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Plataforma de e-commerce é boa pedida para impulsionar vendas de PMEs.

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Estar presente no ambiente online com uma loja virtual não é o suficiente para realizar de fato as vendas. Você precisa investir em uma plataforma com as soluções ideias para o seu negócio.

É isso que oferece a Xtech Commerce, plataforma de e-commerce e marketing para PME’s e startups, que atingiu o volume de R$ 3 milhões em produtos vendidos mensalmente em todas as lojas virtuais criadas e hospedadas em sua plataforma.

O diferencial dela é a de ser inteligente e de fácil usabilidade, oferecendo automações de marketing dentro da solução que tem por premissa facilitar a vida do lojista. Eles até possuem um canal chamado “O Guru”, que é uma espécie de suporte técnico que funciona como um coach e ajuda em todas as etapas que o lojista necessita, desde a criação e lançamento do site, até a implantação de campanhas e promoções.

Essas características chamaram a atenção da Garimppo, rede de lojas de moda feminina, que usando a solução multicanal da Xtech em menos de um ano de atuação online alcançou um aumento de 20% no número de peças vendidas.

Segundo a proprietária da rede Carolina Mazza: “Entrar no universo digital era um pedido antigo de nossas clientes, que passam o dia conectadas em seus celulares. Quando decidimos montar um e-commerce, procuramos uma plataforma que pudesse nos oferecer experiência multicanal, além de velocidade, segurança e facilidade de uso, pontos que se destacaram em uma pesquisa respondida por elas”,

Esses quesitos citados por Carolina e somados a uma plataforma pós-venda, promoções segmentadas e presença nas redes sociais são primordiais para que uma PME consiga alavancar as suas vendas e lucros.

Inovação tecnológica movida pela internet

O acesso à tecnologia é um fator determinante para qualquer empresa ganhar competitividade. Segundo o Sebrae, sem tecnologia, mais de 90% das empresas não conseguem lidar com o fluxo de dinheiro nos negócios. Detalhe: atualização tecnológica custa caro e nem todas as Pequenas e Médias conseguem acesso aos serviços de que precisam.

Para completar, estas empresas precisam superar a dificuldade de incorporar novos conhecimentos à sua atuação. Por isso é importante que governos municipais, que estão mais próximos das empresas, tenham políticas específicas para aumentar o acesso à tecnologia e estimular a inovação comercial. Se a prefeitura não se mexeu, não há porque resmungar. O SEBRAE tem o Programa Sebrae de Consultoria Tecnológica (Sebraetec), cujo objetivo é criar condições para que micro e pequenas empresas tenham acesso às inovações tecnológicas. Use!

O comércio eletrônico é um dos motores para a inovação tecnológica dentro das pequenas e médias empresas. Com acesso à internet e suas facilidades, elas ganham:

  • Modernização do processo de arquivamento de papéis, fichas, pastas, entre outros documentos;
  • Facilitação das atividades burocráticas;
  • Aumento da agilidade, segurança, integridade e exatidão das informações;
  • Redução dos custos em todos os setores;
  • Aperfeiçoamento da administração geral da empresa, do marketing, do planejamento, do controle da produção, das demonstrações financeiras, das previsões orçamentárias, das análises de investimentos e de custos;
  • Capacitação e treinamento;
  • Novos mercados, serviços e comercialização;
  • Logística.

Os resultados do Ciclo MPE.net em 2010 e o que vai acontecer em 2011

Plateia do evento, descobrindo o design em CCFoto: Descobrindo o Design, CC

Auditórios sempre cheios de empresários e interessados em conhecer e aderir ao comércio eletrônico, tanto em capitais como em cidades do interior. Informações e conhecimentos sobre equipamentos, hospedagem de sites, meios de pagamento, segurança, contratação de banda larga, sistemas antifraude são alguns dos temas apresentados por representantes e peritos das principais empresas de Tecnologia da Informação (TI) e fornecedores de serviços de telecomunicações do País.

Assim são os seminários do Ciclo de e-Commerce , realizado, há sete anos, pelo Sebrae em parceria com os Correios e executado pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico – camara-e.net em várias regiões do Brasil, sempre com inscrições gratuitas.

“Nosso objetivo é apresentar soluções e o comércio eletrônico para as micro e pequenas empresas (MPE)”, explica Eraldo Ricardo dos Santos, analista da Unidade de Acesso a Mercados, do Sebrae. Em 2010, foram realizados 21 seminários em 12 estados, abrangendo 20 cidades nas cinco regiões brasileiras, com a participação de aproximadamente 5 mil pessoas. Ao longo de sete anos do ciclo, estima-se que mais de 20 mil pessoas participaram dos seminários, sendo que 90% delas eram empresários de pequeno porte.

Democratização

“O comércio eletrônico ainda está muito concentrado nas regiões mais ricas do País e é preciso ‘democratizar’ a adesão dos pequenos negócios de todas as localidades à plataforma online”, argumenta Eraldo. “Setenta por cento das empresas que praticam o comércio eletrônico estão concentradas nos estados do Sul e Sudeste. O Sebrae acredita que é necessário disseminar esse conhecimento de forma mais democrática e equilibrada por todo o País”, enfatiza.

As respostas dos pequenos negócios aos seminários não são imediatas, acrescenta. Considerando a audiência nos eventos, fica evidente que o comércio eletrônico interessa muito aos empreendedores brasileiros. Durante os seminários, que geralmente ocorrem em auditórios de associações e instituições parceiras, eles podem adquirir equipamentos, contratar banda larga, hospedagem de sites, etc.

A próxima etapa do Ciclo MPE.Net será iniciar pesquisa de série histórica para acompanhar os resultados dos seminários e o crescimento do comércio eletrônico no Brasil. O Brasil ainda não tem ideia de quantas pequenas e medias empresas estão no e-commerce brasileiro.

Segundo os números da camara-e.net, em 2010 o faturamento do comércio online no País atingiu R$ 15 bilhões, ou 40% a mais do que em 2009. Vinte e três milhões de consumidores compraram via Internet, segundo estimativa das duas instituições, ante 17 milhões em 2009. Oitenta por cento do faturamento do comércio eletrônico está relacionado com as 20 maiores redes varejistas brasileiras.

Os 20% restantes são relativos às transações das MPE. Ainda não sabemos qual o volume do comércio eletrônico gerado pelos pequenos negócios, nem exatamente quem são estes 23 milhões de consumidores online. Em 2011, essas respostas poderão ser reveladas por pesquisa a ser realizada pelo Sebrae e camara-e.net.
via Agência Sebrae de Notícias (ASN)

E-Commerce nas PME’s: nada de quebradeira

Embora o ritmo de crescimento na internet, previsto para 30% neste ano, seja absolutamente diferente do varejo tradicional, as pequenas empresas enfrentam os mesmos desafios de todos os iniciantes: não fechar as portas. A internet tem poucos limites – e não tem fronteiras. Por isso mesmo, um negócio mal planejado e que não acompanhe as tendências pode morrer ou ficar para trás. Mais que isso: as mudanças online são rápidas e é preciso acompanhar muitos detalhes o tempo todo.

Fatores do fracasso no e-commerce

  • Ideia de que o negócio virtual é mais barato por conta da falta de um plano de marketing sem pesquisas fundamentadas com profissionais do mercado;
  • Investimento em plataformas de tecnologia de baixa qualidade exclusivamente pelo preço;
  • Pouca análise de concorrência e falta de pesquisa sobre a viabilidade de venda pela web. Pergunte-se: Esse produto vai vender na web? Este produto já está saturado? Mesmo que a resposta seja não, o produto é próprio para venda na internet?
  • Atendimento falho – além de clientes insatisfeiros, não há fidelização;
  • Falta de conhecimento e profissionalismo para atuar com a internet.

Ideias para se manter e crescer no e-commerce

Antes de tomar qualquer decisão relacionada à abertura de uma empresa no e-commerce ou mesmo tomar novas atitudes para alavancar as vendas de quem está presente na internet, é essencial conversar com pessoas experientes do mercado, seja uma consultoria ou profissional contratado. O e-commerce exige tecnologia, agilidade, inovação, parcerias diferenciadas e acompanhamento do perfil do seu público alvo. A internet é rápida demais para atuar sozinho. O empreendedor precisa de ajuda profissional para não errar no começo do e-commerce.

1. Marketing

O plano de marketing deve ser muito bem definido e com grande parte de seu investimento voltado às mídias digitais e sociais, principalmente quando a marca ainda não é fortemente conhecida entre os consumidores. Aproveite o cliente quando ele está perto do momento de decisão de compra.

Os mecanismos de busca e sites comparadores de preços estão no topo do ranking. Em seguida, boas ações de email marketing, personalizadas e segmentadas, contribuem para maior taxa de conversão em vendas no e-commerce. Entretanto, isso não é regra, há uma necessidade permanente de testar qual ou quais ferramentas de marketing digital são mais adequadas à realidade de cada e-commerce e aplicar o que traz mais ROI (Return On Investiment).

Conte com a ajuda de profissionais da área para que seu investimento não seja em vão. Ele pode criar ações ainda mais inteligentes para conseguir o melhor retorno sobre o investimento e, não se esqueça, na internet tudo pode ser mensurado.

2. Tecnologia adequada

Escolha ferramentas que, acima de tudo, sejam completas. Verifique se ela possui hoje todas as funcionalidades que seu negócio demanda. Se baseie em modelos de e-commerce que atuam no mesmo ramo que o seu e já possuem sistemas adequados para o giro do negócio. A plataforma deve estar preparada para integrar-se com ferramentas de análise de resultados na web, como o Google Analytics, por exemplo.

3. Concorrência, atendimento e fidelização no e-commerce

Na análise de concorrência, veja como as lojas virtuais do mesmo segmento se comportam fora do país, faça pesquisas em sites internacionais. Para fidelizar o cliente, o atendimento é um dos fatores fundamentais. A partir dessa conquista, a probabilidade de viralização (boca a boca) aumenta consideravelmente. O ideal é igualar o atendimento de excelência baseado nos grandes lojistas virtuais. Se a estrutura de atendimento for pequena no início, gerencie a expectativa de seu cliente.

Se você já possui um negócio no ambiente físico e quer abrir um portal de e-commerce com o mesmo business da loja física, tem tudo da mão: a garantia de que seus fieis clientes e a sabedoria de como ter e manter um empreendimento. Estamos vivendo um momento de migração de compras do mundo físico ao digital. Como cliente, você certamente, ao decidir comprar pelo e-commerce, vai querer adquirir um produto, cuja marca já conhece no ambiente offline.