Horário de pico do ecommerce é o almoço

16 de agosto de 2012  | 

Uma pesquisa feita pela Rakuten mostra como os consumidores encaixam o varejo online em sua rotina e até mesmo na vida profissional, a crescente popularidade das compras através do mobile commerce e como os consumidores avaliam a compra de itens de valores baixos e altos.

Os resultados que mostram como as diferenças locais moldam os hábitos de compra online dos consumidores em todo o mundo, foram extraídos com base nos dados do tráfego de vendas através do marketplace global da Rakuten.

A pesquisa revela que a terapia de compras online é o antídoto mais comum à “tristeza da volta ao trabalho”, com os Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha marcando seu pico de número de navegações às segundas-feiras. No Brasil, onde a conexão de banda larga doméstica é relativamente baixa, compradores são mais propensos a gastar quando estão no trabalho. Entretanto, as compras acontecem no horário do almoço – o pico da atividade se dá entre às 12h e 14h.

Já na França, onde os jovens vão às aulas quatro dias na semana, os dados mostram que os picos de compra online se dão às quartas-feiras, quando os pais geralmente ficam em casa para cuidar dos filhos.

Compras por dispositivos móveis

Os dados apontaram que no Reino Unido e nos Estados Unidos o horário de pico para navegação e compra por dispositivos móveis ocorre pela manhã, das 7h às 8h e às 10h, respectivamente. Por outro lado, na França, os consumidores são propensos a usar algum dispositivo móvel para comprar entre as 18h e 19h.

Tempo de decisão de compra

Os consumidores estão gastando mais tempo navegando em categorias que tendem a ter preço elevado. A cautela dos norte-americanos é evidente ao escolherem produtos eletrônicos, computadores, roupas e bolsas, gastando em média de 4,4 a 4,7 minutos para avaliar antes da compra. Já os produtos de menor valor, são comprados em apenas 3 minutos.

Moda e literatura são os itens que os britânicos compram por impulso. O usuário comum gasta pouco mais de 40 segundos antes da compra de roupas e menos de um minuto para comprar livros. Em comparação, um produto como uma TV, tem tempo de decisão de compra de 2 minutos.

Uma característica interessante é evidente no Brasil, onde telefones celulares com valores altos costumam ter um baixo tempo de decisão de compra, sugerindo que os consumidores já pesquisaram os produtos online e então farão uma compra com base unicamente no preço.

Os dados de tendências de compras foram coletados nas empresas Play.com (Reino Unido), Buy.com (EUA), Rakuten Deutschland (Alemanha), Priceminister (França) e Rakuten Brasil, todas pertencentes ao grupo Rakuten. Através de parcerias e aquisições, a Rakuten também opera na Indonésia, Rússia, Espanha e Canadá, bem como no Japão.

Via: blog da Rakuten. Crédito da imagem: Ivana Vasilj via Compfight.

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40% das empresas não veem valor nas redes sociais

02 de agosto de 2012  | 

Levantamento da Maksen revela que 40% dos empresários brasileiros dizem que estar presente nas redes sociais não agrega valor ao seu negócio. Os executivos consultados dizem que o investimento não compensa os riscos da presença nas redes sociais. Segundo dados do estudo, das companhias que possuem presença nas redes sociais, 42% delas têm páginas estáticas e não interagem com seus clientes (o maior benefício das redes sociais). Outras 11%, não só tem páginas sem interação como também não atualizam regularmente as informações.

“A falta de profissionalismo das empresas no tratamento da questão das redes sociais, aliada à dificuldade de mensuração dos resultados desta nova forma de marketing faz com que exista uma desconfiança e uma visão ainda conservadora, por grande parte do empresariado”, diz Sérgio do Monte Lee, diretor da consultoria no Brasil.

Via: divulgação. Crédito da imagem: Ludovic Bertron via Compfight.

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Sites lentos ou em manutenção deixam os usuários frustrados

31 de julho de 2012  | 

Você se preocupa – muito – com a qualidade, o layout e a velocidade do site da sua empresa? Para quem tem essas preocupações diárias, os méritos virão em resultados positivos. Já para quem não se importa muito, vale ficar atento a uma pesquisa realizada pela 1&1 Internet que concluiu que sites lentos ou em manutenção são os itens que mais deixam os usuários frustrados.

Os 5 fatores que mais irritam os usuários e que fazem potencialmente seu negócio perder clientes são:

  1. Sites lentos (71%);
  2. Sites em manutenção (49%);
  3. Links quebrados (44%);
  4. Pedidos online congelados (44%);
  5. Páginas quebradas (42%);

A pedida aqui é que o site da sua empresa e do seu e-commerce esteja online 24 horas por dia e 7 dias por semana. É recomendável um alto investimento em hospedagem, infraestrutura, assim como nos profissionais que irão elaborar a página.

Outra importante dica é navegar no site como se fosse o próprio cliente, fazendo pedidos, alterando formulários preenchidos em etapas posteriores e concluindo compras via diferentes navegadores, tablets e smartphones. Sim, a sua empresa precisa ter uma site rápido e confiável também para os dispositivos móveis.

Fonte IDG Now!. Crédito da imagem: colorblindPICASO via Compfight.

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E-commerce brasileiro deve atingir US$ 22 bi em 2016

12 de julho de 2012  | 

Subte A « м Ħ ж » via Compfight

As vendas geradas pelo comércio eletrônico crescem a uma velocidade de 24,4% ao ano desde 2005, ante os 11,8% registrados pelo varejo em geral, segundo dados da Bain & Company. O cenário obriga os varejistas a rever a sua estratégia de atuação na internet. Hoje, o e-commerce só responde por cerca de 3% das vendas totais do varejo, índice que alcança entre 8% e 10% nos Estados Unidos e Inglaterra.

Mas de acordo com o estudo, as vendas do varejo on-line devem passar de US$ 9,8 bilhões em 2011 para US$ 22 bilhões em 2016 no Brasil, com taxas expressivas de expansão especialmente no segmento de vestuário. A comparação da performance entre importantes players digitais e os varejos tradicionais dá uma dimensão do cenário.

O valor de mercado da Amazon, por exemplo, foi 115 vezes o seu lucro nos últimos cinco anos, enquanto a média encontrada entre nove varejistas tradicionais foi de 16 vezes o seu lucro. O estudo aponta, no entanto, a necessidade de melhorar a experiência de compra no Brasil, como a logística de entrega, a fim de aumentar as taxas de conversão, ainda presas a um patamar de 40%, contra um percentual entre 60% a 65% nos Estados Unidos.

Via: Valor Econômico

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Comércio eletrônico brasileiro crescerá em média 12% ao ano

10 de julho de 2012  | 

Beautiful Brazil, from beautiful friends, thanks to Mamede who has send me this wonderful symbol of pride! Brazil, everyone, Brazil! Enjoy!:)

Creative Commons License || UggBoy♥UggGirl || PHOTO || WORLD || TRAVEL || via Compfight

O Brasil é o segundo País com maior potencial para o comércio eletrônico no mundo, de acordo com estudo da A. T. Kearney divulgado no fim de junho.

A pesquisa “Índice de e-Commerce de Varejo 2012” mostra que as melhores oportunidades estão em países emergentes, onde existe grande acesso à internet e infraestrutura é considerada boa. O estudo prevê que o e-commerce movimenta cerca de 10,6 bilhões de dólares por ano e cresça uma média de 12% ao ano nos próximos cinco anos.

A pesquisa analisou o potencial de desenvolvimento do comércio eletrônico em 30 países emergentes. O ranking dos dez primeiros é liderado pela China, que possui o segundo maior mercado do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. As lojas chinesas arrecadam 23 bilhões de dólares por ano na internet, e a previsão é que o mercado online de lá cresça até 29% ao ano nos próximos cinco anos.

A Rússia ficou na terceira posição, com vendas de 9,1 bilhões de dólares por ano e previsão de crescimento de 12% ao ano nos próximos cinco anos. Em seguida estão Chile, México, Emirados Árabes Unidos, Malásia, Uruguai, Turquia e Omã. Entre os aspectos analisados estavam infraestrutura do país, legislação e nível de desenvolvimento do comércio local.

No levantamento, constatou-se que os produtos eletrônicos de consumo são os mais desejados e comprados nas lojas virtuais.

Via: Computerworld

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Os quatro tipos de consumidores do ecommerce

10 de julho de 2012  | 

Credit CardsCreative Commons License Andres Rueda via Compfight

A Pitney Bowes fez um estudo nos Estados Unidos, França, Alemanha e Reino Unido e chegou a quatro tipos de consumidores do e-commerce a partir dos dados que compartilham ou não na rede.

O tipo íntimo é o de maior percentual de rejeição de compartilhamento na internet: 76% não informam convicção política, 71% não estão dispostos a compartilhar a religião, 54% não falam a etnia e 45% não dizem a preferência sexual.

O tipo “quero segurança” é o segundo mais frequente. Entre eles, 40% estão dispostos a compartilhar número do cartão de crédito, 38% divulgam o número do celular e 36% respondem sobre o rendimento.

No tipo físico, os percentuais de rejeição são baixos, porém 24% não informam o peso, 23% não dizem o número de telefone residencial e 22% não compartilham sua altura.

Os entrevistados do tipo transacional também não veem problema em dizer data de nascimento, com apenas 10% de rejeição, endereço postal, com 13%, e-mail, com 14%, e dados bancários, com 22%.

Segundo o relatório da pesquisa, produzido pela Forrester Research Inc., embora se preocupem com a coleta e utilização dos dados online, os consumidores continuarão fornecendo-os e realizando tarefas na rede se perceberem algum benefício.

Via: Administradores.

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Você conhece a Geração Y?

14 de junho de 2012  | 


Photo Credit: Gisela Giardino via Compfight

A Boo-Box e a HelloResearch publicaram um estudo, feito no final de 2011, sobre o perfil da Geração Y (jovens entre 18 e 30 anos) e seu uso de internet, que pode ser muito útil para todos. Posicionamento de marca, uso e hábitos são apenas alguns dos insights da pesquisa.

Entre outubro e novembro de 2011 mais de três mil jovens entre 18 e 30 anos foram entrevistados para traçar um perfil da Geração Y no Brasil e de seu comportamento na internet. Um dos grandes diferenciais da pesquisa, realizada por meio da metodologia On-Target Hello Research, é que ela foi feita exclusivamente por meio da internet e tem representatividade nacional.

A pesquisa abordou temas demográficos e comportamentais para traçar o perfil destes jovens e suas percepções e opiniões sobre temas como religião, relacionamento, redes sociais, consumo e relação com as marcas, dentro e fora da internet.

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Brasil já passa de 68 milhões de acessos de banda larga

01 de junho de 2012  | 

Facebook
Photo Credit: Johan Larsson via Compfight

Um balanço feito em parceria entre a empresa de consultoria Teleco e Huawei, fabricante na área de telecomunicações, divulgou nesta terça-feira,29, informa que os acessos em telefonia móvel e fixa de alta velocidade feitos no Brasil, chegaram a 68,5 milhões, metade dos municípios brasileiros (quase 2,8 mil localidades de um total de 5.566 ou 85% da população) tem acesso rápido à internet.  Os dados foram apurados no primeiro trimestre de 2012.

Conforme pesquisas anteriores, o acesso feito por celulares se sobrepuseram aos fixos chegando a 52 milhões somando-se também os números de acesso aos modems. Porém se levarmos em consideração os dados de abril deste ano, vemos que este número já chegou a 53,3 milhões de acessos, significando que a penetração da banda larga móvel no Brasil é de 28%.

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1% do PIB brasileiro é do e-commerce

24 de maio de 2012  | 

Stowaway Keyboard Equipped Newton
Creative Commons License Photo Credit: Grant Hutchinson via Compfight

            O e-commerce brasileiro e latino americano estão crescendo a cada ano. Uma pesquisa divulgada em 16/05 mostra esse crescimento desde 2009. O estudo foi feito pela “América Economía Intelligence” e encomendado pela Visa, mostra o dinamismo e o desenvolvimento do setor de e-commerce na América Latina. A pesquisa mostra um aumento de 98,5% das vendas do e-commerce do ano de 2009 a 2011, saltando de U$ 22 bilhões para U$ 43 bilhões.

O Brasil foi o grande responsável por este salto, representando 59,1% de todo o mercado latino americano, movimentando U$ 25 bilhões em vendas online, que representou 1% de todo o PIB brasileiro em 2011, algo inédito em todos os países da AL. Os principais fatores apontados pelo estudo foram maior confiança do consumidor, presença do mercado nas redes sociais, reformas governamentais e maior uso de cartão de crédito.

E esse fenômeno tende a crescer cada vez mais, com mais pessoas com acesso à internet e maior crédito. O momento de vender na internet é agora. Faça um cadastro no PagSeguro e venda com facilidade e segurança.

 

Fonte: E-commerce News

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Brasileiro compra e gasta mais no e-commerce, segundo pesquisa

15 de maio de 2012  | 

Brave New World - Un mundo feliz - Schöne neue Welt
Creative Commons License Photo Credit: Daniela Hartmann via Compfight

Consumidores brasileiros gastam em média 27% de sua renda disponível em compras pela web, à frente da média global (23%), segundo uma pesquisa realizada pela WorldPay em 15 países. A Índia foi o país que apresentou a maior proporção, com uma média de 33% da renda disponível destinada a compras online, seguida pela China (31%), Reino Unido (25%) e Estados Unidos (23%). Em relação ao Brasil, 8% dos entrevistados – que para participar da pesquisa deveriam ter realizado ao menos uma compra online nos últimos seis meses – afirmam que já chegou a gastar até mais da metade de sua renda disponível em compras online.

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