Use a mídia social a favor de seu negócio

05 de janeiro de 2010  |  Publicado em Mercado, Vendedores

A ComScore, empresa especializada em estatísticas de navegação e comércio na rede, divulgou uma nota afirmando que os comentários escritos por outros usuários influenciaram nas decisões de compra de 13% dos consumidores entrevistados, outros 11% disseram seguir a opinião de um especialista no Twitter ou no Facebook para realizar as compras do próximo natal.

Tempos atrás para se posicionar no mercado, bastava criar um bom produto e divulgá-lo largamente através dos meios de comunicação de massa. Hoje vivemos num cenário onde todos estão conectados e a informação circula em tempo real, a necessidade de falar com uma audiência específica tornou-se presente e estratégica. Para fortificar uma marca é preciso, hoje, encontrar, ou criar comunidades que se identifiquem com os valores da marca e tornar as pessoas defensoras e evangelizadoras da marca. É preciso levar o consumidor para dentro do negócio e engajá-lo de tal forma que se torne um conselheiro da marca.

Entender e valorizar que  a percepção que os consumidores têm de uma marca em muitos casos é diferente da imagem concebida pelo marketing e que as empresas não possuem o controle sobre a imagem de sua marca, e no universo digital, o abismo entre a concepção e a percepção de uma marca se mostra ainda mais claro. A diferenciação virá para aqueles que ouvirem seus consumidores.

A web brasileira é composta por um universo de 50 milhões de pessoas conectadas, segundo o Ibope Nielsen, das quais 80% estão ligados a algum tipo de comunidade virtual. O total de brasileiros online é maior, muito maior, graças às lan houses e pontos de acesso gratuito oferecidos pelo governo, que não são computados na pesquisa do Ibope. O grande desafio das marcas está sendo gerenciar sua presença estratégica nessas comunidades através da inteligência competitiva, e isso tem provocado repercussão nas grandes corporações, que buscam maior transparência na forma de se relacionar com o consumidor.

Existem mais de 20 milhões de blogs no mundo e mais de 30% dos blogueiros postam opiniões sobre marcas e produtos. Segundo a ComScore, as marcas americanas que mais se envolveram em mídia social tiveram aumento de 18% no faturamento nos últimos 12 meses. Em contrapartida, aquelas menos presentes sofreram queda de 6% na mesma base de comparação. Os números da ComScore mostram ainda que 54% das 100 marcas mais valiosas dos Estados Unidos usam Twitter e 39% mantêm blogs.

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Loja virtual versus e-commerce. Qual o seu caso?

28 de dezembro de 2009  |  Publicado em Mercado, Vendedores

Quem pensa que uma loja virtual é sinônimo de e-commerce, está enganado, diz o especialista Paulo Kendereski em artigo no iMasters. Mas qual é a diferença, afinal de contas? A loja virtual é apenas o site, a parte de TI e gestão. O e-commerce vai além e inclui na equação planejamento e estratégias de marketing, investindo sempre no crescimento do negócio e na fidelização de clientes.

O e-commerce tem, na definição do especialista, três partes: soluções de TI; gestão de negócios e o marketing. Claro que a solução de TI que você escolher para a sua loja é fundamental para o sucesso. Com ferramentas erradas ou obsoletas, a operação fica inviável, travada, não é possível criar promoções. Nós já falamos disso várias vezes aqui no blog.

Nem precisamos dizer que a questão da gestão, é fundamental. Não adianta ter a melhor solução de TI sem profissionais dedicados à gestão da operação. Eles precisam ter conhecimentos específicos na operação de um projeto de e-commerce. Um dos maiores problemas das empresas é exatamente encontrar um profissional capacitado para exercer estas tarefas.

O planejamento de marketing é tão importante – ou mais – que as etapas anteriores. Paulo desenvolveu uma ilustração que mostra como desenvolver seu Plano de Marketing e Comunicação Digital (PMCD).

Neste planejamento macro serão desenvolvidos diversos planos específicos, o Plano de Análise de Mercado (PAM); o de Comunicação Online (PCO), com a definição de todos os formatos de comunicação e relacionamento com a Cadeia de Valor da empresa; o Plano de Search Engine Optimization (PSEO), para posicionar o site de forma correta nos mecanismos de busca, na elaboração e implantação do Plano de Mídia Online (PMO), responsável pelo planejamento de todos os formatos publicitários a serem utilizados pela empresa, visando ampliar a exposição na mídia online.

Depois da elaboração de todo o planejamento, a manutenção, o acompanhamento e monitoramento das ações propostas no PMCD serão fundamentais para o sucesso desta operação de e-commerce.

Estruture-se e faça bons negócios.

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Como aumentar a conversão nas suas vendas?

21 de dezembro de 2009  |  Publicado em Mercado, Vendedores

Artigo escrito pelo nosso gerente, Dennis Ferreira, publicado originalmente no Read and Write Web Brasil

Um dos assuntos mais relevantes, porém pouco discutidos em fóruns de negócios online ou offline, é o percentual de conversão de vendas. No mercado de Internet as informações estão disponíveis, mas são poucos os estudos específicos dando dicas para aumentar a conversão. A taxa de conversão é o total de vendas sobre algum outro denominador, que pode ser pedidos, cadastros, clicks em anúncios, visitas em seu site, pagamentos iniciados, etc.

Depois que você atraiu o usuário ao seu site, e analisou a conversão de visitas sobre anúncios, precisa estudar o que acontece dentro do seu site. Dentro do site, três indicadores podem ser considerados os mais relevantes para praticamente qualquer operação de comércio eletrônico: Leia mais…;

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O sucesso de seu e-commerce está em suas mãos

11 de dezembro de 2009  |  Publicado em Mercado, Vendedores

O comércio eletrônico tem crescido em todo o mundo de maneira espantosa. Para ter uma operação de sucesso em comércio eletrônico é preciso descobrir como é o seu consumidor e como ele age com relação às compras. Para isso, é preciso segmentar o mercado. Afinal, todo mercado se divide em segmentos de acordo com seu comportamento, localização, hábitos de consumo e outros critérios. No comércio eletrônico não é diferente.

Para começar, pense no e-consumidor em dois grupos: usuários eventuais (Light users), que compraram até 3 vezes nos últimos seis meses; usuários freqüentes (hard users) que fizeram mais de quatro compras nos últimos seis meses. Para aprofundar estes perfis, a eSatara, com Forrester, Gartner Groupe e Jupiter Research, criaram uma pesquisa que mapeou os tipos de consumidores da rede.

Na classificação por comportamento ao comprar há um perfil que merece destaque, o disperso. Nesta categoria estão os consumidores mais comuns, que abandonam o carrinho antes de concluir a compra. E nós sabemos, este é um dos maiores problemas do e-commerce. Um estudo da ComScore divulgou números e motivos para abandono de carrinhos – que em 2008 somaram 59,43% em todo o mundo.

Conrado Adolfo fez uma pesquisa com pequenas empresas de comércio eletrônico e a maioria não ficou abaixo de 60%. Segundo elas, as 5 principais causas para o abandono do carrinho são:

* Os custos de envio da encomenda eram muito elevados: 43%.

* O valor total da compra era maior do que o esperado: 36%.

* Vou comparar preços em outra loja, antes de decidir: 27%.

* Queria falar com o Apoio ao Cliente antes da compra e não consegui: 16%.

* Esqueci o login e senha: 14%.

Todos estes problemas são resolvidos com contato, bom planejamento e, como temos avisado, monitoramento de seu negócio. Lembre de usar as ferramentas que só a internet tem e aumente seus bons negócios.

Via iMasters

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Um passo a passo para fidelizar seus clientes de e-commerce

10 de dezembro de 2009  |  Publicado em Vendedores

bons negócios

Nós já falamos por aqui que é fundamental conhecer seus clientes. E também acompanhar as taxas de retorno ao seu site. Uma das questões fundamentais é saber se a maioria volta. Cliente fidelizado é algo que merece o trabalho e o tempo de seu e-commerce. Este é o maior segredo para conseguir um sucesso consistente. E há muitas formas práticas de conseguir isso. Implantar pelo menos metade dos conselhos abaixo vai lhe dar bom retorno.

  1. Confirme o recebimento do produto e peça um retorno sobre o produto após a entrega.
  2. Envie junto com a mercadoria sua política de troca e devolução. Não basta estar online, é preciso ser claro.
  3. Tenha pronto um projeto de logística reversa eficiente para retirar produtos com defeito. Isso demonstra seriedade e atenção ao cliente – além de ser lei…
  4. Responda a todos os e-mails até no máximo 24 horas após o recebimento.
  5. Invista em newsletters não comerciais, por exemplo, de bonificação pelo aniversário…
  6. Conheça seus números e trabalhe sobre eles sempre. Você sabe quais são as regiões que mais compram em seu site? Quais os produtos mais vendidos nelas? E as razões do seu sucesso?
  7. Acompanhe os passos dos clientes na loja. Não importa qual sistema você use, mas esta informação vale ouro.
  8. Torne-se referência em informação sobre o seu produto. Para isso, é preciso criar uma área de conteúdo mais abrangente onde seus clientes possam encontrar respostas para as suas dúvidas.
  9. Você informa seus clientes sobre as novidades em sua loja? Isso é fundamental para o seu retorno.

Estes são apenas alguns pontos importantes. Também há que se pensar em diferenciais frente à concorrência e programas de fidelidade. O ideal, quando sua taxa de retorno é baixa (mais de 80% dos clientes não voltam), é fazer um bom planejamento e trabalhar na fidelização.

Bons negócios!

Imagem: Álvaro Canivel, em CC

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Empresas de turismo devem apostar na internet

09 de dezembro de 2009  |  Publicado em Mercado, Vendedores

estação de trem em Milão

Estudo “O Viajante Amador-Especialista“, feito pela Amadeus, empresa especializada em soluções de TI e distribuidora para o mercado de viagens e turismo, aponta mudanças no perfil do turista. O estudo aponta aos agentes três mudanças principais:

  1. A internet proporciona aos viajantes de hoje acesso fácil à informação – tanto sobre conteúdo profissional quanto sobre aquele gerado por usuários. Será que os viajantes continuarão precisando de você?
  2. A tecnologia melhorou muito a experiência da reserva de viagens, mas a viagem em si ainda precisa amadurecer em termos de inovação tecnológica.
  3. O segmento de serviços de viagens como viagens de aventura, religiosa e casamentos oferecem oportunidades de receitas adicionais, e está mais exigente e menos fiel. Segundo a pesquisa, o acesso a mais informações a partir da internet é o acelerador destas mudanças e exige que as marcas tenham bons serviços online.

Dos quase três mil profissionais do setor no mundo ouvidos pela Amadeus, 40% alegaram que é muito mais difícil conquistar a fidelidade do cliente no mundo virtual e 40% acreditam ser um pouco mais difícil. Já 7% disseram precisar do mesmo esforço, enquanto apenas 3% acreditam que é um pouco mais complicado e 10% acham ser muito mais fácil.

Os dois fatores mais citados para a construção de marcas do mercado do turismo no mundo online são: consistência entre qualidade prometida e produto entregue e qualidade da experiência do viajante. No que diz respeito aos reviews feitos por turistas, 73% dos profissionais acreditam que são positivos para transmitir qualidade e expectativas, garantindo a transparência das informações sobre as marcas, enquanto apenas 13% afirmam que o conteúdo representa uma ameaça para a reputação da marca.

Via Mundo do Marketing; foto: Trey Ratcliff em CC

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Monitoramento aumenta o lucro de e-commerce

02 de dezembro de 2009  |  Publicado em Mercado

Um exemplo que vem do mercado norte-americano e pode ajudar os nossos empreendedores. A Bluefly, rede varejista de artigos de luxo, através do monitoramento de experiência no site, conseguiu identificar problemas que a impediam de faturar alguns milhões de dólares. Com uma solução baseada na web, após alguns meses, a loja identificou um problema que levava os clientes a abandonarem suas compras depois de selecionar a opção de pagamento em 90 dias. Ao escolher esse formato de cobrança, os usuários eram informados sobre um erro na manipulação dos dados financeiros e eram impedidos de concluir a compra. “O problema não acontecia em nossos testes e, por isso, não sabíamos o que estava ocorrendo até implementarmos o software”, afirma o vice-presidente de tecnologia da companhia, Matt Rainer. Após a solução, as vendas à prazo aumentaram 43%.

Outro gargalo acontecia nas compras realizadas fora dos Estados Unidos. Os usuários não conseguiam preencher as informações de envio e cobrança em outros países. O resultado era uma perda de 10% nas vendas internacionais, responsáveis por 1,1 milhão de dólares ao ano

Via ComputerWorld

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Em São Paulo, empresas subutilizam internet e e-commerce

01 de dezembro de 2009  |  Publicado em Mercado

Estudo divulgado na última sexta, dia 27 de novembro, pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) diz que 66% dos empreendimentos no Estado de São Paulo tem um site próprio para divulgar seus negócios. Entretanto, sua visibilidade é baixa e tem poucos acessos – média de 1.525 por mês, muito abaixo dos padrões comerciais, de 10 mil acessos mês. As microempresas são maioria entre os offline (41%), seguidas pelas pequenas (15%), médias (5%) e grandes (14%).

Apenas 36% das empresas usam a internet para fazer negócios. As maiores são as mais resistentes, seguidas pelas pequenas e médias. Entre as pequenas empresas, diz o estudo, mais da metade (54%) não exploram o mercado online, seja para aumentar vendas ou para comprar produtos e serviços.

A ACSP consultou 765 organizações que recusam o uso da ferramenta para compra e venda. A maior parte dos entrevistados para o estudo (46%) informou que não sente necessidade de fazer negócios pela internet. Outros 17% alegaram que a sua empresa ainda não investiu o suficiente para explorar esse nicho, enquanto 13% reconheceram que não sabem como proceder no uso da internet para este fim.

A pesquisa abordou ainda as empresas que exploram o mercado online a respeito do peso das vendas virtuais sobre o total comercializado por elas em um mês. A maior parte delas (38%) teve até 10% do volume total de vendas gerado pelo e-commerce. Para 17% dos consultados, a porcentagem das vendas virtuais sobre o total variou entre 10% e 30%, e, para 8% das empresas, o volume girou entre 30% e 50% do montante comercializado. O estudo conclui também que 26% dos entrevistados apenas compram pela internet, mas não vendem.

Na análise por segmento, a indústria é a que mais investe em conteúdo online (80%), apresentando um número médio de 819 acessos mensais. O comércio atacadista vem na sequência, com 70% das empresas com participação no mundo virtual e média de 1.611 acessos mensais. Entre as prestadoras de serviço, a porcentagem chega a 67%, com 1.717 acessos ao mês. O comércio varejista tem 60% de participação, com média mensal de 1.506 acessos. Por fim, 58% das instituições financeiras que atuam em São Paulo têm canal próprio na internet, com uma média de 1.788 acessos mensais.

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E-mail marketing fideliza clientes

24 de novembro de 2009  |  Publicado em Mercado

nospamO email marketing é um daqueles exemplos de como o mau uso de uma ferramenta pode acabar por destruir um eficiente canal de comunicação entre empresas e consumidores. Prejudicado pelo desenfreado envio de spams e pelo mau uso, o email marketing é extremamente valioso dentro de uma estratégia séria de comércio eletrônico. Pelo menos foi o que se ouviu durante o E-Commerce Summit 09, evento que aconteceu em São Paulo.

Segundo Walter Sabini, da Virtual Target, por exemplo, esse canal é um excelente ponto de contato para conversar com quem compra pela internet, oferecendo informações preciosas e capazes de fazer que determinados clientes consumam mais nas mesmas lojas virtuais. “Quando utilizado para entender os desejos dos internautas de maneira constante o email marketing oferece ótimos resultados, desde que seja parte de um planejamento de marketing. Ele não deve, no entanto, ser encarado como um canal de captação de clientes através do envio não direcionado”, disse o executivo. Sabini reforçou que é necessário um período de cerca de seis meses para que os resultados comecem a aparecer.

Para Marcos Amary, do site Estação do Vinho, o email marketing é realmente ponto central para manter o cliente em contato com a loja. De acordo com ele, através do banco de dados atualizado espontaneamente pelos internautas, é possível direcionar o contato filtrando o envio por faixa de preços dos vinhos comprados, o tipo de uva preferido, a nacionalidade da bebida e ainda investir em conteúdo diferenciado para cada tipo de consumidor. “Costumamos mandar email, por exemplo, com os dez melhores vinhos dentro das preferências e dos históricos dos clientes”, conta Amary. “Essas são oportunidades muito boas de estar em contato com o consumidor respeitando sua privacidade e, sobretudo, sua vontade”, acrescenta.

Via MMOnline

imagem: no-spam logo, por David Hegarty, em CC

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Midia Social no Vale do Paraíba: inscreva-se

23 de novembro de 2009  |  Publicado em Eventos

A Criative Comunicação e a Cruz e Ferreira estão organizando o evento Social Media Vale de Paraíba 2009 (SMVP 200), no último final de semana de novembro em São José dos Campos. Sexta à tarde e sábado o dia todo, no Novotel de S. José dos Campos, profissionais da região terão uma programação de primeira, que apresentará casos, a blogosfera,oficinas, palestras e discussões. É uma boa oportunidade para descobrir um mercado cheio de oportunidades para o seu negócio.

As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas. Corra. E se você é de S. Paulo, os organizadores listam 10 motivos para você ir.

Serviço:
SMVP2009
Novotel São José dos Campos, 28 e 29 de novembro

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Blog do PagSeguro