12 dicas de SEO para ecommerce

28 de março de 2012  | 

eels: novocaine for the soul, visualpanic, CC-BY

Na 7ª Edição da Think Visibility, conferência que aconteceu em Leeds no começo deste mês, Barry Adams, da Pierce Communications, fez uma palestra muito bacana sobre SEO para Ecommerce.

O material, em inglês, está no SlideShare para consulta (caso você entenda a língua). E a gente, aqui no PagSeguro, tratou de traduzir e organizar a história para facilitar o trabalho de todo mundo.

1. Vá onde o dinheiro está

Identifique as palavras-chave que dão mais retorno financeiro e concentre nelas os seus esforços de SEO.

Encoraje buscas por marca (aquele marketing “antigo” que focava na marca e não em palavras, lembram?) – as palavras-chave de marcas tendem a converter melhor…

2. Você conhece os pontos fortes do seu site?

Saiba quais páginas estão (surpreendentemente) bem colocadas através do Google Analytics e do Searchmetrics. Estes produtos podem ter preços maiores e/ou ser destaques (as pessoas confiam em quem está bem colocado – isso dá confiança)

3. Atenção à sua busca interna

  • Ela é uma ótima fonte de palavras-chave
  • Ela também lhe mostra as oportunidades de promoção.
  • Acompanhe cada detalhe da busca através do Google Analytics.

4. A chave é a estrutura do site

5. As imagens dos produtos

  • Tenha diversas imagens em alta resolução para cada produto. Nunca esconda as suas imagens em códigos JS (javascript), tenha certeza de que os robôs de busca podem encontra-las. Aperfeiçoe o atributo “alt” (dê nome às imagens). Nós já falamos só disso aqui no Blog neste artigo.
  • Pulo do gato: Faça um filtro na sua ferramenta de métricas para medir o tráfego das imagens e descubra o que está funcionando.

6. Navegação facetada

  • É um jeito de criar uma navegação fácil e intuitiva para grandes sites, com grande diversidade de produtos.
  • Lembre-se de usar as categorias de forma adequada: use palavras chave e marcas, tamanhos de tela e outras qualidades como filtros.
  • Filtre ou bloqueie os atributos que não somam valor semântico, como preço.
  • Cuidado: a navegação facetada pode gerar conteúdo duplicado

7. Conteúdo para e-commerce

  • Não use as descrições enviadas pela fábrica (aqui, 99% do e-commerce brasileiro falha):
  • Escreva descrições únicas e tão boas quanto possíveis de cada produto.
  • Se o seu fornecedor não consegue entregar descrições boas, edite o texto.
  • Use a cauda longa e incorpore palavras-chave que o fabricante pode não usar, mas que os consumidores buscam. Exemplo: fabricante “Rímel double twist” consumidora: “rímel alongar cílios”

8. Busque a conversão

  • Ofereça frete grátis para compras acima de um determinado valor – e mostre isso no carrinho!!!
  • Informação sobre a entrega: se o consumidor tem que procurar por ela, você perdeu a venda.
  • Ofertas, descontos, promoções: use o tempo a seu favor e crie promoções válidas por tempo limitado.

9. Produtos não disponíveis

  • Se a situação for temporária, deixe a página no ar com alternativas disponíveis ou recomendadas
  • Não estará mais em seu estoque? Faça como acima (página no ar e alternativas) e depois de um período, faça o redirecionamento 301 para o produto que o substituiu ou a categoria do produto.

10. Produtos que saem de linha

  • Acompanhe os produtos que os fabricantes vão descontinuar.
  • Se você tiver estoque dele, busque grupos, fóruns e blogs sobre o produto/marca e avise que você ainda tem este produto em estoque.
  • Existe, sim, a possibilidade de subir o preço, já que o produto não pode ser encontrado no mercado.

11. Evite conteúdo duplicado

[Se você for leigo em código, pule para o próximo item. Conteúdo codificado à frente.]

  • A prevenção é o melhor remédio, mas nem sempre é fácil.
  • Cuide do seu index: rel=canonical, “noindex, follow” para as metatags de robôs
  • Faça o mapa do site em XML – para sites grandes, o ideal é construir mapas por categoria e combiná-los num só arquivo .gz

12. Linkbuilding para e-commerce

  • Sorteios, prêmios e resenhas em blogs – ofereça o produto para que eles façam a promoção.
  • Convide os blogueiros para prêmios, conferências e lançamentos
  • Botões de compartilhamento em redes sociais devem estar em todas as páginas de produto, na página de confirmação da compra (pessoas gostam de contar que compraram um objeto de desejo) e nas resenhas de produtos.
  • Ofereça descontos para quem está logado no Facebook – use para aumentar os “curtir” e compartilhamentos de sua página. (Dica do Techcrunch)
  • Conteúdo especial produzido por sites ou blogs convidados (faça valer a pena e não seja ganancioso)
  • Releases – devem ser realmente relevantes ou não funcionam.
  • Produza conteúdo interessante para o mercado – artigos de marketing, sobre setores, dados de redes sociais são interessantes (principalmente os infográficos) e podem gerar links para o seu site.
  • Tente conseguir links para as páginas de categorias. As vantagens? Você não vai depender de um produto específico; a relevância da categoria influencia o ranking dos produtos. Isso só vale se você fez a otimização direitinho (Arquitetura de Informação, lembra?)

Via: SlideShare, foto: visualpanic, CC-BY

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Termos genéricos dominam busca de produtos

27 de outubro de 2011  | 

105!365: Merry Christmas, thana+, CC-BY

Consumidores de lojas virtuais cada vez mais usam os mecanismos de busca para pesquisar produtos e comparar preços, com 93% deles realizando consultas antes da tomada de decisão de compra. Do total, 80% afirmam que as buscas foram muito ou extremamente úteis, de acordo com dados de “From Intent to In-Store: Search’s Role In The New Retail Shopper Profile“, do GroupM Search, intitulado.

A pesquisa do GroupM, conduzida pela Kantar Media Compete, destacou o papel que as buscas desempenham nas compras dos consumidores nos setores automotivo, eletrônicos de consumo e entretenimento. Segundo a pesquisa, os consumidores tendem a clicar em resultados de termos genéricos, com uma taxa 114% maior do que as pesquisas por tópicos específicos relacionados a produtos.

O relatório afirma que os comerciantes precisam pensar diferente sobre as palavras-chave e explorar outras estratégias. As palavras genéricas têm grande valor, pois os consumidores que clicam em tais termos na maioria das vezes são mais propensos a comprar do que aqueles que não os fazem, o que desafia o senso comum acerca do valor de um termo genérico.

Segundo o estudo, 73% do tráfego de motores de busca direcionado para os 100 principais sites de e-commerce dos Estados Unidos são resultados de pesquisas genéricas, tendência que se enfraquece apenas nos períodos anteriores a feriados e durante as férias, onde os consumidores tendem a procurar por itens específicos.

O relatório também constatou que as listagens orgânicas influenciam o comportamento de compra. Consumidores normalmente clicam mais nos resultados orgânicos do que em anúncios patrocinados. Compradores têm uma taxa média de cliques em resultados de pesquisas de 64%, sendo estes divididos em 94% de resultados orgânicos e 6% de links patrocinados.

As buscas também ajudam os consumidores a encontrarem lojas. As páginas de localização tendem a contribuir com mais de 5% do tráfego médio das páginas de varejistas.

O estudo também analisou o comportamento de busca dos consumidores e constatou que cerca de 60% das consultas com termos específicos sobre produtos levaram a cliques, enquanto as pesquisas genéricas tiveram um percentual de 57%.

Via: E-Commerce News. Imagem: thana+, CC-BY

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Entenda a importância do link building – e como fazer

15 de setembro de 2011  | 

imagem de Gisela Giardino, em CC

Apesar de muita gente no Brasil não aceitar a realidade, vivemos, sim, na era digital. E a internet é, sim, a grande fonte de informação. Portanto, é fundamental existir nela – ou criar presença, na língua especializada em marketing digital. Fundamental para isso é que você fique bonito na foto dos buscadores. E a melhor forma de ser encontrado é através de vários links de entrada em suas páginas.

Isso se consegue com backlinks ou trackbacks, os links que apontam para o seu site ou para páginas dele. O resultado direto será, claro, aumento de visitas – a longo prazo, é preciso dizer. Então, trate de incentivar que as pessoas falem de você – bem, de preferência – em sites, blogs, serviços como Facebook, Twitter e em diretórios de sites. Para quem acabou de chegar criar à rede, uma estratégia de links é fundamental. Afinal, sem a busca – e a sua presença na primeira página de resultados – seu site praticamente não existirá.

Boas práticas de Link Building
Sim, não basta mandar um spam a todos os sites ou blogs que você conhecer para ganhar um link – isso, aqui no Brasil, raramente tem bons resultados. E também não adianta sair por aí comprando links a torto e a direito. É preciso uma estratégia – e ótimas razões para receber o link. Algumas estratégias possíveis:

  • Evite comprar: se o editor topou vender um link para você, não há como saber se isso será contabilizado pelo mecanismo de busca – que não considera os links de sites que têm este comportamento.
  • Conteúdo é a chave: Produza textos, fotos e vídeos e publique-os em outros sites – vale YouTube, Flickr – e estão criados os links. Compartilhe ao máximo nas redes sociais (os buscadores só não vêem o Facebook) e pimba! Você será mais visível pelos robôs. Mantenha-se ativo em sites de bookmark e nas redes sociais. Mantenha suas contas ativas e interessantes e a recompensa virá.
  • Links internos: sim, é importante fazer links dentro de seu próprio site. Para isso um blog é sensacional: você escreve um artigo sobre um determinado produto, linka para a página e ainda pode usar as mesmas estratégias acima – redes sociais e social bookmarking – para melhorar a relevância destes links.
  • Escreva artigos para outros sites: não há coisa mais lida na internet que tutoriais (como fazer). Procure sites ou blog que oferecem conselhos relacionados com o seu nicho de mercado. Disponha-se a escrever tutoriais sobre um produto (ou mesmo uma resenha). Mesmo que você ganhe apenas um link para a sua homepage, está valendo. Depois que o artigo estiver no ar, repita o compartilhamento nas redes sociais (aqui incluem-se todos os sites de social bookmarking).
  • Tenha seu próprio blog: Não basta apenas ter o seu blog e linkar para o site. É preciso criar conteúdo útil e interessante (atrair leitores…). Depois espalhe pela rede, de novo.
  • Publique no Twitter: embora os buscadores teoricamente não considere os links do Twitter, ele parece prestar atenção quando o conteúdo é muito retuitado. Também é possível que outros blogs ou sites repliquem o feed do Twitter – e estes links valem, sim. Também é muito útil você publicar o feed do Twitter no seu blog. E colocá-lo em todas as redes possíveis: do Facebook ao FriendFeed, todos os lugares são válidos.
  • Use o bookmarking: Há milhares de sites de bookmark social, como o Delicious. Se você colocar os seus links por lá – mas não só eles, cuide para também ter outros assuntos de seu setor que sejam de interesse, para não virar um spam – isso pode ajudar muito. Afinal, alguns poucos links a mais podem ser a diferença entre você e a concorrência. Vale experimentar.
  • As iscas: Existe uma prática, chamada de link bait, que tem mais prós que contras. Criar um widget para seus produtos (que outros possam usar em seus sites e blogs), um vídeo que espalhe pela rede (haja criatividade), um concurso ou sorteio (como a promoção Você de Carro Zero) podem ajudar a melhorar seu posicionamento nas buscas. É preciso ter cuidado para não ter efeito contrário, mas o link bait continua sendo muito praticado. E, quando bem feito, tem bons resultados.

Via: Artigos de E-Commerce; com informações do Search Engine Journal; Practical Ecommerce e outros. Imagem: Gisela Giardinho, CC

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Sua empresa está no mapa? Dicas para fazer o seu cadastro

08 de agosto de 2011  | 

World Coverage, futuretap, CC

Impressionante. A gente falou de colocar as empresas no mapa aqui no blog do PagSeguro há muito tempo atrás. E o especialista em buscas locais David Mihm, na Expon2011, semana passada, reforçou: as empresas brasileiras não usam o mapa do Google para aparecer nas buscas.
Segundo, Mihm, no Brasil muitas empresas ainda não cadastram produtos e serviços nas buscas locais. Resultado: para o usuário encontrar o que procura precisa dar muitos cliques (e saber usar muito bem o serviço de busca). Detalhe: para alguns termos, as buscas locais são automáticas, mas isso não é universal.
Vamos facilitar o seu serviço e ensinar como se cadastrar no Google Places. Conselho adicional: descubra todos os serviços semelhantes e como se cadastrar neles. Faça o cadastro em todos, sem exceção. Assim você garante presença em todo e qualquer serviço que o internauta use para as suas buscas.
1. Entre no Places e faça o cadastro de sua empresa. Haverá necessidade de preencher dados e eles vão confirmar a sua existência.
2. Um cadastro completo para ter bons resultados é muito importante. Preste muita atenção às categorias, pesquise e lembre de como o seu cliente procura por você!
3. Publique as informações de localização no seu site (se possível, coloque o mapa que o próprio serviço oferece).

Via BlueBus, imagem: futuretap, CC

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Web analytics: tome as melhores decisões

14 de junho de 2011  | 

Content is King, Usability is Queen, Daniel Waisberg, CC

Web Analytics é a ciência que trata da medição das ações feitas em determinado site. Ferramenta fundamental na hora de tomar decisões quanto à presença online, fornece dados que permitem ver de forma clara o seu site, bem como avaliar suas ações – promoções ou campanhas, por exemplo. Existem várias ferramentas no mercado para a coleta destes dados. O importante, além dos números, é a sua interpretação.

Longe de fazer um passo a passo, a ideia aqui é oferecer informação para que você saiba o que é web analytics, possa se aprofundar no assunto caso tenha interesse ou contratar o serviço.

  1. Sobre os métodos: pode-se analisar os logs de acesso ou as tags de páginas. O segundo método costuma ser mais informativo; já que oferece
  2. O principal uso destes números é melhorar o site – seja ele um e-commerce, um portal ou um blog. Eles podem mostrar os pontos e você pode alterá-los para melhorar a experiência do usuário. Um item? Taxa de rejeição – que deve ser avaliada em conjunto com as páginas de saída ou outros indicadores para fazer sentido. É importante não ser simplista – um único indicador diz muito pouco. Ok, você conhece o tráfego através de pageviews e visitantes únicos. Mas o que realmente importa, no e-commerce por exemplo, é: quantos clientes chegaram ao carrinho? Quantos destes completaram a transação? É assim que seu site melhora – e se torna um negócio bem sucedido.
  3. Se você implantou o web analytics direitinho, é possível medir as campanhas de marketing digital com precisão milimétrica. Pense nisso agora e aperfeiçoe seu marketing cada vez mais.
  4. Cada setor do mercado tem uma realidade. Taxas de rejeição em torno de 80% são muito comuns entre blogs, por exemplo, mas podem ser altíssimas para outros sites.
  5. A interpretação varia conforme o que você está medindo. Portanto, é preciso estudar muito, conhecer as ferramentas e seus funcionamentos para conseguir implantar uma estratégia eficiente para você. Ah, sim, em geral o que funciona para o seu vizinho ou concorrente pode não funcionar para você. Conhecimento vale ouro, sim.

Como tudo na internet, a análise de dados tem um lugar para começar, mas nunca termina. O trabalho de otimização é constante – e sua medição também deve ser. Cada campanha, alteração ou promoção deve ser taggeada de forma clara para que você possa avaliar seu desempenho e fazer as correções necessárias. Inclusive em suas estratégias de divulgação.

Leituras recomendadas:

Imagem: Daniel Waisberg, CC

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10 dicas de SEO para o comércio eletrônico

03 de junho de 2011  | 

3d puppet, cristaljinsr, cc

Como a gente sempre diz, trabalhar na otimização para buscas de seu site é fundamental para o sucesso de seu negócio. Afinal, quanto mais visitas – e melhor qualificadas – mais conversão. Lembre: a melhor otimização é aquela que ajuda o usuário-cliente a encontrar o que procura, de forma rápida e fácil. A usabilidade, navegação e conformidade com os padrões estabelecidos são fundamentais para o desempenho do seu e-commerce. Conheça as princiais dicas para conquistar um bom ranking nos buscadores.

  1. Título – como sempre, criatividade. É importante que suas páginas tenham tíitulo – para cada departamento e produto. Eles devem ter até 70 caracteres e usar as palavras-chave mais importantes. Nunca use o mesmo título para dois endereços (URLs) diferentes em sua loja.
  2. Descrição – use até 200 caracteres (o ideal são 160) para dizer o que existe na página. É desta informação que nasce a meta tag description, que são usados pelos robôs de busca para formar os resultados da pesquisa.
  3. Fotos – evite deixar as fotos com números; use as tags de descrição para identificá-las!
  4. Palavras-chaves – escreva no máximo 20 palavras-chave relacioonadas ao conteúdo da página em questão. Não use mais que isso, os buscadores tendem a interpretar como spam.
  5. Produtos relacionados – links para produtos similares não só ajudam o seu cliente, mas também formam ligações internas em seu site e são valorizados pelos robôs de busca.
  6. Conteúdo – conteúdo de qualidade presta serviço ao consumidor. Simplesmente copiar as informações dos fabricantes repete a mesma informação e diminui a relevância da sua página. Use todos os recursos disponíveis – fotos e vídeos – para mostrar tamanhos e funcionamento.
  7. Datas Comemorativas – elas são o motor do comércio eletrônico. Prepare-se com conteúdo, design e promoções específicas para a data e para o seu público.
  8. Métricas – Acompanhe o desempenho de sua loja com as informações dos relatórios gerados pela ferramenta de sua escolha.
  9. Comentários – publique opiniões dos clientes sobre os produtos. Este conteúdo ajuda muito na sua indexação.
  10. Comparação de produtos – Habilite a opção de comparar produtos similares, desta maneira o usuário obtém facilmente as informações que está procurando.

Via Blog do E-commerce, imagem: cristaljingsr, CC

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Novidade do Google pode afetar SEO

15 de abril de 2011  | 

Na semana passada, o Google anunciou um novo recurso nos resultados de busca, o +1 (Plus One, para a galera de SEO). Chamado de cópia do “Curtir” do Facebook, o Google +1 será uma maneira de visualizar recomendações sociais na busca da Google. A introdução do recurso foi descrita como outra tentativa da Google de incluir elementos sociais como parte de sua abordagem algorítmica de busca, e outra maneira da Google ajudar a melhorar a qualidade de seus resultados de busca.

Eventualmente haverá um botão +1 para disputar atenção com os botões do Twitter e Facebook no seu site, mas eles ainda não estão oficialmente disponíveis para os donos de sites (mas você pode se inscrever aqui). Atualmente ele está disponível nos resultados de busca (que você pode ativar aqui, basta ter um perfil no Google). O +1 também aparece no AdWords, embora o clique no +1 não conta como um clique pago no anúncio.

Ray Grieselhuber, fundador e CEO da startup de SEO Ginzametrics escreveu um post sobre o impacto que o +1 terá nos donos de sites. Ele aconselha que as pessoas “comecem a pensar sobre como eles podem integrar seus esforços de marketing de busca orgânica e paga com o mesmo conteúdo ou similar para que estejam mais preparados caso o +1 continue (uma boa ideia mesmo se o recurso não for adiante).”

O que o botão demonstra é a importância crescente que o compartilhamento e as redes sociais terão no SEO nos próximos anos. Então, independente do futuro do recurso, estamos num ótimo momento para nos certificar de que nosso conteúdo seja altamente compartilhável.

Segundo o artigo de Fabrício Ricotta no Mestre SEO, o botão e as mudanças que chegam com ele não enfraquecem o SEO. O que acontece é que os profissionais da área terão de se atualizar e entender bem cada detalhe para continuar o seu trabalho.

Via Read and Write Web Brasil e Mestre SEO

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Marketing de busca é o melhor para conquistar novos clientes

02 de março de 2011  | 

Uma loja virtual é certamente uma boa iniciativa para diversos tipos de segmento. Além do “baixo custo” para funcionamento, o inchaço na renda da classe C e o aumento da confiança no e-commerce, tornam este investimento uma boa opção para quem está começando. Para se ter uma ideia, apenas nos primeiros seis meses de 2010, este modelo de venda faturou aproximadamente 6,7 bilhões de reais, um crescimento de 40%, se comparado ao mesmo período de 2009. No entanto, muitos empreendedores concentram-se somente na construção da loja virtual, esquecendo-se de que, como em uma loja física, é necessário atrair os clientes para o local.

Segundo o publicitário e diretor da Flammo Comunicação Online, Felipe Sobreira, uma das principais fontes de cliente são os diversos sites de busca disponíveis pela internet. Para isso, Sobreira afirma que é necessário combinar duas metodologias de Marketing de Busca: o PPC (pay per click – links patrocinados) e o SEO (otimização para mecanismos de busca).

Com essas duas metodologias unidas, os clientes irão encontrar o seu site nas ferramentas de busca. Lembre: na internet nada fica pronto e acabado, o trabalho é constante e diário. Além de conquistar clientes, é preciso atendê-los, cuidar da logística, promoções, e-mail marketing e relacionamento. Vamos à luta?

Via Portal da Propaganda

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Como otimizar as categorias de seu e-commerce

15 de dezembro de 2010  | 

Marching Men, por Lumaxart em CCilustração: Scott Maxwell, Lumaxart, royalty free

Uma pergunta frequente para os especialistas em SEO é: “Como otimizar uma categoria (ou departamento) com muitos produtos?”. A pergunta, recorrente, tem diversas nuances e sutilezas na resposta. Antes de mais nada: quanto é muito? 100, mil, dez mil? Se você tem uma categoria com menos de 200 produtos, é possível colocar todos em uma única página.

Sim, não se recomenda mais de 100 links em uma página, mas se você não tiver um número enorme de links na barra lateral, topo e assinatura do site, está tudo bem. Entretanto, colocar tantos produtos em uma única página não oferece uma boa experiência para os visitantes, então coloque menos como padrão e tenha uma opção “ver todos”. Se você seguir esta rota, deixe os robôs de busca longe da página com menos produtos e permita que veja apenas a que tem mais produtos. Você vai precisar usar uma combinação de “nofollow” para os links; “no índex/follow” na metatag e usar uma tag “canônica” para a versão que deseja indexar. Isso requer conhecimento e é preciso cuidado para não dar um tiro no pé. Tenha certeza de checar várias vezes o trabalho de SEO e peça a alguém para revisar o trabalho. Sempre.

Outra opção interessante é usar Ajax. Sim, você leu direito. Se o que você deseja é entregar aos robôs de busca uma versão HTML com 100 produtos e aos visitantes uma versão com 10 ou 20, a solução é o Ajax.

E se você tiver, digamos, 5 mil produtos na categoria? O ideal é criar subcategorias, que fiquem de um tamanho administrável e usar a solução acima. Mas se isso não for possível, use a paginação. Liste os produtos mais importantes primeiro, para que apareçam antes para os robôs de busca. Depois, interligue (com links) todas as páginas, ou pelo menos todas as que puder sem criar uma péssima experiência para o seu visitante. Os mecanismos de busca serão capazes de encontrar as páginas 2, 3, 4 e seguintes a partir da primeira. Nunca faça com que passem por uma antes de chegar à próxima, combinado?

Há algumas considerações finais. Se você quer que seus departamentos – ou categorias, como preferir – sejam indexados, é preciso oferecer algumas qualidades editoriais por lá, como textos e fotos. Se você só entregar produtos e nada mais, não haverá muito valor para os buscadores – e vale a pena usar os atributos noindex/nofollow. Quanto mais próximas estas categorias estiverem da sua home, mais provável que sejam profunda ou completamente escaneadas pela busca. Se estiverem a três ou mais níveis de distância, esqueça – é improvável que um robô vá até o quarto nível para buscar produtos.

Resumindo:

  • Se possível mostre ao robô a página da categoria com todos os produtos – a menos que tenha um número enorme deles.
  • Se tiver muitos produtos, pagine.
  • Se for forçado a paginar, coloque os produtos mais importantes antes.
  • Interligue todas as páginas resultantes, não apenas sequencialmente.

Aproveite as dicas e venda melhor com o PagSeguro.

A partir de artigo de Michael Grey

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Tutorial: SEO para e-commerce (segunda parte)

28 de setembro de 2010  | 

Summer business party invitation illustration, Ajda Gregorčič, CC

Ilustração: Ajda Gregorčič, CC

Promessa é dívida. Continuamos agora com a última parte das nossas dicas para melhorar o SEO no seu e-commerce.

Conteúdo inteligente: arma em falta no mercado

Em fase de desenvolvimento acelerado, com sucessos muitos, o e-commerce brasileiro ainda carece de algo que nos Estados Unidos, por exemplo, é recorrente: conteúdo bem-feito e muito bem planejado. Por lá, creiam, existem até empresas especializadas em estratégia de conteúdo que, sim, é uma disciplina da web tão importante quanto o design e a usabilidade.

Como diz a expressão estratégia de conteúdo dá trabalho e requer estudo, planejamento e implementação cuidadosa. De nada adianta você cuidar dos títulos, dos atributos, das descrições e da participação dos usuários e esquecer de criar novos chamarizes. Num planeta em que a novidade impera um jeito de fazer isso são os guias de compras. Além de atrair links (referências importantíssimas) fazer comparativos sobre os produtos campeões de vendas em sua loja educa o internauta e o ajuda a tomar a melhor decisão de compra. E seu objetivo é ter a clientela mais feliz do planeta, certo?

Outro serviço muito interessante – e que exige um tanto de isenção – é fazer comparativos entre produtos. Listar numa tabela as TVs de LCD ou os smartphones disponíveis com seus pontos fortes, fracos e diferenças faz uma grande diferença na vida do seu usuário – e também se transforma em informação relevante para outros sites, se for bem-feito. Este tipo de conteúdo são chamados ímãs de links, porque atraem posts e comentários rede afora.

Pense global, aja local

A máxima da ecologia, na rede, funciona muito bem. Principalmente se o seu negócio for um serviço. Restaurantes, clínicas de estética, farmácias, encanadores… usar os mapas para indicar onde está o seu restaurante é uma estratégia mais que inteligente para aparecer nas buscas. Este cuidado – que exige poucos minutos de cadastramento – ajuda principalmente os pequenos e médios e-commerces, que conseguem boa visibilidade com pouco trabalho.

Lembrem-se sempre: a busca orgânica é a principal fonte de visitas e os usuários raramente passam da primeira página. A importância destes fatos para o sucesso de seu negócio é inegável. Cuidem sempre e muito bem de seus sites.

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