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Transações on-line: Internautas buscam confiança, segundo a Verisign

Antes da Internet, as empresas ganhavam a confiança dos consumidores por meio de referências pessoais e indicadores off-line, como um aperto de mão, serviços excepcionais ou uma boa vitrine. No mundo digital, a confiança ainda é valiosa, mas para conquistá-la é preciso manter a segurança, com a criptografia e a validação do site.

Semana passada a Verisign divulgou a pesquisa que patrocinou, feita pela Sunovate, onde se descobre que a maioria dos consumidores chegam a dispensar descontos e promoções e gastar mais quando têm certeza que suas identidades – e dados – estão protegidos.

Feita com 919 americanos com mais de 18 anos de idade, que despendem no mínimo três horas por semana conectados fora do seu expediente a pesquisa mostra a conscientização dos consumidores em relação à segurança on-line e mede o interesse e a familiaridade dos consumidores sobre os serviços de autenticação no mercado atual, entre outros serviços. Embora a realidade brasileira não seja idêntica, a pesquisa revela uma tendência – já que a educação e uso da internet só faz crescer por aqui.

Está lá no release: “Os resultados da pesquisa revelam que 85% dos consumidores afirmaram que a confiança no site é o item mais importante ao interagirem com um site e compartilharem informações confidenciais. Apenas 9% dos consumidores afirmaram que os preços eram mais importantes e 5% afirmaram que a facilidade de uso era mais importante. Além disso, 93% dos entrevistados afirmaram que não fariam mais transações em um site que não se mostrasse seguro.”

A pesquisa revelou informações importantes sobre como os consumidores protegem suas identidades atualmente ao realizarem transações on-line:

– 86% utilizam um nome de usuário e uma senha simples para acessarem as contas.

– 62% procuram o ícone do cadeado na barra de endereços.

– 55% procuram uma logomarca ou um selo da empresa que forneça segurança na Internet.

– 52% procuram https:// na barra de endereços.

– 26% procuram uma barra de endereços no browser na cor verde.

Vale a pena cuidar dos dados dos clientes, manter sistemas atualizados e investir em segurança, sempre. E, claro, nossos parceiros e clientes contam com toda a infra-estrutura do PagSeguro.

E-Commerce cresce 30% em 2008 e fatura R$ 8,2 bi

O relatório do e-bit sobre o comércio eletrônico no Brasil, divulgado ontem, dá conta que o mercado eletrônico cresceu 30% em relação a 2007, faturando R$ 8,2 bilhões. Estes ainda não são os números finais de 2008, que devem ser divulgados em breve no relatório WebShopper, da mesma empresa.

Segundo Pedro Guasti, diretor da e-bit e vice-presidente de Estratégia da câmara-e.net, a responsabilidade é do consumidor. “O e-consumidor está cada vez mais atento às possibilidades no canal web. É um meio que oferece múltiplos tipos de informação para os usuários, que acabam se sentindo mais seguros. Esse é um comportamento que evolui ano a ano, pois muitos já tiveram uma experiência de compra pela internet.”

Outro importante ponto a ser ressaltado é a entrada de grandes redes varejistas que trouxeram novos públicos para o comércio eletrônico. “A fidelidade de alguns consumidores faz com que eles associem a marca da loja física a da loja virtual e, chegando ao portal esse consumidor irá se deparar com melhores preços e condições de pagamento, possibilitando a volta daquele consumidor naquela loja”, explica Guasti, que classifica esse fator como mais um dos motivos para o crescimento do canal em 2008.

O tíquete médio do setor fechou em R$ 328. Dentre todos os períodos do ano, o mais lucrativo foi, novamente, o Natal, que registrou vendas de R$ 1,25 bilhões com o tíquete médio em torno de R$ 346.

Para 2009, as previsões são animadoras: enquanto no Brasil o crescimento foi de 30%, o comércio eletrônico norte-amerciano, segundo o eMarketer, cresceu apenas 7% (faturamento de U$ 136 bilhões). Mesmo com uma previsão menor se comparada aos anos anteriores, o comércio pela internet deve alcançar a marca inédita de dois dígitos de bilhão de faturamento, crescendo nominalmente entre 20% e 25% em relação a 2008, alcançando, pelo menos, R$ 10 bilhões.

O Mercado brasileiro pode ganhar muito mais. Depende muito dos empresários – e de alguma inovação. Lojas mais simples, usar meios de pagamentos seguros e confiáveis (PagSeguro, claro) e aumentar a oferta são algumas das muitas possibilidades. Com o crescimento do uso da internet entre as classes C e D também vão se abrir outros e novos mercados. Contem com o blog do PagSeguro para ter informações sobre os números e tendências do mercado.