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	<title>Blog do PagSeguro &#187; pesquisa</title>
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	<description>Só mais um site WordPress</description>
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		<title>As mídias Sociais em 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 12:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[midia social]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Vejam um infográfico da Netpartner que mostra os números e publicações nas redes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Não é à toa que a <a href="http://www.trendwatching.com">TrendWatching</a> acaba de publicar um estudo sobre a questão, chamado point-know-buy: aponte-conheça-compre (vamos escrever sobre isso logo). As mídias sociais cresceram muito em 2011. Vejam um infográfico da <a href="http://netpartner.com.br/" target="_blank">Netpartner</a> que mostra os números e publicações nas redes.</p>
<p><a href="http://blogpagseguro.com.br/wp-content/uploads/2012/01/infográfico-mundo-mídias-sociais.jpg" rel="lightbox[9985]" title="Tecnocrata Digital"><img class="aligncenter size-large wp-image-9988" title="infográfico-mundo-mídias-sociais" src="http://blogpagseguro.com.br/wp-content/uploads/2012/01/infográfico-mundo-mídias-sociais-249x1024.jpg" alt="" width="249" height="1024" /></a></p>
<p>Via: <a title="Tecnocrata digital" href="http://www.tecnocratadigital.com.br" target="_blank">Tecnocrata Digital</a></p>
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		<item>
		<title>Uso de redes sociais cresce nas empresas (EUA)</title>
		<link>http://blogpagseguro.com.br/2012/01/uso-de-redes-sociais-cresce-nas-empresas-eua/</link>
		<comments>http://blogpagseguro.com.br/2012/01/uso-de-redes-sociais-cresce-nas-empresas-eua/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[midia social]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa da Palo Alto mostrou o aumento vertiginoso do uso de mídias sociais no ambiente de trabalho. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Twitter Good Bad, Rosaura Ochoa, CC-BY" src="http://farm4.staticflickr.com/3618/3528880050_179d75c5f1_d.jpg" alt="Twitter Good Bad, Rosaura Ochoa, CC-BY" width="500" height="500" /></p>
<p>Pesquisa da <a href="http://www.paloaltonetworks.com/news/press_releases/2012-0117-aur.html">Palo Alto Networks</a> mostra um crescimento &#8220;explosivo&#8221; do uso dos sites de relacionamento no ambiente de trabalho: o uso das mídias sociais no segundo semestre de 2011 cresceu 300%, em comparação ao mesmo período em 2010.</p>
<p>O uso do Twitter, em particular, teve grande aumento de popularidade no ambiente corporativo: cresceu mais de 700% na comparação ano a ano.</p>
<p>Os funcionários também estão usando outras redes sociais. O resultado é o aumento de consumo de banda para publicações em sites de relacionamento, aplicativos de Facebook e outros. A porcentagem total de rede usada para acessar redes sociais, aumentou de 5% em outubro de 2010 para 25% em dezembro de 2011.</p>
<p>O compartilhamento de arquivos via navegador também aumentou. Sites de compartilhamento de arquivos apareceram nas redes de 92% das organizações que participaram da pesquisa.</p>
<p>Porque isso interessa a você, vendedor? Primeiro: este comportamento tende a ser universal aqui na interwebs. Então prepare-se porque os seus funcionários também vão praticar e/ou você vai receber visitar vindas de empresas. Segundo: existem riscos de segurança no comportamento de compartilhar arquivos pelo computador. Importantíssimo instalar e manter atualizados firewall e antivirus.</p>
<p>Via: <a href="http://idgnow.uol.com.br">IDGNow!</a>, imagem: <a title="Rosaura Ochoa, CC-BY" href="http://www.flickr.com/photos/rosauraochoa/3528880050/in/photostream/" target="_blank">Rosaura Ochoa, CC-BY</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>70% dos consumidores evitam empresas que não gostam</title>
		<link>http://blogpagseguro.com.br/2012/01/70-dos-consumidores-evitam-empresas-que-nao-gostam/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 12:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vendedores]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa da Weber Shandwick mostra que a reputação da empresa é fundamental para a decisão de compra. Os executivos sabem disso e trabalham para reduzir os pontos negativos. Veja os detalhes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogpagseguro.com.br/wp-content/uploads/2012/01/CompanyBehindBrand02.jpg" rel="lightbox[9896]" title="Weber Shandwick"><img class="aligncenter size-full wp-image-9898" title="CompanyBehindBrand02" src="http://blogpagseguro.com.br/wp-content/uploads/2012/01/CompanyBehindBrand02.jpg" alt="" width="500" height="806" /></a></p>
<p>O estudo da <a href="http://www.webershandwick.com/">Weber Shandwick</a>, A empresa por trás da marca: confiamos na reputação, revela: a reputação da empresa é fundamental para a decisão de compra dos consumidores. Segundo a pesquisa feita no mundo inteiro, 70% dos consumidores não compram quando não gostam da empresa que controla a marca. E os executivos concordam: 87% dizem que ter uma marca forte é tão importante quanto ter produtos de marca forte.</p>
<p><span id="more-9896"></span></p>
<p>A pesquisa revela seis novas realidades sobre a interdependência entre a reputação da empresa e da marca:</p>
<p>1. <strong>A marca corporativa é tão importante quanto a marca dos produtos</strong>. A ampla maioria dos executivos (87%) acredita que uma marca corporativa forte é tão importante quanto marcas de produtos fortes. 65% deles defendem que as marcas de produtos se beneficiam da reputação geral da empresa, e 55% dizem que as pessoas se importam com as empresas por trás das marcas que elas compram. Executivos da China e do Brasil são os que mais concordam que a marca corporativa é tão importante quanto as marcas dos produtos (96% e 93%, respectivamente).</p>
<p>2. <strong>A reputação corporativa funciona como controle de qualidade dos produtos</strong>. Os produtos se beneficiam muito da reputação corporativa intacta. Mais de dois terços dos consumidores dizem evitar produtos fabricados por empresas das quais eles não gostam, e garantem que olham os rótulos para saber qual é a empresa por trás da marca.</p>
<ul>
<li>70% evita comprar um produto fabricado por uma empresa da qual não gosta</li>
<li>67% tem o costume de olhar os rótulos dos produtos para saber qual empresa está por trás da marca</li>
<li>61% se aborrece quando não consegue descobrir qual empresa fabricou o produto</li>
<li>56% pesquisa a reputação da empresa que fabrica os produtos que consome</li>
</ul>
<p>Na pesquisa, 56% disseram pensar duas vezes antes de comprar um produto, quando não é possível identificar o fabricante.</p>
<p>3. <strong>Qualquer disparidade entre a reputação corporativa e do produto gera uma reação intensa dos consumidores</strong>. Mais da metade dos consumidores (54%) dizem que se surpreendem quando descobrem que um serviço ou produto que gostam é feito por uma empresa da qual eles não gostam. Quando perguntados sobre como reagiriam a uma surpresa assim, 40% dos consumidores disseram que provavelmente deixariam de comprar o produto, e outros 30% afirmaram que usariam a Internet para pesquisar mais sobre a empresa e os demais produtos que ela fabrica. Surpresas desagradáveis sobre o produto não costumam ajudar a empresa: dois terços dos consumidores possivelmente vão deixar de comprá-lo.</p>
<p>4. <strong>Os produtos geram discussões, que envolvem a reputação</strong>. O negativo repercute mais do que o positivo. A pesquisa perguntou aos consumidores o que eles costumam discutir sobre as empresas. Os produtos encabeçam as respostas. Quase 7 em cada 10 consumidores (69%) afirmaram discutir frequentemente ou regularmente a qualidade dos produtos que compraram. A lista dos cinco assuntos mais frequentes também inclui o atendimento aos consumidores, como os funcionários são tratados, escândalos ou erros da empresa fabricante e a visão geral sobre a empresa (a reputação). Os consumidores dizem que normalmente falam mais sobre os escândalos e erros da empresa (43%) do que sobre as qualidades corporativas (37%), preocupação ambiental (31%) e serviços à comunidade (29%).</p>
<p>5. <strong>Os consumidores formam uma opinião instantaneamente</strong>. O que influencia a opinião dos consumidores sobre as empresas? Sem nenhuma surpresa, os consumidores contam que o boca a boca (88%) é a principal influência sobre a reputação das empresas. Eles também consideram críticas on-line (83%) e resultados de pesquisas na Internet (81%). Para os consumidores brasileiros, fontes de informações mais tradicionais sobre as empresas – imprensa, prêmios e publicidade – são significativamente mais importante do que para os consumidores dos outros três mercados.</p>
<p>6. <strong>A reputação corporativa ajuda o valor de mercado da empresa</strong>. O status de &#8220;mais admirada&#8221; é mais valorizado do que os ganhos financeiros. Os executivos estimam que o valor de mercado de uma empresa é definido em média 60% pela reputação que ela possui. Este número explica por que as empresas passaram a dar mais importância para suas atividades de reforço da reputação. A ampla maioria dos executivos (86%) diz que suas empresas aumentaram os esforços de consolidação de reputação durante os últimos anos.</p>
<p>Consumidores e executivos concordam que a reputação de uma empresa é mais importante do que os ganhos financeiros. Mais da metade dos consumidores diz confiar mais nos produtos de uma empresa que é mais admirada do que nos de uma empresa com melhores resultados financeiros. Cerca de 6 em cada 10 executivos dizem que preferem ver suas empresas na imprensa com o status de mais admirada do que devido a um bom desempenho financeiro. Estas descobertas mostram que tanto os consumidores como os executivos passaram a reconhecer a reputação como mais permanente e duradoura. O desempenho financeiro pode ser cíclico e de curto prazo.</p>
<p>Pense nisso ao criar o seu mix de produtos e boas vendas.</p>
<p>Imagem: S2 Publicom, divulgação</p>
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		<item>
		<title>F/Radar #10: um mapa da internet brasileira pra todos</title>
		<link>http://blogpagseguro.com.br/2011/12/fradar-10-um-mapa-da-internet-brasileira-pra-todos/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 12:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Acaba de sair a última edição do F/Radar, um verdadeiro mergulho na internet brasileira, com todos os detalhes  que você imaginar. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogpagseguro.com.br/wp-content/uploads/2011/12/f_radar.jpg" rel="lightbox[9654]" title="f_radar"><img class="aligncenter size-full wp-image-9697" title="f_radar" src="http://blogpagseguro.com.br/wp-content/uploads/2011/12/f_radar.jpg" alt="" width="466" height="241" /></a></p>
<p>A décima edição da pesquisa F/Radar, realizada semestralmente pela F/Nazca em parceria com o Datafolha, constatou que 29,5 milhões de brasileiros com mais de 12 anos costumam se conectar à internet em movimento, a maior parte deles (74%) pelo telefone celular. Desde a última medição, de abril deste ano, houve aumento de 7 pontos percentuais.</p>
<p><span id="more-9654"></span></p>
<p>Com o resultado, os dispositivos móveis empataram tecnicamente em segundo lugar com locais de acesso pago à rede, como lan houses, que, aliás, até abril de 2010 figuravam em primeiro. Desde então, a principal forma de conexão é a doméstica, desfrutada habitualmente por 43,5 milhões de brasileiros.</p>
<p>O incremento na navegação móvel se deu principalmente nas classes A, B e C e entre pessoas de 12 a 34 anos, exatamente os estratos que diminuíram o acesso em lan houses. Neles houve também crescimento mais acentuado da taxa daqueles que frequentam a internet diariamente. A pesquisa F/Radar identificou ainda que 79% dos que se conectam em movimento o fazem por meio de planos pré-pagos de telefonia, e que 16% dos internautas móveis, ou seja, 5 milhões de pessoas, já fizeram compras usando o recurso.</p>
<p>&#8220;O potencial de toda e qualquer marca perambular dentro do bolso de milhões de brasileiros saltou rapidamente, entre outros fatores, graças ao recente barateamento da internet móvel pré-paga. Quem quiser se comunicar no mundo virtual vai ter de falar cada vez mais e melhor pelo celular&#8221;, projeta José Porto, diretor nacional de Planejamento da F/Nazca.</p>
<p>Os dados mais importantes para os operadores de e-commerce:</p>
<ul>
<li>O número de compradores virtuais não cresce há 16 meses &#8211; está em 24% dos internautas, com 16 anos ou mais.</li>
<li>22% dos consumidores com mais de 12 anos fazem compras online. Quanto maior a idade, mais compras.</li>
<li>As categorias, por ordem de preferência em agosto de 2011: eletrônicos; roupas, calçados e acessórios; livros; telefones (fixos ou celular); CD ou DVD; artigos esportivos; artigos de informática; viagens; saúde, beleza ou medicamento; ingressos.</li>
</ul>
<p>A agência realiza a pesquisa sobre internet desde 2007. No levantamento de agosto de 2011 foram feitas 2,5 mil entrevistas em 152 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, enquanto que para o total de internautas sobe para 3 pontos e, para os internautas móveis, 4. Nos três casos, dentro de um nível de confiança de 95%. O desenho da amostra foi elaborado com base em informações do Censo 2010 do IBGE.</p>
<p>Você pode acessar a pesquisa aqui: <a href="http://www.fnazca.com.br/wp-content/uploads/2011/12/f-radar-10-site1.pdf">http://www.fnazca.com.br/wp-content/uploads/2011/12/f-radar-10-site1.pdf</a></p>
<p>Via <a href="http://www.fnazca.com.br">F/Nazca</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O prejuízo que vem do spam</title>
		<link>http://blogpagseguro.com.br/2011/11/o-prejuizo-que-vem-do-spam/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 12:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma pesquisa revela os prejuízos do spam (o e-mail indesejado) e dos golpes na internet. Alerta e educação para prevenir o desastre. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Credit Card Theft, Don Hankins, CC-BY" src="http://farm3.staticflickr.com/2285/1594411528_1512b1aad5_d.jpg" alt="Credit Card Theft, Don Hankins, CC-BY" width="500" height="394" /></p>
<p>A <a href="http://br.trendmicro.com/br/home/">Trend Micro</a>, empresa de segurança, realizou estudo sobre spams enviados por cibercriminosos e quais técnicas utilizam na tentativa de roubar dados ou dinheiro.</p>
<p>Ao todo, quase 200 bilhões de spams são enviados diariamente, chegando a ser 100 vezes mais do que em 2002, quando foram registrados 2,4 bilhões.</p>
<p>Essas mensagens, segundo pesquisa, resultaram às empresas europeias prejuízo de 2,8 bilhões de dólares com perda de produtividade, já ás companhias norte americanas relataram prejuízo muito maior, chegando a 20 bilhões de dólares.</p>
<p>O estudo também identificou 38 línguas e dialetos que são frequentemente usados em spams. Em 2010, 95% das amostras coletadas estavam em inglês. Em 2011 esta participação caiu para 92%.</p>
<p><strong>Anexos em spams</strong><br />
A pesquisa detectou que 96% dos spams não têm anexos e apenas 3% dos anexos são maliciosos. Os pesquisadores identificaram tendência de crescimento no número de spams com anexo.</p>
<p>Os spams sem anexos podem ser classificados nas seguintes categorias: oferta de emprego, assistência médica e comercial e golpes. Cerca de 50% do total de spams com anexos são com extensão ZIP. Mas muitos também são encontrados com extensões de imagens como, JPG e GIF ou ainda, com arquivos extensão DOC e XLS que conferem maior credibilidade ao spams.</p>
<p><strong>&#8220;Spear-phishing&#8221; e outros ataques direcionados</strong><br />
Mas os spams vão além dos e-mails em massa, a nova tendência são os ataques &#8220;spear-phishing&#8221;, que têm sido amplamente utilizados por cibercriminosos para roubar senhas específicas das organizações.</p>
<p>Esses ataques têm como alvo executivos de grandes corporações e altos funcionários do governo. Os cibercriminosos lançam ataques agressivos com engenharia social para manter o controle dentro de uma rede e extrair informações confidenciais.</p>
<p><strong>O crescimento do spam em redes sociais</strong><br />
Os spammers estão migrando para as mídias sociais, espalhando ataques em massa. Muitas vezes empresas entram em contato com ameaças web ao utilizarem sites de rede sociais para marketing e promoções.</p>
<p>Como já dissemos no post sobre o <a href="http://blogpagseguro.com.br/2011/11/norton-divulga-relatorio-de-crimes-ciberneticos-2011/">relatório da Norton de segurança</a>: educação é fundamental para garantir a segurança. Não resolve muito proibir, é preciso saber usar (muito bem) a internet para evitar os ataques.</p>
<p>Via: <a href="http://informationweek.itweb.com.br/">InformationWeek</a>, foto: <a title="Don Hankins, CC-BY" href="http://www.flickr.com/photos/23905174@N00/1594411528/in/photostream/" target="_blank">Don Hankins, CC-BY</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Norton divulga relatório de crimes cibernéticos 2011</title>
		<link>http://blogpagseguro.com.br/2011/11/norton-divulga-relatorio-de-crimes-ciberneticos-2011/</link>
		<comments>http://blogpagseguro.com.br/2011/11/norton-divulga-relatorio-de-crimes-ciberneticos-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 12:30:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[O relatório de cibercrimes da Norton Symantec assusta: perdemos US$ 388 bilhões, grande parte com vírus. E o perfil das vítimas também é claro: homens, jovens, de países em desenvolvimento. O Brasil não ficou bonito na foto. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Internet bank robbery, michaelmolenda, CC-BY-NC-ND" src="http://farm2.staticflickr.com/1281/3164460404_0f9eacb7a4_d.jpg" alt="Internet bank robbery, michaelmolenda, CC-BY-NC-ND" width="494" height="500" /></p>
<p>Todos os anos a <a title="Norton Cybercrime Report" href="http://www.symantec.com/content/pt/br/home_homeoffice/html/cybercrimereport/" target="_blank">Norton Symantec </a>faz uma pesquisa sobre crimes e segurança online. Em 2011, a pesquisa sobre crimes cibernéticos foi feita com adultos em 24 países. Os prejuízos – entre dinheiro roubado e tempo usado para os reparos – somaram US$ 388 bilhões.</p>
<p><span id="more-9389"></span></p>
<p>Só para comparar, é quase todo o valor estimado do tráfico de drogas internacional (US$ 411 bilhões) e 100 vezes a despesa anual da UNICEF (US$ 3,65 bilhões).</p>
<p>A maioria das vítimas são homens, estão nos mercados emergentes e são &#8220;millenials&#8221; (entre 18 e 31 anos). 41% deles não têm software de segurança atualizado e mais da metade (54%) tiveram problemas com vírus ou malware nos computadores. Mais: 10% foram vítimas em dispositivos móveis.</p>
<p>O principal crime, claro, são os vírus. No México, respondem por 71% dos ataques. No Brasil e na China, por 68%. África do Sul, 65%. No mundo inteiro: 54%. Que fique claro: os emergentes &#8220;puxam&#8221; a média para cima.</p>
<p>Depois dos vírus, os principais problemas são os golpes online, o phishing e, pela primeira vez, aparecem problemas com phishing por SMS. Todas estas modalidades têm cerca de 10% das ocorrências. E são resolvidas com educação.</p>
<p>O principal problema é não ter um antivírus instalado e atualizado. Embora a maioria dos pesquisados (87%) saibam da importância disso, apenas 21% têm um antivírus no qual confiam. Pior: o Brasil despontou como uma das capitais do crime cibernético (e também é do crime físico). E as vítimas são os homens jovens.</p>
<p>Apesar dos números, todos acreditam que estão mais seguros online que na rua. FALSO! Segundo o estudo da Norton, os números de crime online (lembrem que a maioria são ataques de vírus e cavalos de tróia) são três vezes maiores. 44% dos entrevistados foram vítimas.</p>
<p>Apesar de acreditarem que é preciso entregar os criminosos à justiça (89%), apenas 21% dos entrevistados (dois a cada dez) prestaram queixas.</p>
<p>Por tudo isso, vale começar a instalar antivírus confiáveis e evitar os riscos. Que estão, claro, no lado escuro da vida.</p>
<p>Ilustração: <a title="michaelmolenda, CC-BY-NC-ND" href="http://www.flickr.com/photos/72388119@N00/3164460404/in/photostream/" target="_blank">michaelmolenda, CC-BY-NC-ND</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O comércio eletrônico no Brasil e no mundo</title>
		<link>http://blogpagseguro.com.br/2011/11/o-comercio-eletronico-no-brasil-e-no-mundo/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 12:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisa mostra os hábitos de consumo dos internautas e as suas diferenças. Veja a preferência dos brasileiros. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="e-mail symbol, Micky, CC-BY" src="http://farm6.static.flickr.com/5050/5341765493_c873b27201_d.jpg" alt="e-mail symbol, Micky, CC-BY" width="500" height="351" /></p>
<p>Uma nova pesquisa encomendada pela <a href="http://www.pb.com/">Pitney Bowes</a>, revela que o tamanho não é tudo o que importa quando se fala das preferências mundiais dos consumidores online. Enquanto as empresas de e-commerce internacionais compartilham algumas características, a pesquisa revela diferenças importantes entre os consumidores em muitos países. Os varejistas que pretendem expandir seus mercados de negócios online devem considerar os diferentes comportamentos de compras do consumidor e as preferências de cada país.</p>
<p>O estudo foi realizado pela <a href="http://www.opinionresearch.com/">ORC International</a>, que pesquisou as preferências e hábitos de compras de 10 mil adultos, em 10 países diferentes. Os consumidores foram entrevistados na Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Japão, Coréia do Sul, Reino Unido e EUA.</p>
<p><strong>E-commerce é hábito para 91% dos consumidores brasileiros<br />
</strong></p>
<p>Em geral, 93% (91% no Brasil) dos consumidores entrevistados compraram produtos online, sendo que 49% (45% no Brasil) realizaram compras nos últimos 30 dias. As taxas dos consumidores na Alemanha, Coréia do Sul e Reino Unido foram as mais altas de compras de produtos online (98%), seguidas de perto pelo Japão (96%). No Canadá, esta taxa cai para 82%.</p>
<p><strong>Baixo preço é o principal atrativo para a compra online<br />
</strong></p>
<p>A pesquisa também descobriu que os consumidores online querem quatro coisas básicas ao comprar produtos: preços competitivos (71%); uma ampla seleção de produtos (42%); check-out fácil e intuitivo (35%); baixos custos de transporte e de impostos (35%). Especificamente para os brasileiros, o baixo preço (59%), a praticidade e agilidade no processo de pagamento (56%) são os principais atrativos para comprarem pelo e-commerce.</p>
<p>Outras preferências variam de país a país. Por exemplo:</p>
<p>- Facilidade e rapidez do processo de check-out on-line é mais importante para os consumidores na Alemanha e Coréia do Sul (ambos 59%), e menos importante no Japão (11%).</p>
<p>- Os consumidores franceses são sete vezes mais interessados na capacidade de rastrear uma ordem de compra do que os consumidores japoneses (37% contra 5%).</p>
<p>- Estimativa precisa sobre a data de entrega é mais importantes para os consumidores na China e na Coréia do Sul (ambos 20%), mas menos importante no Canadá (10%).</p>
<p>- Uma política de devolução clara e fácil de entender foi quase três vezes mais importante para os consumidores na China (36%) do que para os consumidores no Brasil e Estados Unidos (ambos 13%).</p>
<p>&#8220;O e-commerce internacional está se tornando cada vez mais atraente e acessível,&#8221; diz Oscar Vazquez da PB. &#8220;No entanto, para serem bem sucedidos, os varejistas precisam garantir uma experiência de compra online simples e perfeita e ter um entendimento claro dos consumidores, preferências de transporte e dos canais de comunicação em cada mercado&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Porque os consumidores abandonam o carrinho de compras<br />
</strong></p>
<p>O estudo também mostrou diferenças significativas nas razões pelas quais os consumidores entrevistados abandonam carrinhos de compras. Altos custos de frete, 67% (53% Brasil), taxas e impostos adicionais no momento da entrega, 47% (48% Brasil) e o tempo de entrega, 39% (45% Brasil) foram fortes fatores para desistência da conclusão das compras on-line. Os consumidores nos EUA (83%), U.K. (79%) e Japão (78%) são três vezes mais sensíveis aos preços de envio que os consumidores na Coréia do Sul (25%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Os eletrônicos são os campeões de vendas no Brasil<br />
</strong></p>
<p>A pesquisa revelou uma visão sobre os tipos de produtos que os consumidores são mais propensos a comprar pela internet, comparando com lojas físicas. As categorias de produtos com maior percentual de preferência de compra na rede incluem livros, vídeos e música, 58% (63% no Brasil), hardware de computador e software, 41% (59% no Brasil) e produtos eletrônicos, 38% (66% no Brasil). A categoria de vestuário foi a menos popular dentre as opções, com apenas 11% dos brasileiros afirmando preferir comprar produtos do gênero em sites de e-commerce.</p>
<p>Os consumidores na China indicaram que eles são mais propensos a comprar vestuário (58%) e calçados (53%) pela internet do que em uma loja física. Na verdade, para quase todas as categorias incluídas na pesquisa, os entrevistados na China são mais propensos a comprar produtos online, com exceção de hardware de computador e software (39%) e joias, relógios e acessórios (16%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O e-mail é o canal de comunicação preferido dos brasileiros<br />
</strong></p>
<p>Quando perguntados sobre o canal de comunicação preferido para receber informações sobre novos produtos, promoções ou outras ofertas, 59% dos consumidores globais (e 72% dos brasileiros) indicam que preferem comunicações por e-mail; 25% dos entrevistados (16% no Brasil) preferem receber essas informações em catálogos ou malas-diretas, indicando que o correio é outro forte canal para varejistas online; 4% dos entrevistados (1% no Brasil) prefere receber informações via mensagens de texto (SMS), enquanto 5% dos brasileiros têm predileção pelas mídias sociais (Facebook e Twitter).</p>
<p>Via: <a href="http://www.metaanalise.com.br">MetaAnalise</a>, foto: <a title="Micky, CC-BY" href="http://www.flickr.com/photos/gsi-r/5341765493/in/photostream/" target="_blank">Micky, CC-BY</a></p>
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		<item>
		<title>Dica para o Natal, use bem as redes sociais</title>
		<link>http://blogpagseguro.com.br/2011/10/dica-para-o-natal-use-bem-as-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 15:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[midia social]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa sobre as tendências mostra com clareza que as redes sociais aumentam as taxas de conversão. Veja os dados e crie estratégias. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogpagseguro.com.br/wp-content/uploads/2011/10/3094073429_0e9d80d428.jpg" rel="lightbox[9053]" title="Online Retail Holiday Readiness Report"><img class="aligncenter size-full wp-image-9070" title="3094073429_0e9d80d428" src="http://blogpagseguro.com.br/wp-content/uploads/2011/10/3094073429_0e9d80d428.jpg" alt="" width="425" height="500" /></a></p>
<p>As vendas realizadas através de redes sociais excedeu o tráfego a sites de e-commerce através das redes sociais. A descoberta, do estudo intitulado &#8220;<a href="http://www.slideshare.net/ecommercenews/wp-onlineretailingoptimized2011">Online Retail Holiday Readiness Report</a>&#8221; realizado pela IBM e Coremetrics, mostra que realmente os &#8220;visitantes sociais&#8221; são bastante propensos a realizarem compras online.</p>
<p>Os dados deste relatório foram baseados no Coremetrics Benchmark, que coleta dados contendo os resultados em termos de marketing e comércio de mais de 500 sites de e-commerce americanos. Os destaques desta pesquisa ajudam a criar estratégias mais eficientes para o fim de ano.</p>
<p><strong>Crescem as conversões das visitas por dispositivos móveis<br />
</strong></p>
<p>Entre outubro e abril de 2011, a parcela do total das vendas do varejo correspondentes às vendas móveis praticamente dobraram, de 3,4% para 6,5%. O tráfego nos sites de varejo por dispositivos móveis cresceram perto de 60% neste período &#8211; de 5% para 8%.</p>
<p><strong>Quem vem das redes sociais tem mais chance de fechar negócio<br />
</strong></p>
<p>Visitantes oriundos de redes sociais têm mais que o dobro de chances de comprar que a média geral (10,7% comparados a 5,2%). A análise da IBM Coremetrics indica que muitos destes visitantes são bastante receptivos a ofertas. Detalhes importantes, este público tem altas taxas de rejeição (62,8%) e fica pouco nas páginas (3,26 minutos em média).</p>
<p><strong>Usuários móveis têm baixo engajamento.<br />
</strong></p>
<p>Quem usa smarphones e tablets vê menos páginas, fica menos e sai rapidamente. Os dados indicam que as versões móveis dos sites não funcionam. Algo para prestar muita atenção, já que os estudos brasileiros também indicam alta adesão de nossos internautas a esta modalidade de navegação.</p>
<p>Cinco dicas para conquistar bons resultados no fim de ano e além dele:</p>
<ol>
<li>Foco no comportamento do consumidor &#8211; pesquise o uso que os clientes fazem do site em longos períodos.</li>
<li>Invista nos canais móveis &#8211; e otimize.</li>
<li>Trabalhe os abandonos.</li>
<li>Faça recomendações personalizadas de produtos.</li>
<li>Cultive seus canais de mídia social.</li>
</ol>
<p>Via: <a title="E-Commerce News" href="http://ecommercenews.com.br" target="_blank">E-Commerce News</a>. Imagem: <a href="http://www.flickr.com/photos/stuckincustoms/">Stuck in Customs</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O uso das mídias sociais segundo a Nielsen</title>
		<link>http://blogpagseguro.com.br/2011/10/o-uso-das-midias-sociais-segundo-a-nielsen/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 12:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[midia social]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo da Nielsen mostra os principais uso da internet nos Estados Unidos e no mundo. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="108 High Resolution Dark Denim Social Media Icons, webtreats, CC-BY" src="http://farm3.static.flickr.com/2588/4130981555_a0f7fb900f_d.jpg" alt="108 High Resolution Dark Denim Social Media Icons, webtreats, CC-BY" width="500" height="298" /></p>
<p>Blogs, Facebook, Twitter, vídeos, tumblr&#8230; segundo o <a href="http://blog.nielsen.com/nielsenwire/social/">último estudo publicado pela Nielsen</a>, os internautas americanos, no terceiro trimestre de 2011, usaram sem restrições estas ferramentas. Os principais destaques do estudo:</p>
<ul>
<li>Redes sociais e blogs são os destinos dos americanos online, respondendo por quase um quarto do seu tempo na internet.</li>
<li>Hoje, 4 de 5 internautas ativos visitam redes sociais e blogs</li>
<li>Os americanos gastam mais tempo no Facebook que em qualquer outro site.</li>
<li>Quase 40% dos usuários das redes sociais as acessam através de seus celulares.</li>
<li>Aplicativos para redes sociais aparecem em terceiro lugar entre os donos de smartphones.</li>
<li>Internautas com mais de 55 anos acessam as redes sociais através dos celulares.</li>
<li>Embora as mulheres assistam mais vídeos online, os homens são os responsáveis pela publicação – e os assistem por mais tempo.</li>
<li>70% dos adultos nas redes sociais compram online, 12% a mais que a média dos internautas.</li>
<li>53% dos adultos nas redes sociais seguem uma marca e 32%, uma celebridade.</li>
<li>Nos 10 maiores mercados globais (Brasil inclusive), redes sociais e blogs alcançam três quartos dos internautas ativos.</li>
<li>O <a href="http://tumblr.com">Tumblr</a> é a nova plataforma: triplicou a audiência em um ano nos Estados Unidos.</li>
</ul>
<p>Via: <a href="http://www.midiassociais.net/">Midias Sociais</a> Imagem: <a title="webtreats, CC-By" href="http://www.flickr.com/photos/webtreatsetc/4130981555/in/photostream/" target="_blank">webtreats, CC-By</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O conteúdo interfere na decisão de compra, diz pesquisa</title>
		<link>http://blogpagseguro.com.br/2011/09/o-conteudo-interefere-na-decisao-de-compra-diz-pesquisa/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 14:17:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Os números revelam que os internautas mudam sim de ideia graças a informações obtidas na internet. E cada vez mais são influenciados pelas redes sociais, blogs e notícias. Fique atento e saiba como agir. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Sleep is the enemy, striatic, CC-BY" src="http://farm1.static.flickr.com/30/101594790_e14c49c539_d.jpg" alt="Sleep is the enemy, striatic, CC-BY" width="500" height="375" /><br />
A Cone realizou sua segunda pesquisa sobre a <a href="http://www.coneinc.com/news/request.php?id=4007">influência online sobre a decisão de compra dos consumidores</a> (link para obter a íntegra da pesquisa em inglês). Os números revelam que os internautas mudam sim de ideia graças a informações obtidas na internet. Em 2011, foram 80% &#8211; 67% a mais que em 2010. Este ano, 89% dos entrevistados mudaram de ideia por conta de informações negativas – e 87% tomaram decisões de compra com base nas informações positivas.<br />
&#8220;O aumento no impacto do conteúdo online nas decisões de compra não pode ser ignorado&#8221;, diz Bill Fleishman, presidente da Cone. &#8220;Trabalhamos com diversos tipos de clientes, de top 500 da Fortune a pequenos empresários, e a mensagem permanece a mesma. Os vendedores de hoje, não importa qual seja seu produto ou serviço, precisam conquistar evangelizadores para suas marcas.&#8221;</p>
<p>Segundo os dados, o aumento de verificação das informações de anúncios pode ser atribuído ao acesso universal à internet e à difusão dos smartphones. Quase 59% dos consumidores afirmaram que são mais propensos a pesquisar produtos que tenham lhes sido recomendados, pois podem facilmente acessar suas páginas via dispositivos móveis, enquanto 81% afirmou ter alta probabilidade de pesquisar tais produtos devido ao acesso generalizado a internet.<br />
O aumento na verificação online antes da compra também pode ser atribuído ao maior cuidado na aquisição de bens caros. Americanos são quase 25% mais propensos hoje a verificar recomendações para compras de alto valor, como carros, do que eram em 2010 (89% contra 72%). O mesmo não acontece com compras de valor baixo e médio.</p>
<h3>A influência do conteúdo na decisão de compra</h3>
<p>&#8220;Hoje os consumidores querem mais garantias antes de gastar, e recomendações pessoais por si só não são suficientes para garantir a compra&#8221; explicou Mike Hollywood, diretor de novas mídias da Cone. &#8220;A explosão de canais boca a boca e da verificação online mudou o ambiente. O primeiro passo para o comerciante atingir os clientes é ter como aliado um grande influenciador.&#8221;</p>
<p>Fontes oficiais de informação (69%), análise de outros consumidores (64%) e blogs (42%) são as formas preferidas de conseguir saber mais sobre os produtos na internet. A influência dos blogs dobrou em um ano – cresceu de 28% em 2010 para 42% na pesquisa de 2011. Para os consumidores americanos, a fonte mais confiável é aquela que usou o produto ou serviço (69%), seguida de perto pela opinião de um especialista (60%).</p>
<p>Vale ficar atento e começar a agir, seja criando conteúdo próprio e relevante, como conquistando evangelizadores que tenham seus blogs e redes sociais bem estabelecidos.</p>
<p>Via: <a href="http://ecommercenews.com.br/">E-Commerce News</a>, foto: <a title="Striatic, CC-BY" href="http://www.flickr.com/photos/striatic/101594790/in/photostream/" target="_blank">Striatic, CC-BY</a></p>
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