As mídias Sociais em 2011

02 de fevereiro de 2012  | 

 

Não é à toa que a TrendWatching acaba de publicar um estudo sobre a questão, chamado point-know-buy: aponte-conheça-compre (vamos escrever sobre isso logo). As mídias sociais cresceram muito em 2011. Vejam um infográfico da Netpartner que mostra os números e publicações nas redes.

Via: Tecnocrata Digital

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Uso de redes sociais cresce nas empresas (EUA)

31 de janeiro de 2012  | 

Twitter Good Bad, Rosaura Ochoa, CC-BY

Pesquisa da Palo Alto Networks mostra um crescimento “explosivo” do uso dos sites de relacionamento no ambiente de trabalho: o uso das mídias sociais no segundo semestre de 2011 cresceu 300%, em comparação ao mesmo período em 2010.

O uso do Twitter, em particular, teve grande aumento de popularidade no ambiente corporativo: cresceu mais de 700% na comparação ano a ano.

Os funcionários também estão usando outras redes sociais. O resultado é o aumento de consumo de banda para publicações em sites de relacionamento, aplicativos de Facebook e outros. A porcentagem total de rede usada para acessar redes sociais, aumentou de 5% em outubro de 2010 para 25% em dezembro de 2011.

O compartilhamento de arquivos via navegador também aumentou. Sites de compartilhamento de arquivos apareceram nas redes de 92% das organizações que participaram da pesquisa.

Porque isso interessa a você, vendedor? Primeiro: este comportamento tende a ser universal aqui na interwebs. Então prepare-se porque os seus funcionários também vão praticar e/ou você vai receber visitar vindas de empresas. Segundo: existem riscos de segurança no comportamento de compartilhar arquivos pelo computador. Importantíssimo instalar e manter atualizados firewall e antivirus.

Via: IDGNow!, imagem: Rosaura Ochoa, CC-BY

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70% dos consumidores evitam empresas que não gostam

23 de janeiro de 2012  | 

O estudo da Weber Shandwick, A empresa por trás da marca: confiamos na reputação, revela: a reputação da empresa é fundamental para a decisão de compra dos consumidores. Segundo a pesquisa feita no mundo inteiro, 70% dos consumidores não compram quando não gostam da empresa que controla a marca. E os executivos concordam: 87% dizem que ter uma marca forte é tão importante quanto ter produtos de marca forte.

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F/Radar #10: um mapa da internet brasileira pra todos

27 de dezembro de 2011  | 

A décima edição da pesquisa F/Radar, realizada semestralmente pela F/Nazca em parceria com o Datafolha, constatou que 29,5 milhões de brasileiros com mais de 12 anos costumam se conectar à internet em movimento, a maior parte deles (74%) pelo telefone celular. Desde a última medição, de abril deste ano, houve aumento de 7 pontos percentuais.

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O prejuízo que vem do spam

30 de novembro de 2011  | 

Credit Card Theft, Don Hankins, CC-BY

A Trend Micro, empresa de segurança, realizou estudo sobre spams enviados por cibercriminosos e quais técnicas utilizam na tentativa de roubar dados ou dinheiro.

Ao todo, quase 200 bilhões de spams são enviados diariamente, chegando a ser 100 vezes mais do que em 2002, quando foram registrados 2,4 bilhões.

Essas mensagens, segundo pesquisa, resultaram às empresas europeias prejuízo de 2,8 bilhões de dólares com perda de produtividade, já ás companhias norte americanas relataram prejuízo muito maior, chegando a 20 bilhões de dólares.

O estudo também identificou 38 línguas e dialetos que são frequentemente usados em spams. Em 2010, 95% das amostras coletadas estavam em inglês. Em 2011 esta participação caiu para 92%.

Anexos em spams
A pesquisa detectou que 96% dos spams não têm anexos e apenas 3% dos anexos são maliciosos. Os pesquisadores identificaram tendência de crescimento no número de spams com anexo.

Os spams sem anexos podem ser classificados nas seguintes categorias: oferta de emprego, assistência médica e comercial e golpes. Cerca de 50% do total de spams com anexos são com extensão ZIP. Mas muitos também são encontrados com extensões de imagens como, JPG e GIF ou ainda, com arquivos extensão DOC e XLS que conferem maior credibilidade ao spams.

“Spear-phishing” e outros ataques direcionados
Mas os spams vão além dos e-mails em massa, a nova tendência são os ataques “spear-phishing”, que têm sido amplamente utilizados por cibercriminosos para roubar senhas específicas das organizações.

Esses ataques têm como alvo executivos de grandes corporações e altos funcionários do governo. Os cibercriminosos lançam ataques agressivos com engenharia social para manter o controle dentro de uma rede e extrair informações confidenciais.

O crescimento do spam em redes sociais
Os spammers estão migrando para as mídias sociais, espalhando ataques em massa. Muitas vezes empresas entram em contato com ameaças web ao utilizarem sites de rede sociais para marketing e promoções.

Como já dissemos no post sobre o relatório da Norton de segurança: educação é fundamental para garantir a segurança. Não resolve muito proibir, é preciso saber usar (muito bem) a internet para evitar os ataques.

Via: InformationWeek, foto: Don Hankins, CC-BY

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Norton divulga relatório de crimes cibernéticos 2011

24 de novembro de 2011  | 

Internet bank robbery, michaelmolenda, CC-BY-NC-ND

Todos os anos a Norton Symantec faz uma pesquisa sobre crimes e segurança online. Em 2011, a pesquisa sobre crimes cibernéticos foi feita com adultos em 24 países. Os prejuízos – entre dinheiro roubado e tempo usado para os reparos – somaram US$ 388 bilhões.

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O comércio eletrônico no Brasil e no mundo

16 de novembro de 2011  | 

e-mail symbol, Micky, CC-BY

Uma nova pesquisa encomendada pela Pitney Bowes, revela que o tamanho não é tudo o que importa quando se fala das preferências mundiais dos consumidores online. Enquanto as empresas de e-commerce internacionais compartilham algumas características, a pesquisa revela diferenças importantes entre os consumidores em muitos países. Os varejistas que pretendem expandir seus mercados de negócios online devem considerar os diferentes comportamentos de compras do consumidor e as preferências de cada país.

O estudo foi realizado pela ORC International, que pesquisou as preferências e hábitos de compras de 10 mil adultos, em 10 países diferentes. Os consumidores foram entrevistados na Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Japão, Coréia do Sul, Reino Unido e EUA.

E-commerce é hábito para 91% dos consumidores brasileiros

Em geral, 93% (91% no Brasil) dos consumidores entrevistados compraram produtos online, sendo que 49% (45% no Brasil) realizaram compras nos últimos 30 dias. As taxas dos consumidores na Alemanha, Coréia do Sul e Reino Unido foram as mais altas de compras de produtos online (98%), seguidas de perto pelo Japão (96%). No Canadá, esta taxa cai para 82%.

Baixo preço é o principal atrativo para a compra online

A pesquisa também descobriu que os consumidores online querem quatro coisas básicas ao comprar produtos: preços competitivos (71%); uma ampla seleção de produtos (42%); check-out fácil e intuitivo (35%); baixos custos de transporte e de impostos (35%). Especificamente para os brasileiros, o baixo preço (59%), a praticidade e agilidade no processo de pagamento (56%) são os principais atrativos para comprarem pelo e-commerce.

Outras preferências variam de país a país. Por exemplo:

- Facilidade e rapidez do processo de check-out on-line é mais importante para os consumidores na Alemanha e Coréia do Sul (ambos 59%), e menos importante no Japão (11%).

- Os consumidores franceses são sete vezes mais interessados na capacidade de rastrear uma ordem de compra do que os consumidores japoneses (37% contra 5%).

- Estimativa precisa sobre a data de entrega é mais importantes para os consumidores na China e na Coréia do Sul (ambos 20%), mas menos importante no Canadá (10%).

- Uma política de devolução clara e fácil de entender foi quase três vezes mais importante para os consumidores na China (36%) do que para os consumidores no Brasil e Estados Unidos (ambos 13%).

“O e-commerce internacional está se tornando cada vez mais atraente e acessível,” diz Oscar Vazquez da PB. “No entanto, para serem bem sucedidos, os varejistas precisam garantir uma experiência de compra online simples e perfeita e ter um entendimento claro dos consumidores, preferências de transporte e dos canais de comunicação em cada mercado”.

 

Porque os consumidores abandonam o carrinho de compras

O estudo também mostrou diferenças significativas nas razões pelas quais os consumidores entrevistados abandonam carrinhos de compras. Altos custos de frete, 67% (53% Brasil), taxas e impostos adicionais no momento da entrega, 47% (48% Brasil) e o tempo de entrega, 39% (45% Brasil) foram fortes fatores para desistência da conclusão das compras on-line. Os consumidores nos EUA (83%), U.K. (79%) e Japão (78%) são três vezes mais sensíveis aos preços de envio que os consumidores na Coréia do Sul (25%).

 

Os eletrônicos são os campeões de vendas no Brasil

A pesquisa revelou uma visão sobre os tipos de produtos que os consumidores são mais propensos a comprar pela internet, comparando com lojas físicas. As categorias de produtos com maior percentual de preferência de compra na rede incluem livros, vídeos e música, 58% (63% no Brasil), hardware de computador e software, 41% (59% no Brasil) e produtos eletrônicos, 38% (66% no Brasil). A categoria de vestuário foi a menos popular dentre as opções, com apenas 11% dos brasileiros afirmando preferir comprar produtos do gênero em sites de e-commerce.

Os consumidores na China indicaram que eles são mais propensos a comprar vestuário (58%) e calçados (53%) pela internet do que em uma loja física. Na verdade, para quase todas as categorias incluídas na pesquisa, os entrevistados na China são mais propensos a comprar produtos online, com exceção de hardware de computador e software (39%) e joias, relógios e acessórios (16%).

 

O e-mail é o canal de comunicação preferido dos brasileiros

Quando perguntados sobre o canal de comunicação preferido para receber informações sobre novos produtos, promoções ou outras ofertas, 59% dos consumidores globais (e 72% dos brasileiros) indicam que preferem comunicações por e-mail; 25% dos entrevistados (16% no Brasil) preferem receber essas informações em catálogos ou malas-diretas, indicando que o correio é outro forte canal para varejistas online; 4% dos entrevistados (1% no Brasil) prefere receber informações via mensagens de texto (SMS), enquanto 5% dos brasileiros têm predileção pelas mídias sociais (Facebook e Twitter).

Via: MetaAnalise, foto: Micky, CC-BY

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Dica para o Natal, use bem as redes sociais

26 de outubro de 2011  | 

 

As vendas realizadas através de redes sociais excedeu o tráfego a sites de e-commerce através das redes sociais. A descoberta, do estudo intitulado “Online Retail Holiday Readiness Report” realizado pela IBM e Coremetrics, mostra que realmente os “visitantes sociais” são bastante propensos a realizarem compras online.

Os dados deste relatório foram baseados no Coremetrics Benchmark, que coleta dados contendo os resultados em termos de marketing e comércio de mais de 500 sites de e-commerce americanos. Os destaques desta pesquisa ajudam a criar estratégias mais eficientes para o fim de ano.

Crescem as conversões das visitas por dispositivos móveis

Entre outubro e abril de 2011, a parcela do total das vendas do varejo correspondentes às vendas móveis praticamente dobraram, de 3,4% para 6,5%. O tráfego nos sites de varejo por dispositivos móveis cresceram perto de 60% neste período – de 5% para 8%.

Quem vem das redes sociais tem mais chance de fechar negócio

Visitantes oriundos de redes sociais têm mais que o dobro de chances de comprar que a média geral (10,7% comparados a 5,2%). A análise da IBM Coremetrics indica que muitos destes visitantes são bastante receptivos a ofertas. Detalhes importantes, este público tem altas taxas de rejeição (62,8%) e fica pouco nas páginas (3,26 minutos em média).

Usuários móveis têm baixo engajamento.

Quem usa smarphones e tablets vê menos páginas, fica menos e sai rapidamente. Os dados indicam que as versões móveis dos sites não funcionam. Algo para prestar muita atenção, já que os estudos brasileiros também indicam alta adesão de nossos internautas a esta modalidade de navegação.

Cinco dicas para conquistar bons resultados no fim de ano e além dele:

  1. Foco no comportamento do consumidor – pesquise o uso que os clientes fazem do site em longos períodos.
  2. Invista nos canais móveis – e otimize.
  3. Trabalhe os abandonos.
  4. Faça recomendações personalizadas de produtos.
  5. Cultive seus canais de mídia social.

Via: E-Commerce News. Imagem: Stuck in Customs

 

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O uso das mídias sociais segundo a Nielsen

20 de outubro de 2011  | 

108 High Resolution Dark Denim Social Media Icons, webtreats, CC-BY

Blogs, Facebook, Twitter, vídeos, tumblr… segundo o último estudo publicado pela Nielsen, os internautas americanos, no terceiro trimestre de 2011, usaram sem restrições estas ferramentas. Os principais destaques do estudo:

  • Redes sociais e blogs são os destinos dos americanos online, respondendo por quase um quarto do seu tempo na internet.
  • Hoje, 4 de 5 internautas ativos visitam redes sociais e blogs
  • Os americanos gastam mais tempo no Facebook que em qualquer outro site.
  • Quase 40% dos usuários das redes sociais as acessam através de seus celulares.
  • Aplicativos para redes sociais aparecem em terceiro lugar entre os donos de smartphones.
  • Internautas com mais de 55 anos acessam as redes sociais através dos celulares.
  • Embora as mulheres assistam mais vídeos online, os homens são os responsáveis pela publicação – e os assistem por mais tempo.
  • 70% dos adultos nas redes sociais compram online, 12% a mais que a média dos internautas.
  • 53% dos adultos nas redes sociais seguem uma marca e 32%, uma celebridade.
  • Nos 10 maiores mercados globais (Brasil inclusive), redes sociais e blogs alcançam três quartos dos internautas ativos.
  • O Tumblr é a nova plataforma: triplicou a audiência em um ano nos Estados Unidos.

Via: Midias Sociais Imagem: webtreats, CC-By

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O conteúdo interfere na decisão de compra, diz pesquisa

22 de setembro de 2011  | 

Sleep is the enemy, striatic, CC-BY
A Cone realizou sua segunda pesquisa sobre a influência online sobre a decisão de compra dos consumidores (link para obter a íntegra da pesquisa em inglês). Os números revelam que os internautas mudam sim de ideia graças a informações obtidas na internet. Em 2011, foram 80% – 67% a mais que em 2010. Este ano, 89% dos entrevistados mudaram de ideia por conta de informações negativas – e 87% tomaram decisões de compra com base nas informações positivas.
“O aumento no impacto do conteúdo online nas decisões de compra não pode ser ignorado”, diz Bill Fleishman, presidente da Cone. “Trabalhamos com diversos tipos de clientes, de top 500 da Fortune a pequenos empresários, e a mensagem permanece a mesma. Os vendedores de hoje, não importa qual seja seu produto ou serviço, precisam conquistar evangelizadores para suas marcas.”

Segundo os dados, o aumento de verificação das informações de anúncios pode ser atribuído ao acesso universal à internet e à difusão dos smartphones. Quase 59% dos consumidores afirmaram que são mais propensos a pesquisar produtos que tenham lhes sido recomendados, pois podem facilmente acessar suas páginas via dispositivos móveis, enquanto 81% afirmou ter alta probabilidade de pesquisar tais produtos devido ao acesso generalizado a internet.
O aumento na verificação online antes da compra também pode ser atribuído ao maior cuidado na aquisição de bens caros. Americanos são quase 25% mais propensos hoje a verificar recomendações para compras de alto valor, como carros, do que eram em 2010 (89% contra 72%). O mesmo não acontece com compras de valor baixo e médio.

A influência do conteúdo na decisão de compra

“Hoje os consumidores querem mais garantias antes de gastar, e recomendações pessoais por si só não são suficientes para garantir a compra” explicou Mike Hollywood, diretor de novas mídias da Cone. “A explosão de canais boca a boca e da verificação online mudou o ambiente. O primeiro passo para o comerciante atingir os clientes é ter como aliado um grande influenciador.”

Fontes oficiais de informação (69%), análise de outros consumidores (64%) e blogs (42%) são as formas preferidas de conseguir saber mais sobre os produtos na internet. A influência dos blogs dobrou em um ano – cresceu de 28% em 2010 para 42% na pesquisa de 2011. Para os consumidores americanos, a fonte mais confiável é aquela que usou o produto ou serviço (69%), seguida de perto pela opinião de um especialista (60%).

Vale ficar atento e começar a agir, seja criando conteúdo próprio e relevante, como conquistando evangelizadores que tenham seus blogs e redes sociais bem estabelecidos.

Via: E-Commerce News, foto: Striatic, CC-BY

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