Natal 2011: crescemos 20%

O e-commerce brasileiro cresceu 20% no último Natal, segundo dados do e-bit. Entre os dias 15 de novembro e 24 de dezembro, o faturamento do e-commerce somou R$ 2,6 bilhões.

O e-commerce brasileiro cresceu 20% no último Natal, segundo dados do e-bit. Entre os dias 15 de novembro e 24 de dezembro, o faturamento do e-commerce somou R$ 2,6 bilhões.
Muita gente deixa para comprar os presentes de Natal em cima da hora e, se você tem lojas físicas além do e-commerce, pode aproveitar ainda melhor esse momento! Não esqueça que a sua maior arma são os anúncios para celular!
Prepare-se para atrair tráfego para suas lojas físicas assim:
Facilite a localização da sua loja. Use as extensões de local para mostrar seu endereço a quem procura a loja mais próxima. Uma em cada três buscas móveis é local.
Anuncie seu número de telefone. Muitos usuários de smartphones ligam para as lojas após realizarem uma busca. Este público está pronto para realizar uma ação, e acrescentar um número de telefone no formato click-to-call ao seu anúncio pode potencializar as conversões.
Conecte as campanhas. Foco no consumidor e não no tipo de aparelho. O comprador que busca no computador é o mesmo que busca no celular e em tablets, por isso crie uma experiência de compra integrada entre todas as plataformas.
Imagem: xcode
O Natal está chegando e esta época trás um sentimento maior de compaixão, repensamos nossas vidas e ajudamos mais uns aos outros. O site de compras coletivas e parceiro do PagSeguro OFFERNAUTAS está com uma ação bem legal neste Natal.
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Segundo pesquisa da Fecomércio Minas, nove de cada dez lojistas de Belo Horizonte esperam volume de compras melhor que o ano passado. Será o melhor ano desde 2008, se as expectativas se confirmarem.
Na lista de opção para presentes, as roupas ainda ocupam o primeiro lugar, sendo a escolha de 16,2% dos entrevistados. E mesmo com a recente valorização do dólar, os eletrônicos de novas tecnologias aparecem nas três posições seguintes: computadores e notebooks (11,6%); celulares e smartphones (11,3%) e tablets (10,8%). Se somados, representam mais de um terço dos presentes de Natal, segundo o estudo, que, na primeira semana de outubro, entrevistou 300 lojistas dos principais pontos de comércio varejista em Belo Horizonte.
Enquanto em 2010 os produtos acima de R$ 300 estavam na lista de compras de 25,1%, neste ano a tendência é que apenas 22,7% dos compradores optem por presentes nas categorias mais caras. Mas a maior parcela dos lojistas (21,6%) ainda espera vendas de R$ 70 a R$ 100.
Dívidas
O maior endividamento dos consumidores pode ser um entrave para o crescimento das vendas. O fator é apontado por um terço dos lojistas entrevistados como principal ponto negativo para o Natal não superar 2010. Ainda assim, mais da metade dos consumidores devem optar por parcelar as contas no cartão de crédito, desprezando descontos de até 20% para quem compra à vista.
A expectativa é que, com a entrada em circulação de R$ 10,5 bilhões provenientes do 13º salário, as pessoas tenham mais condições de gastar no fim do ano. “A combinação: crédito, emprego e confiança no futuro são ingredientes que compõem a agenda natalina”, afirma a gerente do Departamento de Economia da FecomércioMinas, Silvania de Araújo.
Via: Estado de Minas, foto: UK in Italy, CC-BY-ND

A expansão de 40% no comércio on-line verificado no Natal de 2010, frente ao mesmo período de 2009, encontrou empresas do varejo e de logística despreparadas para atender a demanda. Para este ano, a projeção da consultoria e-bit é que as vendas cresçam até 30% no período de 15 de novembro e 24 de dezembro. Varejistas ouvidas pelo Valor ultrapassam essa taxa. Esperam crescer até 60%.
Para não voltar a desapontar os consumidores, varejistas e transportadoras estão investindo em centros de distribuição (CD), mão de obra, tecnologia e frota. O aumento das vendas, mesmo fora de datas fortes como Natal, está exigindo estruturas mais robustas.
As entregas feitas pelos Correios de produtos vendidos pela web, por exemplo, cresceram 11% em agosto em relação a dezembro, mês que registra pico de vendas. Sobre agosto de 2010, o avanço foi de 66%. O comércio eletrônico faturou R$ 8,4 bilhões no primeiro semestre deste ano, o que representa um crescimento de 24% sobre o mesmo período do ano passado, segundo a e-bit. A projeção para todo 2011 é que se movimente R$ 18,7 bilhões. A empresa estatal já está em greve há 21 dias – e só quando o movimento terminar o mercado saberá como será o fim de ano para quem depende deles. Ou seja: todo micro e pequeno empresário.
O ritmo de acelerado está demandando mais investimentos em logística. O Walmart projeta um aumento de vendas no e-commerce entre 50% e 60% neste Natal em relação ao anterior. A varejista decidiu dobrar a capacidade de armazenagem em relação ao primeiro semestre, chegando a 50 mil m2. A companhia também analisou o desempenho das transportadoras parceiras, o que resultou no descredenciamento de algumas e no credenciamento de outras. Agora elas totalizam 20, frente às 16 que prestaram serviço à varejista em 2010. Na ocasião, o Walmart precisou contratar transporte por conta própria para amenizar os problemas de atraso, mas a mercadoria acabou ficando parada por alguns dias no centro de distribuição da transportadora, ocasionando mais atraso para o consumidor.
A Máquina de Vendas (que reúne as varejistas Ricardo Eletro, City Lar, Insinuante e Eletro Shopping) projeta um crescimento de vendas superior a 30% neste Natal. A empresa tomou uma série de medidas ao longo do ano para suportar o crescimento, com destaque para a triplicação de seu CD, para 35 mil m2, entre outubro e maio. O número de funcionários “mais que dobrou”, segundo Marcelo Ribeiro, diretor de e-commerce da companhia. “É mais do que precisamos para o fim de ano. Já pensamos no crescimento futuro”.
A Máquina de Vendas também aumentou em 30% o número de parceiros logísticos. Em maio, a empresa lançou uma área interna de monitoramento dos transportes e de processamento de pedidos. “Essa área foi criada especificamente para a satisfação do cliente, porque com ela conseguimos tomar as medidas com antecedência”, explica Ribeiro.
A Comprafacil, espera um aumento de 50% a 60% nas vendas neste Natal, seguindo o desempenho dos últimos anos. A empresa conclui em novembro as obras de quadruplicação de seu centro de distribuição, que terá 140 mil m2. Além disso, triplicou o número de transportadoras. A empresa, que teve problemas no ano passado, instalou a sua central de atendimento dentro do centro de distribuição. Inaugurado em julho, o novo sistema tem 500 atendentes em cada um dos dois turnos.
Além do planejamento precário por parte das empresas, outro “problema” no Natal de 2010 foi a nota fiscal eletrônica, cuja implementação se tornou obrigatória na época e foi deixada para a última hora por muitas empresas – algo que não deve atrapalhar as varejistas neste ano.
Via Valor Econômico, imagem: Christy Thompson, SXC
O início do pagamento da primeira parcela do 13º salário a 23 milhões de beneficiários (totalizando R$ 9 bilhões) é a largada para as compras de final de ano, que devem bater novos recordes. A começar pelo e-commerce, que fechou o primeiro semestre de 2010 com crescimento 40% superior ao do ano passado e que deve chegar a R$ 14 bilhões, segundo as previsões do e-Bit.
Portanto, este é o momento para planejar as ações promocionais do seu site e ficar um passo à frente da concorrência. Para isso, elaboramos a lista dos principais pontos a serem trabalhados. São eles:
Agora que você já tem o mapa, planeje-se e boas vendas!
(Fonte: iMasters)
O forte crescimento do comércio eletrônico no Brasil requer mais que comemoração. Planejar a logística é fundamental para que o sucesso continue. Com o aumento da demanda e o despreparo das transportadoras, é dever de todo e-commerce preparar esta área para atender a alta demanda prevista para o Natal.
Em congresso, o gerente-geral de operações e e-commerce do Magazine Luiza, Ronaldo Magalhães, avisou: “O Brasil não está preparado para atender a demanda. Nossa logística não está preparada”. Segundo Magalhães, a maioria das transportadoras é pequena e ainda pouco profissionalizada. Na mesma ocasião, o professor Ruy Quintaes, completou que o problema ocorre porque o setor de transporte de cargas é pouco atrativo no Brasil. “Não é incompetência nem falta de vontade de investir. Mas as transportadoras enfrentam problemas de violência e de infraestrutura.” O problema, afirma, ocorre tanto em estradas como aeroportos. “O governo tem aplicado poucos recursos nessa área, desestimulando o investimento das empresas”, diz.
A falta de segurança e a infraestrutura deficiente aumentam, também, o preço dos seguros. Sem contar que as transportadoras não acompanham o crescimento do e-commerce brasileiro. E resta ao lojista enfrentar a questão em parceria com elas. Uma boa forma é agir rápido: recebeu a reclamação (por qualquer canal), entre em contato na mesma hora com o seu fornecedor, identifique a questão e resolva.

O Natal agitou as vendas de final de ano no comércio eletrônico brasileiro. De acordo com a e-bit, foram movimentados R$ 1,6 bilhões no período de 15 de novembro a 24 de dezembro em vendas de bens de consumo. Esse valor representa um aumento de 28% em relação ao mesmo período de 2008, quando o faturamento foi de R$ 1,25 bilhões.
As lojas virtuais tiveram que se programar para atender todas as demandas. Sem uma estrutura e logística, ficaria difícil receber tantos pedidos no período natalino. Outro fator interessante é a preferência do consumidor em presentear com produtos de alto valor agregado, como eletrônicos, artigos de informática e eletrodomésticos. Até poucos anos, os líderes eram produtos mais baratos, como CD`s e DVD´s.
Prova disso pode ser tirada se analisarmos as categorias mais vendidas. A “campeã de audiência” foi livros, seguida por eletrodomésticos, ainda bastante impulsionada pela redução do IPI, e saúde, beleza e medicamentos. Informática e eletrônicos ficaram na quarta e na quinta colocação, respectivamente, completando o ranking.
O pico das vendas natalinas ocorreu no dia 16/12, onde foram realizados mais de 150 mil pedidos, um crescimento 50% superior a um dia de vendas normal.
É válido lembrar que o comércio eletrônico cresceu mais que os outros canais de venda. O varejo físico obteve apenas 6,8% de acréscimo, segundo o indicador Serasa Experian. No Natal norte-americano, as vendas online subiram 15,5% de acordo com o pelo SpendingPulse, uma unidade do MasterCard Advisors
Via FolhaOnline e IDGNow!
imagem por Joriel Joz Jimenez, em CC
As vendas do e-commerce devem crescer em até 30% neste Natal na comparação com a mesma data do ano passado. As vendas entre os dias 15 de novembro e 24 de dezembro, período de influência do Natal, poderão atingir o patamar de R$ 1,63 bilhão, ante R$ 1,25 bilhão do ano passado. Se sua loja ainda não está pronta, corra e siga as nossas dicas.
Segundo a pesquisa, os pedidos deverão ser liderados por livros e eletrodomésticos, estimulados pela manutenção da redução do IPI à linha branca. Na sequência, aparecem as categorias de eletrônicos e Informática, enquanto saúde, beleza e medicamentos deverão liderar as preferências do público feminino.
Com o resultado do Natal, o e-commerce deverá faturar R$ 10,5 bilhões este ano, o que representará um crescimento nominal de 28% sobre 2008. A estimativa é de que apenas 25% das pessoas que acessam a internet no Brasil de fato fazem compra na web, o que representa cerca de 17 milhões de pessoas.