Web analytics: tome as melhores decisões

14 de junho de 2011  | 

Content is King, Usability is Queen, Daniel Waisberg, CC

Web Analytics é a ciência que trata da medição das ações feitas em determinado site. Ferramenta fundamental na hora de tomar decisões quanto à presença online, fornece dados que permitem ver de forma clara o seu site, bem como avaliar suas ações – promoções ou campanhas, por exemplo. Existem várias ferramentas no mercado para a coleta destes dados. O importante, além dos números, é a sua interpretação.

Longe de fazer um passo a passo, a ideia aqui é oferecer informação para que você saiba o que é web analytics, possa se aprofundar no assunto caso tenha interesse ou contratar o serviço.

  1. Sobre os métodos: pode-se analisar os logs de acesso ou as tags de páginas. O segundo método costuma ser mais informativo; já que oferece
  2. O principal uso destes números é melhorar o site – seja ele um e-commerce, um portal ou um blog. Eles podem mostrar os pontos e você pode alterá-los para melhorar a experiência do usuário. Um item? Taxa de rejeição – que deve ser avaliada em conjunto com as páginas de saída ou outros indicadores para fazer sentido. É importante não ser simplista – um único indicador diz muito pouco. Ok, você conhece o tráfego através de pageviews e visitantes únicos. Mas o que realmente importa, no e-commerce por exemplo, é: quantos clientes chegaram ao carrinho? Quantos destes completaram a transação? É assim que seu site melhora – e se torna um negócio bem sucedido.
  3. Se você implantou o web analytics direitinho, é possível medir as campanhas de marketing digital com precisão milimétrica. Pense nisso agora e aperfeiçoe seu marketing cada vez mais.
  4. Cada setor do mercado tem uma realidade. Taxas de rejeição em torno de 80% são muito comuns entre blogs, por exemplo, mas podem ser altíssimas para outros sites.
  5. A interpretação varia conforme o que você está medindo. Portanto, é preciso estudar muito, conhecer as ferramentas e seus funcionamentos para conseguir implantar uma estratégia eficiente para você. Ah, sim, em geral o que funciona para o seu vizinho ou concorrente pode não funcionar para você. Conhecimento vale ouro, sim.

Como tudo na internet, a análise de dados tem um lugar para começar, mas nunca termina. O trabalho de otimização é constante – e sua medição também deve ser. Cada campanha, alteração ou promoção deve ser taggeada de forma clara para que você possa avaliar seu desempenho e fazer as correções necessárias. Inclusive em suas estratégias de divulgação.

Leituras recomendadas:

Imagem: Daniel Waisberg, CC

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Como otimizar as categorias de seu e-commerce

15 de dezembro de 2010  | 

Marching Men, por Lumaxart em CCilustração: Scott Maxwell, Lumaxart, royalty free

Uma pergunta frequente para os especialistas em SEO é: “Como otimizar uma categoria (ou departamento) com muitos produtos?”. A pergunta, recorrente, tem diversas nuances e sutilezas na resposta. Antes de mais nada: quanto é muito? 100, mil, dez mil? Se você tem uma categoria com menos de 200 produtos, é possível colocar todos em uma única página.

Sim, não se recomenda mais de 100 links em uma página, mas se você não tiver um número enorme de links na barra lateral, topo e assinatura do site, está tudo bem. Entretanto, colocar tantos produtos em uma única página não oferece uma boa experiência para os visitantes, então coloque menos como padrão e tenha uma opção “ver todos”. Se você seguir esta rota, deixe os robôs de busca longe da página com menos produtos e permita que veja apenas a que tem mais produtos. Você vai precisar usar uma combinação de “nofollow” para os links; “no índex/follow” na metatag e usar uma tag “canônica” para a versão que deseja indexar. Isso requer conhecimento e é preciso cuidado para não dar um tiro no pé. Tenha certeza de checar várias vezes o trabalho de SEO e peça a alguém para revisar o trabalho. Sempre.

Outra opção interessante é usar Ajax. Sim, você leu direito. Se o que você deseja é entregar aos robôs de busca uma versão HTML com 100 produtos e aos visitantes uma versão com 10 ou 20, a solução é o Ajax.

E se você tiver, digamos, 5 mil produtos na categoria? O ideal é criar subcategorias, que fiquem de um tamanho administrável e usar a solução acima. Mas se isso não for possível, use a paginação. Liste os produtos mais importantes primeiro, para que apareçam antes para os robôs de busca. Depois, interligue (com links) todas as páginas, ou pelo menos todas as que puder sem criar uma péssima experiência para o seu visitante. Os mecanismos de busca serão capazes de encontrar as páginas 2, 3, 4 e seguintes a partir da primeira. Nunca faça com que passem por uma antes de chegar à próxima, combinado?

Há algumas considerações finais. Se você quer que seus departamentos – ou categorias, como preferir – sejam indexados, é preciso oferecer algumas qualidades editoriais por lá, como textos e fotos. Se você só entregar produtos e nada mais, não haverá muito valor para os buscadores – e vale a pena usar os atributos noindex/nofollow. Quanto mais próximas estas categorias estiverem da sua home, mais provável que sejam profunda ou completamente escaneadas pela busca. Se estiverem a três ou mais níveis de distância, esqueça – é improvável que um robô vá até o quarto nível para buscar produtos.

Resumindo:

  • Se possível mostre ao robô a página da categoria com todos os produtos – a menos que tenha um número enorme deles.
  • Se tiver muitos produtos, pagine.
  • Se for forçado a paginar, coloque os produtos mais importantes antes.
  • Interligue todas as páginas resultantes, não apenas sequencialmente.

Aproveite as dicas e venda melhor com o PagSeguro.

A partir de artigo de Michael Grey

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Como (e porque) contratar uma consultoria para Links Patrocinados

09 de setembro de 2010  | 

internet organic growth

Organic Growth, por jurvetson, em CC.

Nós já falamos bastante aqui no blog sobre SEM (Search Engine Marketing). Esta estratégia envolve tanto a otimização de buscas (SEO) como o investimento em Links Patrocinados. Esta ferramenta permite que as pequenas empresas divulguem seus produtos e serviços por si, sem depender da agência, da criação ou de qualquer outro intermediário.

Só que, como sempre, nem tudo são flores. Qual é a melhor palavra-chave para o seu negócio? Investir na palavra errada, aqui, é rasgar dinheiro, literalmente. Ou o investimento não dá o retorno desejado ou você paga mais caro do que devia pelo retorno. Esqueça tudo o que já escutou e comece pelo começo: aprenda! Há muitos bons blogs a respeito do assunto, centenas de artigos publicados online, ao alcance de um clique. Na vida digital, saber é ganhar, sempre. E aprender é possível com uma boa conexão (saber inglês ajuda muito, também).

Em tempos de equipes enxutas, entra em cena uma outra figura: o consultor. Ele é o especialista que vai ajudar a sua empresa a fazer o melhor negócio. Antes de contratar um, lembre: saiba algo sobre os Links Patrocinados, como funcionam, estratégia de marketing digital – estes são os itens principais, mas a lista é infinita, ok? É função do consultor não apenas implantar um programa consistente para a sua empresa como ensinar a você como gerenciar a sua campanha.

E aqui entra a grande questão na internet: haja “sobrinhos“. Seja na produção de sites, sistemas como nas consultorias, há muita gente que vira especialista em um assunto em poucos meses e saem vendendo consultorias. Claro que há gente nova e de qualidade. E também há picaretas, como em todo lugar. Portanto, avalie a experiência e o valor cobrado, além de pedir referências a pelo menos três clientes. É o velho jeito de saber se o profissional executa bons trabalhos: perguntando.

Mesmo que você já saiba bastante sobre links patrocinados, vale a pena contratar um consultor. Ele ajuda a definir objetivos e estratégias para suas campanhas e conhece o mercado. Um exemplo: sua empresa aparece muito bem nos resultados de buscas para uma palavra-chave, mas não tão bem em outra, relacionada. No segundo caso, é muito interessante investir no link patrocinado – 30% das pessoas clicam lá.

Além disso, os links servem para divulgar o seu negócio e atrair novos clientes, além de avaliar o impacto no mercado de novos produtos ou serviços.

Via iMasters

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Use o Analytics para rastrear suas transações

22 de abril de 2010  | 

Tela captura do painel inicial do Analytics

O Google Analytics é uma solução de análise da web que fornece a você visibilidade do tráfego e da eficiência do marketing do seu site. E, sim, é possível usar esta ferramenta para descobrir detalhes importantes sobre o funcionamento do seu negócio na rede. Muitos dos usuários do PagSeguro “reclamam” da “falta de integração” com o Analytics.

Primeiro ponto: o Analytics tem que ser configurado para acompanhar o que você deseja ver. Ele não se integra automaticamente a nada – esta é sua vantagem. Você personaliza o sistema para acompanhar resultados, objetivos, fontes de tráfego.

Em primeiro lugar, sempre vale consultar os tutoriais do próprio Analytics – infelizmente, todos em inglês, por enquanto. O primeiro passo é definir, logo no perfil do site, que, sim, trata-se de um site de e-commerce – e instalar o código na página de feedback de cada produto. Como bem analisou Fabiane Lima em seu artigo no MestreSEO:

Essa configuração abre um grande leque de possibilidades de análises das taxas de conversão – sob diversos fatores de influência, como: keywords, fontes de tráfego, categorias do próprio site e até mesmo o layout das páginas de produto (se forem realizados testes) – o que a torna essencial para a otimização do site quanto às suas conversões.

Além desta configuração “básica” – que exige um tanto de conhecimento, convenhamos – também é possível fazer uma configuração específica tanto no retorno automático como numa URL de retorno do formulário do pagamento (o ideal é implementar em ambas). Para isso, o processo é relativamente simples: depois de ativar o retorno automático, acrescente ao final da URL o código /?utm_nooverride=1. Depois disso, basta criar um “goal” (objetivo) no painel do Analytics e acompanhar seus resultados.

Isso é o básico do básico. Para aprender, nada como ler muito os tutoriais da ferramenta e assistir aos vídeos disponíveis para aprofundar seu conhecimento.

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Evite o clique aqui, crie links e ganhe mais

22 de junho de 2009  | 

internet organic growthSão milhões de sites e páginas – que aumentam a cada dia. E nada disso faz sentido sem links. A rede foi feita para navegar e são os links que dão o nome da página e ajudam, não apenas o leitor, mas também os buscadores. Para os robôs de busca uma página chamada “2345″ com uma TV de plasma último tipo tem menos relevância do que uma página que se chama “TV de plasma último tipo” com o produto dentro. Para estar na primeira página de busca – e ganhar a visita e a conversão tão necessária para o seu negócio – não basta o layout bonito e a campanha de links patrocinados bem-feita.

É importantíssimo sair-se bem na busca orgânica também. Uma coisa complementa a outra e as duas juntas podem ser um ótimo caminho para o sucesso. Além de cuidar do Search Engine Marketing (SEM), é preciso lembrar-se de otimizar o seu conteúdo (SEO) para as pessoas. Lembre-se: quem é seu público? O que ele busca? O foco deve ser sempre o seu usuário/cliente, para que a conversão seja boa.

Martha Gabriel diz com todas as letras: “Não há atalhos para a evolução”. Trabalhar estes dois conceitos exige, sim, conhecimento, tempo e investimento por parte das empresas. É preciso saber trabalhar não só o texto como a estrutura do site.

Primeiro: o ideal é que seu site não tenha scripts no topo de sua página. Eles prejudicam o resultado da busca orgânica.

Segundo: estude muito e coloque as cinco (no máximo) palavras-chave relacionadas ao seu conteúdo nas metatags de seu site. Ferramentas na rede não faltam: Keyword Discovery, Google Trends e Keyword Tools e HotTrends são apenas exemplos. No caso de uso das ferramentas Google, recomenda-se, sempre, não estar logado em sua conta.

Terceiro: todas as imagens e links devem ter a tag alt preenchida com seu nome de verdade. A descrição do produto, além de informativa também precisa ser atraente (para o leitor e os buscadores). No caso do texto, sempre evite o chavão “clique aqui”. E o conteúdo continua rei – embora algumas empresas de e-commerce que conhecem um pouco de SEO terem a tendência de usar práticas Black Hat (um exemplo é repetir a palavra chave, em bold, várias vezes na página).

Quarto: quanto mais tempo no ar, maior a relevância.

Quinto: lembre-se dos celulares. A tendência de uso dos telefones para usar a internet só faz crescer e já ter o site otimizado para a navegação móvel é bastante interessante para os negócios.

Aqui na internet tudo muda o tempo todo. Da mesma forma que as páginas continuam a surgir, aos milhares, diariamente, também é preciso manter a disciplina e análise dos dados do seu site – como um todo e as páginas específicas – rotineiramente.

Texto inspirado no ótimo post de Alessandro Martins em Quero Ter um Blog e reforçado pelo encontro com a expert em SEO Martha Gabriel

Imagem: Organic Growth, por jurvetson, no Flickr em CC.

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Como usar os Links Patrocinados a seu favor

14 de maio de 2009  | 

2125697998_b053ac13e1Qual é a maior fonte de tráfego para os sites hoje? Buscadores! É do resultado das buscas que chegam, com certeza, a maior parte dos seus clientes. O primeiro passo para descobrir este intrincado mundo recheado de siglas com nomes é saber onde estão as melhores oportunidades para o seu negócio no universo do marketing de intenção. O nome deste processo é Search Engine Marketing (SEM).

O primeiro passo para você entender este assunto é escutar o que Seth Godin diz em seu livro O melhor do mundo. “Ser melhor que 98% dos concorrentes costumava ser bom. No mundo do Google, no entanto, é inútil. É inútil porque todos os seus competidores estão a um clique de distância, não importa o que você faça. A única posição boa o suficiente é a de melhor do mundo”.

Há centenas de milhares de empresas na internet. E cada uma pode tirar proveito dos serviços de busca da maneira que melhor lhe aprouver. Outro dia, conversando com o Paulinho Uda, da Kampeki, expert em SEM e SEO (Search Engine Optimization), a gente ficou muito tempo comparando as diferenças entre buscas e resultados. Um exemplo rápido: se você tiver uma conta Google e estiver logado, o resultado da sua busca será absolutamente diferente do resultado caso você não esteja logado.

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