Dica para o Natal, use bem as redes sociais

26 de outubro de 2011  | 

 

As vendas realizadas através de redes sociais excedeu o tráfego a sites de e-commerce através das redes sociais. A descoberta, do estudo intitulado “Online Retail Holiday Readiness Report” realizado pela IBM e Coremetrics, mostra que realmente os “visitantes sociais” são bastante propensos a realizarem compras online.

Os dados deste relatório foram baseados no Coremetrics Benchmark, que coleta dados contendo os resultados em termos de marketing e comércio de mais de 500 sites de e-commerce americanos. Os destaques desta pesquisa ajudam a criar estratégias mais eficientes para o fim de ano.

Crescem as conversões das visitas por dispositivos móveis

Entre outubro e abril de 2011, a parcela do total das vendas do varejo correspondentes às vendas móveis praticamente dobraram, de 3,4% para 6,5%. O tráfego nos sites de varejo por dispositivos móveis cresceram perto de 60% neste período – de 5% para 8%.

Quem vem das redes sociais tem mais chance de fechar negócio

Visitantes oriundos de redes sociais têm mais que o dobro de chances de comprar que a média geral (10,7% comparados a 5,2%). A análise da IBM Coremetrics indica que muitos destes visitantes são bastante receptivos a ofertas. Detalhes importantes, este público tem altas taxas de rejeição (62,8%) e fica pouco nas páginas (3,26 minutos em média).

Usuários móveis têm baixo engajamento.

Quem usa smarphones e tablets vê menos páginas, fica menos e sai rapidamente. Os dados indicam que as versões móveis dos sites não funcionam. Algo para prestar muita atenção, já que os estudos brasileiros também indicam alta adesão de nossos internautas a esta modalidade de navegação.

Cinco dicas para conquistar bons resultados no fim de ano e além dele:

  1. Foco no comportamento do consumidor – pesquise o uso que os clientes fazem do site em longos períodos.
  2. Invista nos canais móveis – e otimize.
  3. Trabalhe os abandonos.
  4. Faça recomendações personalizadas de produtos.
  5. Cultive seus canais de mídia social.

Via: E-Commerce News. Imagem: Stuck in Customs

 

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O uso das mídias sociais segundo a Nielsen

20 de outubro de 2011  | 

108 High Resolution Dark Denim Social Media Icons, webtreats, CC-BY

Blogs, Facebook, Twitter, vídeos, tumblr… segundo o último estudo publicado pela Nielsen, os internautas americanos, no terceiro trimestre de 2011, usaram sem restrições estas ferramentas. Os principais destaques do estudo:

  • Redes sociais e blogs são os destinos dos americanos online, respondendo por quase um quarto do seu tempo na internet.
  • Hoje, 4 de 5 internautas ativos visitam redes sociais e blogs
  • Os americanos gastam mais tempo no Facebook que em qualquer outro site.
  • Quase 40% dos usuários das redes sociais as acessam através de seus celulares.
  • Aplicativos para redes sociais aparecem em terceiro lugar entre os donos de smartphones.
  • Internautas com mais de 55 anos acessam as redes sociais através dos celulares.
  • Embora as mulheres assistam mais vídeos online, os homens são os responsáveis pela publicação – e os assistem por mais tempo.
  • 70% dos adultos nas redes sociais compram online, 12% a mais que a média dos internautas.
  • 53% dos adultos nas redes sociais seguem uma marca e 32%, uma celebridade.
  • Nos 10 maiores mercados globais (Brasil inclusive), redes sociais e blogs alcançam três quartos dos internautas ativos.
  • O Tumblr é a nova plataforma: triplicou a audiência em um ano nos Estados Unidos.

Via: Midias Sociais Imagem: webtreats, CC-By

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O conteúdo interfere na decisão de compra, diz pesquisa

22 de setembro de 2011  | 

Sleep is the enemy, striatic, CC-BY
A Cone realizou sua segunda pesquisa sobre a influência online sobre a decisão de compra dos consumidores (link para obter a íntegra da pesquisa em inglês). Os números revelam que os internautas mudam sim de ideia graças a informações obtidas na internet. Em 2011, foram 80% – 67% a mais que em 2010. Este ano, 89% dos entrevistados mudaram de ideia por conta de informações negativas – e 87% tomaram decisões de compra com base nas informações positivas.
“O aumento no impacto do conteúdo online nas decisões de compra não pode ser ignorado”, diz Bill Fleishman, presidente da Cone. “Trabalhamos com diversos tipos de clientes, de top 500 da Fortune a pequenos empresários, e a mensagem permanece a mesma. Os vendedores de hoje, não importa qual seja seu produto ou serviço, precisam conquistar evangelizadores para suas marcas.”

Segundo os dados, o aumento de verificação das informações de anúncios pode ser atribuído ao acesso universal à internet e à difusão dos smartphones. Quase 59% dos consumidores afirmaram que são mais propensos a pesquisar produtos que tenham lhes sido recomendados, pois podem facilmente acessar suas páginas via dispositivos móveis, enquanto 81% afirmou ter alta probabilidade de pesquisar tais produtos devido ao acesso generalizado a internet.
O aumento na verificação online antes da compra também pode ser atribuído ao maior cuidado na aquisição de bens caros. Americanos são quase 25% mais propensos hoje a verificar recomendações para compras de alto valor, como carros, do que eram em 2010 (89% contra 72%). O mesmo não acontece com compras de valor baixo e médio.

A influência do conteúdo na decisão de compra

“Hoje os consumidores querem mais garantias antes de gastar, e recomendações pessoais por si só não são suficientes para garantir a compra” explicou Mike Hollywood, diretor de novas mídias da Cone. “A explosão de canais boca a boca e da verificação online mudou o ambiente. O primeiro passo para o comerciante atingir os clientes é ter como aliado um grande influenciador.”

Fontes oficiais de informação (69%), análise de outros consumidores (64%) e blogs (42%) são as formas preferidas de conseguir saber mais sobre os produtos na internet. A influência dos blogs dobrou em um ano – cresceu de 28% em 2010 para 42% na pesquisa de 2011. Para os consumidores americanos, a fonte mais confiável é aquela que usou o produto ou serviço (69%), seguida de perto pela opinião de um especialista (60%).

Vale ficar atento e começar a agir, seja criando conteúdo próprio e relevante, como conquistando evangelizadores que tenham seus blogs e redes sociais bem estabelecidos.

Via: E-Commerce News, foto: Striatic, CC-BY

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Nas redes sociais, entretenimento é líder

09 de setembro de 2011  | 

Twitter Facebook

Segundo estudo feito pela Performics e pela Roi Research, entretenimento é a categoria de produtos que é mais seguida no Twitter e tem a função “like” mais ativada no Facebook. Os dados de “S-Net, The Impact of Social Media” indicam que 46% dos consumidores que são fãs de marcas em uma rede social o fazem para alguma marca de produtos relacionados ao entretenimento.

Embora as cinco primeiras categorias de produtos citadas sejam as mesmas em ambas as redes sociais, foram encontradas variações em seu posicionamento. Após entretenimento, usuários do Twitter são mais propensos a seguir marcas de restaurantes, alimentos, eletrônicos e vestuário. Já no Facebook, após entretenimento foram citados, pela ordem, alimentos, restaurantes, vestuário e eletrônicos.

Olhando para os hábitos os usuários, o estudo mostrou que muitos usuários seguem/ acionam a função “like” para marcas com o propósito de obter cupons e descontos. 67% dos fãs de marcas de CPG/ cuidados pessoais o fazem por este motivo, seguidos por 65% dos fãs de marcas de produtos domésticos e 63% de marcas de alimentos. Outras categorias que atraem os usuários por conta dos cupons são saúde, fármacos, restaurantes, viagens, roupas, bebidas não alcoólicas.
pOs usuários também usam ambas as redes para pedir conselhos sobre roupas (46%), eletrônicos (42%), serviços financeiros (39%), saúde ou remédios (39%) e telecomunicações (33%). Embora os usuários não usem as funções das redes para conectar-se a serviços/marcas, 30% usam as funções seguir ou curtir para serviços financeiros, automóveis e instituições de ensino.

  • 52% dos entrevistados concordam fortemente que expressar suas opiniões em sites de redes sociais poderá vir a influenciar nas decisões de negócios de empresas/marcas;
  • 31% afirmaram que compram mais de marcas e empresas que eles seguem ou acionam a função “like”;
  • 74% dos entrevistados que compram produtos de entretenimento discutem sobre eles em redes sociais;
  • 42% discutem sobre automóveis em sites de redes sociais para comparar preços;
  • 32% compraram algum produto relacionado a esportes como resultado de algo postado em uma rede social.

Comparar preços é a principal razão de consumidores discutirem acerca de produtos, serviços, empresas ou marcas em redes sociais, de acordo com dados de abril de 2011. A nova pesquisa indica que 59% dos consumidores online discutem e comparam preços ocasionalmente ou frequentemente em redes sociais, o maior percentual obtido pelas respostas oferecidas no estudo. Em segundo lugar ficou discutir um produto em um site de redes sociais para falar sobre ofertas e promoções especiais (56%), motivo também relacionado ao preço.

Via E-commerce News

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Varejistas que usam e-commerce aumentam vendas

16 de agosto de 2011  | 


A Shopatron divulgou recentemente os resultados de seu trabalho “2011 Retailer eCommerce Study“, revelando que varejistas com lojas físicas integradas ao e-commerce aumentaram suas vendas.

A pesquisa foi respondida por mais de mil empresas dos Estados Unidos e dá uma ideia de como o crescimento mundial do e-commerce afetou o relacionamento de consumidores com as marcas vendidas no varejo físico e online. O estudo mostra que os fabricantes que ainda não se utilizam de uma plataforma de vendas multicanal integrada já pensam nisso.

Alguns dados interessantes retirados do estudo:

  • 46% dos varejistas afirmaram que compram mais de marcas que vendem online. Além disso, 35% afirmaram que atualmente vendem mais de uma marca em uma loja física quando elas estão disponíveis para verificação de disponibilidade em estoque pela internet. Estes resultados revelam a correlação positiva entre o varejo integrado ao e-commerce e o impacto que ele traz em vendas para as marcas, seja por via online ou através de parceiros.
  • 62% dos entrevistados afirmou que vendas adicionais obtidas através do varejo integrado ao e-commerce impactaram positivamente nos seus lucros. Este é o dado mais revelador e importante dentre os encontrados.
  • 64% dos vendedores afirmaram que querem diminuir as compras de marcas que vendem diretamente aos consumidores. Este número é 13 pontos porcentuais maior do que o verificado em 2009. Isto mostra o quão rápido os varejistas estão se adaptando para o formato de varejo integrado ao e-commerce, além de o quão entusiastas estão acerca disso. 10% dos entrevistados afirmaram que irão parar completamente de comprar destas marcas.

Cia: E-Commerce News – Imagem: postaletrice

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Pesquisa americana indica os caminhos do internauta para comprar

17 de maio de 2011  | 

Estudo Forrester/GSI - Holyday 2010

Uma das pranchas da pesquisa Forrester/GSI, feito durante os feriados de 2010

A Forrester Research e a GSI Commerce pesquisaram os caminhos de compra dos internautas norte-americanos para compras durante os feriados por lá. O estudo é importante e já foi publicado em sites de e-commerce brasileiros com títulos que atraem o leitor – e são verdadeiras falácias. Explicamos: é importante porque todo e qualquer estudo sobre o comportamento dos internautas em sites é de enorme utilidade para os sites de comércio eletrônico. É preciso, entretanto, contextualizar algumas informações e saber que, embora possa ser uma referência, os seus visitantes são brasileiros. E, portanto, têm comportamentos únicos, típicos do Brasil – e que não se vê em outros países. Agora que isso está claro, vamos aos resultados.

O estudo foi feito com 15 clientes da GSI para entender como estas lojas conquistam seus consumidores. A maior surpresa: as formas tradicionais de web marketing (e-mail marketing e links patrocinados) são as maiores fontes de tráfego enquanto as mídias sociais continuam experimentais – geram barulho que raramente se converte em lucro. No sumário, a coordenadora do estudo deixa claro que, embora seja um retrato do Natal de 2010, o estudo indica como os administradores de comércio eletrônico podem conquistar e reter consumidores o ano todo.

Os pontos mais importantes:

A maioria dos compradores foi influenciada por algum tipo de marketing – Sim, o tráfego orgânico é o mais eficiente – e o mais difícil de conquistar, já que a maioria dos compradores nunca vai diretamente ao site. Os compradores, no estudo da Forrester/GSI, passaram por alguma peça de marketing antes de fechar o negócio. Ou bem eles buscaram um produto ou receberam e-mails promocionais. 77% das compras de produtos foram resultado de alguma tática de marketing.

Metade dos compradores foram expostos a diversas iniciativas de marketing – Entre 45% e 53% dos compradores (depende da categoria do produto) tiveram contato com pelo menos duas iniciativas de marketing. Estes dados destacam as oportunidades de pensar além do “último clique” do planejamento de marketing tradicional.

Busca e e-mail são as estratégias mais eficientes – 40% dos compradores de bens duráveis e 60% dos compradores de bens não duráveis usou o caminho tradicional durante dos feriados de 2010 para decidir suas compras: e-mail marketing e busca combinados são os grandes conversores.

Anúncios e marketing afiliado subvalorizados – a pesquisa contesta a forma de contabilização de cliques de algumas modalidades. 13% dos compradores de bens não duráveis usaram estas formas para começar as suas compras. Como as campanhas contam o último clique – e não o primeiro – como fonte de conversão, eles não recebem a devida atenção.

Consumidores foram mais influenciáveis por táticas de marketing durante datas chave, como a CyberMonday ou durante o feriado de Ação de Graças. Nestas datas, o e-mail marketing foi mais eficiente do que as buscas, já que ajuda os compradores a identificar as ofertas mais facilmente.

Neste estudo específico (15 lojas, durante os feriados nos Estados Unidos, lembrem), apenas 2% das compras de bens não duráveis foram resultado de ações nas mídias sociais. Os números parecem pequenos, mas 23% dos compradores compartilharam suas compras em redes sociais e no setor de bens não duráveis houve aumento de 45% na conversão de links durante a CyberMonday.

As conclusões

A medição precisa de revisão – Enquanto o último clique é o padrão para medir o sucesso de uma campanha, o estudo mostrou que ele é inadequado para saber qual pedaço da sua estratégia é realmente bem sucedido. O fato é que muitos consumidores tiveram contato com mais de uma peça neste estudo mostrou que algumas táticas recebem crédito demais e outras nenhum.

Seja ágil nas datas importantes – como o comportamento do consumidor muda muito em determinados períodos, o planejamento precisa acompanhá-lo. Algumas datas atraem os “caçadores de negócios” – que são mais abertos às ofertas destacadas no e-mail marketing, por exemplo – ; enquanto outras incentivam os “caçadores de produtos”, que usarão mais as buscas que qualquer outra ferramenta. Importante saber a diferença e quando cada comportamento estará funcionando.

Torça pelo melhor, mas planeje pelo pior nas mídias sociais – Enquanto o uso das redes continua a crescer, elas ainda não promoveram (nos Estados Unidos, feriados de 2010), uma plataforma de marketing consistente para as vendas online. De toda forma, é um meio de baixo risco e não deve ser ignorado.

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E-commerce e a compra coletiva

26 de novembro de 2010  | 

Parece que o e-commerce de compra coletiva está com tudo mesmo. Segundo pesquisa divulgada no começo do mês pelo Ibope Nielsen Online, o número de visitas a sites de compras coletivas triplicou de julho a setembro. Os sites pularam de 1,7 milhão de visitantes para 5,6 milhões de visitantes únicos, um aumento de 231% –14 por cento de todos os usuários da internet brasileira.

A pesquisa considerou apenas visitantes únicos, ou seja, aquele usuário que visitou mais de uma vez algum site de compra coletiva de julho a setembro, foi contabilizado apenas na primeira visita. Leia mais…;

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Ibope divulga preferências da Classe C brasileira

22 de novembro de 2010  | 

Uma pesquisa do Ibope, divulgada no início do mês, revelou que a “nova classe média brasileira” prefere fazer compras em loja de ruas a comprar em shoppings. Intitulado Classe C Urbana do Brasil: Somos iguais, Somos diferentes, o estudo destacou a ascensão da classe C, seus hábitos de consumo e o comportamento desse segmento.

Segundo Dora Câmara, responsável pela pesquisa, “as pessoas preferem fazer compras em centros comerciais abertos porque se sentem mais à vontade do que em shoppings luxuosos e o preço dos estacionamentos de shoppings em geral são muito caros”. No entanto, Câmara prevê que esse cenário pode mudar nos próximos anos com o crescimento no número de empreendimentos próximos a estações de metrô.

A “nova classe C”, predominantemente jovem, composta em sua maioria por afrodescendentes, foi dividida em 4 grupos segundo hábitos de consumo. A sondagem considerou 200 características pessoais para dividi-los em: Leia mais…;

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Clube Amostra Grátis

06 de agosto de 2010  | 

Clube Amostra Gratis

Inaugurado em maio, na Vila Madalena, em São Paulo, o Clube da Amostra Grátis trouxe para o Brasil o conceito de tryvertising (o consumidor conhecer o produto através da experimentação). Na loja, há opções para todos os gostos, sempre de produtos recém-lançados no mercado a custo zero.

A ideia surgiu no ano passado após os empresários constatarem o sucesso de lojas precursoras nesse segmento na China (SamplePlazza), EUA(SampleU), Japão (SampleLab!) e Espanha (Esloúltimo). Neste último país, aliás, a loja projetava faturar cerca de € 3 milhões no primeiro ano de funcionamento. A previsão para o Brasil é chegar ao faturamento de R$ 3 milhões ainda em 2010, segundo os idealizadores. É um ambiente moderno, que oferece os mais variados produtos, desde vestuário até eletrônicos, que poderão ser levados para casa ou, no caso dos eletrônicos, serem testados à vontade na loja.

Um dos destaques do Clube Amostra Grátis diz respeito aos produtos de alto valor agregado. Com mais uma opção de teste, o sócio poderá testar um notebook dentro da loja, por exemplo, e ainda levar para casa os 5 produtos a que tem direito mensalmente. E, dependendo da freqüência na participação de testes na loja e na resposta das pesquisas, sua pontuação vai aumentando e também as vantagens que lhe serão oferecidas. “Em outras palavras, será um modelo similar ao conceito internacional, mas com detalhes específicos para o consumidor brasileiro”, explica Luiz Gaeta. Por isso a criação de um espaço exclusivo, onde apenas associados podem ter acesso através do cartão fidelidade.

O processo para se tornar associado é simples: o interessado em se tornar sócio do Clube Amostra Grátis deve fazer o cadastro online e efetuar o pagamento da taxa de inscrição (R$ 50,00). Depois da confirmação do cadastro por email, o usuário recebe as instruções para comparecer à sede do Clube Amostra Grátis com seus documentos pessoais.

Na loja, o associado retira a carteirinha e tira uma foto para constar no sistema do Clube, garantindo sua segurança, e já poderá conferir as últimas novidades, escolhendo até 5 itens diferentes por mês, sem repeti-los nos meses seguintes.

O negócio só fica completo quando o associado responde a um questionário que dará um feedback em relação a cada item, apontando defeitos, qualidades, pontos positivos, prós e contras. Na verdade, trata-se de uma pesquisa de mercado capaz de auxiliar a empresa com níveis de eficiência jamais vistos, afinal o consumidor vivenciará e experimentará um produto que ele mesmo escolheu e consequentemente responderá sobre aquilo que, de fato, lhe interessa, e de uma forma espontânea.

Serviço:

Clube da Amostra Grátis

Rua Harmonia, 213 – Vila Madalena – São Paulo – SP

Horário de funcionamento: das 10h às 21h, de segunda a sábado

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Consumidor não considera seguro pagar suas contas por meio do celular

13 de julho de 2010  | 

mobile phone top up in india, por Wayan Vota, em CC

Na Índia, já é possível recarregar o celular diretamente. Foto: Wayan Vota, em CC

Apesar de ser tendência para o e-commerce em todo o mundo, o brasileiro ainda não confia nos pagamentos por celular, diz pesquisa feita pela Fundação Procon-SP. A enquete foi realizada com dois grupos: entrevistas pessoais com usuários do Centro de Integração da Cidadania – CIC Leste e enquete no site da instituição. Entre os entrevistados pessoalmente 75,56% responderam que não acharia seguro e, entre os internautas, 66,22%.

O objetivo da pesquisa foi identificar a expectativa de segurança quanto ao sistema de pagamento de contas via celular, bem como o perfil do consumidor de telefonia móvel, suas opiniões e preferências. O Brasil possui um universo promissor para novas tecnologias na área de telefonia móvel, no entanto todo esse avanço não resolve ou, pior, pode agravar velhos conflitos entre usuários e operadoras. Não é de hoje que problemas relacionados à cobrança e ao atendimento encabeçam as estatísticas de reclamações nos órgãos de defesa do consumidor e na própria agência reguladora.

É nesse contexto que avança no mercado o chamado pagamento móvel (ou mobile, como usamos aqui no PagSeguro), que permite a utilização do celular no lugar do cartão de crédito ou de débito. O M-payment já está disponível no Brasil, em algumas das principais capitais, onde é possível usar o telefone celular como uma espécie de “carteira eletrônica” em serviço de taxi, delivery, recarga de celulares pré-pagos, compra de passagens, farmácias, redes de fast food e compras on-line. Leia mais…;

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Blog do PagSeguro