Tag Archives: pesquisa

Horário de pico do ecommerce é o almoço

Uma pesquisa feita pela Rakuten mostra como os consumidores encaixam o varejo online em sua rotina e até mesmo na vida profissional, a crescente popularidade das compras através do mobile commerce e como os consumidores avaliam a compra de itens de valores baixos e altos.

Os resultados que mostram como as diferenças locais moldam os hábitos de compra online dos consumidores em todo o mundo, foram extraídos com base nos dados do tráfego de vendas através do marketplace global da Rakuten.

A pesquisa revela que a terapia de compras online é o antídoto mais comum à “tristeza da volta ao trabalho”, com os Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha marcando seu pico de número de navegações às segundas-feiras. No Brasil, onde a conexão de banda larga doméstica é relativamente baixa, compradores são mais propensos a gastar quando estão no trabalho. Entretanto, as compras acontecem no horário do almoço – o pico da atividade se dá entre às 12h e 14h.

Já na França, onde os jovens vão às aulas quatro dias na semana, os dados mostram que os picos de compra online se dão às quartas-feiras, quando os pais geralmente ficam em casa para cuidar dos filhos.

Compras por dispositivos móveis

Os dados apontaram que no Reino Unido e nos Estados Unidos o horário de pico para navegação e compra por dispositivos móveis ocorre pela manhã, das 7h às 8h e às 10h, respectivamente. Por outro lado, na França, os consumidores são propensos a usar algum dispositivo móvel para comprar entre as 18h e 19h.

Tempo de decisão de compra

Os consumidores estão gastando mais tempo navegando em categorias que tendem a ter preço elevado. A cautela dos norte-americanos é evidente ao escolherem produtos eletrônicos, computadores, roupas e bolsas, gastando em média de 4,4 a 4,7 minutos para avaliar antes da compra. Já os produtos de menor valor, são comprados em apenas 3 minutos.

Moda e literatura são os itens que os britânicos compram por impulso. O usuário comum gasta pouco mais de 40 segundos antes da compra de roupas e menos de um minuto para comprar livros. Em comparação, um produto como uma TV, tem tempo de decisão de compra de 2 minutos.

Uma característica interessante é evidente no Brasil, onde telefones celulares com valores altos costumam ter um baixo tempo de decisão de compra, sugerindo que os consumidores já pesquisaram os produtos online e então farão uma compra com base unicamente no preço.

Os dados de tendências de compras foram coletados nas empresas Play.com (Reino Unido), Buy.com (EUA), Rakuten Deutschland (Alemanha), Priceminister (França) e Rakuten Brasil, todas pertencentes ao grupo Rakuten. Através de parcerias e aquisições, a Rakuten também opera na Indonésia, Rússia, Espanha e Canadá, bem como no Japão.

Via: blog da Rakuten. Crédito da imagem: Ivana Vasilj via Compfight.

Cadastre-se agora mesmo no PagSeguro e ofereça a forma mais segura e confiável de pagamento online aos seus clientes:

40% das empresas não veem valor nas redes sociais

Levantamento da Maksen revela que 40% dos empresários brasileiros dizem que estar presente nas redes sociais não agrega valor ao seu negócio. Os executivos consultados dizem que o investimento não compensa os riscos da presença nas redes sociais. Segundo dados do estudo, das companhias que possuem presença nas redes sociais, 42% delas têm páginas estáticas e não interagem com seus clientes (o maior benefício das redes sociais). Outras 11%, não só tem páginas sem interação como também não atualizam regularmente as informações.

“A falta de profissionalismo das empresas no tratamento da questão das redes sociais, aliada à dificuldade de mensuração dos resultados desta nova forma de marketing faz com que exista uma desconfiança e uma visão ainda conservadora, por grande parte do empresariado”, diz Sérgio do Monte Lee, diretor da consultoria no Brasil.

Via: divulgação. Crédito da imagem: Ludovic Bertron via Compfight.

Sites lentos ou em manutenção deixam os usuários frustrados

Você se preocupa – muito – com a qualidade, o layout e a velocidade do site da sua empresa? Para quem tem essas preocupações diárias, os méritos virão em resultados positivos. Já para quem não se importa muito, vale ficar atento a uma pesquisa realizada pela 1&1 Internet que concluiu que sites lentos ou em manutenção são os itens que mais deixam os usuários frustrados.

Os 5 fatores que mais irritam os usuários e que fazem potencialmente seu negócio perder clientes são:

  1. Sites lentos (71%);
  2. Sites em manutenção (49%);
  3. Links quebrados (44%);
  4. Pedidos online congelados (44%);
  5. Páginas quebradas (42%);

A pedida aqui é que o site da sua empresa e do seu e-commerce esteja online 24 horas por dia e 7 dias por semana. É recomendável um alto investimento em hospedagem, infraestrutura, assim como nos profissionais que irão elaborar a página.

Outra importante dica é navegar no site como se fosse o próprio cliente, fazendo pedidos, alterando formulários preenchidos em etapas posteriores e concluindo compras via diferentes navegadores, tablets e smartphones. Sim, a sua empresa precisa ter uma site rápido e confiável também para os dispositivos móveis.

Fonte IDG Now!. Crédito da imagem: colorblindPICASO via Compfight.

E se você investe em qualidade não pode deixar de oferecer o PagSeguro como forma de pagamento para os seus clientes. É confiável e seguro. Cadastre-se agora mesmo:

E-commerce brasileiro deve atingir US$ 22 bi em 2016

Subte A « м Ħ ж » via Compfight

As vendas geradas pelo comércio eletrônico crescem a uma velocidade de 24,4% ao ano desde 2005, ante os 11,8% registrados pelo varejo em geral, segundo dados da Bain & Company. O cenário obriga os varejistas a rever a sua estratégia de atuação na internet. Hoje, o e-commerce só responde por cerca de 3% das vendas totais do varejo, índice que alcança entre 8% e 10% nos Estados Unidos e Inglaterra.

Mas de acordo com o estudo, as vendas do varejo on-line devem passar de US$ 9,8 bilhões em 2011 para US$ 22 bilhões em 2016 no Brasil, com taxas expressivas de expansão especialmente no segmento de vestuário. A comparação da performance entre importantes players digitais e os varejos tradicionais dá uma dimensão do cenário.

O valor de mercado da Amazon, por exemplo, foi 115 vezes o seu lucro nos últimos cinco anos, enquanto a média encontrada entre nove varejistas tradicionais foi de 16 vezes o seu lucro. O estudo aponta, no entanto, a necessidade de melhorar a experiência de compra no Brasil, como a logística de entrega, a fim de aumentar as taxas de conversão, ainda presas a um patamar de 40%, contra um percentual entre 60% a 65% nos Estados Unidos.

Via: Valor Econômico

E você pode desde já oferecer a melhor opção como forma de pagamento para os seus clientes. Cadastre-se agora mesmo no PagSeguro e conheça todas as vantagens:

Comércio eletrônico brasileiro crescerá em média 12% ao ano

Beautiful Brazil, from beautiful friends, thanks to Mamede who has send me this wonderful symbol of pride! Brazil, everyone, Brazil! Enjoy!:)

Creative Commons License || UggBoy♥UggGirl || PHOTO || WORLD || TRAVEL || via Compfight

O Brasil é o segundo País com maior potencial para o comércio eletrônico no mundo, de acordo com estudo da A. T. Kearney divulgado no fim de junho.

A pesquisa “Índice de e-Commerce de Varejo 2012” mostra que as melhores oportunidades estão em países emergentes, onde existe grande acesso à internet e infraestrutura é considerada boa. O estudo prevê que o e-commerce movimenta cerca de 10,6 bilhões de dólares por ano e cresça uma média de 12% ao ano nos próximos cinco anos.

A pesquisa analisou o potencial de desenvolvimento do comércio eletrônico em 30 países emergentes. O ranking dos dez primeiros é liderado pela China, que possui o segundo maior mercado do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. As lojas chinesas arrecadam 23 bilhões de dólares por ano na internet, e a previsão é que o mercado online de lá cresça até 29% ao ano nos próximos cinco anos.

A Rússia ficou na terceira posição, com vendas de 9,1 bilhões de dólares por ano e previsão de crescimento de 12% ao ano nos próximos cinco anos. Em seguida estão Chile, México, Emirados Árabes Unidos, Malásia, Uruguai, Turquia e Omã. Entre os aspectos analisados estavam infraestrutura do país, legislação e nível de desenvolvimento do comércio local.

No levantamento, constatou-se que os produtos eletrônicos de consumo são os mais desejados e comprados nas lojas virtuais.

Via: Computerworld

Aproveite esta onda e cadastre-se agora mesmo no PagSeguro e ofereça a melhor opção como pagamento para os seus clientes. Cadastre-se aqui:

Cadastre-se agora mesmo no PagSeguro!

Os quatro tipos de consumidores do ecommerce

Credit CardsCreative Commons License Andres Rueda via Compfight

A Pitney Bowes fez um estudo nos Estados Unidos, França, Alemanha e Reino Unido e chegou a quatro tipos de consumidores do e-commerce a partir dos dados que compartilham ou não na rede.

O tipo íntimo é o de maior percentual de rejeição de compartilhamento na internet: 76% não informam convicção política, 71% não estão dispostos a compartilhar a religião, 54% não falam a etnia e 45% não dizem a preferência sexual.

O tipo “quero segurança” é o segundo mais frequente. Entre eles, 40% estão dispostos a compartilhar número do cartão de crédito, 38% divulgam o número do celular e 36% respondem sobre o rendimento.

No tipo físico, os percentuais de rejeição são baixos, porém 24% não informam o peso, 23% não dizem o número de telefone residencial e 22% não compartilham sua altura.

Os entrevistados do tipo transacional também não veem problema em dizer data de nascimento, com apenas 10% de rejeição, endereço postal, com 13%, e-mail, com 14%, e dados bancários, com 22%.

Segundo o relatório da pesquisa, produzido pela Forrester Research Inc., embora se preocupem com a coleta e utilização dos dados online, os consumidores continuarão fornecendo-os e realizando tarefas na rede se perceberem algum benefício.

Via: Administradores.

Você conhece a Geração Y?


Photo Credit: Gisela Giardino via Compfight

A Boo-Box e a HelloResearch publicaram um estudo, feito no final de 2011, sobre o perfil da Geração Y (jovens entre 18 e 30 anos) e seu uso de internet, que pode ser muito útil para todos. Posicionamento de marca, uso e hábitos são apenas alguns dos insights da pesquisa.

Entre outubro e novembro de 2011 mais de três mil jovens entre 18 e 30 anos foram entrevistados para traçar um perfil da Geração Y no Brasil e de seu comportamento na internet. Um dos grandes diferenciais da pesquisa, realizada por meio da metodologia On-Target Hello Research, é que ela foi feita exclusivamente por meio da internet e tem representatividade nacional.

A pesquisa abordou temas demográficos e comportamentais para traçar o perfil destes jovens e suas percepções e opiniões sobre temas como religião, relacionamento, redes sociais, consumo e relação com as marcas, dentro e fora da internet.

Continue reading

Brasil já passa de 68 milhões de acessos de banda larga

Facebook
Photo Credit: Johan Larsson via Compfight

Um balanço feito em parceria entre a empresa de consultoria Teleco e Huawei, fabricante na área de telecomunicações, divulgou nesta terça-feira,29, informa que os acessos em telefonia móvel e fixa de alta velocidade feitos no Brasil, chegaram a 68,5 milhões, metade dos municípios brasileiros (quase 2,8 mil localidades de um total de 5.566 ou 85% da população) tem acesso rápido à internet.  Os dados foram apurados no primeiro trimestre de 2012.

Conforme pesquisas anteriores, o acesso feito por celulares se sobrepuseram aos fixos chegando a 52 milhões somando-se também os números de acesso aos modems. Porém se levarmos em consideração os dados de abril deste ano, vemos que este número já chegou a 53,3 milhões de acessos, significando que a penetração da banda larga móvel no Brasil é de 28%.

Continue reading