O uso das mídias sociais segundo a Nielsen

20 de outubro de 2011  | 

108 High Resolution Dark Denim Social Media Icons, webtreats, CC-BY

Blogs, Facebook, Twitter, vídeos, tumblr… segundo o último estudo publicado pela Nielsen, os internautas americanos, no terceiro trimestre de 2011, usaram sem restrições estas ferramentas. Os principais destaques do estudo:

  • Redes sociais e blogs são os destinos dos americanos online, respondendo por quase um quarto do seu tempo na internet.
  • Hoje, 4 de 5 internautas ativos visitam redes sociais e blogs
  • Os americanos gastam mais tempo no Facebook que em qualquer outro site.
  • Quase 40% dos usuários das redes sociais as acessam através de seus celulares.
  • Aplicativos para redes sociais aparecem em terceiro lugar entre os donos de smartphones.
  • Internautas com mais de 55 anos acessam as redes sociais através dos celulares.
  • Embora as mulheres assistam mais vídeos online, os homens são os responsáveis pela publicação – e os assistem por mais tempo.
  • 70% dos adultos nas redes sociais compram online, 12% a mais que a média dos internautas.
  • 53% dos adultos nas redes sociais seguem uma marca e 32%, uma celebridade.
  • Nos 10 maiores mercados globais (Brasil inclusive), redes sociais e blogs alcançam três quartos dos internautas ativos.
  • O Tumblr é a nova plataforma: triplicou a audiência em um ano nos Estados Unidos.

Via: Midias Sociais Imagem: webtreats, CC-By

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Na construção de negócios na internet, o consumidor é o centro

17 de outubro de 2011  | 

pirâmide de Maslow

Para conquistar os clientes, é preciso escalar a pirâmide de Maslow

Em tempos de redes sociais poderosas – e às vésperas do Natal – uma pequena pausa para pensar como organizar a construção da sua marca. O marketing, como foi concebido no século XX, continua com os mesmos princípios e outro cenário: muito mais concorrência e um consumidor que tem voz ativa na relação. O cenário não é simples: agora não basta ter uma marca e uma mensagem, é preciso oferecer uma (boa, de preferência) experiência do seu produto.

A mudança favorece a maioria: se antes, disputar espaço com as grandes corporações era quase impossível, hoje vemos pequenas empresas conseguirem sucesso rápido e retorno seguro para seus negócios. Sem citar a gigante Amazon como exemplo – afinal, eles definiram o que é e-commerce e seguem como referência em todo o mundo -, podemos falar do sucesso da Zappos. Aqui no Brasil, há muitos pequenos também bem encaminhados – e lucrando – nadando com grandes players. Em todos os segmentos.

Na complexificação dos negócios, a comunicação é o centro. E se antes bastava simplesmente analisar os números, hoje é preciso conhecer o seu cliente. E para isso, até agora, as redes sociais são uma verdadeira mão na roda. Com elas vem uma nova postura: é preciso investir em marketing através de todos os canais; ter presença estabelecida em diversas plataformas e criar uma comunicação eficiente – dentro de novos e outros parâmetros.

Vocês já devem saber, por exemplo, que a grande tendência é usar o Twitter enquanto se assiste TV? Já há diversos players brasileiros, inclusive, associando publicidade na TV com o engajamento nas redes sociais. O uso inteligente do ambiente online cria um sentido para o usuário, que passa a ver um propósito para interagir com a marca e estabelecer um relacionamento. A chave é ser autêntico, verdadeiro – senão você não conquistará os corações.

Nesta nova etapa, o mais importante é entender o contexto. Não importa muito a tecnologia – e sim, o conteúdo. É ele que atrai, conquista, engaja, pede resposta. Com mais interação e transparência, sempre surgem novas oportunidades de negócio.

Via: Mídias Sociais, ilustração também do Mídias Sociais

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Pesquisa: como criar um sistema para medir as mídias sociais

07 de outubro de 2011  | 

Social Media Measurement Compass, Susan Etlinger
O Altimeter Group fez uma pesquisa ajudar as empresas a entender, interpretar e produzir dados sociais. Embora todas as empresas tenham, sim um sistema de monitoramento que funciona, poucas conseguiram resolver a questão da análise. A pesquisa “A Framework for social analysis” entrevistou quase 40 especialistas de diversas áreas, para entender como eles monitoram e analisam as mídias sociais. “É um instantâneo datado de um mercado caótico, confuso e fragmentado”, dizem as autoras, que foram financiadas pelo Altimeter Group.
/ppEnquanto as ferramentas para ouvir e analisar tenham começado a convergir, as de engajamento e publicação ainda estão separadas. “É um sintoma da imaturidade do mercado que as ferramentas ainda estejam isoladas. A análise social é ainda uma meta distante”, diz Susan Etlinger, uma das analistas responsável pelo estudo.
O relatório (em inglês e disponível para download) é um verdadeiro passo a passo de como pensar, planejar, medir e analisar os seus efeitos nas mídias sociais. Aqui uma tradução do resumo das recomendações.

  1. Crie um sistema para planejar a sua medição
    1. Comece com os seus objetivos de negócio e as estratégias para atingi-los.
    2. Identifique as métricas que correspondem aos seus objetivos (por exemplo, aumentar vendas, diminuir a necessidade do SAC, resolver os problemas antes que precisem do SAC)
    3. Alinhe suas métricas aos seus objetivos. Para isso:
      1. Use a bússola da Mídia Social (ilustração deste post) para definir o que é importante para o seu negócio
      2. Descubra como aprender sobre as suas iniciativas em mídia social.
      3. Desenvolva métricas para apoiar seus objetivos de negócio
      4. Use os exemplos de fórmulas para construir fórmulas personalizadas.
  2. Aprenda as limitações dos dados sociais
    1. Priorize a análise de texto, os idiomas e os filtros contra spam.
    2. Avalie como o comportamento dos usuários (como curtir, RT ou check-ins) afetam o seu negócio.
    3. Defina um dicionário com as palavras chaves importantes para o seu segmento e/ou empresa.
      1. Faça esta lista de forma clara e resumida.
      2. Atribua níveis de confiança para dados inconsistentes
      3. Dê preferência à métrica de resultados.
  3. Avalie de forma realista sua organização e as suas necessidades:
    1. Identifique seu modelo organizacional (centralizado, descentralizado, holístico?)
    2. A partir deste modelo, defina o papel e as responsabilidades do seu time:
      1. Quais recursos serão necessários?
      2. Quem vai definir a estratégia e os processos?
      3. Quem escolhe a ferramenta?
      4. Como você escolhe a ferramenta?
      5. Treinamento e educação
      6. Como você vai colaborar com outros grupos
    3. Se você decidir terceirizar o monitoramento:
      1. Equilibre expertise, habilidade analítica e domínio da ferramenta;
      2. Considere questões de sigilo
      3. Planeje a transferência de conhecimento
      4. Implante verificações e relatórios
      5. Compare os custos

Imagem: Susan Etlinger

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Facebook ultrapassa Orkut em agosto

06 de outubro de 2011  | 

Facebook, West McGowan, CC-BY
Relatório IBOPE Nielsen Online atesta: alcance do Facebook foi maior que o do Orkut em agosto: 68,2% contra 64%, respectivamente. Em agosto, o Facebook registrou 30,9 milhões de usuários únicos contra 29 milhões do Orkut. O Twitter também manteve tendência de crescimento, com 14,2 milhões de usuários únicos, ou 31,3%. Portanto, segundo o Ibope, é fato: em Agosto o Facebook foi líder em audiência nas redes sociais no Brasil.
Os números do Ibope diferem das estatísticas de julho de 2011 da empresa de métricas web comScore. Para ela, em julho, o Orkut permanecia líder, com 36,4 milhões de visitantes únicos, enquanto que seu rival tinha 25,8 milhões. O próprio o Facebook, no início do mês, divulgou ter 25 milhões de internautas cadastrados no Brasil.
Audiência geral

O acesso à internet em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais) atingiu 77,8 milhões de pessoas no segundo trimestre de 2011, segundo o Ibope Nielsen Online. Esse número é 5,5% superior ao do segundo trimestre de 2010 e 20% maior que o do segundo trimestre de 2009.
Do total de 61,2 milhões de pessoas com acesso no trabalho ou em domicílios, 45,4 milhões foram usuários ativos em agosto de 2011. Crescimento de 1,2% em relação ao mês anterior e de 9,2% na comparação a agosto de 2010.
O tempo de uso do computador com internet também continuou crescendo e chegou a 69 horas por pessoa em agosto, representando um aumento de 6,4% em relação ao mês anterior.
Outro dado interessante: em agosto, em média, cada usuário brasileiro de redes sociais conectou-se a esses sites por um tempo de 7 horas e 14 minutos.
Via: IDG!Now, imagem: West McGowan, CC-BY

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Nas redes sociais, entretenimento é líder

09 de setembro de 2011  | 

Twitter Facebook

Segundo estudo feito pela Performics e pela Roi Research, entretenimento é a categoria de produtos que é mais seguida no Twitter e tem a função “like” mais ativada no Facebook. Os dados de “S-Net, The Impact of Social Media” indicam que 46% dos consumidores que são fãs de marcas em uma rede social o fazem para alguma marca de produtos relacionados ao entretenimento.

Embora as cinco primeiras categorias de produtos citadas sejam as mesmas em ambas as redes sociais, foram encontradas variações em seu posicionamento. Após entretenimento, usuários do Twitter são mais propensos a seguir marcas de restaurantes, alimentos, eletrônicos e vestuário. Já no Facebook, após entretenimento foram citados, pela ordem, alimentos, restaurantes, vestuário e eletrônicos.

Olhando para os hábitos os usuários, o estudo mostrou que muitos usuários seguem/ acionam a função “like” para marcas com o propósito de obter cupons e descontos. 67% dos fãs de marcas de CPG/ cuidados pessoais o fazem por este motivo, seguidos por 65% dos fãs de marcas de produtos domésticos e 63% de marcas de alimentos. Outras categorias que atraem os usuários por conta dos cupons são saúde, fármacos, restaurantes, viagens, roupas, bebidas não alcoólicas.
pOs usuários também usam ambas as redes para pedir conselhos sobre roupas (46%), eletrônicos (42%), serviços financeiros (39%), saúde ou remédios (39%) e telecomunicações (33%). Embora os usuários não usem as funções das redes para conectar-se a serviços/marcas, 30% usam as funções seguir ou curtir para serviços financeiros, automóveis e instituições de ensino.

  • 52% dos entrevistados concordam fortemente que expressar suas opiniões em sites de redes sociais poderá vir a influenciar nas decisões de negócios de empresas/marcas;
  • 31% afirmaram que compram mais de marcas e empresas que eles seguem ou acionam a função “like”;
  • 74% dos entrevistados que compram produtos de entretenimento discutem sobre eles em redes sociais;
  • 42% discutem sobre automóveis em sites de redes sociais para comparar preços;
  • 32% compraram algum produto relacionado a esportes como resultado de algo postado em uma rede social.

Comparar preços é a principal razão de consumidores discutirem acerca de produtos, serviços, empresas ou marcas em redes sociais, de acordo com dados de abril de 2011. A nova pesquisa indica que 59% dos consumidores online discutem e comparam preços ocasionalmente ou frequentemente em redes sociais, o maior percentual obtido pelas respostas oferecidas no estudo. Em segundo lugar ficou discutir um produto em um site de redes sociais para falar sobre ofertas e promoções especiais (56%), motivo também relacionado ao preço.

Via E-commerce News

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comScore avisa: audiência do Orkut está subestimada

31 de agosto de 2011  | 

Orkut vs Facebook
Enquanto a gente vai descobrindo – e contando para vocês – todas as funções possíveis do Facebook, surgiu uma notícia que merece atenção: a audiência do Orkut está subestimada.

Apesar do crescimento da audiência do Facebook no Brasil, a comScore, empresa que mede audiência na internet, ainda não decreta a “morte” da rede do Google. Para Alex Banks, diretor da comScore, a audiência do Orkut no Brasil pode estar subestimada em cerca de 20 milhões de usuários.

Hoje, a comScore estima o número de usuários ativos do Orkut no Brasil em 34,7 milhões, enquanto o Facebook tem 25 milhões -este último ganhou quase 20 milhões de usuários em um ano. A empresa mede apenas os acessos feitos de casa ou do trabalho. Em breve, vai começar a incluir também quem usa a internet em LAN houses e em acessos públicos, como telecentros e bibliotecas.
“Nossa estimativa é que haja 30 milhões de brasileiros que acessam a internet dessa forma. Desses, cerca de 20 milhões devem estar no Orkut”, diz Banks. Para ele, o Google usará sua força para manter o Orkut relevante no Brasil. “Dizem que o Orkut está perdendo relevância, mas ele é, há anos, ‘a’ rede social brasileira.” Nos 12 meses até julho, o Orkut teve aumento de 20% na audiência.

Aproveite e confira as nossas dicas para usar as redes sociais nos negócios.

Via Folha

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79% compram por sugestão de amigos

09 de agosto de 2011  | 

Buddies, shaundon, CC
Mais do que um espaço de entretenimento, as redes sociais são fundamentais na decisão de compra dos consumidores, segundo pesquisa realizada pela Oh! Panel em seis países da América Latina (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador e Peru).
Do total de 1.258 entrevistados, 71,4% afirmaram ter encontrado comentários e recomendações de marcas, produtos e serviços que gostariam de adquirir. As opiniões mais confiáveis, para 79%, são as postadas por amigos e conhecidos, que certamente influenciam sua decisão de compra. E 72,8% admitem confiar mais na recomendação dos colegas do que no parecer de especialistas.
O estudo indica que 58,9% dos entrevistados buscam informações sobre produtos e serviços em mídias como Facebook, Orkut e Twitter antes de efetuar sua compra. Este número é ainda mais expressivo entre os brasileiros, superando 61,4% – o maior índice entre todos os países que participaram do levantamento.
Como sempre dizemos, as redes sociais também são ideais para as empresas conversarem e fidelizarem o seu público. De cada 10 entrevistados, 4 disseram serem seguidores de alguma marca. Na maior parte dos casos, este interesse é motivado pela vontade de conhecer novos produtos e serviços (78,6%) ou encontrar ofertas (74,7%). Entre os brasileiros, o fanatismo por marcas é ainda maior: 81% dos usuários estão sempre de olho em novos produtos e serviços e 75,6% em produtos com descontos especiais.
Os brasileiros são líderes no uso das redes sociais para comprar: 56% fazem isso, enquanto a média dos seis países fica em 49,4%. No entanto, a grande maioria dos entrevistados (86,2%) continua utilizando prioritariamente estes canais para fazer contato com os amigos. Ou seja, a rede social mantém seu papel de relacionamento interpessoal e o que se verifica é uma diversificação nas atividades e funções, que passam a agregar comércio eletrônico, informação e interação com empresas e marcas.

Via: Convergência Digital, imagem: shaundon, CC

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As empresas e a vida nas redes sociais

28 de julho de 2011  | 

social media bandwagon, Matt Hamm, CC
Desde a criação do Orkut em 2004, as redes sociais têm crescido de forma exponencial no Brasil e no mundo. Outro dia mesmo a comemoração foram os 750 milhões de usuários do Facebook.
Para as empresas, este universo é, como a gente sempre repete, o lugar para se relacionar com o público, receber feedback e dar assistência aos clientes. É nas redes que surgem o diálogo, a resolução de problemas e novos vínculos – muitas vezes benéficos para a empresa. Sem contar na possibilidade de transformar uma crise em fortalecimento de marca.
O crescimento das redes sociais também deixou clara a possibilidade de monitorar as conversas dos internautas, antecipar tendências e avaliar como está o seu nicho de mercado. Medir o que o consumidor fala sobre a concorrência ou mesmo empresas de outros segmentos permite a compreensão da audiência, fundamentando a sobrevivência a um mercado com clientes cada vez menos fiéis e cada vez mais ávidos por empresas transparentes e socialmente responsáveis.
Acima de tudo, no mundo 2.0, para se destacar é preciso ser relevante. Os usuários querem ter seus problemas e dúvidas resolvidos na hora – esta é a melhor hora para mostrar tudo o que sabe. Lembre-se de divulgar seu conteúdo de acordo com cada plataforma, público e ficar de olho aqui no blog do PagSeguro. A gente sempre compartilha as melhores dicas para que sua empresa tenha longa vida e aproveite o melhor das ferramentas que a internet tem a oferecer.

Via: E-Commerce Blog, ilustração: Matt Hamm, CC

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10 motivos porque as pessoas param de seguir marcas no Twitter

14 de julho de 2011  | 

Twitter infograficoMais de 50% das pessoas param de seguir marcas no Twitter porque com o tempo seus tweets ficam chatos e repetitivos. Esta foi uma das constatações do estudo The Social Breakup, feito pela ExactTarget e pelo CoTweet. No infográfico acima você vê os 10 principais motivos e a chatice é o primeiro. Em segundo lugar estão as mensagens de marketing. Portanto, se quiser conquistar os olhares e atenções, capriche no conteúdo.

Via Social 360º

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Use as mídias sociais para aumentar seu tráfego

13 de julho de 2011  | 

Social Media Bandwagon, por Matt Hamm, em CC

De acordo com um estudo da Verdict, muitas companhias de varejo estão falhando porque não usam as redes sociais para criar a identidade de sua marca. Um relatório da empresa sugeriu que medidas simples como a incorporação de vídeos via YouTube de desfiles de moda, ou entrevistas com designers, podem impulsionar o e-commerce de roupas e o engajamento do cliente com a marca.
Segundo Charlotte Woods, analista da Verdict “A maioria dos varejistas já reconhecem o valor das mídias sociais, mas poucos perceberam o seu potencial para impulsionar suas vendas online”. “Os varejistas têm a capacidade de aumentar os níveis de tráfego de suas lojas online usando mídias sociais para atrair os consumidores”.
O estudo sugere que os vendedores de todos os setores podem se beneficiar da criação de canais de varejo online que incentivem o entretenimento no seu público alvo.

Via E-commerce News, imagem: Matt Hamm, em Creative Commons

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Blog do PagSeguro