chegue a 17,2 milhões de compradores online.

Entre as categorias mais populares entre os brasileiros em 2008, a de Livros mantém a ponta folgada, com 17% de participação, seguida por Saúde e Beleza (12%), informática (11%), Eletrônicos (9%) e Eletrodomésticos (6%).

Web 2.0 x Ecommerce: onde está o botão de pagamento?

Hoje fui comprar um software tocador de música para meu celular com Windows Mobile. O tocador de mp3 que vem no Windows Mobile não tem a facilidade de uso do iPod, que me agrada.

Google não considera popular o que é novo

Fui no Google, busquei ipod wm, pois eu queria algo como o iPod, no meu celular. O primeiro site teoricamente é o mais popular, segundo os critérios de indexação do Google. Então, sem tempo a perder, entrei e vi que o critério de popularidade do Google sacrifica páginas recentes. Claro que uma página de 2007 é mais popular que uma de 2009. A página era o lançamento da versão 2007 do software que eu pesquisava. Notando que era velha, eu fui no site da empresa, e achei  a versão mais nova. Até aí, o único problema está no critério do Google em indexar as páginas “populares”. A empresa fornecedora do software perdeu a chance de comprar a palavra chave que eu digitei, e tornar minha busca mais objetiva.

Página do produto não tem link comprar ou download grátis

Agora sim vamos falar doverdadeiro tema desse breve artigo, que é o fato do site da empresa ter me levado à página do produto, com uma série de diferenciais do produto, imagens do player, diversos prêmios que a empresa ganhou, me deixando bem motivado e tranquilo para comprar o software. Mas o objetivo da página, que é vender o produto, foi atingido? Não. Os únicos links que encontrei na tal página eram para comentários no digg, que é uma ferramenta de web “dois ponto zero”, e para os sites que deram os aclamados prêmios. Não havia o botão mágico “download grátis” ou “compre agora”. Por pouco não deixo a página sem encontrar, no menu, o item “Downloads”. Ufa. Consegui baixar e testar o software, que diga-se de passagem, deixou o celular lento…

As pessoas já se acostumaram a clicar em botões retangulares, estilo Buy now!, e procuram no canto inferior direito esse atalho para o próximo passo, seja “saiba mais”, ou “adicionar ao carrinho de compras”,  “download agora”, “comprar”, enfim, algo simples e direto, que siga adiante com o processo desejado tanto por quem quer comprar, como quem quer vender.

Qual a vantagem de ter delicious, twitter, digg, tecnorati, ou outra novidade da web “dois ponto zero”, se você esqueceu de pavimentar o caminho feliz de sua página de oferta? Tenha sempre o botão destacado, com cor diferente do resto do site, para não ter usuários desistindo da compra por se sentir perdido por 2 ou 3 segundos, tempo suficiente para tocar o telefone e o usuário abandonar a página.

Listinha de serviços web “dois ponto zero” http://web2magazine.blogspot.com/2007/01/thanks-for-web-2.html

Procurando botões de pagamento? Site que vende os arquivos fonte de botões de pagamento. http://www.web2buttons.com/ 

Pagina analisada nesse texto: http://www.conduits.com/products/player/

Em homenagem às mulheres

As mulheres são todas iguais? Se você respondeu “sim”, está cometendo um erro secular. Até mesmo os gregos e romanos sabiam que existem muitos tipos de mulheres – e expressaram isso em sua mitologia, que tem deusas diferentes para cada tipo de personalidade feminina. Cara mulher traz em si um pouco da deusa do amor e da sedução, Afrodite; o instinto maternal da deusa da terra, Deméter; o instinto caçador de Diana, ou a intelectualidade de Atena.

Seja qual for o estilo da sua deusa, no dia 8, Dia da Mulher, aproveite para celebrar a data com todas as possibilidades que ela traz. E, se você é homem e convive com uma mulher especial, aproveite para homenageá-la com alguma das sugestões abaixo. Você certamente vai ganhar pontos com a sua divindade do Olimpo.

Para as aventureiras…

Câmera Digital samsung 8.1 Megapixel S860 Rosa

Para as tecnológicas…

Televisão AOC L19W831 19in LCD 1366x768pixels HDTV Ready

Para as mãezonas…

Sling Sampa Soft

Para as organizadas (e charmosas)…

Relógio de Pulso Casio Baby-G BG-184-4v

Para as sensuais…

Babydol Lycra

Para as românticas…

Cesta Sublime Sentimento

Para as esportivas…

Óculos DART – Oakley

Para as vaidosas…

Perfume Deseo Jennifer Lopez

Governo acelera inclusão de categorias na NF-e

Atenção empresários brasileiros. Quem negocia mercadorias – e usa as Notas Fiscais 1 e 1A – precisa ficar atento às convocações do Governo Federal para a migração obrigatória para a Nota Fiscal Eletrônica. Convidamos o diretor de negócios de NF-e e SPED da Boldcron, Guilherme Holland para explicar um pouco o que está acontecendo.

Imagem: Paper no SXC
Imagem: Paper no SXC

A implantação da Nota Fiscal Eletrônica – tanto de produtos quanto de serviços – agiliza e facilita a vida dos empresários, mas requer conhecimentos e gerenciamento que muitas empresas ainda não desenvolveram. Esta novidade diminui custos gráficos, operacionais, logísticos e garante transparência entre as empresas e o fisco.

O Governo tem efetuado as convocações dos setores da economia gradativamente, em média com nove meses de antecedência da data marcada para início da emissão obrigatória de NF-e’s. Em 2008 foram convocadas dez segmentos produtivos: cigarros, combustíveis líquidos, montadoras, cimento, medicamentos alopáticos, frigoríficos, fabricantes de bebidas alcoólicas e refrigerantes, aço, ferro gusa, agentes de comercialização de energia elétrica.

Na próxima convocação, em Abril, serão incluídos no sistema mais 25 segmentos produtivos. E para setembro já está programada a convocação de 54 novos segmentos produtivos. “Isso indica uma aceleração do processo dentro do Governo”, explica Guilherme. E quando o segmento é convocado, todas as empresas legalmente ativas (com CNPJ) no setor devem adequar-se, preparando-se para substituir 100% das notas em fiscais em papel (modelo 1 e 1A) pelo modelo eletrônico (modelo 55). Um projeto de implantação da NF-e pode levar de 1 a 6 meses, dependendo do porte da empresa e complexidade de seus processos e sistemas.

Para se ter uma idéia do impacto, em setembro, todos os fabricantes e importadores de equipamentos de informática e periféricos estão convocados. Guilherme explicou que o sistema da Boldcron, o NotaNet é ofertado por meio de dois modelos distintos de contrato: aquisição de licença ou modalidade de serviços. Nesta segunda opção o cliente opera integralmente pela internet, pagando mensalmente pelo volume total de NF-e’s emitidas no período, podendo optar também pelo armazenamento seguro dos XML’s das notas, já que a guarda do arquivo eletrônico é obrigatória pelo mesmo prazo decadencial da nota em papel. Este modelo é ideal para empresas que emitem até 2.000 NF’s/mês.

Mesmo assim, a novidade dá um trabalho extra. É preciso ter certificação digital (que garante a origem e integridade do documento), fornecido por empresas como a Certisign ou Serasa. A certificação digital tem que ser renovada de tempos em tempos e há que se adquirir o hábito de fazer backup das notas para o caso de fiscalização.

Dúvidas? Estamos aqui para ajudar.

Imagem: Paper no SXC

Transações on-line: Internautas buscam confiança, segundo a Verisign

Antes da Internet, as empresas ganhavam a confiança dos consumidores por meio de referências pessoais e indicadores off-line, como um aperto de mão, serviços excepcionais ou uma boa vitrine. No mundo digital, a confiança ainda é valiosa, mas para conquistá-la é preciso manter a segurança, com a criptografia e a validação do site.

Semana passada a Verisign divulgou a pesquisa que patrocinou, feita pela Sunovate, onde se descobre que a maioria dos consumidores chegam a dispensar descontos e promoções e gastar mais quando têm certeza que suas identidades – e dados – estão protegidos.

Feita com 919 americanos com mais de 18 anos de idade, que despendem no mínimo três horas por semana conectados fora do seu expediente a pesquisa mostra a conscientização dos consumidores em relação à segurança on-line e mede o interesse e a familiaridade dos consumidores sobre os serviços de autenticação no mercado atual, entre outros serviços. Embora a realidade brasileira não seja idêntica, a pesquisa revela uma tendência – já que a educação e uso da internet só faz crescer por aqui.

Está lá no release: “Os resultados da pesquisa revelam que 85% dos consumidores afirmaram que a confiança no site é o item mais importante ao interagirem com um site e compartilharem informações confidenciais. Apenas 9% dos consumidores afirmaram que os preços eram mais importantes e 5% afirmaram que a facilidade de uso era mais importante. Além disso, 93% dos entrevistados afirmaram que não fariam mais transações em um site que não se mostrasse seguro.”

A pesquisa revelou informações importantes sobre como os consumidores protegem suas identidades atualmente ao realizarem transações on-line:

– 86% utilizam um nome de usuário e uma senha simples para acessarem as contas.

– 62% procuram o ícone do cadeado na barra de endereços.

– 55% procuram uma logomarca ou um selo da empresa que forneça segurança na Internet.

– 52% procuram https:// na barra de endereços.

– 26% procuram uma barra de endereços no browser na cor verde.

Vale a pena cuidar dos dados dos clientes, manter sistemas atualizados e investir em segurança, sempre. E, claro, nossos parceiros e clientes contam com toda a infra-estrutura do PagSeguro.

E-Commerce cresce 30% em 2008 e fatura R$ 8,2 bi

O relatório do e-bit sobre o comércio eletrônico no Brasil, divulgado ontem, dá conta que o mercado eletrônico cresceu 30% em relação a 2007, faturando R$ 8,2 bilhões. Estes ainda não são os números finais de 2008, que devem ser divulgados em breve no relatório WebShopper, da mesma empresa.

Segundo Pedro Guasti, diretor da e-bit e vice-presidente de Estratégia da câmara-e.net, a responsabilidade é do consumidor. “O e-consumidor está cada vez mais atento às possibilidades no canal web. É um meio que oferece múltiplos tipos de informação para os usuários, que acabam se sentindo mais seguros. Esse é um comportamento que evolui ano a ano, pois muitos já tiveram uma experiência de compra pela internet.”

Outro importante ponto a ser ressaltado é a entrada de grandes redes varejistas que trouxeram novos públicos para o comércio eletrônico. “A fidelidade de alguns consumidores faz com que eles associem a marca da loja física a da loja virtual e, chegando ao portal esse consumidor irá se deparar com melhores preços e condições de pagamento, possibilitando a volta daquele consumidor naquela loja”, explica Guasti, que classifica esse fator como mais um dos motivos para o crescimento do canal em 2008.

O tíquete médio do setor fechou em R$ 328. Dentre todos os períodos do ano, o mais lucrativo foi, novamente, o Natal, que registrou vendas de R$ 1,25 bilhões com o tíquete médio em torno de R$ 346.

Para 2009, as previsões são animadoras: enquanto no Brasil o crescimento foi de 30%, o comércio eletrônico norte-amerciano, segundo o eMarketer, cresceu apenas 7% (faturamento de U$ 136 bilhões). Mesmo com uma previsão menor se comparada aos anos anteriores, o comércio pela internet deve alcançar a marca inédita de dois dígitos de bilhão de faturamento, crescendo nominalmente entre 20% e 25% em relação a 2008, alcançando, pelo menos, R$ 10 bilhões.

O Mercado brasileiro pode ganhar muito mais. Depende muito dos empresários – e de alguma inovação. Lojas mais simples, usar meios de pagamentos seguros e confiáveis (PagSeguro, claro) e aumentar a oferta são algumas das muitas possibilidades. Com o crescimento do uso da internet entre as classes C e D também vão se abrir outros e novos mercados. Contem com o blog do PagSeguro para ter informações sobre os números e tendências do mercado.