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Otimismo no Mercado: Cai o Número de Empresários que notaram piora em 2017

Cai de 48% para 30% o percentual de empreendedores que tiveram sensação negativa nos negócios

A crise que o Brasil passou, obrigou os empresários a reestruturarem seus negócios. Isso incluiu demissões em massa, queda de faturamento e mais endividamento. Mas, cedo ou tarde, esse sufoco tinha de acabar. Aos poucos, a economia brasileira começa a dar sinais de recuperação.

Pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), aponta que apenas 30% dos empresários notaram uma piora na situação financeira de seus negócios em 2017. Trata-se de uma queda de 18 pontos percentuais em relação ao ano de 2016, quando 48% tinham percebido piora em seus negócios.

Entre os empresários que viram suas finanças piorar, 51% argumentam que não tiveram um bom resultado nas vendas. A diminuição da margem de lucro (34%) e o aumento da concorrência (24%) também foram algumas das justificativas.

Por outro lado, enquanto a situação ficou estável para 40% dos entrevistados, o volume de empresários que tiveram melhora no desempenho das suas empresas em relação ao ano anterior subiu para 21%. Desse total, 51% creditaram a melhora dos resultados ao aumento expressivo nas vendas e 27% à ampliação da carteira de clientes.

Balanço de 2017

A pesquisa ainda revela que 34% dos empresários conseguiram realizar, ao menos, parte das metas de 2017. Entre as principais conquistas estava o aumento das vendas (28%), a aquisição de equipamentos (27%), a reforma da empresa (26%) e o investimento em propaganda (22%).

Na contramão, 25% dos empresários não alcançaram os objetivos estabelecidos, principalmente por falta de recursos financeiros. Fazer uma grande reforma (28%), aumentar as vendas (24%) e comprar equipamentos (20%) são alguns exemplos dos planos frustrados.

Dentro desse contexto, 40% dos empresários foram obrigados a fazer ajustes no orçamento em 2017. Enquanto 52% reduziram o quadro de funcionários, 28% fizeram esforço para conter o consumo de água e luz e 25% economizaram na conta de telefone.

Além disso, 14% dos entrevistados tiveram que reduzir o mix de produtos e serviços que ofereciam. Para piorar a situação, 15% ficaram com as contas da empresa no vermelho durante alguns meses de 2017.

Projeções para 2018

Muitos empresários ainda sentem os efeitos colaterais da crise, mas a pior parte já passou.

Diante de um cenário mais otimista, os empresários planejam ampliar os negócios e pretendem lançar novos produtos ou serviços neste ano. Um dado muito importante é que apenas 6% entendem que há necessidade de realizar demissões.

Uma maneira encontrada pelos empresários para driblar a crise, foi priorizar pagamentos à vista. E é exatamente isso que 22% dos entrevistados pretendem continuar a fazer. Para 20%, reforçar os investimentos em propaganda será uma estratégia para atrair mais clientes aos seus negócios.

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