Segurança é questão para usuários do e-commerce

02 de setembro de 2010  |  Publicado em Mercado

Data Security, por John McGovern, em CC

foto: John McGovern em CC

Um estudo do Site Blindado avisa: 30% dos internautas citam a falta de confiança como motivo para não comprar na web. No Perfil da Internet Brasileira, a empresa buscou desvendar as razões porquê as pessoas confiam no internet banking e fazem transações financeiras pela internet e relacionar isso ao número de e-consumidores. Hoje há 40 milhões de brasileiros usando o internet banking enquanto apenas 17,6 milhões de internautas fazem suas compras online.

Na entrevista com 4 mil internautas entre 18 e 40 anos, fica claro que um dos principais motivos que inibem o consumidor a comprar pela internet, em 30% das situações, é o fator segurança; seguido pelo medo de não receber o produto (18%); possíveis problemas com troca (16%); e consumidores que não querem pagar frete (15%); entre outros. Entre os motivos para comprar, comodidade e acesso 24 horas, com mais de 50% das respostas.

Os fatores que mais ajudam na decisão da primeira compra online são o hábito de acessar extrato bancários e comparar preços em sites, aponta a pesquisa. Experiências de compras de amigos e parentes também são referências para trazer novos usuários para o e-commerce.

Segundo Mauricio Kigiela, diretor da empresa, os sites e-commerce ainda não fazem uma campanha forte junto aos internautas sobre como identificar um portal que permite realizar transações com mais segurança.

Via IDGNow!

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PagSeguro e CobreDireto: garantia UOL para pagamentos

11 de agosto de 2010  |  Publicado em Institucional, Vendedores

PagSeguro e CobreDireto são duas formas de garantir a segurança das compras de seus clientes online. Sim, os dois são produtos UOL, mas têm diferenças e são indicados para situações bem diferentes. O PagSeguro, vocês sabem, é um intermediador de pagamentos. Já o CobreDireto é um gateway (um ambiente seguro onde acontecem as transações, sem o custo de comprar um servidor SSL). Além da garantia de segurança, os dois são muito fáceis de administrar – e você contrata online, como deve ser. Você sabe as diferenças?

O PagSeguro:

  • Não exige contratos com cada meio de pagamento;
  • Possui análise de anti-fraude;
  • Permite o recebimento integral do valor da venda, mesmo tendo sido parcelada.

O CobreDireto:

  • Não tem cobrança de taxas sobre a venda;
  • Confirmação imediata do pagamento;
  • O dinheiro é depositado diretamente em sua conta bancária.
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Eleições 2010 na rede

22 de julho de 2010  |  Publicado em Institucional

Este será o ano da eleição na internet. Além dos sites, blogs e redes sociais, Partidos Políticos e Candidadots poderão receber doações de pessoas físicas pela internet (http://www.tse.gov.br/internet/legislacao/eleitoral.htm)

O PagSeguro está pronto para atender os partidos políticos e candidatos, com uma ferramenta customizada que permitirá a doação financeira a candidatos e partidos políticos, com rapidez, praticidade e segurança – tanto para quem doa, quanto para quem recebe. Um dos diferenciais da novidade é oferecer a pessoas físicas a opção de efetivar suas doações utilizando cartões de crédito.

“A Internet passa a assumir um papel de destaque no processo eleitoral que acontece em 2010. Primeiro, com a possibilidade de ser utilizada, pelas campanhas, como canal de comunicação. E agora, a partir do pioneirismo do PagSeguro, fornecendo um meio prático e seguro para a captação de doações, respeitando todas as exigências apontadas pela legislação eleitoral brasileira”, destaca Ricardo Dortas, diretor do PagSeguro.

O PagSeguro é uma solução do UOL para pagamentos online que permite a qualquer pessoa a realização ou recebimento de pagamentos na Internet. Os candidatos ou partidos interessados devem entrar em contato com o PagSeguro (eleicoes2010@pagseguro.com.br) para abertura de uma conta específica e envio de documentação. Além disso, é essencial que os candidatos estejam em regularidade com a legislação eleitoral estabelecida pelo TSE.

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Transmita segurança em seu e-commerce

21 de julho de 2010  |  Publicado em Mercado, Segurança, Vendedores

Adress bar, de Paul Klintworth, em Creative Commons

foto: Paul Klintworth, em CC

Com 67% da população brasileira online, o maior obstáculo para conseguir novos clientes é conquistar a sua confiança. A principal questão continua a ser a segurança financeira (leia-se clonagem do cartão de crédito). A segunda, não receber o produto – ou recebê-lo danificado. Em terceiro lugar vem a falta de contato com o produto.

A questão da segurança é crucial. Pesquisa divulgada pela Verisign este mês, dá conta de que 73% dos brasileiros não conseguem identificar o phishing scam (a tentativa de capturar dados e informações de terceiros). “O phishing continua a ser um grande desafio para as empresas on-line,” diz Gastão Mattos, do MIS (Movimento Internet Segura). “Apenas um ataque de phishing é o suficiente para reduzir drasticamente a confiança que internauta deposita em uma organização. Uma vez que a confiança é perdida, é muito difícil recuperá-la; e, com a concorrência a apenas um clique de distância, isso é algo que as empresas não podem permitir que aconteça”. Adivinhem quem são os principais alvos? Sites de e-commerce.
certificados de segurança

Então vamos às dicas para transmitir segurança a seu usuário:

  1. Use o melhor português. Sempre
  2. Use um sistema de pagamento reconhecido e seguro.
  3. Mostre o seu produto – fotos, vídeos, descrições. Faça bons textos sobre os produtos, invista em boas fotos. Eles são a sua vitrine. Um exemplo claro, que todas as lojas esquecem? A avaliação de consumo de energia dos eletroeletrônicos, que é muito visível nas lojas físicas.
  4. Mostre que você dá importância à segurança do seu usuário: contrate as empresas certificadoras. Há muitos grandes sites por aí com “certificados de autenticidade” que não abrem quando o usuário os consulta.
  5. Crie uma boa logística. Além da entrega, lembre-se que o seu cliente pode querer fazer a troca do produto – é seu direito. É preciso pensar na logística reversa. E atender com rapidez, sempre.
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Os riscos do chargeback

22 de junho de 2010  |  Publicado em Segurança, Vendedores

O chargeback é um dos grandes problemas do e-commerce e o principal responsável pelo seu fechamento. A questão é maior do que se imagina e não ganha muita publicidade porque as administradoras de cartão não divulgam o volume de fraudes. Ele acontece majoritariamente com cartões de crédito e, muito raramente, com os de débito.

Chamamos chargeback o cancelamento de uma venda feita com cartões. Isso que pode acontecer por dois motivos: o não reconhecimento da compra por parte do titular ou uma transação que não obedece às normas das administradoras.

Ou seja, o lojista vende e depois descobre que o valor da venda não será creditado porque a compra foi considerada inválida. Se o valor já tiver sido creditado ele será imediatamente estornado ou lançado a débito no caso de inexistência de fundos no momento do lançamento do estorno.

Nenhuma administradora de cartão de crédito garante as transações – inclusive no varejo físico –, ficando a cargo do lojista todos os riscos inerentes à operação. Isso expõe o vendedor a todo tipo de golpes que vão desde a fraude com cartões de crédito roubados/clonados à má fé de alguns usuários.

Portanto, lembre sempre: as administradoras de cartões de crédito não costumam fazer qualquer tipo de análise de risco sobre a operação em andamento, a não ser a conferência dos dados cadastrais informados e a disponibilidade de saldo na conta do cliente. Fora isso, o risco é todo do lojista. Pior: o chargeback prejudica seriamente o fluxo de caixa, pois é preciso usar os valores recebidos legitimamente para pagar aquela transação não aceita.

Não há como manter um e-commerce digno deste nome sem oferecer a possibilidade de pagamento com cartão de crédito. Afinal, 60% das vendas são feitas com eles. Para se proteger do chargeback, você que é cliente do PagSeguro, já sabe a solução. Quem ainda não é fica sabendo: o PagSeguro se responsabiliza pela análise de risco e garante a segurança tanto para você, lojista, como para o comprador.

Via Curso de E-Commerce

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Preste atenção aos e-mails do PagSeguro

08 de junho de 2010  |  Publicado em Institucional

Você sabe a diferença entre o e-mail que realmente vem do PagSeguro e um que tenta capturar os dados da sua conta? A gente já falou aqui no blog sobre a importância de cada usuário cadastrar sua frase de segurança. Então prestem bem atenção na diferença entre os e-mails que realmente fazem parte de nossa comunicação com vocês, que são como este (com frase de segurança e todos os links para o ambiente seguro do nosso sistema):

E-mail válido do PagSeguro

Veja, em vermelho, a diferença dos falsos:

Golpe contra usuários do PagSeguro

Caso você receba um e-mail como este aí em cima (falso) não tenha a menor dúvida: denuncie! Isso garante que a gente vai eliminar os malfeitores.

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Garanta sua segurança com PagSeguro e Verifica

13 de abril de 2010  |  Publicado em Mercado

foto: Maistora, em CC

O Brasil é um dos países mais avançados na adoção do chip para cartões de crédito e débito no mundo. Apesar disso, teve um prejuízo de pelo menos cerca de R$ 40 milhões durante o ano de 2009 com a clonagem e outros golpes, segundo da Horus, empresa especializada em controle e prevenção a fraudes em meios eletrônicos de pagamento. Uma das explicações para isto é a manutenção das duas tecnologias no mesmo plástico. Os cartões ganharam o chip, mas não perderam a tarja magnética que permite o acesso aos dados.

O sócio-diretor da Horus, Eduardo Daghum, explica que o chip possibilita a criptografia dos dados que se tornam invioláveis e são decifrados somente com o uso de senhas. “No Brasil ainda não existe notícia de nenhum acesso indevido aos dados do cartão por meio da invasão dos chips. Mas, como os mesmos dados ficam disponíveis também para o uso da tarja magnética, é por lá que os fraudadores continuam conseguindo sucesso em suas ações”, diz. Segundo ele o ideal seria deixar somente os chips nos cartões eliminando totalmente a existência da tarja.

Segundo a Horus, de janeiro a dezembro do ano passado foram registrados no Brasil um total de 13.718 cartões clonados e 158 máquinas apreendidas por estarem adulteradas pelo equipamento de captura ilegal de dados (chupa cabras). O prejuízo causado ao sistema por todos estes casos juntos chegou a pelo menos R$ 39.153.899,00.

Golpes migram para internet

Desde o início da implementação do chip nos cartões de crédito e débito, o número de fraudes no comércio eletrônico aumentou bastante. De posse dos dados do cartão, as quadrilhas não conseguem usar os cartões clonados por causa do chip. Afinal, quando ele está presente, a tarja magnética não pode ser usada. Mas, com os dados do cartão em mãos, é possível fazer compras pela internet.

“Você protege um lado e a fraude migra para outro canal”, explica Eduardo Daghum, sócio-diretor da Horus, empresa especializada em prevenção de fraudes em meios eletrônicos de pagamento. Se as grandes redes de lojas se preparam para lidar com fraudes com estruturas internas ou terceirizadas de análise de risco eletrônico, quem se prejudica é o pequeno e médio empreendedor.

Mas só se estiver muito mal informado ou assessorado. Afinal, usar o PagSeguro como meio de pagamento evita pagamentos fraudulentos na internet. E, caso o lojista prefira os contratos diretos com as operadoras, nada como usar o Verifica para garantir a legitimidade da compra. Num mercado como o do e-commerce brasileiro, que cresce 30% ao ano e faturou R$ 10,8 bilhões em 2009, vale a pena apostar na internet. Use as ferramentas disponíveis e bons negócios.

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Entenda a frase de segurança

24 de fevereiro de 2010  |  Publicado em Segurança

O PagSeguro sempre fica de olho na segurança. Além de cuidar dos dados de nossos clientes com as mais modernas ferramentas, também fazemos questão de evitar que sejam vítimas de e-mails falsos que possam enganá-los. Foi por isso que, quando mudamos o site e o cadastro do PagSeguro, implantamos mais um dispositivo de segurança que é a Frase de Segurança. Ela é encriptada como a sua senha – só você saberá qual é a frase. E ela estará em todos os e-mails que o PagSeguro te enviar para autenticar que os e-mails são mesmo do PagSeguro.

Para garantir a sua segurança, siga os passos:

  1. Acesse a sua conta PagSeguro.
  2. Clique em Preferências
  3. Escolha o menu Segurança.
  4. Escolha sua frase de segurança e clique em SALVAR.

Pronto, agora você estará protegido dos malfeitores.

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10 dicas de segurança nas compras online

17 de dezembro de 2009  |  Publicado em Mercado, Vendedores

As vendas online devem ter crescimento superior a 30% nesse Natal. A estimativa é da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e da empresa e-Bit, que preveem que as lojas eletrônicas tenham faturamento de R$ 1,63 bilhão no período natalino de 2009 – 30% de aumento em relação ao ano passado, sem contar sites de leilão e as passagens aéreas. De acordo com pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP), 21% das compras de Natal deste ano serão feitas pela internet — em 2007, a participação da web foi de 11,6%.

O aumento do número de internautas, de sua confiança em relação ao meio e o fato de as pessoas perceberem as vantagens de uso da internet para negócios e transações estão entre os motivos que impulsionaram o crescimento do e-commerce, segundo Djalma Andrade, coordenador do Movimento Internet Segura. Além disso, o índice de confiabilidade dos internautas brasileiros também tem aumentado.

Além da comodidade, a internet atrai esses consumidores pelos preços mais em conta e as facilidades de pagamento oferecidos por boa parte das lojas virtuais. Este é o mesmo chamariz utilizado por golpistas para atrair o consumidor desavisado e, com isso, roubar informações, dinheiro ou dados. Por isso é preciso atenção à loja.

Primeiro caso: evite ofertas muito abaixo do preço de mercado – variações entre 10% e 20% são normais. Se o produto estiver muito mais barato, toda cautela é pouca. A segunda tentativa de golpe mais comum é: você nunca comprou na loja Y e recebe um e-mail acusando compra ou pedindo confirmação de dados. APAGUE. Com certeza é golpe. Na dúvida, é melhor falar com o SAC da loja, acrescenta Godinho.

Para evitar riscos e ameaças na hora das compras de Natal, a Trend Micro dá dez dicas de segurança para os internautas:

1. Evite comprar em sites desconhecidos

2. Certifique-se que o site oferece proteção por meio de recursos como SSL – Secure Socket Layer

3. Utilize um número de conta virtual, que cria um código aleatório de cartão de crédito — o que torna virtualmente impossível o roubo de dados bancários

4. Verifique as políticas da loja em relação à localização física, entrega, formas de pagamento, garantia do produto e condições de troca

5. Mantenha registro de toda a troca de e-mails referente à compra

6. Não confie em e-mails que solicitam confirmação de dados

7. Preste atenção nos e-mails recebidos e tenha cuidado ao abrir anexos ou clicar em links de mensagens recebidas, ainda que elas aparentemente tenham sido enviadas pela loja virtual na qual você é cadastrado. Os e-mails podem esconder vírus ou programas que visam capturar informações importantes, como dados de contas bancárias

8. Leia as opiniões sobre a empresa e os produtos que comercializa

9. Muita atenção na hora de digitar sua senha nos pagamentos com cartão de crédito e débito. Confira se o campo em que você está digitando sua senha é mesmo o destinado à senha

10. Atualize sempre o seu sistema operacional e tenha um software de segurança (antivírus) sempre atualizado.

Vocês entenderam porque comprar com o PagSeguro é mais simples? As nossas lojas e vendedores oferecem conforto, segurança e todo mundo sai ganhando.

Boas compras e feliz Natal!

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Lojas Virtuais terão Selo Internet Segura em 2010

04 de dezembro de 2009  |  Publicado em Mercado

Como parte do Movimento Internet Segura, a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e a camara-e.net anunciaram a criação de um selo para validar a segurança dos sites de comércio online. A iniciativa, batizada de Selo Internet Segura, entra no ar em fevereiro de 2010. E o diretor-executivo da camara-e.net, Gerson Rolim, afirma que os 18 maiores varejistas online do Brasil já aderiram ao movimento, patrocinado pelo Google, Certisign, Verisign, Gemalto e Serasa.

Para obter o selo, as empresas interessadas vão preencher um formulário no site da ACSP e pagar uma mensalidade de 49,90 reais. Este valor será utilizado para o pagamento dos profissionais que realizarão as auditorias trimestrais nos sites. Quanto aos itens analisados pelos auditores para conceder o Selo Internet Segura, Rolim explica que serão avaliados cinco critérios: logística, meio de pagamento, atendimento ao cliente, risco de fraude e certificado digital de servidor SSL ICP-Brasil. Só este último item custa em torno de três mil reais por ano – e a ACSP subsidiará o custo para os pequenos e médios empresários.

Ainda de acordo com o superintendente da camara-e.net, o selo permitirá que os usuários do site tenham acesso dinâmico à base do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito e Informações), da ACSP. O objetivo, segundo ele, é garantir a idoneidade do site. De acordo com dados da ACSP, apenas na cidade de São Paulo existem cerca de quinze mil lojas virtuais e que são potenciais usuárias do novo selo.

Via IDGNow!

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Blog do PagSeguro