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Não deixe de usar os blogs no seu e-commerce

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Apesar do grande momento que as redes sociais estão passando, nunca é demais lembrar que os blogs ainda possuem grande impacto na comunicação das empresas com os consumidores, principalmente quando se pretender atingir nichos específicos, já que esses canais possuem grande audiência e são têm um alto poder de penetração nas mais diferentes áreas.

O e-commerce pode se aproveitar de um blog para  estabelecer um contato mais informal e ao mesmo tempo mais informativo com o público. Publicar dicas do dia-a-dia, descrição personalizada de produtos ou até mesmo realizar promoções são apenas alguns dos usos que essa poderosa mídia possui. Outro fator de peso é a ajuda na hora do SEO.

O que vale ter em mente é que o blog não deve ser usado única e exclusivamente como uma página de classificados. O leitor irá até o blog atrás de um conteúdo interessante, bem elaborado, com boa gramática, imagens e informações realmente úteis. Se o blog contar apenar com preços e mais preços é muito mais fácil o usuários ir até a landing page do que acessar o blog do seu e-commerce.

Crédito da imagem: Don via Compfight.

Outra dica super válida é oferecer um suporte seguro e confiável na hora do pagamento online. Para isso conte sempre com o PagSeguro. Cadastre-se agora mesmo:

Aprenda SEO com os melhores do Brasil

Semana passada aconteceu o Search Masters Brasil, no Rio de Janeiro. E a maioria das apresentações já está disponível no site. Feras como Martha Gabriel, Fabio Ricotta e muitos outros colocaram à disposição de todos seu conhecimento.

Uma oportunidade única para aprender um pouco mais sobre Buscas e otimização de sites. (os links levam para o SlideShare)

SEO Orientado a Resultados – Gustavo Bacchin

Diagnóstico SEO – Pedro Dias

Técnicas de UX para conhecer os usuários de seu site – Anna Raquel Serra

Como fazer link building com o Google Adwords – Pablo Almeida

Estratégias de Marketing e SEO com Programas de Afiliados – Paulo Faustino

Infográfico como elemento de viralização em SEO – Fabio Ricotta

Planejamento de Marketing de Busca – Martha Gabriel

Meus relatórios favoritos de Search – Willie Taminato

Diversos palestrantes ainda não enviaram as apresentações, portanto vale acompanhar a página, aqui.

Via: Search Marsters Brasil. Crédito da imagem: MoneyBlogNewz via Compfight

7 dicas técnicas de SEO para sites de comércio eletrônico

Numbers And Finance

Creative Commons License Ken Teegardin via Compfight

Livremente traduzido de Maile Ohye, Amor e Tecnologia.

1. Pense duas vezes antes de fazer o seu comprador potencial fazer outra coisa antes da compra.

A cada clique a mais, você perde uma oportunidade, portanto, desenhe bem o processo de conversão:

– sempre que possível, não exija o registro antes do clique. Jared M Spool chama isso de “o botão de 300 milhões de dólares. Porque os usuários se ressentem de ter que se registrar para comprar.

– Feedback e registros são interessantes – só se você os considerar conversões. Evite que eles apareçam antes do checkout. Usar intersticiais ou sobreposições (overlays) força uma ação extra – e nos usuários mobile complica a vida mesmo.

2. Se o item não está no estoque, não mostre.

Infelizmente não existe um código HTTP para “item temporiamente indisponível”. O que você faz com eles, então? Do ponto de vista do SEO, a resposta depende de cada situação, sempre de acordo com a experiência do cliente:

– Se você acredita que seus usuários não se frustrarão com uns poucos itens fora de estoque, coloque um código 200 com uma mensagem útil para ajuda-los. Se realmente é uma questão pontual, os buscadores vão manter a página no índice – e caso você forneça um 404, ela será retirada depois de algum tempo. Então você pode oferecer alternativas ao produto ou um alerta por e-mail para quando o produto estiver de novo disponível.

3. Para itens que terminaram, 301 para uma alternativa ou simplesmente 404

Digamos que um dos seus itens acabou para todo o sempre. O que fazer com a página do produto? Há duas escolhas:

  1. 301 para um item relacionado. Se foi a primeira edição que acabou, redirecione para a página da segunda edição. Além de ajudar o seu cliente a encontrar um produto interessante, a prática ajuda no seu SEO porque preserva sinais importantes da indexação. Há alguns detalhes importantes no redirecionamento:
    1. Verifique se o redirecionamento está correto.
    2. Mande a nova URL para os robôs.

    Ao contrário das páginas 404, as 301 pedem alguma visão de longo alcance para serem redirecionadas corretamente e exigem atenção constante para serem mantidas. Para que você tenha todos os benefícios do redirecionamento, é preciso mantê-lo “para sempre”. Imagine fazer isso com o ciclo vida de produtos para manter o seu site bem na foto dos buscadores… por isso é preciso pesar bem os prós e contras antes de adotar o 301 para produtos fora de linha.

  2. A outra solução é colocar uma página 404 (não existe) com informações relevantes, o que o usuário pode fazer, talvez uma caixa de busca ou itens relacionados. Esta é a forma de simplificar a manutenção do seu site.

Não faça: 301 para uma “soft-404” (uma página 200 que diz que o produto não está disponível); 301 para a home, que não tem relação nenhuma com o produto. Isso irrita o usuário – e não adianta nada para as suas conversões, certo?

4. Permita automatização do preenchimento para acelerar o preenchimento dos formulários.

Use o standard autocompletetype ou provedores de automatização para que os formulários fiquem mais fáceis de preencher.

5. Sempre monitore a velocidade de carregamento do seu site.

E lembre: deve ser menos de 2 segundos.

6. Seja inteligente para mostrar a sua variedade de produtos.

Quando as variações são de tamanho e cor (sapatos, roupas, por exemplo) é inteligente criar uma página para o produto onde todas as versões são exibidas. Isso facilita a indexação e a criação de links para aquela página. Assim, só a página principal do produto aparece nas buscas. Detalhes:

  • Destaque as variações do produto nas miniaturas do produto. Lembre que além de texto, é possível mostrar as cores em paletas.
  • Na página do produto, é comum menus para escolher o tamanho e cor, bem como paletas para ver as diversas cores. Lembre sempre que além das imagens e do JavaScript (que faz a página carregar mais rápido), o texto ajuda os robôs de busca!
  • Sim, é possível (e pouco aconselhável) criar páginas para cada variação do produto. Antes de fazer isso, lembre: isso vai afetar tanto as buscas externas como as internas – qual conteúdo é ideal que o usuário encontre? O que você precisa que apareça no buscador?

7. No seu próximo redesign use todas as melhores práticas de arquitetura da informação.

SEO para ecommerce, por Fábio Ricotta

Social Media Marketing & PR 2.0 by Extanz.com
Creative Commons License Photo Credit: Yann Ropars via Compfight

Há muito tempo atrás, numa blogosfera distante, o Fábio Ricotta começou a escrever sobre SEO (Search Engine Optimization). Não demorou para o moço se tornar uma referência no mercado, com o seu MestreSEO – que também se tornou um negócio lucrativo e vigoroso.

Esta semana, ele publicou uma de suas apresentações no SlideShare exatamente sobre como aumentar as visitas orgânicas para o seu comércio eletrônico. Material precioso. Vamos resumir as dicas e a apresentação está aí embaixo.

Para começo de conversa, trabalhe muito bem cada detalhe de suas páginas (e do site inteiro). No link anterior, você acessa um post nosso sobre o assunto e como trabalhar cada um. Na apresentação você vê as dicas, como identificar problemas e, claro, resolvê-los.

Mais que isso, a apresentação ajuda a usar novas ferramentas de busca e comparação de forma correta e legítima. Com isso, você pode aumentar as visitas – e, se estiver fazendo a sua lição de casa direitinho, as conversões.

Via: Fábio Ricotta, MestreSEO

12 dicas de SEO para ecommerce

eels: novocaine for the soul, visualpanic, CC-BY

Na 7ª Edição da Think Visibility, conferência que aconteceu em Leeds no começo deste mês, Barry Adams, da Pierce Communications, fez uma palestra muito bacana sobre SEO para Ecommerce.

O material, em inglês, está no SlideShare para consulta (caso você entenda a língua). E a gente, aqui no PagSeguro, tratou de traduzir e organizar a história para facilitar o trabalho de todo mundo.

1. Vá onde o dinheiro está

Identifique as palavras-chave que dão mais retorno financeiro e concentre nelas os seus esforços de SEO.

Encoraje buscas por marca (aquele marketing “antigo” que focava na marca e não em palavras, lembram?) – as palavras-chave de marcas tendem a converter melhor…

2. Você conhece os pontos fortes do seu site?

Saiba quais páginas estão (surpreendentemente) bem colocadas através do Google Analytics e do Searchmetrics. Estes produtos podem ter preços maiores e/ou ser destaques (as pessoas confiam em quem está bem colocado – isso dá confiança)

3. Atenção à sua busca interna

  • Ela é uma ótima fonte de palavras-chave
  • Ela também lhe mostra as oportunidades de promoção.
  • Acompanhe cada detalhe da busca através do Google Analytics.

4. A chave é a estrutura do site

5. As imagens dos produtos

  • Tenha diversas imagens em alta resolução para cada produto. Nunca esconda as suas imagens em códigos JS (javascript), tenha certeza de que os robôs de busca podem encontra-las. Aperfeiçoe o atributo “alt” (dê nome às imagens). Nós já falamos só disso aqui no Blog neste artigo.
  • Pulo do gato: Faça um filtro na sua ferramenta de métricas para medir o tráfego das imagens e descubra o que está funcionando.

6. Navegação facetada

  • É um jeito de criar uma navegação fácil e intuitiva para grandes sites, com grande diversidade de produtos.
  • Lembre-se de usar as categorias de forma adequada: use palavras chave e marcas, tamanhos de tela e outras qualidades como filtros.
  • Filtre ou bloqueie os atributos que não somam valor semântico, como preço.
  • Cuidado: a navegação facetada pode gerar conteúdo duplicado

7. Conteúdo para e-commerce

  • Não use as descrições enviadas pela fábrica (aqui, 99% do e-commerce brasileiro falha):
  • Escreva descrições únicas e tão boas quanto possíveis de cada produto.
  • Se o seu fornecedor não consegue entregar descrições boas, edite o texto.
  • Use a cauda longa e incorpore palavras-chave que o fabricante pode não usar, mas que os consumidores buscam. Exemplo: fabricante “Rímel double twist” consumidora: “rímel alongar cílios”

8. Busque a conversão

  • Ofereça frete grátis para compras acima de um determinado valor – e mostre isso no carrinho!!!
  • Informação sobre a entrega: se o consumidor tem que procurar por ela, você perdeu a venda.
  • Ofertas, descontos, promoções: use o tempo a seu favor e crie promoções válidas por tempo limitado.

9. Produtos não disponíveis

  • Se a situação for temporária, deixe a página no ar com alternativas disponíveis ou recomendadas
  • Não estará mais em seu estoque? Faça como acima (página no ar e alternativas) e depois de um período, faça o redirecionamento 301 para o produto que o substituiu ou a categoria do produto.

10. Produtos que saem de linha

  • Acompanhe os produtos que os fabricantes vão descontinuar.
  • Se você tiver estoque dele, busque grupos, fóruns e blogs sobre o produto/marca e avise que você ainda tem este produto em estoque.
  • Existe, sim, a possibilidade de subir o preço, já que o produto não pode ser encontrado no mercado.

11. Evite conteúdo duplicado

[Se você for leigo em código, pule para o próximo item. Conteúdo codificado à frente.]

  • A prevenção é o melhor remédio, mas nem sempre é fácil.
  • Cuide do seu index: rel=canonical, “noindex, follow” para as metatags de robôs
  • Faça o mapa do site em XML – para sites grandes, o ideal é construir mapas por categoria e combiná-los num só arquivo .gz

12. Linkbuilding para e-commerce

  • Sorteios, prêmios e resenhas em blogs – ofereça o produto para que eles façam a promoção.
  • Convide os blogueiros para prêmios, conferências e lançamentos
  • Botões de compartilhamento em redes sociais devem estar em todas as páginas de produto, na página de confirmação da compra (pessoas gostam de contar que compraram um objeto de desejo) e nas resenhas de produtos.
  • Ofereça descontos para quem está logado no Facebook – use para aumentar os “curtir” e compartilhamentos de sua página. (Dica do Techcrunch)
  • Conteúdo especial produzido por sites ou blogs convidados (faça valer a pena e não seja ganancioso)
  • Releases – devem ser realmente relevantes ou não funcionam.
  • Produza conteúdo interessante para o mercado – artigos de marketing, sobre setores, dados de redes sociais são interessantes (principalmente os infográficos) e podem gerar links para o seu site.
  • Tente conseguir links para as páginas de categorias. As vantagens? Você não vai depender de um produto específico; a relevância da categoria influencia o ranking dos produtos. Isso só vale se você fez a otimização direitinho (Arquitetura de Informação, lembra?)

Via: SlideShare, foto: visualpanic, CC-BY

Termos genéricos dominam busca de produtos

105!365: Merry Christmas, thana+, CC-BY

Consumidores de lojas virtuais cada vez mais usam os mecanismos de busca para pesquisar produtos e comparar preços, com 93% deles realizando consultas antes da tomada de decisão de compra. Do total, 80% afirmam que as buscas foram muito ou extremamente úteis, de acordo com dados de “From Intent to In-Store: Search’s Role In The New Retail Shopper Profile“, do GroupM Search, intitulado.

A pesquisa do GroupM, conduzida pela Kantar Media Compete, destacou o papel que as buscas desempenham nas compras dos consumidores nos setores automotivo, eletrônicos de consumo e entretenimento. Segundo a pesquisa, os consumidores tendem a clicar em resultados de termos genéricos, com uma taxa 114% maior do que as pesquisas por tópicos específicos relacionados a produtos.

O relatório afirma que os comerciantes precisam pensar diferente sobre as palavras-chave e explorar outras estratégias. As palavras genéricas têm grande valor, pois os consumidores que clicam em tais termos na maioria das vezes são mais propensos a comprar do que aqueles que não os fazem, o que desafia o senso comum acerca do valor de um termo genérico.

Segundo o estudo, 73% do tráfego de motores de busca direcionado para os 100 principais sites de e-commerce dos Estados Unidos são resultados de pesquisas genéricas, tendência que se enfraquece apenas nos períodos anteriores a feriados e durante as férias, onde os consumidores tendem a procurar por itens específicos.

O relatório também constatou que as listagens orgânicas influenciam o comportamento de compra. Consumidores normalmente clicam mais nos resultados orgânicos do que em anúncios patrocinados. Compradores têm uma taxa média de cliques em resultados de pesquisas de 64%, sendo estes divididos em 94% de resultados orgânicos e 6% de links patrocinados.

As buscas também ajudam os consumidores a encontrarem lojas. As páginas de localização tendem a contribuir com mais de 5% do tráfego médio das páginas de varejistas.

O estudo também analisou o comportamento de busca dos consumidores e constatou que cerca de 60% das consultas com termos específicos sobre produtos levaram a cliques, enquanto as pesquisas genéricas tiveram um percentual de 57%.

Via: E-Commerce News. Imagem: thana+, CC-BY

Entenda a importância do link building – e como fazer

imagem de Gisela Giardino, em CC

Apesar de muita gente no Brasil não aceitar a realidade, vivemos, sim, na era digital. E a internet é, sim, a grande fonte de informação. Portanto, é fundamental existir nela – ou criar presença, na língua especializada em marketing digital. Fundamental para isso é que você fique bonito na foto dos buscadores. E a melhor forma de ser encontrado é através de vários links de entrada em suas páginas.

Isso se consegue com backlinks ou trackbacks, os links que apontam para o seu site ou para páginas dele. O resultado direto será, claro, aumento de visitas – a longo prazo, é preciso dizer. Então, trate de incentivar que as pessoas falem de você – bem, de preferência – em sites, blogs, serviços como Facebook, Twitter e em diretórios de sites. Para quem acabou de chegar criar à rede, uma estratégia de links é fundamental. Afinal, sem a busca – e a sua presença na primeira página de resultados – seu site praticamente não existirá.

Boas práticas de Link Building
Sim, não basta mandar um spam a todos os sites ou blogs que você conhecer para ganhar um link – isso, aqui no Brasil, raramente tem bons resultados. E também não adianta sair por aí comprando links a torto e a direito. É preciso uma estratégia – e ótimas razões para receber o link. Algumas estratégias possíveis:

  • Evite comprar: se o editor topou vender um link para você, não há como saber se isso será contabilizado pelo mecanismo de busca – que não considera os links de sites que têm este comportamento.
  • Conteúdo é a chave: Produza textos, fotos e vídeos e publique-os em outros sites – vale YouTube, Flickr – e estão criados os links. Compartilhe ao máximo nas redes sociais (os buscadores só não vêem o Facebook) e pimba! Você será mais visível pelos robôs. Mantenha-se ativo em sites de bookmark e nas redes sociais. Mantenha suas contas ativas e interessantes e a recompensa virá.
  • Links internos: sim, é importante fazer links dentro de seu próprio site. Para isso um blog é sensacional: você escreve um artigo sobre um determinado produto, linka para a página e ainda pode usar as mesmas estratégias acima – redes sociais e social bookmarking – para melhorar a relevância destes links.
  • Escreva artigos para outros sites: não há coisa mais lida na internet que tutoriais (como fazer). Procure sites ou blog que oferecem conselhos relacionados com o seu nicho de mercado. Disponha-se a escrever tutoriais sobre um produto (ou mesmo uma resenha). Mesmo que você ganhe apenas um link para a sua homepage, está valendo. Depois que o artigo estiver no ar, repita o compartilhamento nas redes sociais (aqui incluem-se todos os sites de social bookmarking).
  • Tenha seu próprio blog: Não basta apenas ter o seu blog e linkar para o site. É preciso criar conteúdo útil e interessante (atrair leitores…). Depois espalhe pela rede, de novo.
  • Publique no Twitter: embora os buscadores teoricamente não considere os links do Twitter, ele parece prestar atenção quando o conteúdo é muito retuitado. Também é possível que outros blogs ou sites repliquem o feed do Twitter – e estes links valem, sim. Também é muito útil você publicar o feed do Twitter no seu blog. E colocá-lo em todas as redes possíveis: do Facebook ao FriendFeed, todos os lugares são válidos.
  • Use o bookmarking: Há milhares de sites de bookmark social, como o Delicious. Se você colocar os seus links por lá – mas não só eles, cuide para também ter outros assuntos de seu setor que sejam de interesse, para não virar um spam – isso pode ajudar muito. Afinal, alguns poucos links a mais podem ser a diferença entre você e a concorrência. Vale experimentar.
  • As iscas: Existe uma prática, chamada de link bait, que tem mais prós que contras. Criar um widget para seus produtos (que outros possam usar em seus sites e blogs), um vídeo que espalhe pela rede (haja criatividade), um concurso ou sorteio (como a promoção Você de Carro Zero) podem ajudar a melhorar seu posicionamento nas buscas. É preciso ter cuidado para não ter efeito contrário, mas o link bait continua sendo muito praticado. E, quando bem feito, tem bons resultados.

Via: Artigos de E-Commerce; com informações do Search Engine Journal; Practical Ecommerce e outros. Imagem: Gisela Giardinho, CC

Sua empresa está no mapa? Dicas para fazer o seu cadastro

World Coverage, futuretap, CC

Impressionante. A gente falou de colocar as empresas no mapa aqui no blog do PagSeguro há muito tempo atrás. E o especialista em buscas locais David Mihm, na Expon2011, semana passada, reforçou: as empresas brasileiras não usam o mapa do Google para aparecer nas buscas.
Segundo, Mihm, no Brasil muitas empresas ainda não cadastram produtos e serviços nas buscas locais. Resultado: para o usuário encontrar o que procura precisa dar muitos cliques (e saber usar muito bem o serviço de busca). Detalhe: para alguns termos, as buscas locais são automáticas, mas isso não é universal.
Vamos facilitar o seu serviço e ensinar como se cadastrar no Google Places. Conselho adicional: descubra todos os serviços semelhantes e como se cadastrar neles. Faça o cadastro em todos, sem exceção. Assim você garante presença em todo e qualquer serviço que o internauta use para as suas buscas.
1. Entre no Places e faça o cadastro de sua empresa. Haverá necessidade de preencher dados e eles vão confirmar a sua existência.
2. Um cadastro completo para ter bons resultados é muito importante. Preste muita atenção às categorias, pesquise e lembre de como o seu cliente procura por você!
3. Publique as informações de localização no seu site (se possível, coloque o mapa que o próprio serviço oferece).

Via BlueBus, imagem: futuretap, CC